Mostrando postagens com marcador Netflix. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Netflix. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de abril de 2025

Precisamos falar de Devil May Cry... e de NERDOLAS!


Uma das coisas que mais está me enchendo, é o quanto nerdola consegue ser chato. Muita gente sempre reclama de algo por ser X, e então fazem Y. Depois fazem Y, pois na verdade, querem o original de A. Mas do que diabos eu estou falando? O título já diz tudo: Devil May Cry e sua versão para anime na Netflix.
Recentemente, eu o assisti e gostei muito do que vi. E gostei muito dele. Entretanto, a galera começa falando que a história do game é um jogo com uma "profundidade de um pires de tão rasa e tentam fazer um mousse". Que Bayonetta é um pouco mais aprofundado em questão de enredo, mas jogando a culpa no Kamiya (criador de Devil May Cry e Bayonetta) nunca foi tão metódico com as IPs dele. E falam que essa obra é anti-imperialista e anti-armamentista... Que???
Isso acontece pois saiu esse novo anime, e que estão comparando ao antigo Devil May Cry. Que por sinal, muita gente odiava, mas por algum motivo, do nada passaram a curtir.
Para entender melhor, vamos pelo começo. O que é Devil May Cry? Inicialmente, é um game que saiu para PS2 (Playstation 2), usando de parte do que foi gerado para o game Resident Evil 4. O mesmo game da saga RE, foi base para outro jogo Onimusha. É então, uma obra da Capcom, com o personagem aparecendo, como participação especial em diversos outros produtos da produtora de games.
E sua história é, teoricamente, simples: O protagonista, Dante, é o filho de uma mulher humana, com um demônio de nome Sparda. Para combater as forças do mal (e pagar sua vida, pois ninguém vive de ar) ele, quando mais velho, cria uma agência de serviços chamada Devil May Cry. Com isso, ele enfrenta demônios como Mundus, que lhe retirou sua família e seu irmão gêmeo, Vergil. Nesse meio tempo, ele se alia a personagens como Trish, Lady, Nero (seu sobrinho), entre outros.
Apesar de ser um roteiro simples, ele tem sua complexidade, como disputas familiares, a busca por uma família, que nem toda a pessoa nasce maligna mesmo nas condições em que vive, e por ai vai. Mas antes de terminar e explicar o motivo de odiar os nerdolas criticando a obra agora... Leia sobre os dois animes dele.
Devil May Cry (2007):
Esse foi desenvolvido pela Madhouse, criado por japoneses mesmo. Possuía apenas 12 episódios. J.D. Morrison, que é um dos principais contatos de Dante, lhe entrega um serviço. Ele deve proteger Patty Lowell, que é uma orfã, confundida com uma herdeira, contra alguns esquemas humanos e demoníacos. Alan Lowell, um ancestral de Patty, costumava conjurar e controlar demônios. Alan só não conseguiu controlar a demônio Abigail, quase tão poderosa quando Mundus, alguns dizem. Só no máximo a prendendo no pingente Lágrima de Alan, um artefato poderoso.
Inicialmente, ele ficava com Nina Lowell. Mas não apenas nele, fica a "lágrima", mas em um pingente que fica com Patty, filha de Nina.
A arte é boa, mas a ação é off-screen, ou seja, fora da tela. Com algumas poucas vezes em que o personagem dura muito contra Dante, sem contar o pouco uso da Vermillion.
Lembrando que ele é canônico. Sendo que a história se passa entre Devil May Cry 1 e Devil May Cry 2.
Devil May Cry (2025):
Criada pelo produtor de cinema indo-americano Adi Shankar, animada pelo estúdio sul-coreano Mir e produzida pela Shankar Animation, é baseada na franquia de jogos eletrônicos japonesa de mesmo nome da Capcom. E sua primeira temporada passa pela Netflix, com uma segunda já confirmada.
Um coelho macabro, que mutila e destroça um grupo enorme de ladrões enquanto ele próprio rouba a espada de Sparda, nome que certamente é familiar para quem jogou qualquer Devil May Cry.
Poucos minutos depois, já vemos Dante em ação como caçador de demônios, ostentando toda a plasticidade de seu estilo de combate, assim como o humor ácido característico.
O tal Coelho precisa de um amuleto, carregado por Dante, para derrubar o véu que separa o mundo dos humanos e dos demônios; ou, em termos mais simples, levar o Inferno à Terra. O protagonista inicialmente está mais interessado em proteger seu colar, a única lembrança deixada por sua mãe, mas acaba se envolvendo na missão de salvar o mundo.
Um terceiro núcleo acompanha Mary — ou Lady, para quem já experimentou Devil May Cry 3. A agente trabalha com a DARKCOM, órgão governamental responsável por conter ataques demoníacos, comandado pelo vice-presidente dos Estados Unidos.
Dito tudo isso sobre as duas obras, uma coisa que me lembro foi o quanto de ódio foi jogado para a versão do game DmC, que é uma versão rebootada de Devil May Cry. Mas o jogo era bom, tempos depois a galera ficava "fomos injustos". O mesmo aconteceu Metal Gear Rising: Revengeance, entre outros. Ai ficam com tanta reclamação, que se voltam para o passado que reclamavam ANTES! Hipocrisia...

