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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Tampas de bueiros com cara de anime e mangá... E brilham!

Em uma cidade no Japão, em Tokorozawa, foram decoradas tampas de bueiros com personagens de animes e mangás com led. A cidade que fica a norte de Tóquio, deixará as noite da cidade mais iluminadas.
Entre as imagens estão animes e mangás famosos como Gundam e Neon Genesis Evangelion, mas existem muitas outras. Tudo isso para divulgar um parque temático, com foco na cultura popular japonesa.
Os 27 projetos são iluminados por energia solar, de acordo com o Departamento de Água e Esgoto da cidade. As autoridades municipais esperam que os bueiros, que ficam acessos das 17h às 2h, ajudem a prevenir crimes e acidentes.
Não é a primeira vez que algo assim acontece, mas não desse modo.

domingo, 30 de agosto de 2020

A treta de Duel Master e Magic The Gathering

Inicialmente você pode só imaginar que é mais uma das trocentas histórias de cards ou mons, que existem no Japão. Mas não é BEM por ai. Vejamos:

A Wizard of the Coast conseguiu um modo de produzir uma história com a editora de mangás Shogakukan. Assim, podendo promover o jogo de cartas Magic The Gathering (o que é engraçado, pois Yu-gi-Oh! seria também para falar de RPG, tanto que a batalha final contra Bakura seria assim).
O mangá de Duel Masters foi publicado pela revista Coro Coro Comics, em 1999. Ele não foi um tentativa de competir com Yu-gi-Oh! pois o anime que fez Yugi famoso só saiu em 2000. No máximo, a inspiração foi o mangá, ainda assim dificilmente saberemos disso.
Entretanto, ao que parece a Wizard não gostou da história que Duel Master era. Pois ela era uma história das crianças jogando com os cards, ao invés de ser sobre os cards. Caso não saibam, a história de Magic The Gathering é rica, ao qual possuí muito conteúdo para ser explorado. Entretanto isso seria difícil. Alguns ainda acharam que seria melhor transformar no Japão o Magic The Gathering em Duel Masters, um card game com base em Magic, só que mais "light" digamos assim.
A franquia gerou animes.

