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sábado, 28 de dezembro de 2024

Lois Lane é fã de Pokemon!


Rachel Brosnahan (atriz que interpreta Lois Lane em ‘Superman’, de James Gunn) revelou em diversas ocasiões que é uma grande fã de ‘Pokémon’, especialmente de ‘Pokémon GO’.
Ela baixou o jogo em 2016 e está viciada nele desde então. Atualmente, ela é treinadora de nível 42, o que a coloca entre os 15% melhores jogadores do mundo. E graças às constantes viagens a trabalho, ele conseguiu capturar todos os tipos de Pokémon. Rachel descreveu o jogo como uma ótima maneira de se divertir e destacou como o jogo permitiu que ela se conectasse mais com os fãs.

sábado, 13 de maio de 2017

Era de Ouro nos Quadrinhos e a DC Comics


Falando teoricamente, personagens como Mandrake e Fantasma, abriram as portas para os quadrinhos da Era de Ouro, contudo, foi com Superman que muitos decretaram o início desse período.
Em 1933, o Último Filho de Krypton, foi criado por Jerry Siegel e Joe Shuster na revista Action Comics #1. Com a ideia de um personagem mais forte, imbatível e invencível. Ele só seria publicado em 1938, na Detective Comics (a atual DC Comics). Kal-El seria o último sobrevivente de um planeta muito evoluído tecnologicamente. As versões do desastre sempre mudam de acordo com os retcons, contudo, o início da saga dele é o mesmo: o bebê kryptoniano é lançado em direção a Terra por seu pai Jor-El e Lara por um foguete, antes do acontecimento. Como governo daquele mundo não acredita nas descobertas de Jor, um renomado cientista, ele não vê outra solução que não fosse salvar seu único filho. Ao atingir nosso planeta, ele é encontrado por um casal de fazendeiros, Jonathan e Martha Kent. O adotam, mesmo eles possuindo consciência que ele era um ser alienígena. Ao crescer, ele tenta lidar com a descoberta de seus poderes. Entretanto, seus pais revelam a ele sua origem e ele descobre o seu legado alien. Quando cresce ele decide ir para Metropolis, trabalhar como repórter e usar seus poderes para combater o crime.
Ironicamente, o Superman não foi o primeiro personagem da dupla, nem o primeiro herói da DC. Mas sim o Doutor Oculto. Richard Occult é um personagem da editora, e foi o primeiro personagem desta editora que poderia ser classificado como um super-herói. Um culto demoníaco tenta invocar Satã no Meio-Oeste norte-americano. Para isso eles roubam um garoto e uma garota para conceder suas almas ao demônio em pessoa. Contudo, algo sai errado e o invocado é outro ser diabólico, Koth. Este por sua vez, se irrita com o culto e mata quase todos. As crianças, Richard e Rose, são salvas por um homem misterioso, Zator. Ele os levou para a Cidadela dos Sete, uma poderosa organização de místicos. Nos dias atuais eles são uma combinação de alter-ego e amantes.
Sem contar o Capitão Marvel. Ele foi criado em 1940 pelo roteirista Bill Parker e pelo desenhista C. C. Beck, o personagem apareceu pela primeira vez na revista Whiz Comics #2, em 1940, da Fawcett Comics. Billy Batson ganha do Mago Shazam os poderes dos antigos heróis lendários, com muitas similaridades a do próprio Superman. A DC processou a editora e ganhou por considerar o personagem um plágio. Afinal, suas habilidades são quase as mesmas do Homem de Aço.
Os personagens que surgiram pela editora seriam Batman, Lanterna Verde, Flash, Arqueiro Verde, Mulher Maravilha, entre outros. Alguns deles fundariam a Sociedade da Justiça, e depois, surgiria a Liga da Justiça.
Falemos um pouco do Batman. Considerado nos quadrinhos como o Maior Detetive do Mundo, o Homem-Morcego estreou na revista Detective Comics #27. Aos oito anos de idade, o jovem Bruce Wayne vê seus pais serem mortos (Martha e Thomas Wayne) após uma tentativa de roubo. Seus pais eram milionários, e deixaram no seu testamento a tutela da criança nas mãos do mordomo da família, Alfred Pennyworth. Com quatorze anos de idade, o garoto começou a rodar pelo mundo frequentando diversas universidades e aprendeu muitas artes marciais. Sem contar que por conta própria estudou técnicas de caça, primeiros socorros e infiltração, incluindo o ninjutsu. Aos 26 anos, ele volta para sua cidade-natal, e usando a fortuna da família começa seu plano para criar um alter-ego. Com o auxílio de tecnologia, de alguns policiais honestos como James Gordon, e de usar o medo e superstição dos criminosos como uma ferramenta, transformando-se no herói que Gotham precisava: o encapuzado Batman.