sábado, 15 de fevereiro de 2025

Hater só reclama de feminismo, homossexualidade, mudança de etnia, e sobre religião... Nunca de competência


Uma coisa tem me incomodado muito nos últimos tempos. Muita gente reclamando da qualidade de Saintia Sho, um anime que creio eu seja um spin-off de Saint Seiya (ou como conhecemos, Cavaleiros do Zodíaco). Tenho que assistir ele direito quando puder. A autora se pronunciou quando a isso, pois segundo ela isso se deve a baixa venda dos mangás no Japão mesmo. O que faz o estúdio ter pouca verba pelo baixo interesse do público.
Ela é extremamente gentil, mas o problema mesmo está na mente imbecil dos "fãs". Explicando: caso não saibam, o Japão é um país que tem sérios problemas em colocar mulheres em funções que consideram para homens. Caso não saibam, cerca de mais de um ano foi denunciada uma faculdade japonesa que impedia o ingresso de mulheres nos seus cursos. Indo para a área do mangá, caso não saibam até mesmo as HQs nipônicas são divididas em shounen (para garotos e ilustrados por homens) e shoujo (para garotas e ilustradas por mulheres). Até mesmo a artista Hiromu Arakawa, para ter seu mangá publicado, Full Metal Alchemist, deve que entregar seus desenhos via correio a editora fingindo ser homem.
Ai chegamos ao ponto que queria chegar. Muitas obras atuais são ruins demais em sua qualidade gráfica. Black Clover que tem uma história BEM genérica consegue ser a definição de ruim em alguns episódios. E ninguém ralha com o pessoal dessa obra.
"Ah mas Dragon Ball, quando deu problema ralharam pra caramba". Você tá falando de Dragon Ball. Uma obra que praticamente se tornou um patrimônio do Japão. Caso não saibam CDZ fez mais sucesso fora de seu país natal. Se me lembro bem, especialmente na Europa e América Latina (me corrijam se estiver errado).
Então, vejam só, o problema não é a qualidade da animação mas de quem assiste.
Agora vamos ao Shun da Netflix. Ou melhor, a Shun.
Segundo muitos sites e até o trailer dá a entender (o qualidade sem-vergonha da imagem), Shun será uma mulher... O problema está, por que fizeram justo com o Andrômeda?
Não é questão de achar que mulheres não podem ser lutadoras por Atena, pois no cânone se mostra que isso acontece. O problema é que isso quebra um dos fatores de personalidade do personagem.
Seiya é o eterno protagonista, Shiryu é o cara que um dia desafiou o protagonista e se tornou amigo dele, Hyoga é o cara de sentimentos frios, Ikki é o rebelde solitário e Shun o cara forte mas sentimental. Tornando ele uma mulher, ele vai se transformar na mulher que supera os preconcei... Mas espera ai! A Marin, Shina e outras personagens já fazem isso. Em uma sociedade machista. Uma das coisas que foi dita pelo diretor foi que ele queria diversificar os personagens. Mas então pegava e transformava o Shiryu ou o Hyoga em mulher. Ou dava mais destaque as mulheres do grupo!
O que acontece aqui é diferente de Saintia Sho. Se lá a criadora não tem culpa nenhuma, aqui o diretor sinceramente não sabe o que está fazendo com a história.
É possível recontar uma história sem estragar o conceito base de uma obra.

