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domingo, 27 de abril de 2025
sábado, 19 de abril de 2025
Precisamos falar de Devil May Cry... e de NERDOLAS!
Uma das coisas que mais está me enchendo, é o quanto nerdola consegue ser chato. Muita gente sempre reclama de algo por ser X, e então fazem Y. Depois fazem Y, pois na verdade, querem o original de A. Mas do que diabos eu estou falando? O título já diz tudo: Devil May Cry e sua versão para anime na Netflix.
Recentemente, eu o assisti e gostei muito do que vi. E gostei muito dele. Entretanto, a galera começa falando que a história do game é um jogo com uma "profundidade de um pires de tão rasa e tentam fazer um mousse". Que Bayonetta é um pouco mais aprofundado em questão de enredo, mas jogando a culpa no Kamiya (criador de Devil May Cry e Bayonetta) nunca foi tão metódico com as IPs dele. E falam que essa obra é anti-imperialista e anti-armamentista... Que???
Isso acontece pois saiu esse novo anime, e que estão comparando ao antigo Devil May Cry. Que por sinal, muita gente odiava, mas por algum motivo, do nada passaram a curtir.
Para entender melhor, vamos pelo começo. O que é Devil May Cry? Inicialmente, é um game que saiu para PS2 (Playstation 2), usando de parte do que foi gerado para o game Resident Evil 4. O mesmo game da saga RE, foi base para outro jogo Onimusha. É então, uma obra da Capcom, com o personagem aparecendo, como participação especial em diversos outros produtos da produtora de games.
E sua história é, teoricamente, simples: O protagonista, Dante, é o filho de uma mulher humana, com um demônio de nome Sparda. Para combater as forças do mal (e pagar sua vida, pois ninguém vive de ar) ele, quando mais velho, cria uma agência de serviços chamada Devil May Cry. Com isso, ele enfrenta demônios como Mundus, que lhe retirou sua família e seu irmão gêmeo, Vergil. Nesse meio tempo, ele se alia a personagens como Trish, Lady, Nero (seu sobrinho), entre outros.
Apesar de ser um roteiro simples, ele tem sua complexidade, como disputas familiares, a busca por uma família, que nem toda a pessoa nasce maligna mesmo nas condições em que vive, e por ai vai. Mas antes de terminar e explicar o motivo de odiar os nerdolas criticando a obra agora... Leia sobre os dois animes dele.
Devil May Cry (2007): Esse foi desenvolvido pela Madhouse, criado por japoneses mesmo. Possuía apenas 12 episódios. J.D. Morrison, que é um dos principais contatos de Dante, lhe entrega um serviço. Ele deve proteger Patty Lowell, que é uma orfã, confundida com uma herdeira, contra alguns esquemas humanos e demoníacos. Alan Lowell, um ancestral de Patty, costumava conjurar e controlar demônios. Alan só não conseguiu controlar a demônio Abigail, quase tão poderosa quando Mundus, alguns dizem. Só no máximo a prendendo no pingente Lágrima de Alan, um artefato poderoso.
Inicialmente, ele ficava com Nina Lowell. Mas não apenas nele, fica a "lágrima", mas em um pingente que fica com Patty, filha de Nina.
A arte é boa, mas a ação é off-screen, ou seja, fora da tela. Com algumas poucas vezes em que o personagem dura muito contra Dante, sem contar o pouco uso da Vermillion.
Lembrando que ele é canônico. Sendo que a história se passa entre Devil May Cry 1 e Devil May Cry 2.
Devil May Cry (2025): Criada pelo produtor de cinema indo-americano Adi Shankar, animada pelo estúdio sul-coreano Mir e produzida pela Shankar Animation, é baseada na franquia de jogos eletrônicos japonesa de mesmo nome da Capcom. E sua primeira temporada passa pela Netflix, com uma segunda já confirmada.
Um coelho macabro, que mutila e destroça um grupo enorme de ladrões enquanto ele próprio rouba a espada de Sparda, nome que certamente é familiar para quem jogou qualquer Devil May Cry.
Poucos minutos depois, já vemos Dante em ação como caçador de demônios, ostentando toda a plasticidade de seu estilo de combate, assim como o humor ácido característico.
O tal Coelho precisa de um amuleto, carregado por Dante, para derrubar o véu que separa o mundo dos humanos e dos demônios; ou, em termos mais simples, levar o Inferno à Terra. O protagonista inicialmente está mais interessado em proteger seu colar, a única lembrança deixada por sua mãe, mas acaba se envolvendo na missão de salvar o mundo.