domingo, 12 de julho de 2020

Personagens "roubados" em animes

Muita gente me deu a ideia de falar de personagens "roubados" ou "cheatados" em animes e mangás. Sempre associam ao personagem principal, como Seiya, Kenshin Himura, Yugi ou Naruto. ENTRETANTO, eu olhei bem e notei que eles não são os roubados. Os mais apelões. Tem gente BEM PIOR dentro das obras deles. Apesar que vou ter que falar do Yugi aqui de qualquer jeito.
Sarutobi, o Terceiro Hokage: Antes de Naruto ser essa verdadeira batalha de kaijins que conhecemos, houve em uma época remota que as batalhas poderiam ser menores. Ainda assim, suas batalhas poderiam ser épicas. Tais como a de Sarutobi contra Orochimaru.
Além de atacar o hokage, Orochimaru combateu sozinho ele... Ou melhor, quase. Ele usou o Edo Tensei, um jutsu proibido usado pelo Segundo Hokage, que ressuscitava os mortos. E ressuscitou o Primeiro e o Segundo Hokage para enfrentar o Terceiro. Mas foi impedido por Sarutobi de trazer o Quarto. Nesse combate, ele além de enfrentar os três (o macaco não se aplica pois ele serviu mais como arma), se sacrificou para impedir que Orochimaru de fazer seus atos contra Sasuke... Ou quase. Podemos falar que ele seria quase como um Superman de Konoha, que aguentou a maioria das tretas de Konoha. Lembrando que é ele quem lidera a Vila Oculta da Folha quando a Kiuuby atacou, já que o Quarto Hokage estava envolvido na luta contra Tobi (Obito) e salva seu filho e mulher.
Itachi Uchiha: "Mas porque não colocou o Madara Uchiha?". Apesar de ser poderoso, Madara é idiota! Faz tudo para mudar o mundo... E é morto pela Kaguya! Não coloco Madara aqui pois ele é só poderoso. Não foda a esse ponto.
Para se ter uma ideia, ele ACABOU com todos de sua vila, deixando só seu irmãozinho vingativo Sasuke. Você tem ideia o quão perigoso ele foi para eliminar um bando de shinobis, com poderes iguais aos dele (o uso de sharingan era bem comum pelo que é visto!). Ele não fez coisas poderosas como o final de Naruto, ele pegou muitos em genjutsu (jutsu de ilusão) ou só no combate mesmo.
Quando enfrentou Sasuke, o único motivo real dele ter perdido era mais por estar fraco, pois lidou com seu irmão e Orochimaru. Além de que queria conceder poder ao seu irmão para sobreviver.
E por último, ele estava tão preparado que soltou um jutsu em Naruto, para um eventual ataque contra ele de um sharigan.
Se eu falei que o Terceiro Hokage é um Superman, Itachi é um verdadeiro Batman.
Ikki de Fênix: Existem diversas armaduras entre os cavaleiros, de bronze, prata e ouro. Entretanto, a única que se conserta é a de Fênix. Caso uma armadura quebre, se um membro dos cavaleiros tenha sua proteção quebrada, eles terão que levar até um especialista (na série clássica, Mu de Áries era o encarregado disso). Entretanto, a de Fênix se regenera!
E detalhe: Ikki é o único cavaleiro que pegou a armadura em séculos! Então, ele foi o "cavaleiro premiado". É o único com poderes de mudar seu próprio golpe: inicialmente ele faz ilusões, mas depois pode ler mentes. Alguém se decide.
E pior, como a armadura se regenera, o Ikki RESSUSCITA com ela. Tá, eu sei que tem a ver com a lenda, mas lembrando que um cavaleiro não é pego pelo mesmo golpe: basta eu perder e voltar pro segundo round que não perderá.
Yugi Moto: Independente de ser Yugi ou o Faraó (também chamado de Yami Yugi, ou pelo nome verdadeiro, Atem) ele sempre faz coisas roubadas. A começar pelo seu baralho.
Mesmo perdendo o Exodia, ele começa a pegar umas cartas que por mágica (desculpe, pelo "Coração das Cartas) brotam na sua mão. E é tão apelão essas cartas em jogo, que quando os baralhos de jogos físicos surgiram, eles tiveram que arrumar as regras. Pois, simplesmente não funcionava! Ou partidas impossíveis por conta de determinada carta ou coisas sem sentido algum na realidade.
E tecnicamente falando, o baralho de Yugi pode vencer QUALQUER um.