sábado, 13 de janeiro de 2024

A atriz de Genkai é a cantora de The Flower of Carnage

Quando uma série ou obra se utiliza de elementos simples, para chamar a atenção de seus espectadores, deve ser valorizado. Entretanto, isso pode ser de fãs novos para a franquia, como Miyavi em Bleach. Ou alguém que curte coisas mais antigas, como na série live-action de Yuyu Hakusho da Netflix.
Ao assistir aos episódios inteiros dessa série (que por sinal, divide muito as opiniões) e você acaba de notar que a atriz que faz a mestra de artes marciais, Genkai, é Meiko Kaji. Sempre foi famosa nas suas músicas com temática enka e filmes. Ela é uma atriz e cantora lendária famosa por seus papéis fora da lei e delinquentes em filmes na década de 1970 Seu. filme mais famoso é Lady Snowblood. Eles até a editaram nas filmagens para parecer jovem como seus dias de juventude em vez de contratar outra atriz mais jovem para retratar a jovem Genkai.


sábado, 9 de dezembro de 2023

Opiniões tóxicas e por qual motivo devem acabar: o caso de Yuyu Hakusho

Há duas definições, hoje em dia, para macho: a primeira, que é a mais simples, só quer definir uma pessoa como sendo do sexo masculino, ou como ela se define, como no caso de homens transexuais; já a outra é quando um sujeito quer se definir como homem com H, redpill, alpha e qualquer merda que alguém criou só para parecer um escroto que define coisas como achar melhor, trazendo um conservadorismo idiota e sem noção. É um tipo de pessoa que não coloca opiniões formadas por fatos, mas com suposições tiradas da bunda muitas vezes. 
Do que trato? De alguém falando mal da adaptação em live-action de Yuyu Hakusho.
A obra, se baseia no mangá e anime de sucesso de Yoshihiro Togashi, que também criou Level E e HunterXHunter. Na trama, vemos o jovem Yusuke Urameshi que morreu, tentando voltar para seu corpo e sua vida, devido ao fato de não ser o momento de ir para o Outro Mundo. Entretanto, ao renascer, ele se torna um detetive espiritual, um humano com ligação ao outro mundo, e que deve resolver os problemas causados por seres sobrenaturais. E assim, como diversas obras, Yuyu vai ter uma adaptação em live-action pela Netflix. 
Já tivemos Death Note (odiada pela clara mudança em diversos aspectos da obra), Fullmetal Alchemist (que só é fraca e cheia de perucas CLARAMENTE falsas) e One Piece (que foi amada por uma grande parcela dos fãs, sejam antigos ou novos). 
E ai me aparece o fã, que precisa demonstrar que tem um pinto, ao invés de um cérebro, para reclamar de um produto que ainda não saiu! É o cúmulo do nerdola.
Para eu poder falar mal de algo, eu preciso ler ou assistir uma obra. Posso não gostar de funk? Claro, é seu direito. Mas conhece alguma letra sequer desse artista, que canta? Então, é como eu falar que uma pizza é ruim, se nunca provei na vida. Ou seja, é idiota e infantil demais. E aí está minha crítica. A infantilidade de figuras, supostamente adultas, deturpa a visão que muitos tem sobre animes, mangás, séries, filmes, músicas e outras obras audiovisuais, impedindo de pessoas aproveitarem realmente o que querem. Pois um grupo vai contra aquilo. Não por ser maior ou menor, mas por puro preconceito impedindo as opiniões melhores.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Live-action de Full Metal Alchemist

