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sábado, 16 de maio de 2026

O ator Kazuoki Takahashi

Completando mais de 60 anos, o ator Kazuoki Takahashi. Nascido em 14 de maio de 1960, Takahashi tem uma grande carreira dentro do Tokusatsu. Vamos lá :

  • 1985- Hayate / Change Griphon em Dengeki Sentai Changeman 
  • 1986- Episódio 21 de Choushinsei Flashman como Miran um suposto irmão de Sarah / Yellow Flash 
  • 1987- Satoru Kita em Choujinki Metalder 
  • 1988- Aman Negro no episódio 30 de Sekai Ninja Sen Jiraiya
  • 1990 - Patrine participação no episódio 14 como ladrão 741 
  • 1991 - Tokkyuu Shirei Solbrain episódio 37 como Henry Toba 
  • 1993 - Tokusou Robo Janperson como o vilão George Makabe o líder da organização Neo Guild
  • 1999- Ultraseven 99 - Participação no episódio 3 
  • 2008- Kamen Rider Kiva como Kurosawa / Moose Fangire 
  • 2012- Kaizoku Sentai Gokaiger novamente como Hayate / Change Griphon no episódio 49

sábado, 11 de abril de 2026

Youko Nakamura


Ela nasceu em Tóquio, em 11 de Abril de 1965, mas logo se mudou para Tokorozawa, na província de Saitama. Ela se chama Yoko Oide na vida real. Youko Nakamura é seu nome artístico.
Por recomendação do seu professor de piano, que frequentava desde os quatro anos de idade e também para benefício dos seus estudos de piano, transferiu-se da sua escola primária pública para a escola primária anexa ao Kunitachi College of Music no terceiro período do seu primeiro ano de escola primária.
Embora ela tenha começado a se preocupar em continuar a tocar piano quando estava no terceiro ano do ensino médio, ela foi para o ensino médio, mas achou o ambiente escolar ainda mais chato e acabou abandonando os estudos no segundo ano.
Na mesma época, seu namorado do colégio postou uma foto dela em uma revista, o que a levou a ser convidada para estrelar um comercial, o que a levou a entrar na indústria do entretenimento.
Tendo frequentado uma escola de música e sempre foi uma pessoa que gostava de cantar, ela recebeu instruções de Jun Hashimoto e pretendia se tornar cantora.
Em 23 de Março de 1984 , ela fez sua estreia como cantora Idol sob o nome de "Yohko Nakamura" na CBS Sony com o single "Teenage Soldier".
Outros que estrearam na mesma época incluem Yoko Oginome , Yukiko Okada , Narumi Yasuda , Koji Kikkawa e Kojiro Shimizu.
Seu slogan é "Eu direi NÃO!" Inspirada por Olivia Newton-John, ela adotou um visual juvenil com um penteado bem curto e calças justas de veludo preto.
Em 1984 , ele ganhou um prêmio no 13º Concurso Nacional do Festival de Música de Tóquio. No entanto, suas vendas não aumentaram e, devido à decisão de sua agência, ela encerrou suas atividades de Idol após o lançamento de seu quarto single, "Natsuiro My Heart", e também se afastou da música.
Depois disso, ela começou a trabalhar como atriz em dramas de televisão , começando com o papel de Otome no episódio 22 de " Hissatsu Shigotonin V ", intitulado "Mizuno's Drinking in One Go", um drama se época e então em 1986 ela ganhou popularidade por seu papel principal como Sarah/Yellow Flash em " Choushinsei Flashman".
Muita gente não sabe mais depois de Flashman, ela ficou desempregada por um tempo, mas em Janeiro de 1988 , por meio de uma apresentação de um professor de sua universidade, ela começou a trabalhar como âncora de notícias na JRA -FM.
Depois disso, seu trabalho relacionado a corridas de cavalos começou a se expandir, incluindo uma coluna para um jornal esportivo e uma aparição na seção de corridas de cavalos do programa de TV " All Night Fuji.
Entretanto, em 1989 , a equipe de produção da FM foi presa por suspeita de suborno , a equipe foi dissolvida e ele ficou sem trabalho. Ela então se mudou para os Estados Unidos e apareceu em alguns dramas de TV, mas se aposentou do show business em 1992.
Em 17 de Março de 2012 , o álbum "Shocking Doll 18 +6", que contém todos os seus trabalhos de sua época como cantora, foi relançado como um CD de edição limitada pela Sony Order Made Factory, disponível apenas para pré-venda.
Em 19 de Novembro de 2016 , ele fez uma aparição especial no Choshinsei 30th Anniversary Reunion Festival, onde posou com os cinco membros do elenco de Flashman pela primeira vez em 30 anos!
Existe um boato de que ela havia pedido para os colegas não postarem fotos suas em redes sociais, mas não se pode confirmar se isso é verdade. O que se sabe é que ela é muito reservada.

