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sábado, 14 de junho de 2025

Imagens do CLAMP sobre outros mangás e mídias

JoJo's Bizzare Adventure (Cutie Honey, Black Magic M-66, Giant Robo, Sonic)

Devilman

Yoshiki Tanaka works (Legend of the Galactic Heroes, The Heroic Legend of Arslan, Sohryuden: Legend of the Dragon Kings, Ryoko's Case File)

Legend of the Galactic Heroes

Saint Seiya (e Star Wars)

Saint Seiya

domingo, 6 de abril de 2025

Saint Seiya: The Lost Canvas e por qual motivo ele é maravilhoso, mas não acabou em anime?


Já comecemos pelo título, que faz referência a um enorme quadro de Alone, o hospedeiro de Hades, está pintando. A ideia é que, ao terminar a pintura, toda a humanidade será apagada, tornando-se uma "tela perdida" (lost canvas).
O anime teve apenas 26 episódios, em duas temporadas, nunca sendo finalizado. O motivo exato nunca foi confirmado oficialmente, mas especula-se que tenha sido devido a baixa venda de DVDs no Japão, apesar do sucesso internacional.
Embora The Lost Canvas seja um spin-off oficial, Masami Kurumada, não teve envolvimento direto na história. A autora Shiori Teshirogi teve liberdade criativa, mas respeitou os conceitos da obra original.
Temos algumas coisas bem originais da obra. Tais como Regulus de Leão, que apesar de ser o mais jovem dos Cavaleiros de Ouro, é frequentemente considerado o mais poderoso, pois consegue copiar e aperfeiçoar técnicas as observando uma única vez. Ou os espectros originais, como Verônica de Nasu e Rene de Balron, que não aparecem na saga de Hades original, que se passaria na saga de Seiya.
No mangá, o final é mais detalhado e emocionante, com batalhas épicas que nunca foram animadas. Um dos destaques que envolve a aparição de Atena e um desfecho dramático.

sábado, 15 de fevereiro de 2025

Hater só reclama de feminismo, homossexualidade, mudança de etnia, e sobre religião... Nunca de competência


Uma coisa tem me incomodado muito nos últimos tempos. Muita gente reclamando da qualidade de Saintia Sho, um anime que creio eu seja um spin-off de Saint Seiya (ou como conhecemos, Cavaleiros do Zodíaco). Tenho que assistir ele direito quando puder. A autora se pronunciou quando a isso, pois segundo ela isso se deve a baixa venda dos mangás no Japão mesmo. O que faz o estúdio ter pouca verba pelo baixo interesse do público.
Ela é extremamente gentil, mas o problema mesmo está na mente imbecil dos "fãs". Explicando: caso não saibam, o Japão é um país que tem sérios problemas em colocar mulheres em funções que consideram para homens. Caso não saibam, cerca de mais de um ano foi denunciada uma faculdade japonesa que impedia o ingresso de mulheres nos seus cursos. Indo para a área do mangá, caso não saibam até mesmo as HQs nipônicas são divididas em shounen (para garotos e ilustrados por homens) e shoujo (para garotas e ilustradas por mulheres). Até mesmo a artista Hiromu Arakawa, para ter seu mangá publicado, Full Metal Alchemist, deve que entregar seus desenhos via correio a editora fingindo ser homem.
Ai chegamos ao ponto que queria chegar. Muitas obras atuais são ruins demais em sua qualidade gráfica. Black Clover que tem uma história BEM genérica consegue ser a definição de ruim em alguns episódios. E ninguém ralha com o pessoal dessa obra.
"Ah mas Dragon Ball, quando deu problema ralharam pra caramba". Você tá falando de Dragon Ball. Uma obra que praticamente se tornou um patrimônio do Japão. Caso não saibam CDZ fez mais sucesso fora de seu país natal. Se me lembro bem, especialmente na Europa e América Latina (me corrijam se estiver errado).
Então, vejam só, o problema não é a qualidade da animação mas de quem assiste.
Agora vamos ao Shun da Netflix. Ou melhor, a Shun.
Segundo muitos sites e até o trailer dá a entender (o qualidade sem-vergonha da imagem), Shun será uma mulher... O problema está, por que fizeram justo com o Andrômeda?
Não é questão de achar que mulheres não podem ser lutadoras por Atena, pois no cânone se mostra que isso acontece. O problema é que isso quebra um dos fatores de personalidade do personagem.
Seiya é o eterno protagonista, Shiryu é o cara que um dia desafiou o protagonista e se tornou amigo dele, Hyoga é o cara de sentimentos frios, Ikki é o rebelde solitário e Shun o cara forte mas sentimental. Tornando ele uma mulher, ele vai se transformar na mulher que supera os preconcei... Mas espera ai! A Marin, Shina e outras personagens já fazem isso. Em uma sociedade machista. Uma das coisas que foi dita pelo diretor foi que ele queria diversificar os personagens. Mas então pegava e transformava o Shiryu ou o Hyoga em mulher. Ou dava mais destaque as mulheres do grupo!
O que acontece aqui é diferente de Saintia Sho. Se lá a criadora não tem culpa nenhuma, aqui o diretor sinceramente não sabe o que está fazendo com a história.
É possível recontar uma história sem estragar o conceito base de uma obra.

