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domingo, 25 de março de 2018

A Saga Kamen Rider - Parte 2

Após Kamen Rider Black e Black RX, os riders surgiram mais em filmes por um certo período. E com isso houve um período de maturidade maior das obras, em especial na saga de Shin. Mesmo sendo histórias que se baseavam nos clássicos Kamen Riders. Talvez pelas histórias mais antigas de Shotaro Ishinomori não terem os recursos em sua época para tramas mais elaboradas ou até mesmo efeitos especiais que seriam usado a exaustão em sagas posteriores.
Kamen Rider J - Uma raça de invasores conhecido como Fog, ao qual só quatro deles existem, pretende invadir a Terra. Não só a dominar, mas se alimentar da vida humana no planeta inteiro! Mas para isso eles necessitam de um ritual que exige sacrifício. 
O repórter fotográfico Kouji Segawa, que descobriu que diversos animais estavam morrendo misteriosamente numa floresta devido à poluição do lago local, dirige-se para lá e acampa próximo a uma casa no lago. Uma garota chamada Kana é capturada para o tal sacrifício. Ao tentar a salvar Kouji morre no processo.
Enquanto a líder dos Fog continua seus planos sinistros, o corpo de Kouji é levado a dois seres encapuzados que se intitulam Espíritos da Terra. Eles lhe fazem uma cirurgia o tornando Kamen Rider J.
Entre um dos seus poderes mais impressionantes esta o de ser o primeiro rider que fica gigante. Seu poder vem literalmente da força da Terra.
Kamen Rider ZO - Nos confins de uma floresta selvagem, Masaru Aso desperta ao som da música de um relógio de bolso, repetindo para si mesmo o que seria uma mensagem telepática, com um estranho apelo para que protegesse "Hiroshi". Ao que parece esse nome é o do filho de um cientista amigo seu. 
Após isso, Aso se transforma em Kamen Rider ZO. Esse motociclista que auxiliou o Professor Hiroshi Mochizuki em seus experimentos científicos e que após ser cibertizado em fusão com um gafanhoto se tornou Kamen Rider ZO. O único problema é que o vilão que quer sequestrar o filho do professor também foi criado por ele também. Doras.
Kamen Rider Shin - Shin, um ex-motociclista que largou a sua paixão para servir de cobaia em um dos experimentos de seu pai, o renomado cientista Daimon Kazamatsuri que atua como geneticista na ISS (Institute of Super Science, Instituto de Super Ciência) que arbitrariamente é controlada por uma facção conhecida como O Sindicato.
Sexualmente ativo e envolto de cenas de nudez de sua namorada, Ai Asuka, Shin se vê em um drama quando percebe que as experiências feitas em seu corpo podem tê-lo transformado em um ser sem escrúpulos, o culpado pelos ataques a mulheres que aconteciam na cidade por um monstro em forma de gafanhoto.
Yoshikazu Onizuka, parceiro do pai de Shin na criação da arma orgânica perfeita. Apaixonado por insetos, ele acredita que os gafanhotos um dia dominarão os seres humanos graças as suas capacidades físicas e psíquicas além das dos outros seres. Tal crença o leva a injetar genes do inseto em Shin e posteriormente em si mesmo, criando a principal reflexão do filme: até aonde o ser humano pode chegar para defender o conceito de preservação que ele mesmo criou?

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Os finais que não vimos dos tokusatsus no Brasil


Defensores da Luz Maskman: No final da série, Zeba ergue seu castelo rumo à superfície e espalha partículas das trevas que tapa a luz do sol. Ele finalmente mostra sua real forma – o filho do lendário Issaldogla, e não o próprio como se imaginava – e enfrenta o robô de brinquedo da equipe . Para vencer, os heróis contaram com a ajuda de uma resignada Igan e da Princesa Ian (que passou a série toda num esquife de gelo, que juntas fizeram desaparecer as partículas das trevas.
Depois de tudo terminado, Igan se isola no túnel infinito para pagar por seus pecados, por ter ajudado Zeba. Um  final bem simples para um sentai se me permitem falar.