O live-action é ruim. Simples assim! Quer mais? Pois bem. Ele é tão ruim como qualquer filme japonês baseado em um mangá, salvo raras exceções (como Rurouni Kenshin). E olha que foi exibido pela Netflix. Não que isso proteja de falhas. É só ver o Death Note americano. O problema está no seguinte: falha do uso de roteiro. Sem contar falha do uso de efeitos especiais, que por sinal foram MUITO mal usados. Mas vamos por partes.
A história segue a mesma linha dos animes e mangá: os irmãos Elric são jovens gênios que aprenderam desde cedo como funciona a alquimia. Uma ciência em que você recebe algo, dando outra coisa de valor equivalente. Só que sua mãe morre, e eles se veem forçados a fazer o tabu da alquimia, a transmutação humana. Tudo dá errado, assim Edward perde a perna e o braço, enquanto Alphonse perde todo o corpo e tem sua alma fixada em uma armadura. Depois disso, eles vão atrás da Pedra Filosofal, um item que faz a transmutação sem cobrar nada em troca para recuperarem seus corpos. Ao menos, eles pensam que não pagarão nada.
O que posso dizer é que a história, como usa pessoas e não uma animação, pensou em ser mais dramática. Mas não consegue ser tão boa assim. E os momentos de
humor são sofríveis. Mesmo para os niveis diferentes de comédia japonesa. Você vê a mesma piada no anime e aquilo cai como uma luva. Nem estou falando do "salva-vida de aquário", mas de piadas como as aparições de Hughes. O ator até se esforça, mas não consegue transmitir a confiança que damos ao Maes do mangá/anime. Pois ele é aquele cara que o Roy Mustang confia, ou seja, ele realmente é um cara - mesmo sendo engraçado - é um cara FODA mesmo. Mas isso não podemos ver com clareza.
Agora sobre os efeitos especiais... Que sofríveis! As chamas de Roy são ridículas! No anime é tão empolgante que só faltava você pular da cadeira para ver ele atacando Lust! Os efeitos especiais, mais bem elaborados, só foram aqueles que aparecem logo no trailer. E ficou bem fraco depois que você vê ele tantas vezes sabe? Talvez o que esteve melhor nesse filme foi o efeito da Nina... Eterno feels... Tadinha... Mas dessa vez eu não chorei. Viu só como esta fraco? Eu chorei com a animação! Mas não com pessoas.
As perucas e adaptações seriam aceitáveis se houvesse uma vontade dos atores em fazer mesmo esse filme de uma forma boa. Mas nem isso. Ed tem uma peruca e uma atuação ruim. E vez ou outra encontramos uma boa atuação. De uma forma bem rara MESMO. 
No mais, Full Metal Alchemist é um filme fraco baseado em anime (que por sinal é 100 vezes mais interessante!). Que por sinal, só não é pior que Death Note da Netflix.

sábado, 14 de outubro de 2017

Castlevania: o animê/série da Netflix

Nunca ocorreu de ter uma boa adaptação para filmes de um game. Poucas foram as vezes em que isso ocorreu. Por exemplo, com Mortal Kombat e Silent Hill. Mas quando se adapta um game para série, ainda mais em desenho animado, é pior ainda. Vide coisas antigas como a animação de Super Mario ou Capitão N: O Mestre dos Jogos (Captain N: The Game Master). Que não eram ruins, mas não tinham o gosto de uma série e sempre com teor altamente infantil. Agora, a Netflix fez algo lindo (como só ela poderia): serializou em uma animação boa, o jogo Castlevania. Vamos ver no que resultou.
Na história, acompanhamos inicialmente o antagonista, Drácula. Ele é confrontado e começa uma relação com uma simples humana. Sim, ele deve um filho. Alucard. Mas os humanos fazem suas burradas.
20 anos depois, em Târgovişte, Lisa Tepes é queimada na fogueira depois que um bispo descobre equipamentos científicos em sua casa e a acusa de bruxa. Dracula está devastado e furioso ao saber da morte de sua esposa e declara que as pessoas têm um ano para sair, após isso, matará todos os humanos que permaneçam em Valáquia. Seu filho, Alucard, diz que, em vez disso, vá atrás do homem responsável em vez de toda a humanidade, mas Dracula o ataca de raiva. Um ano depois, o arcebispo acolhe uma festa dizendo que Dracula não era nada mais do que a ilusão de um farsante.
Como prometido, Dracula mata o Arcebispo, destrói a igreja e ordena que seu exército demoníaco mate todos os humanos na Valáquia. À medida que o exército se espalha, as pessoas culpam as nobres famílias do reino, incluindo os Belmonts.
Ao passar pela cidade, ele descobre que as pessoas da cidade culpam um grupo de oradores que recentemente apareceu como a causa da ofensiva de Dracula. Ele salva um orador ancião de um padre corrupto, que o traz de volta para sua casa para conhecer seus colegas oradores. Trevor insiste que eles deixem a cidade para sua própria segurança, mas o Ancião se recusa, como sua neta desapareceu depois de se aventurar nas catacumbas abaixo da cidade em busca do "soldado adormecido", um herói lendário que eles acreditam pode derrotar Dracula. Furioso, Trevor concorda em recurerar o orador desaparecido.
Inspirado na clássica série de jogos, Castlevania, o anime original da Netflix é uma sombria fantasia medieval, que segue o último membro do clã Belmont, enquanto ele tenta salvar a Europa Oriental da extinção nas mãos do próprio Vlad Dracula Tepes. Não muito por sua própria vontade.
Com as vozes de Richard Armitage (Thorin em O Hobbit), James Callis (Dr. Gaius em Battlestar Galactica), Graham McTavish e Alejandra Reynoso, os caras mostram que não estavam de brincadeira quando começaram essa obra-prima. A música fica por conta de Trevor Morris. O principal produtor executivo é Warren Ellis, que também escreve a obra. Direção de Sam Deats. 
Ele é baseado no jogo Castlevania 3: Dracula's Curse e sua primeira temporada funcionou mais como um prequel, uma história ANTES do enredo principal. E sem contar que é Rated-R, algo mais voltado para adultos. E acertou em cheio. Um cara com mais de trinta anos conhece a história do jogo.
Cada um dos personagens tem sua personalidade mais verdadeira, algo mais próximo da realidade. E você não odeia o Drácula.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Assisti Death Note e...


