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sábado, 26 de abril de 2025
Akai Ito: o fio vermelho
Essa é uma lenda que faz parte tanto do folclore japonês quanto do folclore chinês. Ambas as versões têm a mesma base: a existência de um fio vermelho invisível que une as pessoas que estão predestinadas a ficar juntas. Na lenda japonesa, o fio está amarrado no dedo mindinho de cada um. Não importa o quanto ele estique ou se emaranhe, o fio jamais irá partir. Aquelas duas pessoas podem até ter outros relacionamentos, mas não conhecerão o amor verdadeiro até que estejam juntas.
domingo, 13 de abril de 2025
A polêmica da trend "Estilo Ghibli"
Para se ter uma ideia de como é isso, vamos começar com uma notícia. Um perfil no Facebook ofereceu como serviço, a customização de fotos pessoais, para ficarem com o "Estilo Ghibli". O serviço é feito em cerca de 24 horas e só é cobrado 39,00 R$. Criação de imagens no estilo das animações do Studio Ghibli, é de graça pelo ChatGPT, em um de seus recursos! Caí quem é trouxa mesmo.
Além do uso para funções de fake news ou uso indevido e inapropriado de imagens, muitos bancos, hoje em dia, usam a face como modo de destravar certos recursos dentro dessas instituições.
Mas há um uso indiscriminado das Open AI, como uma febre de certo tempo pra cá. Sem dar o devido crédito aos autores. Um desses casos é do Studio Ghibli, criado em 1985, pelos diretores Hayao Miyazaki e Isao Takahata, junto ao produtor Toshio Suzuki. Entre seu filmes estão A Viagem de Chihiro, Princesa Mononoke, Meu Amigo Totoro, O Castelo Animado, Nausicaa do Vale do Vento, Túmulo dos Vagalumes, entre outros. Seu estilo artístico é caracterizado por animação tradicional, feita a mão. E suas histórias, mesmo quando tratam de seres sobrenaturais, ou fora do comum no mínimo, são de um humanismo radical. Tratando com um realismo, mas ainda assim podendo ser cruel, assuntos como guerra, solidão, preservação do meio ambiente, entre diversas outras coisas.
Podemos falar que um recurso tecnológico, que ignora a humanidade, foi usado sem consentimento para uma IA gerar imagens, que visavam apenas enriquecer uma empresa milionária acusada há anos de roubar dados pessoais! E tudo isso para gerar imagens de memes, em massa, muitas vezes de gente extremamente cruel pelos padrões do Studio Ghibli. E essas pessoas cruéis endossam violências e destruição do meio ambiente, chegando ao ponto de genocídios pelo mundo.
Miyazaki em 2016 já disse "Arte criada por inteligência artificial é um insulto a vida".
Você pode pensar que o efeito ficou legal, mas se uma big tech faz isso, na frente de todo mundo, o que ela poderá fazer logo logo com sua imagem. Não apenas com sua foto, mas sua voz, sua privacidade, pois caso não saibam, o próprio Mark Zuckenberg (dono do Facebook) tampa a câmera de seu notebook! Pois hoje são artistas, mas logo seremos todos nós. Ele mesmo, teria roubado textos de escritores, para treinar IAs também!
Bem dito isso tudo, vamos por partes. Quando a Miramax de Weinstein adquiriu Princesa Mononoke, ele exigiu que o filme de 135 minutos fosse reduzido para 90, para torná-lo “mais vendável”. Mas o produtor do Ghibli, Toshio Suzuki, enviou uma espada samurai com duas palavras gravadas: “Sem cortes.”
Harvey Weinstein exigiu cortes. O Studio Ghibli respondeu com uma espada. Weinstein ficou furioso e ameaçou destruir a carreira da equipe. Mas Miyazaki manteve os direitos, e a sua posição. O filme foi lançado exatamente como ele sonhou.
Anos depois, Weinstein foi condenado a 23 anos de prisão por crimes sexuais. Notemos que o Studio Ghibli prima pela arte, acima do lucro. Pois isso poderia ser um tiro no pé.
Mas podemos falar que alguém tem propriedade intelectual do estilo? Já que quando virou moda esse uso de IAs pra construir imagens com estilo de obras da Disney, o debate de que estivesse acontecendo copiar o estilo das princesas, não rolou, porque o olhar que se tinha era que ninguém considerou que o estilo que a Empresa do Rato desenha em si seja propriedade intelectual.
