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sábado, 25 de março de 2017

Pellek


Cantor de rock / metal norueguês. Ele faz vários covers de sons conhecidos nos animes. Como Berserk, Tokyo Ghoul e Sword Art Online
No YouTube, PelleK organiza e toca todos os instrumentos, com a ajuda do Thundergod Studios. No entanto PelleK também toca ao vivo e tem uma banda completa que você pode conhecer em http://pellek.com/ - Sua primeira turnê foi com a banda ao vivo no verão de 2015.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

BABYMETAL: Metal foda com cara de kawaii... Ou nem tanto


Formado em 2010. Seu single de estreia principal foi "Ijime, dame, zettai" juntamente com o segundo single "Megitsune" ambos classificados no Top 10 Oricon no Japão.
Em março de 2014, elas foram levadas para o palco do Nippon Budokan para um show de 2 Dias, tornando-as a mais jovens artistas femininas a se apresentar lá.
Seu primeiro álbum de estúdio, BABYMETAL, entrou para o Billboard dos EUA. No verão do mesmo ano, elas embarcaram em seu primeiro World Tour, apresentando-se no Main Stage no prodigioso festival Sonisphere 2014 do Reino Unido, diante de 65 mil espectadores do festival, e apoiando Lady Gaga em sua turnê "ArtRave: The Artpop Ball" 2014.
No outono elas estavam de volta para os shows de headline adicionais no Hammerstein Ballroom, Nova York e O2 Academy Brixton, Londres. Em janeiro de 2015, elas encabeçaram um show em que tiveram pouco mais de 20.000 pessoas da Saitama Super Arena, e em junho de 2015, encabeçaram um show na faixa de 25.000 Makuhari Messe.
No verão de 2015, BABYMETAL recebeu prêmios de importantes revistas de música do Reino Unido como  "Kerrang!" E "METAL HAMMER". Elas então se apresentaram diante de um estrondoso número de 90.000 pessoas no prestigiado Reading and Leeds Festival em agosto.
Neste mês de dezembro, a BABYMETAL voltará ao palco por 2 dias consecutivos na Yokohama Arena do Japão, chegando a um total de 26.000 pessoas antes de retornar ao Reino Unido em abril de 2016 para liderar a London SSE Arena em Wembley. Setembro em Tokyo Dome.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ladybeard: kawaii... maid... E METAL PESADO PORRA!



Ladybeard é o bizarro e brutal (literalmente) fenômeno que tem sacudido Hong Kong, Taiwan, Austrália e agora está fazendo o seu caminho para o Japão. Pro-wrestler, vocalista de heavy metal, oportunidade de fotografia 24 horas, Ladybeard primeiramente apareceu nos ringues da cena pró-wrestling de Hong Kong em 2009. As audiências de Hong Kong ficaram encantadas com o estilo único de comédia apresentado por Ladybeard. Uma fofa e brutal e furiosa máquina de combate.
Depois de ganhar popularidade como um lutador, Ladybeard expandiu seu repertório de desempenho para incluir música, em 2010 realizando seu primeiro show de heavy metal, retrabalhando canções pop cantonêsas clássicas em modos mais agressivos. Vestindo seus vestidos mais bonitos, Ladybeard massacrou baladas pop populares de Hong Kong nas apresentações de heavy metal mais teatrais que Hong Kong tinha testemunhado, envolvendo lutas, fantoches, artistas de circo, dançarinos vestidos de biquini e muito mais. Ladybeard começou a tocar suas óperas pop / metal regularmente em Hong Kong, e no final de 2010 fez uma turnê pela primeira vez em Taiwan, onde o público o recebeu com alegria e fascínio similares aos de Hong Kong.
Foi no entanto em novembro de 2011 que Ladybeard cumpriu um objetivo de longa carreira e fez uma turnê pela primeira vez para o Japão. Realizando shows incrivelmente bem recebidos em Tóquio, Osaka e Okinawa, Ladybeard encontrou um lugar que ele decidiu se tornar sua nova casa. Desde que terminou sua turnê no Japão em 2011, Ladybeard tem se preparado intensamente para retornar ao Japão, trabalhando duro para aumentar suas habilidades em wrestling, cantar e tocar, até mesmo retornar à sua terra natal da Austrália para treinar com os melhores. Finalmente, sua paciência valeu a pena, e Ladybeard retornou ao Japão em setembro de 2013.
A terra do sol nascente tinha melhor suporte próprio. Algo está vindo aos gostos de que o Japão nunca experimentou antes!
Cantar... Dançar... DESTRUIR !!!