domingo, 15 de março de 2026

Kana Tomita

A atriz Kana Tomita nasceu no dia 20 de Julho de 1963. Seus antigos nomes artísticos eram: Kana Fujieda e Yoko Tomita.
Ela nasceu na província de Ishikawa, Japão.
Se formou-se na Universidade Feminina do Japão e depois de trabalhar na Big Mother ela se juntou à Agência Kagawa.
O ano de 1985 foi muito especial para Kana. Ela já atuava modelando e foi convidada para participar de Dengeki Sentai Changeman como auxiliar do Império Gozma.
No Japão chamavam ela de Seema.
Ela têm grande destaque no seriado e era uma das que mais castigavam os integrantes do Esquadrão Relâmpago.
O nosso inesquecível Tsurugi, Haruki Hamada, que co-estrelou com Fujieda em Changeman, certa vez disse sobre ela: "Kana tinha um ótimo estilo, era muito boa em cenas de ação e era uma pessoa muito gentil."
Após o fim de "Changeman", ela se concentrou em dramas de televisão, incluindo o papel de uma recepcionista de pub filipina, papel interpretado por Ruby Moreno no drama de TV de 1992 ". In the Name of Love ".
Em Changeman até a personagem virar para o lado dos heróis ela falava com uma voz grossa, feita por um outro ator.
Quando ela se alia ao Changeman sua voz feminina aparece.
A cena em que Booba morre, mas antes ele traz Shiima à vida é até hoje considerada uma das cenas mais impactantes da história do tokusatsu!
É curiosa uma foto que a atriz tirou ao lado de Hikaru Kurosaki, o nosso querido Jaspion. HIkaru naquele momento já era bem conhecido no meio. Ela ser amplamente divulgada em outros sites de tokusatsu.
Ela também aparece em outra foto, ao lado das guerreiras de Changeman. 







sábado, 12 de abril de 2025

O GUARDIÃO ESCARLATE VEM AÍ! NOVO TOKUSATSU NACIONAL!


Um novo tokusatsu nacional está atualmente sendo produzido aqui no Brasil. A produção é idealizada por Gutemberg Lins e Daniel Paes, com direção de Nando Rodrigues e produção da Racionando Filmes em parceria com a Action Fung-Fu.
O herói já é um velho conhecido do público, trata-se de Cruzer, herói criado em 2015 e que apareceu no clipe "On The Rocks" de Ricardo Cruz, baseado nos heróis metalicos da Toei. Ainda não temos todos os detalhes sobre a história e outros personagens, mas a produção está a todo vapor e é possível acompanhar todo o processo nas redes oficiais da produção.
Página no Instagram: @metalforceoficial 









domingo, 16 de março de 2025

Giant Saver

Giant Saver é um tokusatsu chinês inspirado nos Super Sentais japoneses. A série acompanha um esquadrão de elite cuja missão é recuperar os Super Elementos, itens que contêm o poder do misterioso império submarino. Para isso, um grupo de jovens utiliza alta tecnologia e habilidades especiais para impedir que essas relíquias caiam nas mãos do mal.
Em um mundo ameaçado por forças misteriosas, um grupo de jovens guerreiros recebe poderes especiais e veículos gigantes para proteger a paz. Ao longo da jornada, eles aprendem sobre amizade, disciplina e trabalho em equipe.

Personagens principais

Quinn Wang / Fire Guard (Vermelho) – Líder da equipe, teimoso e arrogante, mas altamente habilidoso.
Nell Ye / Steel Guard (Verde) – Forte e equilibrado, gosta de história e comida.
Jane Anping / Ocean Guard (Azul) – Inteligente e alegre, mas sem memórias de seu passado.
Zoe Xu / Thunder Guard (Cinza) – Perdeu a fortuna da família e busca recuperar seu status.
Windy Xu / Sky Guard (Amarela) – Também veio de uma família rica que perdeu tudo.
Young / Earth Guard (Roxo) – Um lobo solitário que entra para o time em busca de adrenalina.
Giant Saver é a primeira série chinesa inspirada em Super Sentai.