domingo, 12 de julho de 2020

Personagens "roubados" em animes

Muita gente me deu a ideia de falar de personagens "roubados" ou "cheatados" em animes e mangás. Sempre associam ao personagem principal, como Seiya, Kenshin Himura, Yugi ou Naruto. ENTRETANTO, eu olhei bem e notei que eles não são os roubados. Os mais apelões. Tem gente BEM PIOR dentro das obras deles. Apesar que vou ter que falar do Yugi aqui de qualquer jeito.
Sarutobi, o Terceiro Hokage: Antes de Naruto ser essa verdadeira batalha de kaijins que conhecemos, houve em uma época remota que as batalhas poderiam ser menores. Ainda assim, suas batalhas poderiam ser épicas. Tais como a de Sarutobi contra Orochimaru.
Além de atacar o hokage, Orochimaru combateu sozinho ele... Ou melhor, quase. Ele usou o Edo Tensei, um jutsu proibido usado pelo Segundo Hokage, que ressuscitava os mortos. E ressuscitou o Primeiro e o Segundo Hokage para enfrentar o Terceiro. Mas foi impedido por Sarutobi de trazer o Quarto. Nesse combate, ele além de enfrentar os três (o macaco não se aplica pois ele serviu mais como arma), se sacrificou para impedir que Orochimaru de fazer seus atos contra Sasuke... Ou quase. Podemos falar que ele seria quase como um Superman de Konoha, que aguentou a maioria das tretas de Konoha. Lembrando que é ele quem lidera a Vila Oculta da Folha quando a Kiuuby atacou, já que o Quarto Hokage estava envolvido na luta contra Tobi (Obito) e salva seu filho e mulher.
Itachi Uchiha: "Mas porque não colocou o Madara Uchiha?". Apesar de ser poderoso, Madara é idiota! Faz tudo para mudar o mundo... E é morto pela Kaguya! Não coloco Madara aqui pois ele é só poderoso. Não foda a esse ponto.
Para se ter uma ideia, ele ACABOU com todos de sua vila, deixando só seu irmãozinho vingativo Sasuke. Você tem ideia o quão perigoso ele foi para eliminar um bando de shinobis, com poderes iguais aos dele (o uso de sharingan era bem comum pelo que é visto!). Ele não fez coisas poderosas como o final de Naruto, ele pegou muitos em genjutsu (jutsu de ilusão) ou só no combate mesmo.
Quando enfrentou Sasuke, o único motivo real dele ter perdido era mais por estar fraco, pois lidou com seu irmão e Orochimaru. Além de que queria conceder poder ao seu irmão para sobreviver.
E por último, ele estava tão preparado que soltou um jutsu em Naruto, para um eventual ataque contra ele de um sharigan.
Se eu falei que o Terceiro Hokage é um Superman, Itachi é um verdadeiro Batman.
Ikki de Fênix: Existem diversas armaduras entre os cavaleiros, de bronze, prata e ouro. Entretanto, a única que se conserta é a de Fênix. Caso uma armadura quebre, se um membro dos cavaleiros tenha sua proteção quebrada, eles terão que levar até um especialista (na série clássica, Mu de Áries era o encarregado disso). Entretanto, a de Fênix se regenera!
E detalhe: Ikki é o único cavaleiro que pegou a armadura em séculos! Então, ele foi o "cavaleiro premiado". É o único com poderes de mudar seu próprio golpe: inicialmente ele faz ilusões, mas depois pode ler mentes. Alguém se decide.
E pior, como a armadura se regenera, o Ikki RESSUSCITA com ela. Tá, eu sei que tem a ver com a lenda, mas lembrando que um cavaleiro não é pego pelo mesmo golpe: basta eu perder e voltar pro segundo round que não perderá.
Yugi Moto: Independente de ser Yugi ou o Faraó (também chamado de Yami Yugi, ou pelo nome verdadeiro, Atem) ele sempre faz coisas roubadas. A começar pelo seu baralho.
Mesmo perdendo o Exodia, ele começa a pegar umas cartas que por mágica (desculpe, pelo "Coração das Cartas) brotam na sua mão. E é tão apelão essas cartas em jogo, que quando os baralhos de jogos físicos surgiram, eles tiveram que arrumar as regras. Pois, simplesmente não funcionava! Ou partidas impossíveis por conta de determinada carta ou coisas sem sentido algum na realidade.
E tecnicamente falando, o baralho de Yugi pode vencer QUALQUER um.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A Lenda de Fênix

