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sábado, 12 de julho de 2025

Steven Seagal e sua ligação com o Japão

Em 1979, Steven Seagal vivia um momento crucial em sua vida, lindamente registrado ao lado de sua primeira esposa, Miyako Fujitani, e seu filho, Kentaro. Nascido em 1952, Seagal mudou-se para o Japão no início da década de 1970, mergulhando de cabeça no mundo das artes marciais. Aos 22 anos, por volta de 1974, conquistou seu 1º dan em aikido, disciplina fundada por Morihei Ueshiba no início do século XX. Miyako Fujitani, já uma respeitada artista marcial com um 2º dan na época, tornou-se não apenas sua esposa, mas também uma figura crucial em sua integração mais profunda à cultura marcial japonesa. Juntos, construíram uma vida centrada na dedicação ao aikido, culminando com Seagal se tornando o primeiro estrangeiro a operar um dojo de aikido no Japão.
Ao longo do final da década de 1970 e início da década de 1980, a reputação de Steven Seagal cresceu de forma constante. Seus filhos com Miyako, Kentaro Seagal e Ayako Fujitani, trilhariam seus próprios caminhos artísticos — Kentaro como ator e artista marcial, e Ayako como uma escritora e atriz renomada no Japão. Enquanto isso, Miyako Fujitani continuou a construir seu legado na comunidade de artes marciais japonesa. Hoje, ela possui um impressionante 7º dan em aikido e lidera seu próprio dojo, influenciando gerações de alunos. O eventual retorno de Seagal aos Estados Unidos no início da década de 1980 marcou o início de um novo capítulo, culminando em seu sucesso em Hollywood com o lançamento de "Above the Law", em 1988, um filme que exibiu suas reais habilidades nas artes marciais para um público global.
A influência duradoura das artes marciais japonesas na carreira de Seagal permanece significativa mesmo décadas depois. Suas primeiras experiências com Miyako e a vida no Japão, de aproximadamente 1973 ao início da década de 1980, moldaram profundamente sua filosofia e estilo cinematográfico. A mistura da disciplina oriental com a narrativa ocidental o ajudou a se tornar uma figura única no cinema de ação, enquanto as conquistas de sua família continuam a refletir as pontes culturais internacionais que eles construíram juntos.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

A mudanças de personagens em Hollywood (ou, qual motivo de escalarem a Scarlett para tudo?)


Animes no Japão tem adaptações, seja em doramas ou filmes. Normalmente nem fazem tanto sucesso, mas são bem mais fiéis do que as de HQs americanas. Visto que os nipônicos seguem estritamente a história dos mangás/animes. Como assim? Bem vamos ver os filmes da Marvel, onde os heróis como Homem de Ferro são legais, mas nem se aproximam do Tony Stark dos quadrinhos. Os da DC são tão verdadeiros quando os de suas obras originais, cheios de referência aos clássicos da editora. E é difícil encontrar algo desse tipo que seja bem fiel, como Watchmen, V de Vingança ou 300. Lembrando que essas não são histórias das editoras principais americanas. Normalmente, as obras que eles trazem para 
Diferente das séries como The Walking Dead, em que o enredo segue bem história das HQs. Com um porém, nela temos o que chamamos de fillers. Espero que Preacher não tenha isso. Que não tenha tantos fanboys chatos.
Agora, por qual motivo eu falei isso. Uma mania de Hollywood em retirar certos gêneros de personagens e colocar outros no lugar. O exemplo esta no novo xodó dos cinemas, Scarlett Johansson. Ela ficou extremamente famosa depois que Vingadores se tornou um fenômeno mundial. Ok... Nada mais justo. Sua cena em que ludibria Loki ficou perfeita. Depois, o pessoal chamou ela para estrear Lucy, em que ela ganharia "super-poderes". Até ai esta bom! Só que ela é agora a atriz que fará a Major Motoko Kusanagi, em uma versão cinematográfica de Ghost in the Shell! Algo errado? Pacific Rim (Círculo de Fogo no Brasil, ao qual ainda me traz lembranças de uma ex... Buáááááá!), para fazer, a talentosa Rinko Kikuchi. Que também já participou de outro filme até que bom, chamado 47 Ronins, com Keanu Reeves. Detalhe: mais uma vez os caras trocaram o papel do principal para uma americano! Talentoso, mas um americano!
Sim! Repare no que falei até agora! Sim ela se chama Motoko Kusanagi, uma personagem japonesa. Com cara de americana. Bacana, não? Imagino até a desculpa que ela pegou peças diferentes para que essa personagem tenha essa cara, já que ela é uma ciborgue... Se não for isso, juro que vai ser uma grande MERDA! Ainda assim poderiam chamar a atriz de
"Luis, por qual motivo você não fala do Ancião de Doutor Estranho, mas dessa alteração sim?". Simples, nos longas da Marvel, estamos lotados de HOMENS em papéis de destaque. Raramente temos uma MULHER nas cenas de ação. Exemplo? Capitão América: Guerra Civil da Marvel. Nele temos duas mulheres lutando em cada um dos lados. Viúva Negra (de Scarlett Johansson) e Feiticeira Escarlate (de Elisabeth Olsen). Além disso, o personagem é uma figura mística. Sua forma física não é importante e sim sua relevância na trama. Ok? Não estou falando que americanos não devem fazer filmes com personagens de outros países (no caso, asiáticos), só que deveriam selecionar seu elenco com mais cuidado.
E olha que nem falei de Dragon Ball Evolution...