O filme não é Dragon Ball Evolution. Não é bom, mas não é algo que eu limparia minha bunda com os posteres do filme. Para quem não sabe (o que é meio difícil) esse filme que estou citando aqui, trata-se de uma adaptação de um filme do animê/mangá Death Note.  Uma obra que mistura elementos sobrenaturais e um suspense policial eletrizante. Nele, o jovem Light Yagami, obtêm um caderno que ao se escrever o nome de pessoas, mata quem foi registrado. Suas versões em live-action nunca fizeram o mesmo sucesso de sua versão em animê (sim, os japoneses fizeram versões com pessoas de uma história já boa). Mas vou colocar aqui as sinopses desses filmes:
Death Note: O filme acompanha um estudante do ensino médio que encontra um caderno sobrenatural e percebe que nele existe um grande poder: se o proprietário escrever o nome de alguém enquanto estiver pensando em seu rosto, a pessoa morrerá. Embriagado por sua nova habilidade divina, o jovem começa a matar aqueles que julga indignos a viver. E isso com a ajuda de um monstro chamado Ryuuku, e enfrentando o detetive L.
Death Note - The Last Name: Depois de colocar em prática um complexo esquema para afastar as suspeitas de que ele é Kira, Light conhece Amane Misa, uma fã apaixonada por Kira e disposta a ajudá-lo, que além de também ter um Death Note, possui os Olhos de Shinigami, um poder capaz de revelar o nome de uma pessoa ao simplesmente olhá-la. Assim continua a intelectual batalha entre Kira e L.
L Change The World: Nos últimos 23 dias de vida de L depois do incidente de Kira, ele assume um caso final envolvendo um grupo bioterrorista que tem como objetivo destruir grande parte da humanidade com um vírus. Durante sua investigação, ele resgata um menino que ele chama de Near, o único sobrevivente de um vírus wipeout em uma aldeia tailandesa, e uma estudante de escola primária chamado Maki Nikaido.
Death Note: Light up the NEW World: 10 anos após os assassinatos de Kira, seis Death Notes caem para o mundo humano. Duas pessoas herdam o DNA de Light Yagami e L, e um mortal jogo novo de gato-e-rato começa... Mesmo L sendo um grande personagem amado por muitos, esses mesmos "muitos" odeiam essas obras. Mesmo que elas prolonguem a vida útil de L. Mas vejamos o que penso do filme.
Kira: Light Turner é um personagem fraco. Tanto em roteiro quanto em personalidade. Soltando gritos por qualquer coisa. Isso incomoda demais. E para uma cara extremamente intelectual ele comete erros graxos. MAAAAS existe uma conveniência nisso que me atraiu. O motivo? Ele mora em Seattle. O que tem? Bem, quem conhece um pouco de bandas grunges, entre outras coisas, sabe que a cidade é conhecida por um grande nível de bulliyng. "Ah, mas isso é idiota". Será? Será que uma pessoa acuada não faria algo impensado? Na China, Death Note foi proibido pois crianças e adolescentes fizeram "death notes caseiros". "Ah, mas eram chineses". Dois garotos de doze anos foram preso por listar os nomes de professores e colegas em um "death note". O caso rolou em uma pequena cidade do Alabama, nos EUA, em 2008. Foi tratado como ameaça terrorista. Os garotos confessaram, depois de uma longa conversa, que tudo não passou de uma brincadeira. A desculpa não surtiu efeito, e ambos foram suspensos por um bom tempo. "Ah, mas eram americanos". Se você não acha que isso não é o bastante, quantas pessoas não compraram um caderno e personalizaram como Death Note?
E até que fizeram um background bom. O BACKGROUND. Não o personagem. 
Uma coisa é que ele faz caretas de forma bem idiota. O tempo todo. Mas eu também não gostava daquelas do Kira parecendo que iria gozar por escrever os nomes. De qualquer forma, ele é um canastrão. E seu personagem nunca seria um gênio.
Ryuk: Como disse Jack, foi uma falta de tato para o pessoal da produção usar a imagem do próprio William DaFoe para fazer o shinigami. Parece que nós temos um bonecão de Olinda e não um ser ancestral ligado com a morte. Ele era muito mal feito. E as piadas dele eram fracas e lamentáveis. Para não falar algo de ruim... Não ele é todo ruim. Não precisava ser uma captura de movimentos ao nível de Planeta dos Macacos e O Senhor dos Anéis, mas putz... É mais engraçado por ser tosco.
Misa Misa: no caso, eu creio que seja Mia e por incrível que pareça... Eu gostei dessa encarnação dela no filme! POIS EU ODEIO A MISA MISA! Guardei isso muito tempo no meu kokoro... Ela é bonitinha, bacana, mas putz, ela é inútil! No anime e mangá, qual a utilidade dela, relacionada a ela? Digo, diretamente ligada a ela. A garota tinha os olhos de shinigami, e quantas pessoas ela matou para Light? E aqueles ciúmes babaca dela? Aquilo me enchia o pâncreas de raiva incontida.
Mas isso não salva a personagem. Ela não deixa de ser uma paga-pau do Kira e de suas ações. Meio que idolatrando ele de forma meio besta. Parece aquela namoradinha que cola na gente, que só esta lá enquanto seu "bofe" pode lhe servir.
Ao menos ela tem mais atitude que algumas personagens do próprio filme. 
L: Grata surpresa foi esse L. Acho que esse foi o ator que mais se esforçou para fazer um personagem parecido com sua contraparte. O fato de esconder seu rosto ressaltou algo nele. Elaborar uma cena parecida com o anime deixou L um cara extremamente mais plausível do que outros por ai em filmes baseados em anime. 
Ele parece que nasceu para fazer um personagem assim. Uma pena ter feito isso em um filme que não chegou aos pés de sua boa atuação. E é tão paranoico quanto sua versão de anime e mangá. Ao menos eu vi algo mais relativo a obra original nele.
Isso quando não falamos do fato dele realmente se preocupar com seus subordinados. Incluindo Watari e o pai de Light por exemplo. Ainda assim, ele se mantêm com a cabeça fria de modo a mostrar liderança.
O filme é mais uma versão moderna de o Homem Invísivel, com um gore extra várias vezes. Além disso, ele mostra que o poder corrompe. E que mesmo uma pessoa com extremos poderes pode parar e pensar no que esta fazendo. Um ponto a favor desse filme é que Light tem mais escrúpulos que o original...
Ainda assim é bem ruim na minha humilde opinião. O casalzinho é sofrível, a história demora para engrenar. Mesmo eu não gostando. Acho que vale uma nota 4.0. Nem entendo disso mesmo...
O único problema esta no hate federal que os otakus soltaram sobre a obra. Cara, que merda foi essa? Não posso falar muito pois eu fazia uns vídeos bem toscos sobre isso até uns tempos atrás. Ao menos, o filme foi mais sincero, readaptando personagens para algo atual, do que Vigilante do Amanhã. É outro contexto, seria como americanos veriam o anime Death Note. Em vez de um estudante contido que pirou mesmo, nós temos um cara bem inteligente (essa parte é altamente questionável) mas mais plausível.
A prova esta mesmo no Gabriel Gaspar, que é do canal Acabou de Acabar. O cara é um ótimo crítico, mas todo o momento em que ele falava desse filme, ele citava o anime! Só o anime. Ele representa os fãs da obra original, que não compreenderam que isso é uma adaptação: mesmo sendo crítico ele mostra que "os estúdios não podem mexer no seu waifu".
Ai eu li uma frase... "No anime, o Ryuk não perde o Death Note. Ele fica entediado e decide jogar na Terra pra passar o tempo, ele escreve em inglês pra que qualquer pessoa pudesse compreender e escreveu as instruções também"... Mas é ISSO QUE ELE FAZ NO FILME! O cara assistiu o filme MESMO?
E aqui vai um texto que vi que sintetiza bem esses meus pensamentos, visto que ele demonstra uma tremenda... Lógica:
"Pessoinhas, vou ensinar a vocês como se criticar um filme. 
1 - vc assiste o filme 
2- reflete sobre todos os acontecimentos 
3 - retira as coisas boas e ruins do filme
4 - faz sua própria análise sobre ele
Gostar ou não de um filme é algo pessoal, se muitos concordam ou discordam é questão de gosto, não é porque a maioria é mais inteligente ou porque entende mais. 
Ver coisas boas no filme não faz ele ficar bom, ver coisas ruins no filme não faz ele ficar péssimo. Até mesmo porque no fim das contas é só um filme, uma diversão e se não for para vc, vai ser para alguém. 
Falar q um filme é ruim, só pq todos acham ruim não vai te tornar famosinho."
O Kira do anime e mangá, é como os otakus se vêem. O Kira do filme é como os otakus são!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Godzilla: Planeta dos Monstros - Novo anime da Netflix