Black Kamen Rider: No final da série, Isamu Minami vai atrás de Nobuhiko e tentar derrotar os Gorgons de uma vez. Contudo, ele encontra com Shadow Moon e mais um combate se desenrola. O vilão tenta dominar a moto de Black, (Battle Hopper) mas não consegue isso por muito tempo. Pois Kamen Rider usa sua King Stone (seu cinturão) para libertar a motoca. Ela ataca o inimigo, mas é destruída. Antes disso, Kamen Rider derrota um monstro perigoso do império inimigo.
Então, em seguida, Isamu entra na base de Gorgon. A batalha final entre Black e Shadow começa. O herói esta com o sabre que pertencia ao seu irmão. O problema é que Moon esta fraco pelos combates anteriores. E perde.
Depois disso, Kamen Rider encontra o Rei Criador, (Grande Rei). Ele tenta o herói, mas em seguida, o herói mata o vilão. E Isamu passa a viajar pelo Japão, tentando encontrar seu lugar no mundo

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Sobre o autor: Shotaro Ishinomori

Ele nasceu em 1938, ele também é conhecido como o Rei do Mangá. Muitos de seus trabalhos iniciais são influenciados por seu mestre, Osamu Tezuka. Mas ele talvez tenha sido um artistas que sempre foi um pouco a frente de seu tempo. Tanto que sua figura no Japão é comparada ao grande Stan Lee.
Ele era o mais jovem de sua geração, mas também o mais talentoso, o primeiro a publicar profissionalmente e sempre atarefado, empregando seus colegas como assistentes em seus vários trabalhos. E sua velocidade assustaria até Eiji. Relatos de outros mangakás da época dizem que Ishinomori produzia cerca de 20 páginas em um único dia de trabalho, onde a média era de 2 à 5 páginas, mesmo com autores cooperativos, como a dupla Fujiko Fujiyo. O próprio comentou em extras de Cyborg 009 que chegou a produzir, com a ajuda de seus amigos, 650 páginas mensais de quadrinhos, mas que aquilo era loucura. Com “apenas” 300, ele já suava. Apesar das páginas da época terem uma arte mais caricata, ângulos mais simples e narrativa corrida, cada uma continha mais quadros e texto do que hoje. Desenhar e finalizar essa quantidade de páginas é impossível para um artista de hoje, onde a média é de 30 páginas por mês.
O nome dele pode parecer muito complicado, mas você logo descobrirá que já viu algum dos programas de TV originados por seus mangás. Estamos falando de Shotaro Ishinomori, um desses desenhistas de mangás que será eternamente conhecido por seu excelente e inigualável legado artístico. Quem tem mais de 40 anos, e gosta de animações, talvez se lembre de alguns clássicos desenhos animados que tem a sua marca. Entre eles estão Cyborg 009 e
Esquadrão Arco-Íris, inocentes cartoons nipônicos dos anos 60, exibidos no Clube do Capitão AZA, da extinta TV Tupi. Realmente bem antigo. Além desses, o público mais jovem conhece Ishinomori por outras atrações da telinha criadas por ele, como: Kamen Rider Black, Bicrossers, Machineman e Patrine. Todas essas séries foram exibidas pela antiga Rede Manchete e tem muitos fãs no Brasil. Ex-assistente do consagrado artista Osamu Tezuka, Shotaro Ishinomori foi capaz de criar seu próprio universo de heróis e equiparar seu trabalho ao de seu mestre. Todo este universo foi imaginado pela mente fértil desse ilustre cidadão de Ishinomaki, província de Miyagi, sua terra natal. É neste lugar, relativamente perto de Tóquio, onde foi erguido um museu à sua memória e obra. Desde 2001, muitos admiradores desta personalidade da "Terra do Sol Nascente" visitam o "Ishinomori Mangattan Museum", para saber mais sobre uma das mais importantes figuras do mundo do mangá, anime e tokusatsu. Ishinomori morreu em 1998, mas deixou um legado que se perpetua até hoje. São inúmeros desenhos para televisão e cinema que se confundem com a história da animação no Japão, brinquedos e muitos outros produtos derivados de suas sagas juvenis.
Durante anos, Ishinomori usou a grafia de seu nome idêntica à de sua terra natal, de quem se apossou do nome por vergonha de seu próprio sobrenome, por remeter à outro artista de mangá, Shufu Onodera, que ficou famoso por ilustrações militaristas durante a Segunda Guerra Mundial. Porém, por um detalhe da grafia, todos liam apenas Ishimori, porque o “no” não é escrito. Alguns nomes de bairros e cidades no Japão tem essa peculiaridade, que causa uma certa confusão. Isso sempre incomodou o artista, que precisava corrigir o nome pelo qual era chamado.
Muito de seu método de produção mudou após a morte de sua irmã. 
Um dos exemplos de sua contribuição nos tokusatsus esta na série Kamen Rider, não só na saga Black. Criado pela equipe da TOEI, a primeira série desse herói surgiu em 1971. E contou com 98 episódios, com encerramento em 1973. Nesse período, apenas um episódio era exibido aos sábados em horário nobre pela TV NET. Sua ideia original era a de um homem mutante, metade humano e metade gafanhoto, mas para os padrões da época, um herói assim não combinava. Como desenhista, ele foi mudando lentamente os conceitos do personagem, para o que temos nos primeiros Riders. Mudanças entre o mangá e a série permitiram ao autor mexer no personagem como quisesse. Sendo que ele sempre quis dirigir um filme, assim, se realizou no live-action.
Além disso, ele trouxe a adaptação em mangá de The Legend of Zelda: A link to the past. Sem contar outra obra prima dessa área que é HOTEL. Ele deixou mais de 770 mangás.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Kamen Rider! Henshin