A Disney seria tão dona desse traço quanto se está alegando que o studio Ghibli seria em se utilizar este estilo? E o mesmo com outras empresas como a Illumination ou outros.
Ai podemos pensar em um detalhe: pense em um artista, autoditata, que de repente cria sua arte e seu estilo. Difícil, mas não impossível. Eu mesmo conheço dois artistas assim Nicole e Bertho Horn. Imagine agora eles, colocando sua arte na internet e do NADA, eles aparecem sendo copiados por uma IA. O exemplo da Disney se perde, pois podemos notar que, como foi a Ghibli, tanto sua arte como seu estilo (sem contar sua moral e dedicação) foi roubada por essas big techs.
Um outro exemplo. Pense naquele garoto, que faz uma ilustração de um cavalo. Na verdade, na visão das pessoas adultas, aquilo parece um rabisco. Sabendo que ainda há a necessidade de um desenvolvimento, eles o apoiam, protegendo a imagem em uma pasta. Anos depois, aquele garoto, scanea aquela imagem, e diz que aquilo é um cavalo para a IA. Ela não vai aceitar isso, pois não consideraria algo daquele tipo, como definido. Quais são os parâmetros da inteligência artificial para decidir, ou não, isso?
Não me entendam mal. As IAs são ferramentas úteis. Mas quantas pessoas entendem como ela funciona? Um exemplo, quando temos um martelo em mãos, quantas pessoas se lembram ou sabem que há uma parte acima, que serve para tirar pregos? Ou até mesmo, quem usa computador, quantas crianças em pleno século XXI, sabem como fazer um print usando comandos em um computador? Formatar textos? Usar Word, Excel, Power Point, ou ao menos como o Paint ou Bloco de Notas?
Eu vejo algumas pessoas na área das artes defendendo o uso indiscriminado das IAs. Há um porém: muitos deles não criam, só são "copistas", fazem covers. Não se afetam, pois nada deles precisa ser criado. Só tocando Charlie Brown Jr. ou O Rappa, para tocar fica fácil. Sem ser como os artistas atuais, que lutam tanto para ganhar seu espaço. Artistas que apoiam, ou tem bons argumentos, ou são ricos.
As pessoas ignoram as IAs como ferramentas, e as usam como um funcionário. E eu tenho provas. Quantas vezes antes, eu tinha que verificar um trabalho em pesquisas, para tentar encontrar se o aluno só não puxou de um ChatGPT as informações.
Bem dito isso tudo, vamos por partes. Quando a Miramax de Weinstein adquiriu Princesa Mononoke, ele exigiu que o filme de 135 minutos fosse reduzido para 90, para torná-lo “mais vendável”. Mas o produtor do Ghibli, Toshio Suzuki, enviou uma espada samurai com duas palavras gravadas: “Sem cortes.”
Harvey Weinstein exigiu cortes. O Studio Ghibli respondeu com uma espada. Weinstein ficou furioso e ameaçou destruir a carreira da equipe. Mas Miyazaki manteve os direitos, e a sua posição. O filme foi lançado exatamente como ele sonhou.
Anos depois, Weinstein foi condenado a 23 anos de prisão por crimes sexuais. Notemos que o Studio Ghibli prima pela arte, acima do lucro. Pois isso poderia ser um tiro no pé.
Mas podemos falar que alguém tem propriedade intelectual do estilo? Já que quando virou moda esse uso de IAs pra construir imagens com estilo de obras da Disney, o debate de que estivesse acontecendo copiar o estilo das princesas, não rolou, porque o olhar que se tinha era que ninguém considerou que o estilo que a Empresa do Rato desenha em si seja propriedade intelectual.
A Disney seria tão dona desse traço quanto se está alegando que o studio Ghibli seria em se utilizar este estilo? E o mesmo com outras empresas como a Illumination ou outros.