Um fan-filme feito no Brasil, para homenagear Cavaleiros do Zodíaco, e o mais querido dos cavaleiros de bronze: Ikki de Fênix, o único homem que já portou a armadura até hoje. Será que é bom? Vamos ver...
Ikki de Fênix segue em sua jornada solitária, falando que vai retornar ao santuário para servir Atena. Até encontrar Thomas, um jovem misterioso em busca de vingança. O encontro dos dois traz à tona sentimentos do passado de Ikki.
Ele até lembra de seus treino na Ilha da Rainha da Morte. Quando conheceu seu mestre e Esmeralda, filha de seu treinador, a quem amava.
Os personagens foram dublados pelos dubladores originais! E até as músicas foram remasterizadas! Eles usaram mesmo isso para o filme!
O filme é dirigido por Nando Rodrigues. Ele como se mostra, é baseado nos personagens criados por Masami Kurumada. Produzido por Raciocinando Filmes. E com Produtoras Associadas como Friends Group Entertainment e Hipnóticos Filmes.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Curiosidades sobre Saint Seiya (Os Cavaleiros do Zodíaco) no Brasil

Cavaleiros do Zodíaco estreou no Brasil, em 1 de Setembro de 1994. Com uma abertura nada a ver com a original. Através da falecida Rede Manchete (hoje em dia Rede TV, para você ver como só piorou...).
Ele surgiu aqui como uma permuta. A Samtoy, que era representante da Bandai, na área de brinquedos, veio para o Brasil. Eles começaram uma negociação com a Manchete. Isso devido a emissora ser conhecida por possuir muitas coisas que vieram do Japão. Como Jaspion, Changeman, Jiraya, entre outros. Se o canal exibisse esse desenho, a empresa de brinquedos faria propagandas para eles. E isso foi feito de graça! Pois a emissora não tinha dinheiro para comprar os episódios.
Mesmo assim, a Manchete não acreditava que iria conseguir lidar com isso. Mas então, o Eduardo Miranda apareceu. Ele era diretor de conteúdo do canal, e viu que aqueles desenhos tinham potencial. 
Toda a semana as 18:30 da tarde (Clube da Criança) e as 10:30 da manhã (Dudalegria), passava um episódio inédito. Sendo que ela só tinha ganhando 52 episódios. E por isso eles sempre reprisavam os capítulos da trama. Só que isso viciou o pessoal, pois até então, a garotada não sabia o que era episódios continuados. Antes eles começavam e terminavam no próprio episódio. E isso virava pauta das escolas, em especial no recreio. Só para 1995 que ela comprou os episódios que faltavam, e então, pudemos ver o que acontecia do 53 em diante.
Tanto que fizeram uma nova dupla, Larissa Tassi e William Kawamura cantar a nova abertura. Bem mais condizente com a obra, e mais jovem. Mas ainda não é a original. Só que era engraçado, pois eles fizeram um sucesso tão grande, que se apresentaram na Globo. Sendo que é difícil de se apresentarem pessoas de outra emissora na Fundação Roberto Marinho. Inclusive, na Xuxa (na época, não existia pessoa mais com a cara da Globo que ela... Ou o Faustão, no máximo).
Obs.: Larissa Tassi, ela cantou a abertura da Saga de Hades.
Obs.: Tempos depois, Cavaleiros seria exibido tempos depois, ele seria exibido por outros programas, até mesmo pela Kelly Key... Tá né...
Técnicas que Cavaleiros usavam para baratear o anime:
A técnica de repetição de frames. O anime tem dois frames desenhados e fica revezando eles para fazer a cena do personagem. Normalmente, o personagem não se move. Nem a boca. E isso ajuda a criar cenas longas de animes antigos. Muitas vezes também, usam só um frame, no qual ficam mudando a camera de um lado ao outro. 