“O último verão do século 20. Naquele dia, humanos aprenderam que não são os únicos donos do planeta Terra.
A aparição de criaturas gigantes chamadas ‘Kaijus’ e a existência daquele que pode destruir todos os monstros: Godzilla.
A batalha contra os kaijus durou por meio século, com humanos sofrendo derrota contínua, e finalmente planejando escapar da Terra.
Em 2048, apenas os selecionados por uma Inteligência Artificial conseguiram escapar através da nave ‘Aratrum’ para o planeta ‘Tau Cetus e’, na distância de 11.9 anos-luzes. No entanto, as condições ambientais do planeta são bem diferentes da Terra, não sendo o que os humanos pretendiam encontrar e considerando-o não habitável para eles.
Um jovem na nave imigrante: Haruo, que viu seus pais serem mortos por Godzilla na sua frente quando ele tinha 4 anos, teve apenas uma coisa em mente por 20 anos: retornar para a Terra e derrotar Godzilla. Enquanto o ambiente da nave se deteriora, o grupo de “retornadores da Terra” liderado por Haruo se torna a maioria, e determinam-se a voltar para a Terra através de uma perigosa viagem à longa distância de navegação hiperespacial.
No entanto, a terra com a qual eles se deparam está 20,000 anos no futuro, se tornando um mundo desconhecido com um ecossistema dominado por Godzilla.
No final, os humanos conseguirão reconquistar a Terra? O que aguarda Haruo além de seu destino?”
Godzilla: Planeta dos Monstros está programado para ser lançado em novembro nos Estados Unidos, disponível pela Netflix, e com a direção de Kobun Shizuno e Hiroyuki Seshita.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Cavaleiros do Zodíaco pela Netflix? É isso?