Um terceiro núcleo acompanha Mary — ou Lady, para quem já experimentou Devil May Cry 3. A agente trabalha com a DARKCOM, órgão governamental responsável por conter ataques demoníacos, comandado pelo vice-presidente dos Estados Unidos.
Dito tudo isso sobre as duas obras, uma coisa que me lembro foi o quanto de ódio foi jogado para a versão do game DmC, que é uma versão rebootada de Devil May Cry. Mas o jogo era bom, tempos depois a galera ficava "fomos injustos". O mesmo aconteceu Metal Gear Rising: Revengeance, entre outros. Ai ficam com tanta reclamação, que se voltam para o passado que reclamavam ANTES! Hipocrisia...
domingo, 22 de janeiro de 2023
Bayonetta e Devil May Cry: irmãos de criação... Ou será que não?
Apesar de terem um enredo parecido, ao menos em seu começo, Devil May Cry e Bayonetta não são em muitos aspectos parecidos. Mas é em suas origens que isso difere. Apesar de terem algo em comum aí...
Devil May Cry:
Devemos nos lembrar que o game é feito pela Capcom. A mesma produtora de Resident Evil. E que as mídias audio visuais (filmes, séries, clipes, entre outros) que usam de referências literárias para compor suas histórias e enredo. Nesse segundo ponto, devemos nos fixar na Divina Comédia, saga de livros divididos em Inferno, Purgatório e Paraíso.
O game surgiu em 2001, pelas ideias de Hideki Kamiya, que desde cedo estudou programação. Como a Sega, Namco, entre outras. Mas só em 1994, a Capcom abriu suas portas para o jovem programador. E junto de um, também jovem, Shinji Mikami.
Hideki produziu o segundo Resident Evil sozinho, praticamente.
A Capcom estava produzindo coisas diferentes. Dos arcades, eles se focaram em Resident Evil, mas Hedki deve suas ideias rejeitadas por Mikami. É dito que eles não se bicavam... E nessa época, o segundo trabalhava em Resident Evil 4.
Sem o game RE, que era um survival horror, Kamiya tinha em mãos um game, de ação, com visuais góticos um tanto parecidos com o game de Mikami, mas um pouco diferente. Ele só usou a primeira parte da Divina Comédia, de Dante Alighieri. E não somente a temática infernal, mas os nomes de personagens no começo (Dante) e os que vieram depois (Nero, Vergil de Vírgilio).
Dante é o filho de um demônio que era bom, Sparda, com a humana Eva. Ele morreu muito tempo atrás, de uma forma misteriosa. Ao qual, isso pode ter sido culpa do vilão infernal Mundus. De qualquer forma, o guerreiro de cabelos brancos cresceu para enfrentar forças demoniacas. E ele é diferente de todos os tipos de heróis até então: cômico, poderoso e sabe disso, e todo do estilo rock. Se a ambientação é da Divina Comédia, com seu mundo cruel, o protagonista é baseado em Cobra, do mangá de mesmo nome.
Mas o nome do game, que se deve a loja que Dante tem no game. Só que seu nome provém da extrema tristeza que ele guarda em seu coração, tentando fazer o bem... Por um preço justo, para não fechar as portas.
E podemos notar tudo isso na câmera (meio fixa como Resident Evil), nos combos (extraídos de Onimusha Warlords) e na personalidade do protagonista (como em Cobra).
Bayonetta:
O game pode ser parecido de certa forma com seu "irmão". Pois além de ser um hack'n slash, pois quem popularizou o gênero foi Devil May Cry. Mas devemos ver as coisas óbvias de diferente entre ambos: uma bruxa, poderosa e voluptuosa, que usa suas pistolas e charme para combater criaturas celestiais, abrindo portais a seres das trevas. Com exceção das pistolas, nada parecido com o Dante.
A Platinum Game é parte responsável por seu surgimento, mas foi um estúdio menor que trouxe a luz esse game. O Clover Studio. Que surgiu dentro da Capcom. E eles foram responsáveis por Viewtiful Joe, God Hand, entre outros.
E cada membro ficava livre dentro do estúdio, para criar games do jeito que queria, de tempos em tempos. Por isso, os games falados são tão diferentes entre si. E não ficavam apenas em uma franquia, mesmo vendendo mais para o Japão.
Na verdade, o estúdio acabou, e eles foram para a Sega. Onde criaram games como Mad World, Vanquish e Bayonetta. É bizarro imaginar que o game ligado atualmente a Nintendo, foi criada por sua concorrente.