No idioma original, a série se chama Jushen ZhanJiDui, que significa "equipe de batalha".
Assim como em muitas produções de tokusatsu japonesas, os dublês dos personagens femininos também são do sexo masculino.
A série tem forte foco no desenvolvimento dos personagens e na amizade entre os membros da equipe.
Com um visual chamativo e um enredo cheio de ação, Giant Saver prova que o gênero tokusatsu vai muito além do Japão.


sábado, 24 de agosto de 2024

Miyavi Matsunoi

Miyavi Matsunoi é uma atriz e modelo japonesa que nasceu no dia 01 de janeiro de 1988, sendo conhecida pelos fãs de tokusatsu por ter interpretado a vilã Amily, uma Sacerdotisa Makai caída que também é mulher do Cavaleiro Negro Jinga, nas séries e em um filme da franquia GARO, participando de Garo: Gold Storm (2015), Garo: Makai Retsuden (2016), Garo: Kami no Kiba (2017) e Kami no Kiba: Jinga (2018). No entanto além de Amily, ela também atuou como outros personagens na franquia, primeiramente em Garo: Red Requiem (2010), Matsunoi interpretou a vilã Karma - uma Horror que vivia no mundo dos espelhos, e em Kami no Kiba: Jinga (2018) paralelamente a sua personagem Amiri, ela dublou o Madou Ring Alva, a Jóia Madou de Jinga Mikage (Roze).
Entre o período de 2009-2011, Miyavi Matsunoi atuou em filmes AV (Adult Video, ou vídeo pornográfico) utilizando o nome Saori Hara, em março de 2011 ela decidiu se aposentar do mundo do entretenimento devido a um colapso nervoso, o qual ela passou após o terremoto e tsunami na região de Tohoku, mas em março de 2014 ela retomou a sua carreira artística, dessa vez sem envolvimento com a indústria AV, e permanece na ativa até os dias de hoje.



sexta-feira, 16 de junho de 2023

Monica May, antiga Ranger Amarela de Power Rangers S.P.D vai para o OnlyFans


A atriz Monica May, que interpretava a Ranger Amarela na série “Power Rangers S.P.D” (2005), decidiu mudar de carreira. Aos 39 anos e sem novos trabalhos de atuação, ela produz conteúdo para o Only Fans, trabalha como modelo sensual e participa de shows burlescos, entre eles, o “The Epitome of Burlesque”, em Los Angeles. “Foi uma decisão muito difícil, mas eu precisava fazer algo para sobreviver”, disse ela ao site Pop Culture.
May afirma que a rede social de entretenimento adulto permitiu que ela fosse mais autêntica. “Acho que o OnlyFans me deu a chance de ser eu mesma, de controlar minha vida e meu corpo”, comentou ela, que também é mãe de um menino de quatro anos. À revista Newsweek, a modelo acrescentou que sofre estigmatização pela opção, mas, segundo ela, não é uma barreira para continuar seguindo a carreira. “Muitas pessoas têm problemas com a pornografia. Mas, no final das contas, é meu corpo e é minha escolha o que faço com ele. Estou fazendo o que eu gosto”, argumentou.
Em seu Instagram, Monica também se descreve como “instrutora de ioga certificada” e “mãe”. Nos seus posts, é comum encontrar comentários de fãs de “Power Rangers” referindo-se a ela como a Ranger Amarela. “Não posso acreditar no que estou vendo; a minha personagem favorita da infância assim”, comentou um internauta. Porém, a atriz ainda conta com o apoio de alguns fãs. “Você foi minha crush na infância e continua sendo”, confessou outro usuário.
Na época em que atuava, Monica May ainda teve uma participação na série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação” (2005), do Disney Channel, em 2006. Com poucos papéis nos últimos anos, seu último trabalho foi na comédia “Acrylic” (2020). Antes, ela participou do curta “Upside Down 0” (2019) e do filme “Alpha Hippie” (2017).

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Como seria como pai?

