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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Perfil: Sanosuke Sagara (Rurouni Kenshin)


Conhecido no submundo de Tóquio como Zanza o lutador de aluguel, Sanosuke é um personagem formidável.

O mentor de Sanosuke foi um lider de um pequeno exercito formado por civis no final do Bakumatsu, período de guerras que antecedeu a Era Meiji. Após a vitória dos monarquistas, o governo atual não poderia cumprir com alguns dos acordoa que fizeram com alguns desses civis. O governo então armou uma emboscada ao qual mataria todos esse "traidores que denegriram o governo Meiji.
Sanosuke então fez uma promessa de ódio contra todos os monarquistas.



Anos mais tarde, Sanosuke que assumiu o sobrenome de seu mentor morto, se tornou um lutador de aluguel que queria se vingar desses monarquistas. Para tanto, obteve uma zanbatou, arma de corte gigante.

Determinado dia, foi contratado para eliminar um poderoso monarquista chamado Kenshin, pelos irmãos Hiruma. Além de ser derrotado, o monarquista ruivo consegue tirar parte desse desejo de vingança de si mesmo. Sanosuke nunca esqueceu sua raiva contra a monarquia, tanto que ainda carrega um ideograma que siginifica "Mal" nas costas de sua roupa.
Sanosuke assumiu o sobrenome de seu antigo mentor.

domingo, 6 de março de 2016

O mal...

O que é mal? Muitas pessoas pensam sobre a vida, outros sobre hamburguers, e vez ou outra nós pensamos sobre que "tal pessoa" ou "coisa" é maligno. Ou para Shiryu, malegnos. Entendores, entenderão.
Bem, primeiro, já digo que como ocidentais temos uma visão diferente do mal. Não só as ideias do Japão, mas do Oriente Médio, ou outras áreas orientais. Lembrem que são culturas totalmente diferentes de uma para outra. Em especial para nós brasileiros.
Primeiro vamos falar sobre maniqueísmo. Ele é um conceito religioso que acredita em dois princípios opostos (o bem VS o mal, o preto VS o branco, Rogers VS Stark, Batman VS Superman XP). Normalmente, vemos esse princípio no catolicismo e religiões ramificadas, sendo que Deus é bom e o diabo o mau. Mas esse conceito por nós é tratado assim para tudo, como política, economia, entre outras coisas. Mesmo não estando inserido na religião, normalmente nós criamos esse conceito para nosso dia-a-dia.
E onde isso difere das doutrinas orientais? Bem, não só das orientais, mas também - por exemplo na celta - onde veremos o seguinte: 
-na cultura celta, vemos que existem fadas. Normalmente ligadas as sacerdotisas em suas lendas. Das mais simples e amigas (brownies e kobolds), até as mais perigosas e ariscas (elfos, banshees, entre outras). Ou seja, a natureza e outros elementos da vida, algo que é representado por estes seres, não são só malignos. São bons e maus.
-do mesmo modo vemos isso na cultura do Oriente Médio, onde temos os gênios. Seres que quando escravizados (por muitos, só dominados) faziam as vontades dos mortais. Entre os quais existiam as classes tais como djinns e efreetis.
Cada uma com suas características próprias e formas bizarras de atingir suas metas. Temos entre alguns personagens dessa época, o rei Salomão. Presente em mais de uma filosofia religiosa. Além disso, nessa cultura temos ainda a filosofia do ying e yang. Onde tudo que existe no universo pode possuir um lado positivo e negativo. Depende do ponto de vista e de que se fala.
-Sem contar no Japão, já citado antes, temos os youkais ou os ayakashi. Temos diversas criaturas bizarras. Só que nem todas praticam o mal. Como baku, monstro que lembra vagamente um javali misturado com tamanduá sugando pesadelos, outros que dão boa sorte se ficam em casa. Lógico, existem muitos mitos hoje em dia bizarros e que nos concedem uma boa dose de medo. Se devem quase sempre a um bom grupo de lendas urbanas feitas por fãs da cultura mórbida de lendas bizarras (ou creepypastas).
Então vemos que nas outras culturas, nem tudo é plenamente maligno, ou plenamente branco. Há tons de cinza menos extremistas.
Até mesmo aqui no Brasil. Assisti um video no Youtube que me fez pensar sobre isso. No caso de Attcak on Titan os titãs são considerados malignos. Mesmo nós podemos ver que ali não tratamos só eles como maus, temos questões políticas e até religiosas exploradas, não só por eles. O mal é fazer algo da forma mais extrema possível dentro do seu padrão de sociedade ou moralidade. Alguns diziam que o mal era quando o sujeito de bom grado e fazer isso de propósito. O mal radical quando pouco se importa com tudo e quebra as barreiras de sua vida para que seus desejos sejam supridos. E o mal natural, quando algo que consideramos maligno mas como parte da natureza (terremotos são malignos, pois nos causam mal). Os titãs fazem todo esse problema por um motivo X, ao qual nem temos ideias, mas nos deixando humanos, em um estado rebaixado. Nietzche diz que normalmente, o estado de senhor e escravo nós faz pensar que um líder coesivo com certeza é cruel. 
E então... O maniqueísmo é supremo na sua vida? Será?

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Os Vira-Casacas

Sim, você gosta deles! E não adianta negar!

Quando se usa esse termo em um jogo de futebol, tratamos esses como traidores. Mas em obras como um mangá ou anime, usaríamos isso sobre uma personagem que se torna má ou boa. Ou simplesmente, ele quer se tornar algo melhor (ou pior dependendo do caso). Como assim? Simples. Lembram de Hiei do Yuyu Hakusho? O cara começou como um ladrão e assassino, mas devido a Yusuke e Kurama (que não admite, mas deve ser seu melhor amigo) e a busca por sua meio-irmã o fez um youkai melhor.
Usei esse exemplo, mas podemos ver personagens mais antigos como Vegeta. O príncipe sayajin, sempre mostrava o orgulho de sua raça e que um dia quis destruir a Terra, mas encarou o poderoso Goku. Porém, no fim sacrificou-se para proteger o planeta do ataque de Majin Boo! Pois de algum modo, o famoso Kakaroto, influneciou o coração do alienígena com rabo de macaco. Ou quem sabe em Full Metal Alchemist, que possuem tantos personagens assim como Scar, que trai os preceitos de sua fé usando alquimia contra alquimistas, mas depois se arrepende. Ou até mesmo Greed (vide em especial FMA: Brotherhood).

O contrário também ocorre, mas é mais raro. Um exemplo é o de Fuuma Monou, em X/1999. Mas esse caso é diferente, já que estava destinado a seguir para o lado dos Dragões da Terra, um humano com poderes paranormais que estão destinados a destruir a humanidade para salvar o planeta. Ai podemos ver como é a cultura japonesa, que normalmente não acredita nessa idéia ocidental de maniqueísmo, pois pra eles as nossas opções nada mais são do que faces da mesma moeda. Pois às vezes, uma pessoa comete atos malignos acreditando que faz o bem. E vice-versa. O que nos faz lembrar personagens que mostram isso até mesmo em Naruto. Kabuto e Itachi, por exemplo. Enquanto o primeiro começou fingindo ser um ninja “do bem” o segundo deve que segurar o mundo nas costas para proteger Konoha! E mais uma: tome cuidado, antes de ofender um “vira-casaca”. Haviam tantas pessoas que odiavam o Uchiha Itachi e hoje idolatram ele.