domingo, 14 de junho de 2020

Governos dentro de animes e mangás

Muito se tem falado sobre animes, como esse mundo é vasto e bonito. Sem se relacionar com política e problemas sociais. Entretanto, na verdade, temos que falar sobre governos dentro de animes. Para talvez você compreender que há sim política dentro dessas e outras obras.
Um exemplo de governo é o Governo Mundial, é uma instituição feita pelos reis para controlar esse mundo. Mas não o fazem de forma direita, deixando muitas vezes piratas e seres maléficos machucarem os cidadãos das ilhas sendo maltratadas. As únicas pessoas relevantes são nobres e os tenryuubitos (dessedentes dos primeiros fundadores do Governo Mundial), ao ponto que se fazem alguma coisa errada, não é tratado como errado! Olha só, até a Marinha serve aos tenryuubitos, pois caso um deles seja ferido, a pessoa será punida por isso! E eles fazem coisas terríveis com as pessoas comuns, os escravizando e os usando como animais de estimação.
Um governo corrupto claramente! Lembrando que o Governo Mundial é formado por um grande grupo de anciões altamente temido.
Já em Shimoneta, temos um governo japonês que impede as manifestações sexuais de qualquer tipo. Tanto de agir de forma sexual provocante, a até mesmo fazer piadas de forma libidinosa. Para isso, colocaram uma coleira em seus pescoços que notam quando a pessoa está fazendo esse tipo de ação. E ai a polícia vem e te prende!
O grupo S.O.X., quer ensinar aos jovens piadas sexuais e a liberdade sexual a todos. É uma crítica ao governo japonês que é conservador e a sociedade daquele país, pois no Japão, existe muito essa ideia que as pessoas devem seguir padrões impossíveis. Apesar de ser um ecchi de comédia, há sim uma crítica pesada aqui.
Code Geass, trata sobre um mundo que está a ponto de revolução. Pelo menos o Japão. Acontece que o Império de Britannia se tornou uma nação extremamente invasora e absolutista, conquistando o poder sobre o Japão que virou colônia (Area 11, como é chamado agora). Apesar de ser baseado no Império Britânico real, notamos muitos detalhes com um grupo fascista. Por exemplo, o nome de alguns personagens de origem inglesa na história, na verdade são baseado na nomenclatura alemã.
O direito ao trono é dado ao filho mais velho Scheinezer, sendo que por algum motivo, a mãe do protagonista (Lelouch Rampage) é morta. O Imperador leva seus filhos, pois Lelouch tem uma irmã mais nova, ao Japão. A Area 11, onde os habitantes são tratados como Elevens (Onze). Este que depois de certo tempo, já sendo um jovem extremamente inteligente, se torna um grande estrategista. E além de tudo isso, conquista um poder conhecido como Geass. 
Sarutobi (Terceiro Hokage) é um corrupto miserável! Isso é fato. Mas temos que ver o quão filha da puta ele é!
Vejamos, ele soube que o Clã Uchiha iria fazer uma revolução, tomando o poder de Konoha para si. E qual foi a solução para isso? Com medo do poder daqueles que descendem de Madara Uchiha, ele manda exterminar o vilarejo. O grupo que realmente protegia a vila! Mesmo que fale
Lembrando que não falo que os Uchihas são bondosos. Mas devemos nos lembrar que eles foram jogados como favelados, em uma região a parte da Aldeia da Folha. Colocado como a classe baixa dentro daquela sociedade ninja. Coisa que foi com certeza perpetrada pelo Segundo Hokage ("Uchiha bom é Uchiha morto").
E a prova de que ele fez algo errado, foi que ele não precisou morrer para ser sucedido. Ele escolheu Minato (Quarto Hokage). O pior que ele jogou o nome de Itachi na lama para isso, um dos membros do clã. E pior, ele causou um mal maior ainda que veríamos na trama de Naruto.
Mas podemos contar a mais por exemplo, que quando ocorreu o fato de voltar a ser Hokage, e em vez de cuidar direito do filho do Quarto... Coloca ele para morar sozinho!
Talvez, o momento de redenção dele tenha sido quando enfrentou Orochimaru e os dois Hokages mortos!
Em Full Metal Alchemist, temos o foco do mundo no país de Amestris. Teoricamente é uma república parlamentarista, mas o Parlamento é uma faixada! Quem realmente manda são os militares. O governo central, que é controlado na Cidade Central. Os exércitos elegem os líderes das regiões, sempre sendo militares. E com isso criando conflitos com minorias (como o povo de Ishbal) ou com povos vizinho (O Império de Xing e os povos do Norte gélido).
O próprio termo fuhrer, que é usado pelo personagem King Bradley, era como se referiam a Adolf Hitler, depois de assumir todo o poder para si na Alemanha nazista.

domingo, 24 de maio de 2020

Lolicon é ERRADO! É pedofilia!