Hoje é dia 12 de Outubro de 2020. E como tal, é o dia especial para as crianças. E então eu revisitei minha vida de criança.
Quando criança, meu acesso a TV era restrito. Assistia alguns desenhos que amava como Caverna do Dragão ou Eek The Cat, pois era o mais acessível para mim. Afinal, não tinha televisão a cabo e comecei a assistir fitas VHS bem no final da vida útil desse aparelho. Além disso, eu assistia os seriados japoneses como Espectroman, Jaspion, Changeman, Flashman, Lion Man, entre tantos outros. E como esses eram com atores reais, eu acreditava que aqueles eram reais. Coisa de criança mesmo...
Entretanto, de todos esses desenhos animados e séries japonesas, as que mais amava eram Cavaleiros do Zodíaco e Black Kamen Rider.
A primeira é fácil de conhecer. Ele foi uma febre nos anos 90, que basicamente fez o Brasil ser um país cheio de fãs da cultura pop japonesa. A história não era uma coisa altamente elaborada. Tratava-se de jovens, que combateriam um mal, mas para isso deveriam proteger uma força divina em forma humana. Já veríamos isto isso em Shurato, Samurai Warrior e até mesmo antes disso, como em Hokuto No Ken. Entretanto, diferente das animações norte-americanas, essa série tem um fim. Mesmo que a extinta TV Manchete, reprisasse mais eles do que o SBT reprisava o Chaves. Pois finalmente, a emissora tinha algo para combater a Globo. Pelo menos no campo infantil.
Já Black Kamen Rider é mais pesado que qualquer tokusatsu. Ao invés de ser um metal hero (como Jaspion ou Sharivan), BKR era uma série com estilo próprio, com temática mais pesada. Ao menos em sua origem, enredo e clima. E isso era ótimo quando se é criança, a aura de terror que aquela série criava em mim, mais parecia que estava vendo algo proibido. Mal sabia eu que aquilo me traria vários problemas...
A minha mãe não me deixava assistir aquilo com tanta frequência. Um dos motivos, que faz mais sentido, é que eu perdia muito tempo assistindo animes e tokusatsus. Mas o outro motivo é que animes e tokusatsus eram coisas do Satanás, segundo a visão dela. Está bem que as séries não ajudavam (Satan Goss em Jaspion, Lúcifer em Cybercops, entre outros nomes), mas isso era sem motivo, quando notamos Cavaleiros era baseada na mitologia grega e outras culturas e nada tinha a ver com a mitologia cristã. Só que era uma criança e adolescente, não sabia argumentar.
E hoje, ao assistir novamente algumas dessas coisas, eu digo: eu NÃO deixaria um filho meu assistir coisas assim. 
Não é uma questão de "Ah eu sou hipócrita". Mas de ter evoluído e notado, que muitos dos seriados eram altamente violentos. E hoje em dia só pioraram. Em Genocyber, que passou na U.S. Mangá na época em que era uma criança, tinha umas dilacerações e transformações tão bizarras que eram dignas de Hellraiser. Eu não impediria meu filho de assistir pois era "do capeta", mas por ser inapropriado para a idade dele. Quando fosse o momento, eu passaria isso a ele, na hora certa. 
Mas não tenho filho. Talvez não tenha nunca. Eu antes queria muito me casar, constituir família. Hoje, com a cabeça feita, eu quero só ajudar os mais jovens. Já tive algo próximo de filhos.. Mas as vezes a única coisa que podemos passar adiante é o conhecimento do que aprendemos e do que erramos na vida. E nem sempre para alguém que continuará nosso legado.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

A Sato é um saco

A Sato Company está realmente de piada com a gente. Eu explico:
Ela é uma empresa que por enquanto, tem os direitos em muitas obras japonesas e sua distribuição, como tokusatsus e animes. Entre eles, Changeman e Super Onze. E até tempos atrás, os tokusatsus estavam passando em rede aberta pela Band. O que era bom: se utilizava da nostalgia para chamar a atenção, pois essas séries passaram em épocas anteriores nos canais Band, Record e a extinta TV Manchete (hoje em dia, que está como Rede TV). 
Mas depois que aconteceu o rolo com Elcio Sodré, eles pararam de exibir todos os tokusatsus, incluindo Black Kamen Rider (a série que criou a confusão).
O problema é que por qual motivo não exibir os outros tokusatsus, que já estavam sendo exibidos? Talvez, a resposta seja o seguinte, pois na verdade eles tenham medo de mais dubladores cobrarem seus direitos conexos. As séries estavam chamando a atenção e sendo populares entre novos e velhos espectadores. Eles não teriam por que colocar animes tão ruins quanto Super Onze (Inazuma Eleven), Beyblade Burst Evolution e B-Daman Crossfire. Que por sinal, eles não tem o final! Ou se tem nunca passam!
A verdade é que a Sato Company pode voltar a exibir eles... mas isso desgasta o gosto dos fãs dessas obras.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Os direitos dos dubladores - Entenda