O que eles queriam era um protagonista diferente de Dante. Não um galã, mas sim uma figura que fosse o oposto, não apenas em sua origem. Possuindo armas de fogo, não apenas nas mãos, mas nos pés! E para criar seu aspecto, chamaram a artistas Mari Shimazaki. E Kamiya, sim o mesmo de Devil May Cry, responsável pelo grupo de produção, decidiu que ela usaria óculos.
A Sega queria retirar esse item dela. Kamiya se recusou. E os personagens principais começou a ter óculos em algum momento do gameplay.
Bayonetta é uma bruxa umbra. Pois ela seria nascido de Lumen Sage e Umbra Witch, como Cereza, nome verdadeiro da protagonista. Ela é a criança proibida, segundo o mundo do jogo. O pai dela foi exilado e sua mãe presa. Isso estimulou a guerra entre os dois clãs de seres místicos.
Mesmo que a menina tenha sido proibida de aprender magia, foi ensinada mesmo assim. E renegada entre os seus. Possuí o umbra watch.
Depois de alguns combates por conta da entidade Jubileu, Cereza é selada no Umbra Watch. Encontrada 500 anos depois, no fundo de um lago por Antonio Redgrave (Redgrave era o nome que iria ser dado a DANTE, em Devil May Cry, em seu começo).
Ela acredita ser uma das poucas bruxas umbra sobreviventes e dedica sua vida a matar anjos e recuperar sua memória. E para lutar, usa expressões sexuais, para realmente provocar e humilhar seus inimigos. Lembrando que suas vestimentas são feitas dos fios de cabelos dela mesmo!
domingo, 26 de julho de 2020
Jogos que tiveram MUITO "HATE"... Mas são ótimos!
Death Stranding: O jogo é a promessa cumprida por Hideo Kojima. Nele temos o criador de Metal Gear, Norman Reedus (ator conhecido por seu papel em The Walking Dead) e Guillermo Del Toro. Essa equipe na verdade, seria a responsável por Silent Hills, jogo que jamais foi para frente da Konami. Existia muito hype por esse jogo.
Mas vamos a história do game. Aconteceu um evento de proporções gigantescas que afetou o mundo. Separando em mundos de seres vivos e mortos. Mas existe a Praia, uma espécie de lugar onde fica "travada" entre os dois mundos. Resumindo, por conta disso existe um perigo real de quando uma pessoa morrer virar bombas, devido a um componente que surgem da Praia. Forçando os seres humanos (em especial, os dos EUA) a viver em Nods. Cidades embaixo da terra.
Para isso existem as figuras dos carregadores, que entregam coisas para essas cidades. Usando os B.B.s (Baby Bridges) que eram bebês, fetos, que tinha uma certa ligação com a Praia. Uma empresa de carregadores, a Bridges. Conhecemos nela o carregador Sam Porter Bridges. Ele estará próximo de auxiliar muitos, mas para isso vai, literalmente, cruzar o país. Há muitos segredos sobre isso.
Vários motivos fizeram eles odiarem o jogo, mas nenhum se sustenta: alguns ficaram bravos pelo jogo parecer tão confuso, mas é sempre assim em um jogo de Kojima; outros reclamaram como você era um "iFood misturado com Uber", mas depois da pandemia, a ideia do jogo se mostrou mais plausível; acharam a história fraca sendo que nem sequer jogaram a obra.
The Last of Us - Part II: A Naughty Dog é criadora de clássicos como o próprio The Last of Us, Crash Bandicoot e Uncharted. Mas o que todo queriam era a sequência de um dos jogos mais bem feitos da empresa.
No final do primeiro jogo, sabemos que Ellie era a possível "cura" do vírus que criava os "zumbis". Entretanto, para isso... Ela teria que morrer. O que fez com que Joel MATASSE todos os Vagalumes (grupo que buscava a cura). E ele mentiu a garota, que via como uma "nova filha", que o grupo não conseguiu a cura através dela.
A história se passa anos depois, quanto um grupo de pessoas mata Joel. Bem, no começo mesmo. Ao que parece, quem planejou esse assassinato foi Abby. Ela é filha do médico que quase curou a humanidade, mas foi morto pelo cara amargurado pela morte de sua filha.
Então, no jogo, você acompanha tanto a perspectiva de Ellie, quanto a de Abby. Sendo que não existe heróis e vilões aqui. Só ações e consequências. Levando a ambas a um conflito gigantesco, por conta das ações de Joel no primeiro jogo.