Nessa época, o maniqueísmo imperava forte nas histórias em quadrinhos. O herói é do “bem”, assim como o vilão é do “mal”. Diferente da ideia de que uma história deveria contar sobre um protagonista, não importando sua índole. As histórias que faziam sucesso eram aquelas com um personagem “perfeito”, trazendo com si ideais de justiça e honra. A mulher era muitas vezes retratada como frágil demais e sempre salva dos perigos pelo super-herói ou vigilante. Por conta da Segunda Guerra Mundial, boa parte dos antagonistas era idealizada como italianos, orientais e alemães.

domingo, 1 de maio de 2016

Superman X Goku X Sonic

Que existem plágios todo mundo sabe. Nas HQs americanas isso é mais comum do que imagina! Até hoje os fãs e editoras brigam por conta disso. Só que muitas vezes, essas "cópias" não passam de homenagens. E nem reparamos. Quer prova? Eu estou escrevendo sobre um personagem, que a cara do outro, que assimilou coisa do segundo... Mas vamos lá, as primeiras comparações:

Superman e Son Goku

  • Superman e Goku são alienígenas com forma humana. Goku só se diferenciava pelo rabo mesmo.
  • Ambos tem força sobre-humana. E normalmente ela não para de crescer.
  • Nasceram em planetas que tem nomes que teriam relação com suas vidas. Krypton dá nome as kryptonitas, pedras do planeta natal do Super. Vegeta é o nome do príncipe dos Sayajins, e do antigo rei.
  • Seus nomes reais (os de nascimentos), além de serem diferentes dos que tiveram na Terra, são odiados por ambos. O Superman se chama Kal-El, enquanto Son Goku se chama Kakaroto.
  • Seus planetas foram destruídos. Originalmente, Krypton foi destruída por um fato natural. Anos mais tarde autores colocavam outros fatores. No caso do planeta Vegeta, a culpa era do Freeza.
  • Ambos se tornaram protetores da Terra. No caso de Superman, ele aproveitou e usa sua identidade civil para saber dos crimes e impedir eles. Já para Goku, ele só quis ir atrás do mais forte oponente. E isso lhe fez encarar inimigos terríveis.
  • Ambos tem fraqueza relativas a sua origem. Superman é fraco contra a kryptonita. Enquanto ninguém pode cortar um rabo dos sayajins. 
  • Eles lidam com mais de um tipo de inimigo. Superman, por estar junto com a Liga da Justiça tem que lidar com vilões que não são de sua alçada: criminosos, loucos, velocistas, androides assassinos, monstros mitológicos, deuses, assassinos, magos entre outros. Goku possui tudo isso! As artimanhas de Pilaf, a Red Ribbon, o lado místico com Picollo, aliens como sayajins e namekuseijins, os androides, a aparição de deuses, demônios e atualmente, mais de um universo.
  • Eles, mesmo sendo poucos, não são os últimos de sua espécie. Do lado do Super temos Zod e seus servos, Apocalipse, sua prima Kara, até um clone Conner Kent. Antes Goku tinha Raditz, Taules, Nappa e Vegeta, o último sayajin legítimo ainda vivo.
  • Preferem se conter para não machucar ninguém.
Son Goku e Sonic
  • Ambos (Goku e Sonic) são alegres, carismáticos, emotivos, de bom coração e justos.
  • Eggman (ou Robotnik, nos EUA), usa animais para os transformar e usar contra o protagonista, Sonic. Parecido com o dr. Maki Gero, criador dos androide 16, 17, 18 e Cell.
  • A cadeira que o Freeza usa em sua primeira forma é bem parecida com as naves que Eggman usa nos jogos. Em especial, sua primeira aparição.
  • Além de que, os dois vilões (Freeza e Eggman) procuram controlar o mundo através de sete objetos poderoso. No caso de Dragon Ball, as Esferas do Dragão. Em Sonic, são as Esmeraldas do Caos. Em ambos são sete.
  • Goku assumiu a forma de super sayajin, ao enfrentar Freeza, e ver seu grande amigo morrer nas mãos do vilão. Com essa forma ele ficava extremamente poderoso. No caso do Sonic, ele só conseguia isso, através da união das Sete Esmeraldas do Caos. Sonic fica dourado, lembrando o cabelo do sayajin.
  • Tails e Kuririn são personagens que são amigos dos protagonistas, com raças diferentes, e constantemente morrem.
  • As mulheres da vida de Goku e Sonic (Chi Chi e Amy, the Rose respectivamente) são ciumentas e extremamente agressivas quando querem.
  • Inicialmente Piccollo e Knuckles são inimigos dos protagonistas. Mas depois, se associam aos heróis.
  • Ainda sobre Piccollo e Knuckles, eles são ligados a origem dos objetos das sagas. Os namekuseijins são o povo que cria as Esferas do Dragão. Já a raça do Knuckles é a responsável pelas Esmeraldas do Caos.
Esse post não quer fazer uma rinha entre os fãs. Só mostrar o lógico "nada se cria, tudo se copia". O que importa é, como? Se for bem feito, que mal tem?