Lolicon, seria o fetiche por garotas, meninas, crianças... E isso é errado. É um crime. Pois isso se caracteriza MESMO como crime. Pedofilia para ser mais exato.
No Japão, até hoje, dentro de seus costumes e cultura pop, nós vemos muito do que chamamos de cultura lolicon. Onde sempre notamos personagens crianças ou "com corpos de crianças" aparecendo em suas obras. Explico: muitas vezes, para burlar determinadas regras ou simplesmente para não falarem que os fãs são tarados (um otaku hentai), aquela personagem com corpo infantil, na verdade tem "milhares de anos" ou já é adulta. Mesmo com aquele corpo. Tudo desculpa esfarrapada.
Em resumo, isso cria uma cultura otaku, que já é poluída, mais poluída ainda! Um exemplo é a cultura do estupro brasileira. Nela vemos que o brasileiro meio que institucionalizou a ideia de estupro. "Ah mas na cadeia os caras matam estuprador". Isso quando o estuprador não é o bandido traficante não é meu amigo? Pois caso não saiba, há sim casos em que um membro do tráfico estuprou e vandalizou mulheres.
"Ah mas Luis, isso é aqui no Brasil. Lá no Japão existe mais controle". Vamos rever isso com um caso que já jogo na sua cara faz tempo. Algum tempo atrás, o autor de Rurouni Kenshin, Nobuhiro Watsuki, foi encontrado com pedofilia infantil. Não algo como animes e mangás lolis, mas material com garotas MESMO. Se temos um exemplo tão pesado que isso é um crime, que é estimulado pelo entretenimento japonês, isso deveria ser proibido.
O problema do Japão nesse ponto é o machismo. Dentro do país, a maioria das revistas shounens (originalmente obras para "garotos") são feitas por homens, enquanto a maioria das revistas shoujos (originalmente obras para "garotas") são feitas por mulheres. Isso sem contar que muitas vezes mulheres são impedidas de entrarem em faculdades. Se quer ressaltar isso, existem casos de outros mangá-kas que foram presos por pedofilia. O autor de Toriko foi um deles!
"Ah mas Luis, você coloca fotos sensuais no seu blog". Sim. Fotos sensuais, quase sempre de cosplayers que disponibilizam essas fotos em seus perfis do Instagram, Facebook e outras redes sociais. E nenhuma delas é menor de idade. Uso isso sim, para chamar a atenção para o blog. Mas note que a maioria do meu público é constituída por homens. Só que não esqueço do público feminino: existem fotos de cosplayers homens também. Tanto que pretendo fazer uma postagem só com fotos sensuais de homens cosplayers.
Tanto que notem, eu usei imagens yaois para esse texto. Incomoda não é? Agora pense em como deve ser incomodo para meninas essa visão dos sujeitos...

domingo, 17 de maio de 2020

Obras em mangás que nunca terminaram

Nas histórias em quadrinhos japonesas, nos mangás, é comum não terminarem certas histórias. Todos os dias, diversas obras são lançadas por revistas como a Shonen Jump. Nem todas fazem sucesso. Mas algumas até fazem!
Essas obras citadas aqui, não são aquelas que se tornam animes mas jamais veem o final nas animações (Chromed Sealed Regios por exemplo), mas só a versão impressa. Pois se fosse assim... Ficaríamos dias falando de animes que jamais terminaram.
X/1999: A obra do CLAMP nunca terminada, pelo menos no mangá.
Kamui Shirou é um jovem que voltou para Tóquio, depois que sua mãe morreu de forma sinistra. Ele possuí dons paranormais e místicos insuperáveis. Quando ele chega, ele encontra com Fuma e Kotori Monou, seus antigos amigos de infância. Ele os trata de forma grosseira e agressiva, para assim os afastar e evitar sua morte.
Pois ele já sabe que está sendo procurado.
Há dois grupos de seres poderosos, os Chi no Ryu (Dragões do Céu) e Ten no Ryu (Dragões da Terra). Os do Céu querem poupar a humanidade, enquanto os da Terra, querem os destruir, pois assim irão trazer a paz para o planeta. Contudo, Kamui deve escolher um desses lados, pois está destinado a isso. Assim como se ele o fizer, Fuma se tornará sua contraparte no grupo não escolhido.
A obra foi finalizada sim em anime e movie, mas até onde saiba, jamais em mangá. É uma das obras do CLAMP com temática mais pesada. Talvez nunca tenha sido terminado nas histórias em quadrinhos pela alta violência inerente nele.
Bleach: O mangá Bleach, de Tite Kubo, foi de lenda da Shonen Jump ao lado de One Piece e Naruto a peso morto dentro da revista, com vendas decadentes e resultados risíveis nas enquetes de popularidade oficiais. Mesmo com vários conflitos não resolvidos, o autor foi obrigado a encerrar a publicação do mangá antes da hora para abrir espaço para novas séries.
Ichigo Kurosaki é um adolescente que consegue ver espíritos. Tem uma família bacana até. Porém, ele é encontrado certa vez por uma shinigami (anjo da morte na cultura japonesa) e um hollow (espíritos corrompidos de pessoas mortas). Ele tem que ajudar essa shinigami chamada Rukia. Mas para isso, assume os poderes dela por tempo indeterminado. Ficando como "shinigami substituto".
Mais a frente é introduzida a Soul Society, uma sociedade de outro mundo, o Além por assim disser. Lá as almas tem novas oportunidades. E depois temos os arcos dos arrancar, espadas, quincy e por ai vai.
O mangá foi TÃO criticado por seu final apressado, que muitos não o consideram como o final. A ponto de ter pessoas que queimaram a obra no Japão.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Censuras e banimentos de animes e mangás