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A cena musical inspirada por Tolkien


Bem, como o site Escritores e Amantes da Terra-Média (EATM) vai fechar, eu pretendo postar por aqui matérias que escrevi para eles. Espero que gostem.
Obs.: Logo posto coisas sobre animea.



Quando lemos O Silmarillion notamos que um fator importante é a música. Visto que em Ainulindalë é dito que toda Arda teria surgido de uma canção, uma harmonia, uma Música Magnífica. A Música dos Ainur. Isso demonstra como Tolkien, que tinha um grande conhecimento de seu idioma natal, literalmente brincava com certos aspectos dele. E várias canções são vistas nas obras desse mestre.
Temos a canção dos anões na casa de Bilbo (conhecida pelo filme O Hobbit: Uma jornada inesperada como Over the misty mountains cloud), as proferidas por Tom Bombadill em A Sociedade do Anel e verdadeiras pérolas como a Balada de Leithian, demonstrando o combate entre Sauron e o rei Felagund.
No mundo real nós temos também a influência da Terra-Média em músicos famosos. Nos anos 70, a banda Led Zeppelin se mostrou fã da obra. Algumas vezes não de forma tão clara, mas as referências estão lá. Tanto que podemos ver isso em canções como Ramble on, Battle of evermore e Misty mountain hop. Veja um trecho dessa última:

So I’ve decided what I’m gonna do now
So I’m packing my bags for the Misty Mountains
Where the spirits go now
Over the hills where the spirits fly

E o que falar de uma banda como o Rush, que criou uma música com o nome de Rivendell. Quem já leu os livros, sabe que essa é a forma em inglês de se escrever e falar Valfenda, a Última Casa Amiga. E até bandas como Marillion de rock progressivo tem seu nome tirado de O Silmariliion. Lembrando que uma música deles chamada Beautiful, mesmo não possuindo nada a ver com esse universo possui uma letra que nos faz refletir sobre as coisas simples da vida. Sinceramente, algo bem próximo do que algumas obras citadas tratam. E até faz lembrar a conversa entre Bilbo e Thorin no capítulo A Viagem de Volta em O Hobbit.


Everybody knows, we live in a world
Where they give bad names to beautiful things.
Everybody knows, we live in a world
Where we don’t give beautiful things a second glance.
Heaven only knows, we live in a world
Where what we call beautiful is just something on sale.
People laughing behind their hands,
While the fragile and the sensitive are given no chance.
And leafs turn
From red to brown,
To trodden down,
To trodden down.

Já a finlandesa Nightwish, em especial quando tinha como vocal Tarja Turunen, já demonstrou seu amor pelos universos fantásticos com Elvenpath. Em um trecho é citado o nome de Bilbo. Em outros, falasse sobre a criação dos Anéis de Poder.

At the grove I met the rest – the folk of my fantasies
Bilbo, Sparhawk, goblins and pixies
Snowman, Willow, trolls and the seven dwarves
The path goes forever on
(“Long ago, in the early years of the Second Age the great Elven-smiths forged rings of power”)
(“But then Dark Lord learned the crafof rink-making, and made the Master Ring”)

Esses dois últimos trechos foram retirados diretamente da animação de O Senhor dos Anéis, de Ralph Bakshi. É bem antiga até.
Até a banda Running Wild escreveu uma canção com uma temática dessas em Mordor. Nela, podemos ver uma parte que trata de cavaleiros negros. O mais correto é que isso seja uma citação aos Nazgul.