quarta-feira, 30 de março de 2016

Falando sobre Batman v Superman: O Despertar da Justiça (com spoiler!)

Seguinte... O papo aqui é anime... Mas tive que soltar isso.

A batalha entre os heróis nunca foi o foco. Existe mais de uma visão de como os pais do cara morreram nos quadrinhos. A caracterização da cena com Thomas e Martha foi extremamente necessária para impedir a morte do Super pelas mão do Batman. Pois como Ben Affleck mesmo disse, o Morcego quando tenta fazer algo a todo custo perde suas noções básicas de justo e errado ("Quando se mata um assassino, o número de assassinos continua o mesmo" - frase do Batman, e que até ele quase esquece). E todos sabemos que Bruce Wayne é um cara perturbado, "um garoto com problemas, muitos problemas". Inspirado na HQ de Cavaleiro das Trevas sim, completamente não. Só um detalhe, Lex Luthor é considerado o homem mais inteligente do mundo, mais ainda que Bruce. Além disso, Bruce já esta velho, podendo ser mais suscetível a um engodo.

A morte do Super é algo que será remediado, visto que formas nas HQs existem aos montes. Mas se for Zack Snyder ele fará referências claras e belas. E acredito de forma plausível, para algo baseado em quadrinhos. Como na história de A Morte do Superman, onde ele morre e retorna DEPOIS da luta contra o APOCALIPSE. E nada contra, mas a cena final fez sentido sim. Ele no filme já é curado no espaço pela luz do sol. Aquilo só foi uma forma de falar "olha ele vai voltar já que ele é bem mais forte que qualquer um!"

O sacrifício é necessário, pois a arma da Mulher Maravilha consegue o ferir. Não há certeza de morte sem a kryptonita. Ou você se arrisca, ou o planeta sofre. Algo que ele não permitiria. Vocês viram como aquela coisa regenerava? Cada vez ficava MAIS PODEROSA. E resistente aos golpes anteriores. A aberração kryptoniana.

É um filme, que contenta todos. Fãs de HQs e de filmes. Perdão se falei bobagem mas, muita gente reclama quando o filme não se parece com HQs. E quando parece ainda assim criticam. Eu achei maravilhoso.

P.S.1: Aquilo pode ser uma realidade paralela, e não um sonho. Tanto que logo em seguida surge o Flash, conhecido por viagens no tempo e realidades("Cheguei muito cedo?" -frase do Flash no filme).
P.S.2: Matar pessoalmente é uma coisa. Não quando a consequência dos próprios atos causaria a morte, coisa que já ocorreu muitas vezes nas HQs.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O Japão também tem boas coisas!


Romero, o eterno mestre dos zumbis
Eu estava assistindo a televisão aberta. Grande erro da minha parte. Vi que existe um filme chamado Meu Namorado É Um Zumbi. E cara como isso deve ser ruim. Péssimo e de mal gosto. Vocês sabem que alguns anos atrás surgiram séries e filmes com temáticas dark passionais. Quase sempre com lobisomens, vampiros e zumbis. Inspirados em clássico antigos como os de George A. Romero e Stephen King por exemplo, mas com um romance entre os personagens. Mas isso satura o quadro de monstros/galãs de última mão. Eu normalmente assisto algo antes de falar mal... Só que (sons inaudíveis de vômito).
Comecei com isso mas vou me aprofundar em outro assunto. Como o Japão consegue fazer coisas boas com a mídia pop/nerd/hollywoodiana. 
Vejamos: nós temos um personagem já batido nas HQs que é o Super-Homem. Só que houve uma grande defasagem dos fãs dele. Surgiu então Son Goku, um sayajin do planeta Vegeta. Um pouco parecido com a história de um certo personagem originário de Krypton. Até a variedade de vilões que cada um tem faz eles se embaralharem. Não há como deixar de admitir, a obra de Akira Toriyama é altamente influenciada pelo escoteiro azul da DC Comics.
Terror em uma nova forma