Muitas pessoas ainda não entenderam alguns fatores dos direitos conexos. Especialmente depois da treta entre Elcio Sodré e a Sato Company. Então vamos lá:
Usarei um exemplo que o dublador Wendel Bezerra fez em seu canal no Youtube.  Digamos que a Globo faz uma novela. A emissora vende essa novela. Mas antes paga todos os atores e pessoas envolvidas com ela. Ok. Tudo bem. Pois isso está previsto no contrato. 
Mas qualquer exibição extra, terá que pagar o que foi estipulado no contrato. Obviamente que não vai ser o valor total, que fique claro. Mas uma porcentagem por seus trabalhos, afinal, ele não fará uma nova atuação. Pois eles estão comercializando o trabalho do artista envolvido naquela novela.
Tanto que por exemplo, a venda de um produto que seja feita de forma lícita de uma série, anime ou filme, parte do dinheiro vai para o criador. Pois, a pessoa que comercializa aquele produto ganha dinheiro em cima do trabalho artístico de um ilustrador ou escrito, no caso.
O mesmo acontece com os dubladores. Notem como amamos Yuyu Hakushô, não só por conta da boa história, mas pela dublagem do estúdio carioca que soltava "Ah eu sou Toguro!" ou "Que se dane o mundo, que não me chamo Raimundo!" E normalmente, os dubladores só ganhavam pelo trabalho que tinham feito antes. Demorou anos para que eles ganhassem esses direitos inerentes a eles. Sendo que em outros países isso acontece faz tempo.
Isso explica porque alguns filmes mudam a dublagem, quando contratos de vendas acabam com emissoras ou passasse certo tempo. E só depois de muito tempo, os dubladores começaram a ganhar esse direito aqui no Brasil, sendo que outros países, isso já era comum.
Então, até onde vimos, Elcio Sodré está certo. Ele que fez as vozes do Shiryu de Dragão, Hatake Kakashi e Isamu Minami.

domingo, 13 de setembro de 2020

O problema com Black Kamen Rider

No dia 06 de Setembro de 2020, era para ser exibido no canal aberto Band, as 12:00 hrs, o terceiro episódio de Black Kamen Rider. Mas isso não aconteceu. O motivo. Bem vejamos:

Foi anunciada ontem (3) através das redes sociais a suspensão da exibição de Kamen Rider Black na Band. O tokusatsu (forma como são chamadas as séries de heróis japoneses interpretados por atores de carne e osso) era uma das atrações bloco dominical da emissora, que se viu obrigada a procurar uma nova reprise para tampar o buraco. No decorrer das horas, descobriu-se que o problema que levou ao cancelamento de Kamen Rider Black foi a sua dublagem.

O primeiro comunicado foi feito pela Sato Company, detentora dos direitos da série no Brasil, em suas redes sociais. "Infelizmente nem todos são a favor do enorme trabalho que estamos tendo em resgatar obras clássicas que acalenta os nostálgicos nesse momento de pandemia", informa a nota, acrescentando que "o interesse de poucos atrapalhando o sonho de muitos". 

Ao site Na Telinha, o presidente da empresa Nelson Sato esclareceu que se tratava de um problema relacionado à dublagem, e que Kamen Rider Black "pode voltar ou não, se não der acordo".

No começo da tarde desta sexta-feira (4), foi a vez do dublador Élcio Sodré se manifestar em suas redes sociais. O responsável pela voz do protagonista Isamu Minami explicou que a veiculação de qualquer mídia exige a autorização preliminar do titular da voz, mas que em momento algum teriam ido conversar com ele para negociar o contrato de cessão de direitos de autor, conforme exige a lei. "Continuo aguardando e torcendo para tudo acabar bem e como deve acabar numa negociação entre pessoas corretas: dentro da lei", encerrou. 

No final da tarde, a Sato Company divulgou uma nova nota explicando o caso. Dividida em vários pontos, a nota de esclarecimento explica que a retirada de Kamen Rider Black foi ato de um dublador que teria se negado a assinar o contrato de cessão de voz, e que a equipe está realizando estudos para levantar a quantidade de horas do dublador na produção.