Black knights are controlling the land
They save and protégés from torment
They flight to defend

Ainda podemos notar que foram claramente inspiradas em textos de Tolkien como Summoning, banda de Black metal austríaca. Ao que parece todo o seu repertório é baseado nesse universo literário. Podemos notar isso, por exemplo, em seu álbum Minas Morgul. Entre os nomes das faixas vemos nomes comuns para um fã de O Senhor dos Anéis como Orthanc, Ungoliath, Through the Forest of  Dol Guldur e The legend of Master-Ring. E nessa linha de grupos mais pesados de músicas temos nomes claramente tirados das linhas escritas por Tolkien. Como Isengard, Cirith Ungol, Gorgoroth e Amon Amarth são só alguns exemplos.
Porém sem dúvida nenhuma a banda com maior fanatismo pelas obras e personagens criados por Tolkien é a alemã Blind Guardian. Com uma música como Lord of the Rings já se imaginaria isso.

There are signs on the ring
Which make me feel so down
There’s one to enslave
To find them all in time
And drive them into darkness
Forever they’ll be bound
Three for the kings
Of the elves high in light
Nine to the mortals
Which cry

Isso sem contar um álbum todo cantando a saga de O Silmarillion. Nightfall in Middle-Earth. Cito aqui uma música em especial dessa obra, a The Curse of Feanor.
Indo um pouco para a vertente mais alternativa pode ver os suecos, Par Lindh e Bjor Johansson em um projeto chamado Bilbo. Em um CD praticamente instrumental, eles tentam contar a história de Bilbo Bolseiro em sua grande aventura na Terra-Média. Serviria como prelúdio para um projeto de Bo Hansson chamado Music Inspired in The Lord of the Rings.
Talvez uma das homenagens mais fortes seja algo que veio da banda The Gathering. Na música intitulada Sand and Mercury, eles usam um diálogo retirado de uma entrevista de Tolkien a BBC. Ambos os textos tratam sobre algo muito pesado: o grupo trata da morte de um amigo. Já Tolkien fala sobre a relação de sua obra com a morte.
Podemos ainda citar grupos como Morgana LeFay, Stratovarius que quase sempre nomeiam uma de suas músicas como Lord of the Rings.
E até no Brasil vemos grandes inspirações. Um exemplo é a banda Lothloryen, claramente inspirada por toda essa mitologia. Temos com eles a Hobbit’s song, My mind in Mordor, entre outras. Essa banda foi fundada em Machado, cidade de Minas Gerais. O nome é uma clara homenagem a floresta de Lorien, além do nome dos jardins do valar Irmo.
Ainda que muitas bandas de metal melódico, black metal ou outros estilos não escrevam sobre Arda e seus personagens, podemos ver que de qualquer forma elas se inspiraram nesse mundo. Rhapsody é um dos maiores exemplos disso. Mesmo que não trate diretamente sobre isso, notamos que nada disso seria possível sem uma literatura fantástica como a que vemos em O Senhor dos Anéis, O Hobbit e o Silmarillion.
Podemos notar algo aqui: que o grande mestre Tolkien escreveu textos, canções e poemas que atingiram pessoas de diversas etnias. Só nesse artigo citei bandas de origem americana, inglesa, finlandesa, austríaca, alemãs e suecas. Obviamente existe bem mais que isso.

Além disso, é necessária uma menção honrosa para Sir Christopher Lee. Que ele conheceu J.R.R. Tolkien alguns até sabem, assim como ter criado uma banda de metal também. Poucos têm conhecimento que ele teria participado de um projeto chamado The Tolkien Ensemble no qual ele declama músicas e poemas de O Senhor dos Anéis.