Agora vamos colocar algo mais atual, como Tokyo Ghoul. O mangá/anime trata sobre Kaneki, jovem estudante que sofre um acidente quando atacado por um ghoul(carniçal). Quando isso ocorre os médico transplantam nele orgãos da ghoul que o atacou. Agora, o jovem tem uma vida atormentada, visto que não é nem humano, nem carniçal... Mas possui a fome por carne humana da segunda! Reparem que essa obra veio junto com grandes sucessos desses que falei, além do já conhecido The Walking Dead, também baseado em uma história em quadrinhos americana. Porém, ele trata de sobrevivência de um modo diferente da história do xerife Rick: trata ambos os lados como caçador e caçado. Os humanos são dignos adversários dos ghouls, tentando proteger a sociedade normal, e não se deixando como mero rebanho. Enquanto os carniçais tentam se esconder, se alimentar, e ainda assim manter a "normalidade" já que essa fome esta além de seu controle. Trata mais do que seres sobrenaturais com poderes. As cenas de ação são ótimas, mas existem cenas... Vide o último episódio da segunda temporada do anime... Aquilo me fez chorar. Além de conseguir usar uma criatura mitológica que lembra os zumbis, mas ainda manter a consciência deles, pois houve uma pesquisa sobre o assunto. Mangáka gênio! Só um detalhe... Esse sim me lembra uma obra de Romero, visto que seus primeiro tinham sérias críticas sociais escondidas nas suas películas.
Então, assim como o Japão fez com a tecnologia americana depois da Segunda Guerra Mundial... A mídia de animes e mangás, consegue pegar temas já devassados daqui e fazer algo bom. Agora tome cuidado quando falar que os States só faz coisa boa. Vide os filmes do Michael Bay...

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Parem de caçar quem vai vencer!

Muitas pessoas sempre sonham com os mais terríveis combates entre personalidades dos games, animes, mangás, quadrinhos, filmes e seriados. Isso ocorre mais nos animes mesmo. Mas como todos imaginamos, isso se deve por um motivo claro: marketing! Você vende mais com especulações absurdas, mesmo que tenhamos muito conhecimento no assunto. Não acredita? Acompanha o raciocínio:
Todo mundo odiou Alien VS Predador e Freddy VS Jason, mas o escarcel que foi feito em cima desse filme. Se fosse hoje em dia, falariam tão, quando os coitados que falam de spoilers de Attack on Titan. Isso por estarem sempre enchendo os bolsos com comentários sobre o filme. Pois se falarem mal, as produtoras não pagam um tostão para revistas ou sites especializados nisso. Já imaginou então se alguém falasse mal de Vingadores? Ele que foi o maior sucesso do ano passado? Os caras estariam fudidos!
Mas tem outros modos para isso.
Exemplo? Marvel VS Capcom. Até hoje esses jogos de crossover fazem sucesso pra caramba. Antes tinha o jogo de luta dos X-Men, ai veio o jogo Marvel Super Heroes (também de luta), surgiu Street Fighter VS X-Men, depois veio Marvel VS Street Fighter, Marvel VS Capcom. Surgiram outros crossovers com outras produtoras como a Tatsunoko (Capcom VS Tatsunoko), SNK (SNK VS Capcom) e até a de Tekken (Tekken VS Street Fighter). E mesmo assim, nunca vamos saber a resposta para quem é mais forte.
Mas se quer saber a minha opinião sobre isso? Se continuarmos tão consumistas, iremos perder rios de dinheiros ou horas de sono, a toa! Parem de mexer em animês por puro impulso. Assistam algo com conteúdo. Você controla sua vida, assim como o mouse do seu PC! Assista coisas novas, mas que sejam boas. Não se deixe enganar por crossovers ridículos que só consomem sua grana. Não consuma animes (sejam movies ou OVAs) como se fossem sorvete saído da geladeira. Mais do mesmo nuncas.
P.S.: Detalhe, quem venceria uma briga na minha concepção é o Super-Homem! Pronto, falei! Adoro anime mas o Super é mais foda!