Talvez um tokusatsu que mudou completamente de atitudes de sua criação, até sua forma atual (que eu detesto) é Kamen Rider. Nas primeiras obras, era comum um jovem rapaz ser capturado por uma entidade/grupo/organização/empresa maligna para ser transformado em um monstro para atacar a humanidade. Normalmente, este homem era moldado geneticamente com habilidades únicas (que por algum motivo lembram um inseto!) e poderosas! Se tornando um Kamen Rider, também chamado Masked Rider.
Inicialmente, os Kamen Riders tinham um visual e temática mais sombria. Shotaro Ishinomori, tinha esse plano, com isso faria personagens mais sombrios, assim como heróis, vilões e temáticas. E muitos outros heróis dessa linha surgiu. Assim, criando então uma nova franquia como metal heros e super sentais.
Só que depois de mais de uma década (ou até mais!), a ideia sobre estes heróis é hoje em dia mais comercial. Diferente das obras mais sérias atuais como Garo.
Entre os Kamen Riders estão:


  • Kamen Rider
  • Kamen Rider V3
  • Kamen Rider X
  • Kamen Rider Amazon
  • Kamen Rider Stronger
  • Kamen Rider Skyrider
  • Kamen Rider Super-1 (até aqui, já temos 9 Kamen Rider, mas listo aqui só os principais)
  • Kamen Rider Black e RX
  • Shin Kamen Rider
  • Kamen Rider ZO
  • Kamen Rider J
  • Kamen Rider Kuuga
  • Kamen Rider Agito
  • Kamen Rider Ryuki
  • Kamen Rider 555
  • Kamen Rider Blade
  • Kamen Rider Hibiki
  • Kamen Rider Kabuto
  • Kamen Rider Den-O
  • Kamen Rider Decade (que reuniu TODOS os Kamen Riders, além de se envolver com super sentais.
  • Kamen Rider Double (W)
  • Kamen Rider OOO
  • Kamen Rider Fourze
  • Kamen Rider Wizard
  • Kamen Rider Gaim
  • Kamen Rider Drive
  • Kamen Rider Ghost
Vale citar o seguinte sobre Kamen Rider:
  1. Chegou aqui no Brasil através da Manchete. O primeiro já exibido foi Kamen Rider Black. O clima da série que era boa, mas relativamente boa, ficou mais séria e sombria. E seu último episódio nunca foi exibido. O que veio em seguida, foi RX, que aproveitou a sequência e seu sucesso ainda usando o mesmo ator e personagem. 
  2. Kamen Rider Dragon Knight usou a mesma desculpa de Mighty Morphins Power Rangers. Usou a série clássica japonesa (Kamen Rider Ryuki) e criou uma série mais adulta, diferente de MMPR. Foi feito nos Estados Unidos (ou Canadá, creio eu) e foi exibido na extinta TV Globinho na Globo.
  3. Existem muitos Kamen Rider malignos, só que nenhum foi tão emblemático quando Shadow Moon. Sendo a contraparte de Kamen Rider Black (Sun Black, que foi erroneamente denominado no Brasil como Senhor Black), ele fez um enorme sucesso. Sendo utilizado muitas vezes como vilão até mesmo quando outros Kamen Rider se unem! Uma ameaça até depois da morte!