Em resumo, isso se deve a direitos conexos, ou seja, para a exibição dos episódios, seria necessário a permissão de Elcio Sodré. Pois é ele quem faz a voz do personagem, inclusive na sequência Black Kamen Rider RX.

Essa não é a primeira vez que dublagem dá barracos, vide os casos dos áudios vazados de Márcio Seixas e a dublagem de My Hero Academy.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

A história do lendário Jiraya


Muitas lendas compõem o universo de Naruto e outras séries com ninjas. Contudo, você sabe como é a lenda que criou o personagem Jiraya?
Jiraiya Goketsu Monogatari (O Conto do Galante Jiraiya) é uma famosa história japonesa escrita entre 1839 e 1868 por vários autores, chegando a ser adaptada para uma peça de teatro em 1852.
No Japão antigo, pelo que se sabe, praticavam-se 5 tipos de magia: Sapo, Serpente, Lesma, Pássaro e Aranha. Supostamente estes tipos de magias eram incompatíveis entre si, mas nesta história o amor conseguiu contrariar essa tendência.
Jiraiya (significando literalmente, Jovem Trovão) era o herdeiro de um poderoso clã de Kyushu. Numa época em que a sua família passava por problemas financeiros, Jiraiya foi para a província de Echigo (que é agora Niigata) e tornou-se um pirata e chefe de um grupo de bandidos. Anos mais tarde conheceu um eremita (sennin) imortal que vivia no monte Myoko, que lhe ensinou magia dos sapos (não só invocações, mas todo o tipo de coisas).
Passados alguns anos, Jiraiya conhece Tsunade, uma bela jovem que utilizava magia das lesmas. Os dois apaixonam-se e casam-se. Mais tarde um dos seguidores de Jiraiya, Yashagoro, foi enfeitiçado por uma serpente e tornou-se um mestre em magia de serpente e virou-se contra o seu outrora mestre e amigo. Yashagoro tomou o nome de Orochimaru e atacou
Jiraiya. Jiraiya e Tsunade lutaram juntos contra Orochimaru, mas foram envenenados pelo veneno da serpente e ficaram inconscientes. Felizmente um dos seguidores de Jiraya, cuja vida tinha sido salva por este, veio em seu auxílio e matou Orochimaru.
Neste ponto a história acaba abruptamente. Sem uma conclusão sobre seus personagens principais.
Além de Naruto - ao qual podemos ver claramente que os três sennins da vila da folha (Jiraya, Orochimaru e Tsunade) são inspirados nele, Jiraya dá nome a uma famosa obra de tokusatsu japonês. Aqui no Brasil ele ficou conhecido como O Incrível Ninja Jiraya. 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Banda Wasabi


A Wasabi é uma banda que se dedica à música de animes. E por animes conhecemos os desenhos animados japoneses – os mais famosos foram transmitidos na televisão brasileira, como por exemplo Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball e Pokémon. Mas, além dos animes, a Banda Wasabi homenageia também o gênero tokusatsu, seriados de ação que inspiraram Power Rangers, além de também fazerem sucesso por aqui, tais quais Jaspion, Changeman, Jiraya. 
Completando 12 anos de carreira em 2017, a Banda Wasabi sempre procurou trazer o melhor da música dos gêneros anime, tokusatsu e games, animadas com muita alegria e disposição. Com influências do rock clássico internacional e de todo o tipo de ritmos e sons, a banda procura entreter o público com muita energia e simpatia, e é conhecida pelo seu alto nível técnico, o qual abrange o conhecimento musical dos integrantes, passando pelo cuidado com o qual tratam os detalhes, e culminando em uma grande empatia com o público e com os parceiros dentro dos eventos.
A Banda Wasabi teve o prazer de cooperar e dividir o palco com diversos artistas japoneses, cantores famosos na terra do sol nascente, são eles:
Hironobu Kageyama, Hiroshi Kitadani, Shinichi Ishihara, Wada Kouji, Takayuki Miyauchi, Akira Kushida, Yumi Matsuzawa, Takumi Tsutsui, Nobuo Yamada, Tanimoto Takayoshi, Piyo Rabbie, Minami Kuribayashi, Misato Aki, Chihiro Yonekura, Joe Inoue, Sayaka Sasaki e Matsuko Mawatari.
Além de vários shows em eventos de São Paulo, como Virada Cultural da Prefeitura de São Paulo, Anime Friends, Anime Dreams, Ressaca Friends, Anime Party, Anime Fantasy, a Wasabi já tocou no interior do Estado, em Araraquara, Bragança Paulista, Garça (Festival da Cerejeira), Osasco; e também em vários estados brasileiros, como em Rio Grande do Sul (Anime Extreme), Rio de Janeiro (Anime Summer), Brasília (Anime Nations e Oniguiri), Manaus (Anime Jungle), Bahia, Minas Gerais , Santa Catarina e Rondônia. Também fizemos uma apresentação em Buenos Aires 