A Netflix acerta de novo para atiçar a curiosidade do pessoal, pelo menos. Em um evento, na cidade de Tóquio, a empresa revelou que pretende fazer mais coisas relacionadas as animações japonesas. Tudo isso com um novo catalogo, e entre eles, o poster que estão vendo. Onde podemos ver claramente Seiya, o eterno cavaleiro de Pegáso e Saori Kido, a reencarnação da deusa Atena nos tempos atuais. Ao que parece estão no Santuário, lar dos Cavaleiros do Zodíaco, e onde ocorre boa parte dos combates entre os heróis e os deuses "malegnos".
O novo seriado denominado Knights of the Zodiac, terá 12 episódios de 30 minutos cada. A história será escrita por Eugene Son que escreveu Avengers: Secret Wars (o que me deixa com um PUTA pé atrás com essa série só por esse nome... Mas não creio que titio Kurumada faria uma burrada a essa altura do campeonato). O estilo gráfico será feito todo em computação gráfica. Sem estreia definida.
Os Cavaleiros do Zodíaco é uma das maiores franquias de animação do mundo, com uma receita total de mais de US$ 1,1 bilhão desde 1986 e o mangá original de Kurumada já vendeu mais de 35 milhões de cópias no mundo.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Dublador e Youtuber dubla Sinbad



Alguns devem saber que a NETFLIX esta exibindo diversos animes como Sword Art Online, Ao no Exorcist, Knights of Sidonia e Magi Adventure of Sinbad. Ou seja, estão investindo pesado nisso por aqui. Sem contar os xodós da galera, como Bleach, Naruto e Rurouni Kenshin. 
O que poucos sabem é que alguns caras que sempre fizeram seu nome na dublagem pelo Youtube, entraram para alguns deles. Como no caso de Lucas Almeida, em Magi Adventure of Sinbad. 
O rapaz tem seu próprio canal fazendo vídeos editados quase sempre de games, cheios de bom humor e sarcasmo, o Dublando Coisas. Além de participar da equipe do Think Mind Productions. Ele faz a voz de Sinbad, personagem principal da trama. A história é um spin-off (ou quase isso) de Magi Labyrinth of Magic, em que vemos Sinbad, já como um rei e poderoso personagem na trama.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Minha resposta ao vídeo DEATH NOTE: O QUE EU ESPERO DO FILME E MINHA OPINIÃO SOBRE OS ATORES