Aqui, nós podemos ver dois motivos ridículos para a raiva dos gamers: primeiro o fato da personagem Ellie se revelar como bissexual (sendo que isso já é revelado em uma DLC!) e o fato de Joel ser morto por Abby na obra. Ao ponto de ameaçarem a atriz que fez a captura de movimento.
DmC - Devil May Cry: Após o pouco sucesso de Devil May Cry nos EUA, um dos principais consumidores de jogos, a Capcom viu que precisava fazer algo com relação a franquia. Entretanto, não gostavam do que fizeram até então. Foi aqui jogaram ele nas mãos da Ninja Theory que tentou "rebootar" a história.
Nela vemos que Dante terá que enfrentar Mundus. Pois ele domina a cidade (e talvez o mundo), através de mídias e outros meios. Aqui também sabemos que Eva, não era só uma humana, mas um anjo. Ou seja, Dante e Vergil eram filhos de um anjo e de um demônio... Mas sinceramente a história era ruim. Entretanto, a gameplay era ótima!
O maior problema era que mesmo com uma boa jogabilidade, os saudosistas (querendo a história original) e os haters puros (que não curtiram o estilo "emo" de Dante, mesmo que as músicas não tivessem relação nenhuma com o estilo) odiaram. Assim perdendo um bom game.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Mangá de Devil May Cry
Esse mangá foi lançado em 2005, com a intenção de ajudar a divulgação do terceiro jogo da série. Assim como o anime, também esta de muito boa qualidade, sendo que conta com a arte de Suguru Chayamachi, também autor Togainu no Chi. Ele tem um traço que combinou muito bem ao visual sombrio dos personagens e cenários.
O mangá é composto por três volumes tankohon, de 200 páginas, e explica como começou a rivalidade entre os irmãos Dante e Vergil. Também explica como se deu a aliança entre Vergil e Arkham. Mesmo sendo em quadrinhos, não deixa de ter a mesma ação dos jogos. Infelizmente, antes do lançamento do terceiro volume, o autor desistiu do mangá, desapontando inúmeros fãs.
Suguru Chayamachi, o mangaka, também foi character designer do terceiro jogo da série.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Animes baseados em games
Aqui cito dois animes baseados em games famosos. Aproveito que eles são "inspirados" um no outro...
Bayonetta Blood Fate: Há muito tempo atrás, em uma remota área da Europa chamada Vigrid, viviam aqueles que eram conhecidos como os “Observadores da História”. As Umbra Witches (bruxas), seguidoras das Trevas,e os Lumen Sages (sábios), seguidores da Luz. As bruxas estavam aliadas com os demônios e os anciões com os anjos. Eles eram responsáveis pela proteção da terra, mantendo o equilíbrio entre eles. No entanto, esse equilíbrio foi perdido de repente, graças a união entre um sábio e uma bruxa, que acabou gerando uma criança.
A bruxa foi aprisionada e o ancião banido, pois, segundo a profecia, a união entre luz e trevas traria calamidade e caos para o mundo. As bruxas se encarregaram de dominar a criança amaldiçoada, dando-lhe o poder do olho esquerdo do observador, sendo que os sábios tinham o domínio do olho direito, e buscavam a união dos dois poderes para trazer a vida o Deus Criador, Jubileus.
O conflito entre anjos e demônios cresceu até se tornar duas grandes guerras entre raças. A primeira, conhecida como guerra dos clãs, levou ao extermínio quase todos os sábios, já a segunda, chamada de "The Witch Hunts", foi responsável pela destruição quase das bruxas,.empurrando o mundo para a destruição completa e quase exterminaram os dois lados. Com o fim da guerra, a criança foi selada e escondida em um lugar secreto, ficando por lá durante centenas de anos, até ser despertada do seu sono eterno.
Bayonetta é uma bruxa que não se lembra de seu passado, que pretende destruir mais anjos e sábios para tentar descobrir quem é.
Devil May Cry: Devil May Cry conta a história de Dante, fruto de um amor entre uma humana e um demônio, um cara frio (ou será gentil?) que adora pizza, sundaes de morango e azarado em jogos. Trabalha na loja Devil May Cry aceitando contratos que envolvam coisas sobrenaturais, caçando demônios preferencialmente.
A história principal começa quando Dante é contratado para proteger a pequena Patty Lowell, órfã que acaba de receber uma fortuna e todo o patrimônio do falecido pai. Além dos parentes que querem mata-la para ficar com sua herança, Patty ainda é perseguida por demônios, pois carrega consigo um colar que é a lágrima de Alan Royal. O colar é uma espécie de chave que, se for destruído, libera o poder de Abigail, o rei dos demônios.
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