Ai podemos pensar em um detalhe: pense em um artista, autoditata, que de repente cria sua arte e seu estilo. Difícil, mas não impossível. Eu mesmo conheço dois artistas assim Nicole e Bertho Horn. Imagine agora eles, colocando sua arte na internet e do NADA, eles aparecem sendo copiados por uma IA. O exemplo da Disney se perde, pois podemos notar que, como foi a Ghibli, tanto sua arte como seu estilo (sem contar sua moral e dedicação) foi roubada por essas big techs.
Um outro exemplo. Pense naquele garoto, que faz uma ilustração de um cavalo. Na verdade, na visão das pessoas adultas, aquilo parece um rabisco. Sabendo que ainda há a necessidade de um desenvolvimento, eles o apoiam, protegendo a imagem em uma pasta. Anos depois, aquele garoto, scanea aquela imagem, e diz que aquilo é um cavalo para a IA. Ela não vai aceitar isso, pois não consideraria algo daquele tipo, como definido. Quais são os parâmetros da inteligência artificial para decidir, ou não, isso?
Não me entendam mal. As IAs são ferramentas úteis. Mas quantas pessoas entendem como ela funciona? Um exemplo, quando temos um martelo em mãos, quantas pessoas se lembram ou sabem que há uma parte acima, que serve para tirar pregos? Ou até mesmo, quem usa computador, quantas crianças em pleno século XXI, sabem como fazer um print usando comandos em um computador? Formatar textos? Usar Word, Excel, Power Point, ou ao menos como o Paint ou Bloco de Notas?
Eu vejo algumas pessoas na área das artes defendendo o uso indiscriminado das IAs. Há um porém: muitos deles não criam, só são "copistas", fazem covers. Não se afetam, pois nada deles precisa ser criado. Só tocando Charlie Brown Jr. ou O Rappa, para tocar fica fácil. Sem ser como os artistas atuais, que lutam tanto para ganhar seu espaço. Artistas que apoiam, ou tem bons argumentos, ou são ricos.
As pessoas ignoram as IAs como ferramentas, e as usam como um funcionário. E eu tenho provas. Quantas vezes antes, eu tinha que verificar um trabalho em pesquisas, para tentar encontrar se o aluno só não puxou de um ChatGPT as informações.
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sábado, 10 de fevereiro de 2024
domingo, 7 de maio de 2023
Os indígenas no Japão - Ainu
Eles são conhecidos por serem um tanto diferente dos japoneses que conhecemos em áreas urbanas, em sua aparência também. Eles possuem muitos cabelos e barbas longos. Sem contar a boa convivência deles com os ursos, animais esses que consideram sagrados.
Os ainu podem ser considerados, por muitos e através de pesquisas, como os primeiros habitantes de Hokkaido.
Eles viviam, inicialmente da caça e da pesca, morando em pequenas aldeias. Assim como os nossos. E por esse vínculo com a natureza, eles acreditavam no animismo. Em que tudo teria uma alma e uma certa espiritualidade.
Outra de suas características são as tatuagens em seus lábios - das mulheres das tribos - ao qual no passado, era feito antes com uma faca. E depois esfregado com carvão. Hoje em dia, elas fazem isso apenas com um lápis, como uma pintura que pode sair até.
Eles possuíam uma cultura extremamente diferente da japonesa padrão, até a Restauração Meiji. Depois disso, o governo do Japão, invade e ocupa Hokkaido. O que causa os primeiros problemas entre os povos. Com a colonização, os ainu se viram forçados a deixar as terras que lhes pertenciam. E assim como os nossos indígenas, eles foram marginalizados e oprimidos, pelos ditos, civilizados.
A prática discriminatória fez com que adotassem nomes e fossem forçados a aprender a língua japonesa. Tiveram ainda que abandonar a caça e a pesca, obtendo outros meios de sobreviver. Indo para agricultura, eles foram se afastando de suas culturas e tradições. Quase beirando a extinção.
Foi apenas em 2019, que eles foram reconhecidos como um povo indígena do Japão. Conseguindo até subsídios até para a sobrevivência de seu povo. O que fez surgir o Museu e Parque Nacional Ainu.
domingo, 30 de abril de 2023
Elga Shitara
Descendente de japoneses, Elga, que recebeu o título de Musa do Japão na Copa do Mundo de 2018, representou o país na escola de Samba e, com samba no pé e muito carisma, a beldade recebeu o convite de uma agremiação para assumir o posto de Rainha de Bateria da escola. Se topar, a capa da Sexy será estreante no posto tão disputado pelas famosas.