O "personagem surdo". A repetição de frases criando uma ideia de repetição, no qual usam a repetição de frames que vimos antes, por exemplo. 
A da corridinha com braços para trás. Os personagens ficam com eles para trás, assim, os desenhistas  facilitam suas vidas. Isso causou a famosa "corridinha de animes".
Vestir as armaduras e golpes especiais. Sempre era deixado de maneira muito boa os movimentos de golpes especiais, transformações e quando vestiam as armaduras nos gráficos do anime. Só que toda a vez que eles usavam o golpe, eles normalmente, repetiam a mesma cena sempre. Isso sendo que muitas vezes eles tinham sido extremamente machucados durante a batalha.
Algumas das cenas censuradas de CdZ no Brasil:
Cena de nudez do Shun: Ele treina bastante, de forma severa até. Então, ele vai tomar banho. Filmando de baixo para cima, Shun se banhando de um modo bem direto. Algo que hoje em dia seria estritamente proibido na televisão aberta. E bem mais longo do que imagina.
Ikki sendo Ikki: Em determinado episódio, o cavaleiro de Fênix, tem que lidar com dois cavaleiros de prata. Usando seu Golpe Fantasma de Fênix, ele faz com que um deles seja atacado por seus próprios discos. O deixando maneta. 
Shiryu ambuta o braço de Shura: Antes que Shiryu use sua última alternativa contra o cavaleiro de ouro de Capricórnio, ele precisa neutralizar sua principal arma. O golpe excalibur. E por uma "sorte no roteiro", ele corta a mão de Shura.
Enfrentando o CAPETA!: No especial em que os Cavaleiros do Zodíaco enfrentam o próprio Lúcifer,  uma Bíblia é vista queimada. Lembrando que no Brasil, temos um grupo predominante de católicos. E isso pegaria bem mal. O problema é que para se der uma ideia, isso não foi exibido nem na Manchete. Pesado...
Na verdade, todas foram censuradas na Band. Só a última nunca foi exibida por nenhum canal. Só nos antigos VHSs.

Quem é o Mestre do Santuário?
Como Saga assumiu o lugar como Mestre do Santuário. Antes de tudo, deve saber de uma coisa: Saga de Gêmeos e Aioros de Sagitário eram os candidatos para serem mestres. Mas as histórias do mangá e do anime, nesse ponto, são diferentes. Visto que no segundo, não ocorreu a Saga de Hades por muito tempo. Na animação, CdZ só chega até a Saga de Poseidon.
No mangá, Saga de Gêmeos mata Shion de Áries. Tomando seu lugar como Mestre do Santuário.
No anime, quando Saga planeja seu plano de conquistar poder ele mata Ares, irmão de Shion (coisa meio maluca mesmo) e assume o lugar do irmão do Mestre (Shion até então). Então, ele tenta atacar Athena (o bebê Saori Kido) e todo mundo sabe como isso terminou. E depois de tudo isso, Saga mata Shion finalmente.
Tanto que quem entrega a armadura de Pegáso a Seiya ainda é Shion. Pois Saga já usava o disfarce de Ares, irmão do Mestre do Santuário, Shion.
Star System
O motivo de todos os protagonistas de Masami Kurumada serem iguais, se deve a algo que Osamu Tezuka chamava de Star System. Basicamente, ele usava seus personagens como se fossem "estrelas de Hollywood que escalava para diversos papéis em filmes diferentes".
O Star System era um conjunto de práticas de Hollywood. Certos atores chamavam mais a atenção para os filmes. Muitas vezes as pessoas não iriam assistir um filme pois ele era bom, mas sim por ter um ator que amavam. 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Saint Seiya - Informações do Episódio Zero