Contatos para shows
Mail: ctsukada@gmail.com
Whatsapp: 11-97306-3620

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Os finais que não vimos dos tokusatsus no Brasil


Defensores da Luz Maskman: No final da série, Zeba ergue seu castelo rumo à superfície e espalha partículas das trevas que tapa a luz do sol. Ele finalmente mostra sua real forma – o filho do lendário Issaldogla, e não o próprio como se imaginava – e enfrenta o robô de brinquedo da equipe . Para vencer, os heróis contaram com a ajuda de uma resignada Igan e da Princesa Ian (que passou a série toda num esquife de gelo, que juntas fizeram desaparecer as partículas das trevas.
Depois de tudo terminado, Igan se isola no túnel infinito para pagar por seus pecados, por ter ajudado Zeba. Um  final bem simples para um sentai se me permitem falar.

Black Kamen Rider: No final da série, Isamu Minami vai atrás de Nobuhiko e tentar derrotar os Gorgons de uma vez. Contudo, ele encontra com Shadow Moon e mais um combate se desenrola. O vilão tenta dominar a moto de Black, (Battle Hopper) mas não consegue isso por muito tempo. Pois Kamen Rider usa sua King Stone (seu cinturão) para libertar a motoca. Ela ataca o inimigo, mas é destruída. Antes disso, Kamen Rider derrota um monstro perigoso do império inimigo.
Então, em seguida, Isamu entra na base de Gorgon. A batalha final entre Black e Shadow começa. O herói esta com o sabre que pertencia ao seu irmão. O problema é que Moon esta fraco pelos combates anteriores. E perde.
Depois disso, Kamen Rider encontra o Rei Criador, (Grande Rei). Ele tenta o herói, mas em seguida, o herói mata o vilão. E Isamu passa a viajar pelo Japão, tentando encontrar seu lugar no mundo

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Os metal heros que passaram aqui no Brasil


Aqui listo alguns dos metal heros de tokusatsus que apareceram aqui no Brasil. Por canais como a Manchete, Bandeirantes, Record e até a Globo.
Gaban - Policial do Espaço (宇宙刑事ギャバン Uchū Keiji Gyaban, 1982);
Sharivan - Policial do Espaço (宇宙刑事シャリバン Uchū Keiji Shariban,1983);
Shaider - Policial do Espaço (宇宙刑事シャイダー Uchū Keiji Shaidā, 1984);
Jaspion - Investigador de Monstros Gigantes (巨獣特捜ジャスピオン Kyojǔ Tokusô Jasupion, 1985);
Spielvan - Guerreiro Dimensional Spielban (時空戦士スピルバン Jikū Senshi Supiruban, 1986);
Metalder - Super Homem Máquina (超人機メタルダー Chōjinki Metarudā, 1987); 
Jiraiya - Guerreiro Mundial Ninja "Série exibida no Brasil com o nome de Jiraya, o Incrível Ninja. (世界忍者戦ジライヤ Sekai Ninja Sen Jiraiya, 1988); 
Cybercops, os Policiais do Futuro (電脳警察サイバーコップ Dennō Keisatsu Saibākoppu, 1988);
Jiban - Detetive Móvel (機動刑事ジバン Kidō Keiji Jiban, 1989); 
Winspector - Polícia Especial (特警ウインスペクター Tokkei Uinsupekutā, 1990).
Solbrain - Comando de Resgate Especial (1991);


segunda-feira, 24 de abril de 2017

O que esta acontecendo com os tokusatsus?