O canal do Youtube, Ei Nerd tem como um de seus principais membros Peter Jordan. Ele fez um vídeo tratando sobre a adaptação do Death Note para um filme ocidental. Ou seja, a adaptação de uma animação/quadrinho japonês(a), que já tinha virado live-action e filme por terras orientais, em um outro filme por terras ocidentais, graças a Netflix. Ele não gostou do L ser negro.
Uma grande besteira na minha humilde opinião.
Muita gente não gostou disso, pois uma de suas alterações mais "gritantes" foi um L negro. É comum, mas nem sempre bem recebido, um personagem quando sai de uma obra culturalmente conhecida por ser do ocidente ou oriente, ter algo alterado: gênero, etnia, as vezes até religião ou status social. E isso não ocorre só com os personagens.
Vários foram os gritos de que a personagem Ancião em Doutor Estranho, tinha que ser um homem oriental. Contudo, poucos falaram da alteração geográfica. Sendo que originalmente Estranho encontra o personagem no Himalaia. Isso se deve por conflitos entre a China e o Tibete. Então, eles colocaram o personagem Ancião no Nepal creio eu.
Agora sobre o L ser negro. Primeiro eu estranhei. Não por qualquer tipo de preconceito. Na verdade, quando você conhece um personagem, acostuma com o aspecto dele. Ok. Contudo, isso não é perfeito no 100% em uma adaptação. Especialmente, em um filme.
Um exemplo claro é Othello de Oliver Parker. No qual o personagem título é um europeu em terras medievais, portanto, originalmente branco. Contudo, foi mudado para um ator negro. Atuar vai muito mais do que ser parecido com personagem. Assim como os cosplays, já que esses não precisam ser iguais ao exterior do personagem. Só fazer ele de forma mais concreta e com paixão. Ou seja, convincente. Ao ponto de uma pessoa ter assistido o personagem em ação pela primeira vez e diga, "mas ele não foi sempre assim?"
Isso é o ápice da boa atuação!
O mesmo pode ser dito de Tilda Swinton. Que fez um ancião perfeito em Doutor Estranho. Então por qual motivo o Peter Jordan ficou descontente com o L? Na minha sincera opinião, é puro mimimi. L é um personagem inglês. E como costume, muitas vezes séries representam personagens assim como afrodescendentes. Doctor Who, entre outras fazem muito isso. Nada mais justo, não acham?
Ao meu ver, pelo pouco que vimos não dá para falar nada. Mas a caracterização de L, como alguém extremamente estranho mas perspicaz ainda continua boa. Só que ainda é cedo para falarmos, se nem um trailer completo temos sobre esse filme. Só o teaser.
Mas então, muitos dirão que Quarteto Fantástico foi um fracasso, sendo que esse mudou a etnia de alguns personagens. Isso é mentira. O problema de um filme pode ser vários fatores, como uma má direção ou até má interpretação dos atores. Só que nesse caso, o problema esta na Fox tentando controlar tudo na criação do longa metragem. Coisa que não ocorreu com sucessos mais recentes como Deadpool e Logan. E não com algo tão besta quando a mudança da "cor" de alguns personagens.
Eu sinceramente estou ansioso, pois estou muito além daquela época em que curtia animês e soltava gritos de raiva assistindo eles. Se bem que ainda odeio spoilers de Star Wars.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Death Note, o filme pela Netflix


Death Note é uma história que muitos conhecem. O jovem Light Yagami é um estudante que quer se tornar um dia policial assim como seu pai. Mas o mundo é completamente injusto em sua visão. Eis que do nada, um shinigami (deus da morte) lhe entrega um caderno em branco. Na capa esta escrito Death Note e ele possuí o poder para matar qualquer pessoa, desde que o usuário saiba o nome completo e conheça o rosto da vítima que estava escrevendo. Com isso, o rapaz acaba sendo denominado pelo mundo como Kira, um deus justo para esse Novo Mundo, que age de forma secreta. Contudo, a Interpol chama para o Japão o detetive L. Conhecido internacionalmente. E começam um jogo de gato e rato.
Já fazia algum tempo que a Netflix estava anunciando que iria fazer um filme em live action adaptando o famoso anime e, desde então, algumas notícias sobre a produção iam saindo, mas nada muito consistente que nos desse muita ideia do que estava por vir. E agora temos esse trailer... Ambientado nos Estados Unidos ao que parece... Veremos como será.