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Referências ao Brasil em obras japonesas


A gente já viu que além do Blanka (a maior referência ao povo brasileiro em um jogo de video game, e 100% de autenticidade... #SQN) agora temos Sean (Street Fighter III) e Laura Matsuda (Street Fighter V). E o pior é que essa Laura tem até muito a ver com as brasileiras, mais da linha carioca. Não concordam? Bem ai vocês que sabem... Maaaaaaaas não temos só eles passando pelo Japão e mostrando nosssa cultura (de forma certa ou errada). Vejamos mais alguns casos.
Primeiro falemos de algo mais antigo, o Kamen Rider Amazon. Um avião cai na floresta amazônica e o único sobrevivente era um recém nascido japonês, Daisuke Yamamoto, que foi encontrado por um sacerdote que o adotou e lhe deu o nome de Amazon. Anos mais tarde, o sacerdote, em um ritual de magia, deu-lhe poderes para se transformar em uma selvagem e sanguinária forma de homem réptil. No interior da floresta havia surgido uma entidade demoníaca conhecida como Geddon, um exército de criaturas em forma de animais lideradas por Gorgos, o demônio de dez faces. Amazon possuía um bracelete que lhe dava seus poderes, enquanto Gorgos detinha a outra metade desse bracelete especial e queria a metade que o herói guardava consigo, pois com as duas metades juntas, o seu portador ganharia poderes extraordinários. Após Gorgos matar o sacerdote, Amazon viaja até o Japão como passageiro clandestino de um navio de luxo. Mas quando chega lá, depara-se com Gorgos e passa a enfrentar o Império Geddon.
No início, Amazon era como um peixe fora da água, andava quase nu pela cidade trajando apenas com um tanga e sandálias feitas de couro e cipó, era meio desconfiado da tecnologia e ficava ressabiado quando via uma TV ou rádio ligado. Amazon também não entendia nada de japonês e por isso se comunicava com gestos, grunhidos e caretas. Mas conforme o tempo passava ele aprendeu a viver no mundo novo, começou a falar japonês corretamente, dirigir moto, e até ganhou uma roupa nova feita com trapos velhos e rústicos, mas que cobria melhor seu corpo. Algo engraçado é notar que Shotaro Ishinomori, é um entusiasta da proteção da natureza. Por isso usou um inseto como referência para os Kamen Rider. Esse no entanto se passeia mais em um camaleão (o cara nem precisa entender de geografia, biologia ou ecologia, se pensou o que imagino XP) 
Nas primeiras lutas, Amazon se comportava como um verdadeiro animal, em vez de socos e pontapés ele se defendia com arranhões, mordidas e coices. Amazon durante as lutas tinha a mania de guinchar, não dizia absolutamente nenhuma palavra, era realmente como um animal, muitos gritos e berros. Quanto mais nervoso ficava mais agudos e forte eram os guinchos de Amazon. Mas conforme a sua evolução o estilo de lutar mudou, e isso foi interessante de presenciar na série, ele começou a deixar as mordidas e unhadas de lado e aprendeu a lutar que nem um artista marcial, usando golpes menos animalesco, até desenvolve um ataque especial, o Dai Setsudan, ou Grande Fatia em português, era um fortíssima braçada que detonava o inimigo mutilando-o. Amazon até desenvolveu um "Rider Kick", só que quando ele usou esse golpe unicamente no episódio 22 ele gritou Amazon Kick.
Aldebaran de Touro (Saint Seiya) Único Cavaleiro do Brasil (Eeeeeeeeeh preconceito). Apesar da aparência “assustadora”, Aldebaran é um Cavaleiro extremamente amigável e sentimental. É amigo de Mu de Áries, em quem confia bastante, e parece se dar bem com os demais companheiros das Doze Casas. Lógico com suas exceções... Duvido que ela vá com a cara do Máscara da Morte. É também muito honroso e nunca temeu perder a própria vida em prol de Atena. Devido à sua curta participação e derrotas consecutivas, é considerado um Dourado injustiçado, que não teve todo o seu potencial explorado. Ganha muito respeito pelos Cavaleiros de Bronze depois de ver a determinação com que lutavam pelo amor e pela justiça (Huuuuuum mona! kkkkkk). Mas graças a Cavaleiros do Zodíaco G e Soul of Gold, ele mostrou ser bem mais forte do que muitos imaginavam.
Não é bem um personagem, mas sim um acontecimento relativo ao anime e mangá Hellsing. E ver como o Alucard é grandíssimo filha da puta!!! Sério! Curto essa personagem, mas ele é um miserável.Num dos episódios mais complicados dessa série, o vampirão Alucard enfrenta um enorme grupo de inimigos. Problemas: eles são humanos! Algo que os Cavaleiros Protestantes são contra é a morte de sua espécie. Ele então liga para a lider do grupo Hellsing e pergunta o que deve fazer. Matar humanos vai contra a ética e perder o vampiro é impensável. Então ela toma a decisão de deixar Hellsing fazer o que achar melhor. Chuta o que aconteceu? Sangria... E ele fez isso de propósito. Poderia ter feito a merda toda, depois levar a bronca da chefe. Tá bem, ele é controlado por ela. Algo me diz, no entanto que isso foi tipo "vou ferrar com a cabeça dessa guria".
É um dos melhores episódios pois mostra que boa parte dos personagens perderem pouco-a-pouco a humanidade.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

