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domingo, 21 de janeiro de 2018

O sucesso dos battle royales!


Alguns dos jogos que estão fazendo um sucesso tremendo são os chamados battle royale. Entre alguns dos nomes desse estilo são, Fortnite e Players Unkown Battle Grounds. Neles os jogadores quase sempre fazem o mesmo esquema de jogatina: um número grande de players é jogado dentro de um território (uma ilha quase sempre) e eles tem que se matar até sobrar apenas um. Com armas diversas no território, mas você começa com pouquíssimos recursos. Existem muitos modos diferentes hoje em dia neles. Mas a grande maioria funciona como foi dito anteriormente. Um mata mata.
A estratégia, habilidade e sorte contam muito aqui. 
Essa idéia de jogo é inspirada no livro Battle Royale, de Koushun Takami. Nele, em um futuro hipotético, o Japão se tornaria um país totalitarista. Onde se pegavam os alunos de algumas escolas, onde somos apresentados a 42 alunos, que devem se matar. Se não, uma bomba coleira em seus pescoços vai explodir. A obra foi escrito em 1996 e só foi lançado em 1999, devido a violência excessiva contida nele. Só que fez sucesso, virou mangá e depois filme.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Live-actions baseados em mangás e animes (terceira parte - filmes que esqueci)

Desculpem por estar passando só agora isso, mas é que acabei me lembrando deles só agora! Pois estava assistindo um deles beeeem rapidamente. Espero que gostem.
Video Girl Ai: Essa história narra as desaventuras amorosas de Youta, um rapaz tímido e atrapalhado que não sabe como conquistar Moemi, a garota dos seus sonhos e ao qual ele não consegue se declarar. Sem sorte no amor, Youta acaba encontrando a Locadora Paraíso, lugar que apenas aqueles de coração puro conseguem enxergar. Na misteriosa loja, ele aluga um filme “estrelado” por uma Video Girl e vai para casa. Quando Youta começa a assistir à fita, eis que sai da tela da TV Ai-chan. Ela é uma Video Girl, cuja missão é fazer o garoto feliz. Desde então, a vida de Youta muda completamente. Entre muitos romances e trapalhadas, Ai-chan se apaixona pelo garoto, mas segue firme em sua missão de trazer alegria para o coração solitário do rapaz.
Battle Royale: Battle Royale se passa em uma versão fictícia do Japão, apresentado como um estado policial. O estado, conhecido como a República da Grande Ásia Oriental, se originou após uma revolta populacional sofreu uma repressão pela junção das Forças Armadas e das Forças de Polícia. De tempos em tempos, 42 alunos do 9º ano de alguma escola secundária são selecionados aleatoriamente para pegar armas e lutar entre si até que somente um sobreviva. O Programa foi criado, supostamente, como uma forma de pesquisa militar, com o resultado de cada batalha sendo transmitido na televisão. No decorrer do livro, é mostrado que um personagem descobre que o
Programa não era um experimento, mas sim uma forma de aterrorizar a população. Em teoria, depois de verem tais atrocidades, as pessoas iriam se tornar paranoicas e divididas, prevenindo outra revolta.
Sob o disfarce de uma "viagem escolar", um grupo de estudantes da Escola Secundária Shiroiwa, uma escola secundária operada pela cidade de Shiroiwa, uma cidade fictícia localizada em Kagawa, são presas em um ônibus e forçadas a inalar gás do sono, para então acordar em uma escola em uma ilha isolada e vazia, utilizando coleiras de metal em volta de seus pescoços. Depois de serem informados sobre o Programa, os estudantes são designados a kits de sobrevivência com uma arma ou ferramenta aleatória, e mandados para a ilha um a um. Enquanto a maioria dos estudantes recebem armas e facas, alguns recebem itens relativamente inúteis, como bumerangues, dardos do jogo de arremesso de dardos, ou um garfo. Em alguns casos, ao invés de uma arma, o estudante recebe uma ferramenta. Hiroki Sugimura recebe um dispositivo de rastreamento e Toshinori Oda recebe um colete à prova de balas.
Para ter certeza de que os estudantes irão matar uns aos outros, as coleiras de metal em volta de seus pescoços informam sua posição, e irão explodir se eles entrarem em uma "Zona Proibida" ou se tentarem retirar a coleira.
Battle Royale II: Requiem: Três anos após os sobreviventes do primeiro "Battle Royale" terem escapado da ilha, vamos encontrar Shuya Nanahara, à frente de um grupo terrorista internacional anti-BR e anti-governo. Declarando guerra a todos os adultos que apoiaram a Lei BR o grupo lança um ataque devastador a Tóquio. Em nome da Justiça, o governo retruca criando a Lei Anti Terrorismo do Milénio ou BR-II, um "jogo" com regras novas e mais cruéis. Um ano mais tarde, uma turma de 42 alunos do 9º ano é sequestrada, obrigada a vestir fardas da tropa e a colocar coleiras eletrônicas mortais. O professor informa-os que foram escolhidos para o BR-II, um novo jogo de guerra contra o terrorismo. "Tem 72 horas para descobrir e matar Nanahara se quiserem ganhar e sobreviver. " Um dos alunos recusa-se a participar e é morto ali mesmo. Sob as novas regras, a coleira de uma aluna é ativada, matando-a de imediato. Agora só faltam 40... Os restantes são enviados para as linhas da frente da "guerra contra o terror"
Kuroshitsuji: Numa mansão nos arredores de Londres, na era Vitoriana, o mordomo Sebastian Michaelis serve Ciel Phantomhive, de treze anos de idade, o cabeça de uma família nobre inglesa e de um império de brinquedos e doces, que atua diretamente com a rainha. Sebastian realiza todas as tarefas exigidas por seu mestre, solucionando problemas que importunam a Inglaterra com facilidade e perfeição, sejam eles sobrenaturais ou não.