“Foi uma delícia representar o Japão na Brinco da Marquesa. Tenho muito orgulho da minha origem e da história do povo japonês que chegou ao Brasil e trouxe junto a culinária, a arte, a fé. Me empolguei tanto no desfile que, na saída da escola, ainda na avenida, fui convidada por um diretor para uma reunião sobre o posto de Rainha da escola. Será a minha estreia no comando da bateria”, revela a Musa do Japão.
Elga, que posou para a revista Sexy pela diversas vezes, sendo duas delas, capas, falou sobre como lida com assédio masculino na folia e no dia a dia. “O assédio é natural, quando saudável, claro. Quem não gosta de receber elogios? O que não pode é tocar. Chegando com educação e respeito, me chamar de gostosa é um elogio”, disse ela.
Vestida de coelhinha, estrelou um ensaio bem sensual e fez questão de ter como adereço, cenouras, em protesto ao presente entregue pela prefeitura de um município do Rio de Janeiro, que em comemoração da Páscoa, entregou cenouras, distribui cenouras as crianças da rede municipal. Chocada, a japa protestou nas redes:
"Criança não quer cenoura na Páscoa, criança quer carinho, chocolate e amor" disse ela. E ainda disse: "Eu adoraria encontrar com esse senhor e sua equipe. É muita cara de paus, muita falta de vergonha! Devolver o dinheiro do povo, para o povo, de uma forma tão absurda. Parece deboche!" encerrou.
A representante do Japão no "Musa Copa do Mundo" também falou sobre a final do concurso. Elga não faturou o primeiro lugar, porém, a gata conquistou o público, os jurados e as concorrentes e saiu com a faixa de "Musa Simpatia da Copa do Mundo".
"É muito bom ser reconhecida como uma pessoa do "bem", simpática. O primeiro lugar era só um detalhe, mas a faixa de musa simpatia está de bom tamanho. Beleza é muito particular, e meu espelho me adora", disparou aos risos.
Elga Shitara, que foi capa da revista Sexy de março de 2022 faz aniversário no dia 30 de abril. Todo ano a modelo faz uma campanha arrecadando recursos, com o intuito de ajudar animais resgatados de maus tratos e abandono.
Com o empenho encerrou a rifa rapidamente e o sorteado foi o ator Alexandre Borges (@alexandreborges.artista), atualmente em cartaz no emblemático Teatro Oficina com a peça “Esperando Godot”.
A modelo, como prometido, entregou o prêmio em mãos escolhendo uma data especial, na estreia da peça. “Eu não fiquei surpresa com o apoio do Alexandre Borges, um ser humano maravilhoso, ele sempre está ligado a causas nobres e foi com muita alegria ter conhecido um grande artista pessoalmente. Aproveito pra agradecer o carinho que fui recebida, inesquecível esse encontro. Ah! E convido a todos pra assistir a peça, super ligada com a realidade que vivemos atualmente. E eu aproveitei pra tietar o elenco maravilhoso, tirei muitas fotos, amei!”
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sexta-feira, 5 de agosto de 2022
Curiosidades sobre o saquê
Existem diferentes tipos de saquês. Desde o mais adocicado e frutado (como o Azuma Dourado ou Nama), até os mais aromáticos (como o Azuma Gonjo).
Diferente do vinho, quanto mais fresco ele for consumido, melhor. Em receitas de drinques com saquê, 70 ml é uma sugestão de quantidade equilibrada. Porém, pode ser experimentado de acordo com seu paladar.
Saquê é menos calórico. Uma dose de 70 ml, como dito antes, de saquê tem aproximadamente 70 kcal, ou seja, 01 kcal por cada mil. E se for consumir de forma pura, experimente servir o saquê em taças ao invés do tradicional massu. Poderá perceber aromas e sabores melhor.
O saquê é uma bebida fermentada super versátil. Podendo ser misturadas outras bebidas e frutas, para a criação de drinques.