Sairá no Japão o mangá Episódio Zero de Cavaleiros do Zodíaco.
Essa que será uma mini-série em três edições. Intitulada mesmo como Episódio Zero. Ele estará focado nos acontecimentos de Aiolos de Sagitário, após salvar a pequena deusa Atena. A nova obra será publicada a partir de 19 de dezembro.

Essa não seria a primeira vez em que surge um projeto chamado Episódio Zero. Em 2005, antes do lançamento de Cavaleiros do Zodíaco: Saga Hades - Inferno, surgiu um compilado desde o começo do anime. 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Os seis reinos ou ciclos da existência

Para quem gosta de cavaleiros do zodíaco está ai o Ciclo das 6 existências uma das técnicas principais do Cavaleiro de ouro Shaka de virgem. Essa técnica é usada para mostrar ao seu oponente os 6 mundos existentes para onde ele será enviado assim que estiver morto, além disso o adversário também poderá escolher 1 entre eles, no qual passará toda eternidade.
Um primeiro entendimento versa que para podermos compreender os seis mundos é necessário “vê-los” como mundos não visíveis existindo simultaneamente. Os seres renascem nesses mundos, seguindo sua herança kármica e suas afinidades com os outros seres que lá vivem. 
O segundo entendimento consiste em associar os seis mundos com as tendências psicológicas dominantes dos seres humanos e a diversidade das circunstâncias da sua vida.
Por fim, a um nível mais sutil ainda, podemos dizer que cada um dos nossos pensamentos e das nossas reações, pertence a um dos seis mundos.
A cosmologia budista declara que o universo atravessa continuadamente várias etapas, sendo que cada uma dessas etapas possui um ciclo de nascimento, desenvolvimento e declínio que dura bilhões de anos e, em cada etapa de nascimento e desenvolvimento existem os seis reinos.
Vou colocar, como eles aparecem CDZ, narrados por Shaka de Virgem:
1- Reino dos Infernos - Naraka: aqui as pessoas sofrerão eternamente.
2-Reino dos Espíritos Famintos - Pretas: aqueles que caírem aqui só terão pele e ossos inflamados. Devorarão carne morta.
3- Reino Animal - Tiryak: nesse todos serão transformados em feras e animais se devorando. 
4- Reino Humano - Manushya: Neste reino o equilíbrio entre felicidade e infelicidade é de 50%, os seres humanos sabem por intuição que por maior que seja a sua dor, sua alegria acabará chegando e, por maior que seja sua dor, a alegria acabará retornando.
5- Reino dos Semi-Deuses - Asuras: o resultado de ações positivas realizadas com alguma inveja ou com um sentido de competição, condiciona o “nascer” no mundo dos semi-deuses.
6- Reino Divino – Devas: pouquíssimas ações negativas, muitas ações positivas realizadas com alguma noção de individualidade e superioridade condiciona o renascimento no mundo dos deuses.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O Décimo Terceiro Cavaleiro foi revelado!