O que é tokusatsu?



Não, não é uma ofensa em japonês rapaz! É algo bem melhor do que a forma de xingar do outro lado do mundo. Pelo menos eu acho. Vamos aos fatos.
Os tokusatsus ou chamados de live actions, são os seriados de super-heróis uniformizados que surgem no Japão aos montes. Surgiram em especial na febre da "família Ultra" e do clássico em preto e branco, National Kid. Sempre com nomes únicos como Cybercops, Jaspion, Jiraya, Changeman, Flashman, Google Five, Jiban, Lion Man e Black Kamen Rider. Quase todos eram exibidos na falecida TV Manchete e na Record. Alguns outros, como Bicrosser, passavam na Globo. Depois da invasão dos animes, esse gênero ficou um tanto esquecido.
E então ficaram mais popularizados, nos anos 90 em diante por uma série da televisão "Fundação Marinho" comprada da Saban. Mighty Morphin Power Rangers, que nada mais era que uma montagem de cenas gravadas nos States, com outras arrumadas do Japão de outra série. Isso fez um sucesso tremendo mais uma vez.
E podemos listar alguns gêneros:

-Metal Hero: onde temos um único herói enfrentando males, (quase sempre espaciais) com um uniforme especial (quase sempre metálico) para proteger a Terra. Nesse gênero, quase sempre se encaixam coisas como naves gigantescas que se transformam em robô (Jaspion e Sharivan) ou um inimigo jurado (MaCgaren, entre outros). Normalmente, nesse tipo de produção, o herói é uma espécie de "oficial da lei especial". E também, com certa regularidade, o herói destrói os monstros com uma espada.

-Super Sentai: grupo de jovens (quase sempre duas mulheres e três homens, mas nem sempre isso é regra) uniformizados com colant (nas séries devem ser materiais especiais). Cada um usando cores diferentes eles se unem pelo bem comum. Temos entre os seriados assim, Flashman e Changeman entre outros. Nesse, continuamos possuindo os robôs gigantes, normalmente surgindo da fusão de veículos especiais. E usam armamentos mais que poderosos. E nesse temos os famosos "monstros-aumentadores-do-monstro-do-dia".

-Kamen Rider: esses tem uma grande admiração por meus olhos. Criados essencialmente por Shotaro Ishinomori, esses heróis solitários enfrentam o mal em suas motos (devidamente patrocinadas como vários tokusastsus de outros gêneros). Diferente dos outros gêneros temos aqui heróis com poderes criados pelos vilões! Uma grata surpresa nessa época. Hoje em dia nem tanto. Além disso, se vê uma tentativa te levar a história para algo mais sombrio. Era algo que fugia do convencional naquela época. E aqui surgiu graças a Black Kamen Rider e Kamen Rider Black RX.
Existem outros como Jiban, Garo e Jiraya que fogem desses gêneros, ou que combinam melhor. Mas procure e se aprofundem neles. Talvez encontre algo que goste. Como é com animes e mangás. Afinal, muitos são inspirados por eles.