E experimente apreciar o seu saquê em diferentes temperaturas. De 5 a 55 C as percepções de aroma e sabor se alteram.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
O Festival do Japão em 2016
E mais uma vez, nesse ano, depois de dois anos, eu pude ir mais uma vez ir ao Festival do Japão. E ele foi ótimo. Não tinha ido no anterior, por isso nem sabia sobre a reforma do lugar. E como esta lindo e grande aquele lugar. Só que aqui estamos falando sobre eventos. Em especial, o décimo nono Festival do Japão. Então vamos lá:
Primeiro, eu fui para SP com meus amigos Jack e Nina (apelidos, logicamente). Quando chegamos ao Jabaquara, falei para irmos a pé. Chegamos depois de um pouco mais de 10 minutos, bem melhor que descer usando o busão. Acreditem demora muito, mas tem qualidade o ônibus do Festival do Japão.
Chegando lá, eu que já tinha ido uns 3 anos seguidos ao evento me espantei com o lugar. Lindo, grande, com maior qualidade de atendimento dos staffs, entre outras coisas. A entrada nos custou 23 reais. E tudo bem organizado para nos guiar para dentro do evento. E o lugar por dentro estava maior ainda! Sim, isso foi uma referência da T.A.R.D.I.S. de Doctor Who...
Eu comentei com meus amigos para irmos almoçar inicialmente. Eu peguei meia porção de okonomiyaki (uma panqueca ou pizza japonesa com verduras, macarrão e bacon), gyoza, guaraná e um doce com recheio de morango, com pasta de feijão e uma massa diferente. Coisa boa! Me arrependi te pegar só meia porção! Tava bom demais!
Depois fomos caminhando e enquanto tirávamos fotos, surgiu um grupo de dança cruzando todo o salão. Demorou um pouco de 6 minutos a parte em que estavam, mas mano... Como foi bom! E era lindo! Colocarei o vídeo no final do post.
Além disso, tomamos saqueirinhas (ao menos eu e o Jack), frango empanado (já que a Nina não consegue comer nada cozido) e um sorvete... Que sorvete ótimo!
Passamos por vários estandes como o da Playstation, Honda, áreas de lazer para jovens e idosos, Band, Subaru, entre outros.
Sem contar nossas compras. Eu iria comprar uma camisa mas já tinha comprado Bone de Jeff Smith, além de cards de Magic. Jack comprou Hellblazer falando sobre Newcastle. E a Nina, como boa sith, comprou um sabre de luz!
Lógico que vermelho! Só nós para irmos em um evento onde se trata do Japão e compramos só coisa da Inglaterra ou Estados Unidos...
Até mesmo na saída do evento existia um palco com atrações mais antigas. Coisas que eu gosto, mas já iriamos embora mesmo. Uma pena!
De qualquer forma, voltamos umas 15:00 da tarde embora, usando o busão. Boooom demais! Espero que tenham mais dias assim! Com eventos tão bons. Antes de tudo... Chupa AF! E Festival do Japão, continue assim.
Eu comentei com meus amigos para irmos almoçar inicialmente. Eu peguei meia porção de okonomiyaki (uma panqueca ou pizza japonesa com verduras, macarrão e bacon), gyoza, guaraná e um doce com recheio de morango, com pasta de feijão e uma massa diferente. Coisa boa! Me arrependi te pegar só meia porção! Tava bom demais!
Depois fomos caminhando e enquanto tirávamos fotos, surgiu um grupo de dança cruzando todo o salão. Demorou um pouco de 6 minutos a parte em que estavam, mas mano... Como foi bom! E era lindo! Colocarei o vídeo no final do post.
Além disso, tomamos saqueirinhas (ao menos eu e o Jack), frango empanado (já que a Nina não consegue comer nada cozido) e um sorvete... Que sorvete ótimo!
Passamos por vários estandes como o da Playstation, Honda, áreas de lazer para jovens e idosos, Band, Subaru, entre outros.Sem contar nossas compras. Eu iria comprar uma camisa mas já tinha comprado Bone de Jeff Smith, além de cards de Magic. Jack comprou Hellblazer falando sobre Newcastle. E a Nina, como boa sith, comprou um sabre de luz!
Lógico que vermelho! Só nós para irmos em um evento onde se trata do Japão e compramos só coisa da Inglaterra ou Estados Unidos...
Até mesmo na saída do evento existia um palco com atrações mais antigas. Coisas que eu gosto, mas já iriamos embora mesmo. Uma pena!
