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quarta-feira, 2 de março de 2016

Doujinshi: "Whatafuck" é isso? É fanzine?




Doujinshi (doujin=grupo de pessoas com o mesmo interesse e shi=forma coprimida de revista) seria o que nós brasileiros chamamo de fanzine, mas com uma pequena diferença.
Os personagens de um doujinshi são sempre famosos na mídia (não tô falando da Paris Hilton seus bobos! XP), ou seja sempre são personagens de anime e mangá. E eles podem ser colocados em situações comuns de sua rotina ou não: você pode ver o Goku fazendo compras com a Chi Chi e encontrando o Batman (???) e então começarem uma briga, ou quem sabe ver o Naruto indo pra uma escola típica japonesa, e arrumando briga com o Hyuuga (essa é mais comum inspirada em um dos encerramentos de Naruto). 
Com a popularização da Internet é possível notar uma infinidade de trabalhos desse tipo. E eles são, realmente, muito acessados!
Exemplos de grande autores que começaram com doujinshi são o Clamp e Ken Akamatsu (que até hoje continua com seus trabalhos desse gênero).


terça-feira, 21 de maio de 2013

Roteiro X Arte


Em muitos anos que mexo com mangás e animes consegui definir essa arte em três tipos:

  • Arte e roteiro ótimos
  • Arte ótima, mas com roteiro baixo
  • Roteiro ótimo, mas arte baixa
Isso porque, nem sempre, quem desenha faz o roteiro. Isso nem sempre é algo ruim. Vejamos o exemplo de  Death Note. Nele, temos um artista e um roteirista (não os dois em uma única pessoa!) o que possibilita ao roteirista se concentrar em um enredo rico e bem trabalhado. Enquanto, muitas vezes a arte final tem como intenção impactar um roteiro rico.
Mas é lógico que também existem aqueles que trabalham com ambos, e mantêm uma boa qualidade do serviço. Uma obra que mostra isso é Rurouni Kenshin. Nobuhiro Watsuki sempre fez um ótimo serviço tanto em roteiro, quanto em desenhos, além de pesquisa. Sua obra, possui uma qualidade histórica rica e rara.
O uso do Shinsegumi, assim como Hajime Saitou, e outras figuras importantes do Japão (além de político e fatos que realmente ocorreram nos primeiros anos da Era Meiji) tornam a obra, que é voltada para adolescentes em algo mais. Não é a toa que já fizeram 6 OVAs, além de um filme em Live-Action recentemente lançado. 




Mas é obvio que existem alguns problemas também. Existem obras com uma qualidade sofrível. Exemplos? Bem, Love Hina, de Ken Akamatsu, é um sucesso até hoje. Mas sejamos francos: não é uma obra de arte, muito menos revolucionou o mundo como Neon Genesis Evangelion não é? É o poder do marketing meus amigos! Fizeram tanta propaganda que deu certo, até demais. Mas o engraçado é que mesmo obras como Ah! Megami-sama não são famosas por aqui mesmo possuindo tanta fama ou um enredo tão elaborado. Como pode? Bem isso ainda é algo beeeeeeeeeeeem inexplicável.