Após anos de mistério em relação ao mangá de Cavaleiros do Zodíaco, o visual do 13º Cavaleiro de Ouro finalmente foi revelado.
O site oficial da franquia de Masami Kurumada publicou recentemente o visual de Odysseus de Ofiúco, 13º Cavaleiro de Ouro do mangá Next Dimension - o que deixou muitos fãs satisfeitos, já que a imagem do personagem foi um mistério durante anos. Confira abaixo.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Outros autores que fizeram Saint Seiya



Masami Kurumada sempre será conhecido como o criador de Cavaleiros do Zodíaco. Contudo, ele não foi o único ilustrador que mexeu nesse universo. Sempre com supervisão do "pai do Seiya", muitas obras surgiram baseadas em seu trabalho. Confira:
Megumu Okada: Dono de um estilo bem próprio e muito característico, marcado por personagens extremamente esguios e recheado de diversos detalhes em seu rico traço, Okada nasceu no de 1971 e publicou seu primeiro trabalho em 1992, a série Shadow Skill.
Shiori Teshirogi: Essa tímida, mas talentosíssima mangáka nunca teria imaginado que ao comparecer em uma das diversas sessões de autógrafos de Massami Kurumada, e dito ao homem quanto seu trabalho a influenciou a se tornar desenhista, seria convidada a assumir a arte do spin-off de Saint Seiya (Saintia Sho). A autora participou em especial de diversos doujinshis e da curta série Kieli.
Kuori Chimaki: É uma artista de poucos trabalhos, sendo mais conhecida pela adaptação em mangás dos animes da série Gundam e Sengoku Basara.
Yun Kouga: Assim como Shiori, Yun, deu seus primeiros passos nos circuitos de doujinshis de Saint Seiya. Até ter sua estréia profissional em 1986, com Metal Heart. De lá para cá, ela publicou diversas séries como Earthian, La Vie en Rose e Loveless, sem dúvida seu trabalho de maior reconhecimento.


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Cavaleiros do Zodíaco pela Netflix? É isso?

A Netflix acerta de novo para atiçar a curiosidade do pessoal, pelo menos. Em um evento, na cidade de Tóquio, a empresa revelou que pretende fazer mais coisas relacionadas as animações japonesas. Tudo isso com um novo catalogo, e entre eles, o poster que estão vendo. Onde podemos ver claramente Seiya, o eterno cavaleiro de Pegáso e Saori Kido, a reencarnação da deusa Atena nos tempos atuais. Ao que parece estão no Santuário, lar dos Cavaleiros do Zodíaco, e onde ocorre boa parte dos combates entre os heróis e os deuses "malegnos".
O novo seriado denominado Knights of the Zodiac, terá 12 episódios de 30 minutos cada. A história será escrita por Eugene Son que escreveu Avengers: Secret Wars (o que me deixa com um PUTA pé atrás com essa série só por esse nome... Mas não creio que titio Kurumada faria uma burrada a essa altura do campeonato). O estilo gráfico será feito todo em computação gráfica. Sem estreia definida.
Os Cavaleiros do Zodíaco é uma das maiores franquias de animação do mundo, com uma receita total de mais de US$ 1,1 bilhão desde 1986 e o mangá original de Kurumada já vendeu mais de 35 milhões de cópias no mundo.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Polêmica: tratando sobre as sexualidades de alguns cavaleiros de Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco)