De qualquer forma, voltamos umas 15:00 da tarde embora, usando o busão. Boooom demais! Espero que tenham mais dias assim! Com eventos tão bons. Antes de tudo... Chupa AF! E Festival do Japão, continue assim.
sábado, 18 de junho de 2016
Os preços estão abusivos nos eventos?
Estamos em junho, mas logo as aulas acabam e eventos muito bons até ocorreram na cidade de São Paulo vão ocorrer. O mais famoso, na área otaku é o Anime Friends. E outro que ocorre, nem tão conhecido, é o Festival do Japão. E sinceramente, mesmo com todo o hype do primeiro em todos esses anos, eu prefiro o segundo sempre. E tenho uma simples explicação para fazer isso. CARO DEMAIS!
Vamos por partes: O AF (como muitos chamam) é um evento sempre produzido, até onde sei, pela Yamato Comunicações & Evento, produtora de eventos pops japoneses. Sua fama se deve especialmente a esse evento, que não tem uma localização fixa. Mas nas últimas vezes, esse acontecimento ocorreu no Campo de Marte, já que parece ser um bom lugar para tudo aquilo. Boa escolha, comparado com as outras edições.
Enquanto isso, o Festival do Japão é produzido o KENREN – Federação das Associações de Províncias Japonesas no Brasil. A importância do evento é tão grande que você tem de saber que ele é colocado no calendário turístico do Estado de São Paulo. Além de tudo que temos no festival, contanto com tecnologia, atrações, gastronomia, história e entre outras coisas. Sem contar com os patrocínios como Brasil Kirin, Toyota do Brasil, Banco Toyota, Mitsubishi Corporation do Brasil, Honda, Denso, Subaru, Grupo Bandeirantes de Comunicação, Hikari, Mitsubishi Electric, HIS Brasil Turismo e Banco do Brasil.
Agora vamos aos preços:
-Anos atrás, o ingresso mais barato (relativo ao primeiro dia do Anime Friends) ficava por 35 reais. Hoje em dia esta 40. Ai você pensa, "aaah mas até que esta barato". Sim... Mas para o primeiro dia! O mais chato e com menos atrações internacionais ou com as menos empolgantes. E esse ingresso é do PRIMEIRO LOTE. Na porta fica 60! Detalhe esse preço inicial ai era 2008.
-O Festival do Japão, começou com um preço relativamente bem baixo para sua entrada: 10 reais. Hoje em dia, no evento de 2016 para ser mais preciso, vamos ter um evento que na porta, esta 23 reais. Quase metade do preço do AF. E esse preço não aumenta ou diminui dependendo do dia. Ou seja, você pode escolher o dia em que quer ir dependendo do seu gosto mesmo! Maravilhoso.
O que quero disser com isso? Eu amo eventos. E não posso ir em muitos pois os preços deles são altos demais. Eu não fui no Festival do Japão ano passado por complicações. Só que agora que estou como professor... Imigrantes! Me aguarde!
P.S.: Não pago nunca mais para ir no AF.
P.S.: Não pago nunca mais para ir no AF.
sexta-feira, 22 de abril de 2016
A lenda de Suzano, Amaterasu e Orochi
Suzano (ou Susanoo), o deus Trovão, forçou sua irmã, a deusa do sol Amaterasu, a se trancar em uma caverna, fazendo com que o mundo mortal perdesse o brilho do sol. Quando Amaterasu se libertou, Suzano foi forçado a pagar penitência, vagando pelas terras de Izumo até que encontrou-se com o Dragão de 8 Cabeças que vagava pela mesma região chamado de Orochi.
Orochi devorava todas as donzelas da aldeia local e quando Suzano se apaixonou por uma princesa chamada Kushinada, resolveu armar um plano para acabar com o monstro usando sua amada como isca: encher a cara dele de saquê (hein o_O?) e decepar suas cabeças depois que o bicho caísse tonto. O plano deu certo e Suzano ganhou de “brinde” um espelho, uma espada e um orbe – tudo saído de dentro da criatura @_@. A espada foi entregue à Amaterasu como forma de perdão, e da união de Suzano com a princesa Kushinada surgiu a linhagem da família real japonesa. Dizem até que o tal orbe e o espelho existem até hoje em dia, de verdade!
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