Assistindo o final de Metalder, me veio a cabeça como os atuais tokusatsus estão fracos em roteiro.
Para quem não sabe, no final da série, o herói pede que um amigo destrua um cinto com energia gravitacional. Esse cinto é fonte de seus poderes e de sua transformação. Contudo, isso impedirá que volte a sua forma humana, Hideki. Ele pede isso ao amigo pois caso contrário o planeta explodiria, já que o item estava danificado devido ao vilão Neroz. Em um ato muito triste, Hitomi, seu colega usa a espada na frente de outra amiga do protagonista Maya. Metalder se despede, pois nunca poderá ser aceito em uma sociedade atual como um ser humano e que sua humanidade se perderia... Ao menos é isso que parece... Ainda assim, um bom final naquela época para uma série.
Hoje em dia grande parte dos tokusatsus (sejam metal heros, kamen riders ou super sentais) perderam boa parte de seu roteiro. A prova esta por exemplo em suas franquias mais novas de tokusatsus como Kamen Rider Ghost. Não vou me aprofundar muito, mas o personagem principal é neto de um caçador de fantasmas. No tempo atual, monstros provenientes de espiritos de grandes figuras históricas surgiram no mundo. E ao salvar algumas pessoas ele morre. Um eremita o ressuscita, mas ele precisa agora enfrentar monstros baseados em personalidades reais. Além disso, quando se transforma em Kamen Rider Ghost, ele usa outros espíritos como os de Benjamin Franklin. Agora, eu nem sei quem gostaria de ver uma história assim! Esta fraca demais! Nem parece algo mais bem bolado como as de Kamen Rider Black ou RX. Nem Decade!
Ai vamos para os super sentai. Quem tem a minha idade pode conhecer obras como Changeman ou Flashman, mas esqueça completamente isso! A seriedade dessas obras foi totalmente esquecida. Não que seja algo extremamente necessário, mas que deixa a obra ruim... Ah, isso sim! Em Samurai Sentai Shinkenger, as famílias de vários clãs samurais se unem na atualidade para combater monstros provenientes de um rio, que na mitologia japonesa, conduz os espíritos dos mortos. Bacana? Pois é... Para ai! Quase nada da tecnologia é explicada. Para que falar tudo isso sem dar um motivo ao menos decente para os avanços nos itens? Complicado.
É certo falar que um tokusatsu quer chamar atenção para um mercado de brinquedos e bugigangas. Contudo, isso mostra que nós não temos mais pessoas apaixonadas nos roteiros. E não é a toa que o filme dos Power Rangers (esse de 2017) fez tanto sucesso. Bem mais plausível e bacana.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Garo e algumas animações sobre a série


O slogan da série é "Onde há luz, as sombras se escondem e o medo impera ... ainda pela lâmina de Cavaleiros, a humanidade foi dada a esperança ...".
Garo enfoca a vida de Kouga Saezima, que assumiu o título de Cavaleiro Makai para proteger a humanidade contra as trevas e suas manifestações demoníacas chamadas de "Horrores". Em sua busca para eliminá-los, ele encontra uma jovem chamada Kaoru a quem ele salva de um horror, mas que está manchada com
o sangue demoníaco. Como regra geral, aqueles que foram manchadas com o sangue de um Horror deve ser mortos, ou então eles vão morrer dolorosamente em aproximadamente 100 dias. Kouga poupa Kaoru e tenta encontrar uma maneira de purificá-la antes de seu tempo restante expirar. Assim, a série centra-se na relação de desenvolvimento Kouga com Kaoru e sua posição em proteger a humanidade de acordo com os desejos de seu pai, que foi seu antecessor, com o título de Garo.

Crimson Moon
Um jovem que herdou o título de Cavaleiro Dourado Garo. Criado sob tutela de Seimei para se tornar um Cavaleiro Makai, ele patrulha Heian-kyou (o antigo nome de Kyoto) por horrores junto com Kintoki.






Honoo no Kokuin
Leon nasceu de sua mãe enquanto ela estava sendo queimada vivo como um dos muitos sacerdotes Makai e Cavaleiros Makai que vivem na terra de Valiante Unida, que foram vítimas de genocídio orientados pela visão vingativa de Medoza, que habilmente mascarou como uma caça às bruxas. Felizmente, Leon foi salvo pela magia colocada sobre ele por sua mãe Anna, salvo das chamas por seu pai Germán Luis. A memória da morte de sua mãe permaneceu com Leon através de seus pesadelos devido ao período residual com sua mãe deixando uma marca em seu braço direito que faz com que chamas a apareceram sempre que ele está em aflição emocional.