Um dos posts que mais tinha visualização por aqui era o post falando sobre a sexualidade de Afrodite de Peixes, mas me lembrando de um comentário de minha amiga Deborah... Eu aproveitei para escrever sobre outros personagens e suas sexualidades em CdZ.
Começando por:
Shun de Andrômeda: Por que todos pensam que o Shun é gay? Isso me fez refletir... O cara usa uma armadura com a forma de Andrômeda, uma mulher. Além disso não gosta de combate. Então, heterossexual tem que ser a favor de matar todo mundo? Além disso, o cara não é tão assim afeminado quanto alguns pensam.
Como? Isso mesmo. Ou se esqueceram da Tempestade Nebulosa? Ele pode ser um cara certinho, mas quando ele se vê sem possibilidades, ele usa um golpe extremamente poderoso, tomando atitudes dignas de um cavaleiro. Na verdade, a homossexualidade que muitos tratam dele é sobre ele ser alguém mais contido. E ser contido não é sinal de "ser afeminado".
A nobreza dele ou de outros heróis de CdZ não envolve sua sexualidade. Sem contar que é quem faz a June de Camaleão ficar caidinha por ele.
Hyoga de Cisne: Muitas pessoas associam o cara como homossexual por aquilo que aconteceu na Casa de Libra (o que acontece na Casa de Libra, fica na Casa de Libra... Não resisti), mas não ocorreu maldade. Na verdade, creio eu que quando Masami Kurumada fez a cena, usou aquela cena algo sem a maldade que nós temos. Lembrando: CdZ é uma obra japonesa, um povo que acha COMUM, um homem enfiar os dois dedos na bunda de um amigo. Sério! Ou acha que aquele jutsu Mil Anos de Dor do Naruto era a toa?
De qualquer forma, o fato dele ser extremamente ligado a sua mãe ainda, mesmo sendo um personagem "frio", nos poderes e personalidade - não sei aonde mas muitos falam isso - fazem com que pensem que ele é sim gay.
Mas como no caso de Shun ele também arrasa corações: Freya na saga de Asgard deu bola para o cara. Eri, que seria a reencarnação de Eris, fez até ele ficar tímido. Além de uma garota na história solo dele, que tem o mesmo nome de sua falecida mãe.
Ikki de Fênix: Engraçado... A Deborah me fez pensar nisso. Muita gente questiona o Shun por ser afeminado. Mas nunca questionaram o Ikki por achar a Esmeralda a cara do irmão dele! Isso se deve pelos traços físicos e atitudes serem parecidos. Ok. Mas se vamos duvidar de uma pessoa por ser afeminada...
Mas como os outros, ele também amava a Esmeralda demais. Tanto que na luta contra Poseidon, contra Kasa de Lymnades, quando usam a imagem de Shun, Ikki ignora o truque do guerreiro marina que servia o Deus dos Mares. Só então, Kasa nota que aquela que poderia ser a arma máxima contra o cavaleiro de Fênix era Esmeralda.
O pessoal que usa lira: Muitos personagens que usam lira tem um jeito mais afeminado na saga como Mime de Benetsnach da Estrela Eta, Orfeu de Harpa e Orfeu de Lira (estranho não???). Só por curtir música o cara tem que ter mais trejeitos femininos.
Mas acima de tudo, não importando a sexualidade, o cavaleiro é importante. Seu senso de justiça na história é que faz o personagem. Homem, ou mulher, ou gay... Todos a serviço de Atena.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sobre o autor: Masami Kurumada, o criador de Cavaleiros do Zodíaco

Ele nasceu na cidade de Tóquio, capital do Japão, no dia 6 de dezembro de 1953.  É autor de vários mangás, dentre eles:  Saint Seiya (conhecido por nós brasileiros como Os Cavaleiros do Zodiaco), B’t X, Fuuma no Kojiro e Ring ni Kakero.
O primeiro trabalho de Kurumada foi Otoko Raku, que lhe rendeu o prêmio Tezuka em um concurso de mangá para autores de mangá iniciantes,  e se tornou assistente de mangakás profissionais. 
Estreou como um mangaká profissional em 1974 com seu mangá Sukeban Arashi que conta os problemas de uma jovem adolescente chamado Rei Kojinyama. 
Porém Kurumada alcançou seu primeiro sucesso três anos depois,em 1977. Isso foi quando ele começou a escrever e desenhar Ring ni Kakero. Durou cinco anos, e ele considera sua criação favorita. Conta a história de Takane Ryuji, um jovem que luta para ser um grande boxeador profissional.
Em 1986 Kurumada começou a publicar um mangá que iria se tornar sua obra prima e um sucesso mundial, Saint Seiya. Já em 1994 Kurumada criou outra série que não é tão famosa, mais uma grande parte fãs de Cavaleiros queria ler por ser do mesmo autor de sua obra anterior. B't X. 
Kurumada era um praticante de artes marciais na sua juventude, e isso teve influência em suas obras.
Além disso, da mesma maneira como os mangakás da atualidade, Kurumada reverencia o Osamu Tezuka Star System. Técnica de manga que é essencialmente de recorrer ao uso de um elenco estável de personagens em suas obras (caracteriza-se por manter a mesma aparência e personalidade  de seus personagens, mas às vezes o autor da novas 
personalidades e papéis diferentes do que em trabalhos anteriores). 
Seu estilo de desenho é muito clássico, que lembra a estética de  mangá / anime mais predominante nos anos 1960 e 1970. Um tema recorrente em suas obras é a coragem, amizade e sacrifício. Virtude masculina e qualidades, como honestidade e honra também são traços
frequentemente encontrados em seus personagens. 
Kurumada foi forçado pelo seu seu editor (da Shueisha), para terminar o mangá de Cavaleiros do Zodíaco após a Saga de Hades, em 1991. Ele pôs a mangá em pausa depois que ele terminou a saga de hades, e retomou em 2006 com Saint Seiya Next Dimension.
A popularidade com o mangá Saint Seiya afetou a sua adaptação para o anime, assim a Saga de Hades só viria ter uma adaptação para o anime mais tarde.
O original Ring ni Kakero foi adaptado para anime, 27 anos após sua estréia mangá, e como mencionado anteriormente, a adaptação do anime de Saint Seiya foi retomada em 2003. A tentativa de iniciar o capítulo de Zeus (que muito pouco se sabe até hoje) foi feita com o lançamento do Saint Seiya Prologo do Ceu. Mas devido a discrepâncias entre Kurumada e Toei Animation, o projeto 
fracassou e foi abandonado
Kurumada ainda pretende publicar o capítulo de Zeus, escrito e desenhado por ele, em forma de mangá, em um futuro próximo. 
As obras de Kurumada têm tido influência sobre autores de mangá e mídias relacionadas. Digno de menção são Shurato , Magic Knight, Mobile Fighter: G Gundam, Samurai Warriors entre outros.
Kurumada tem ao todo 34 obras criadas.

sábado, 20 de maio de 2017

Curiosidades sobre Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco)


Saint Seiya sempre foi a maior obra de Masami Kurumada, mesmo ela não sendo sua preferida. E com isso, muitas coisas aconteceram. E aqui trato de algumas coisas curiosas sobre a obra, que aqui chamamos de Cavaleiros do Zodíaco.
A obra, como fica claro, é inspirada na mitologia grega (com Atena, Poseidon, Hades, Hypnos, Tanatos, entre outras divindades). Além de pequenos detalhes de outras mitologias (como hinduísmo, budismo e xintoísmo). E a versões animadas são as únicas versões com outras mitologias sendo abordadas (como a nórdica e romanas) na saga. A mitologia nórdica é abordada pelo menos duas vezes nas animações: na saga de Asgard e na curta série de Saint Seiya: Soul of Gold.
Mas o principal foco, na saga, são as armaduras inspiradas nas constelações. Em especial, as do zodíaco, que são as armaduras de ouro. 
Outra referência, nem tanto conhecido, esta relacionado a ilha perdida de MU. Onde algumas pessoas acreditam, assim como ocorreu com a lendária Atlântida, viviam seres poderosos chamados lemurianos. Ao qual, na saga temos Shion, Mu e Kiki. Essa terra, como a ilha atlante, teria afundado no Oceano Pacífico. 
Teriam sido alquimistas de MU que teriam desenvolvido armaduras mais poderosas e perigosas. Assim, criando cada uma baseada em uma das constelações no céu noturno. Por isso Shion, Mu e Ikki tem a habilidade de restaurar armaduras.
Até mesmo um espectro usa uma armadura baseada em um texto de J.R.R. Tolkien. Ele utiliza a armadura de Balrog, um monstro demoníaco, servo do primeiro Senhor do Escuro. E que aparece em Silmarillion e O Senhor dos Anéis. Sem contar as citações a outros escritores como Dante Alighieri, de A Divina Comédia.
Inicialmente, não era para ser Kamus de Aquário o mestre de Hyoga de Cisne, e sim Milo de Escorpião. Tanto, que no mangá original, quando é mostrado alguns fatos sobre Hyoga, pode ser vista a silhueta de Milo. Mas Kurumada viu que os poderes de Aquário combinavam mais com o cavaleiro de Cisne.
Um fato engraçado é que os dubladores originais de Seiya de Pégaso e Shina de Cobra (Toru Furuya e Mami Koyama), já foram casados. 
E existem quatro armaduras desconhecidas do universo de CdZ. Elas nunca apareceram nem nos mangás como nos animes. No máximo, uma pequena informação no livro Gigantomaquia. E olhe lá.