Midori: Shoujo Tsubaki: Vamos ver só o enredo dessa obra. Depois de perder os pais, uma jovem vendedora de flores chamada Midori, vai tentar seguir a vida junto de um grupo de animadores de circo ambulantes. Mas ela é quase sempre abusada moralmente ou sexualmente por esses seres bizarros. Hiroshi Harada fez tudo isso sozinho! Pois ninguém queria investir nessa obra. Demorou cinco anos nisso. E depois do lançamento do anime, ele foi proibido em todos os países no exterior. Até no Japão, copias do filme foram apreendidas e destruídas.
Fate/Kaleid liner prisma☆illya: Ele foi banida na Rússia por ser uma suposta alusão clara a pornografia. Proibindo o anime tanto em suas formas físicas quanto suas formas digitais.
Excel Saga: O último episódio de Excel Saga foi banido da TV Japonesa devido ao conteúdo sexual apresentado. O engraçado é que o próprio nome do episódio, intitulado "Going Too Far" ou "Longe de Mais", mostra exatamente o que os produtores fizeram, foram longe de mais com toda aquela apelação. O episódio nunca foi ao ar no Japão, sendo disponível apenas nos DVDs da série.
Osomatsu-san: A TV Japonesa recebeu queixas sobre o primeiro e terceiro episódio, envolvendo uma espécie de paródia do personagem Anpanman. Foi necessário a retirada dos episódios, até mesmo em plataformas de streaming.
Barefoot Gen (ou Gen Pés-Descalços): Um mangá que já foi usado nas escolas como um meio de explicar para os alunos as várias formas com que a Segunda Guerra Mundial afetou o Japão e os demais países vizinhos. Foi exatamente com esse propósito que o seu criador, Keiji Nakazawa resolveu criar uma história baseada em sua própria experiência enquanto sobrevivente do desastre de Hiroshima. Porém, escolas de todo o Japão removeram as cópias de “Barefoot Gen” que aparentemente faziam menção à violência e continham termos depreciativos usados contra as pessoas pobres. Suspeitas de que essa medida tenha sido adotada por motivos nacionalistas permanecem, mas as cópias foram retiradas de várias escolas. Pelo menos 13 autoridades governamentais locais, incluindo a cidade de Hiroshima, receberam pedidos de remoção do mangá não apenas das escolas, mas também das livrarias. 
A Kite: Esse anime conta a história de uma garota assassina, que mata seus alvos com uma bala que explode. O problema é o gore excessivo e uma cena de sexo explícito na obra. 
Date A Live II: Aqui são cenas que podem induzir ao sexo. Lembrando que ele tem um conteúdo meio que ecchi.
Puni Puni Poemy: O spin-off de Excel Saga teve polêmica também envolvendo o seu último episódio. Foi proibido na Nova Zelândia devido ao seu conteúdo sexual e violência.
SAO (Sword Art Online): Esse caso vai ocorrer muitas vezes nesse post, mas a China o baniu devido as leis do país prezando o futuro dos jovens da nação. Isso tudo pela ideia de sexo no anime, tortura psicológica e física, entre outras coisas que a obra apresenta. Ou seja apelos pesados na visão deles.
O detalhe, é que depois que eles baniram a obra eles censuram ela. Por qual motivo censurar uma obra que já esta banida no país? Não faz sentido nenhum!
Dragon Ball:  Vários foram as censuras relativas a ele, mas essa com certeza talvez seja a ideia mais pesada sobre o assunto. Um membro do conselho do município conseguiu retirar o mangá dos estudantes de ensino fundamental e médio da cidade de Maryland em 2009, sob o argumento de que a obra tinha “conteúdo sexual“, especialmente cenas envolvendo “nudez, contato sexual entre crianças e insinuações maliciosas entre adultos e crianças“. Em 1999, um pai descreveu o mangá “Dragon Ball Z“, que ele havia comprado na loja TOYS R US, como sendo um “pornô leve” e em seguida a série foi removida de todas as lojas dos Estados Unidos.
Death Note: O governo de Pequim classificou o mangá do protagonista Light Yagami como sendo “uma publicação assustadora e ilegal” e emitiu o banimento de “Death Note” e outras histórias de terror sob a justificativa de proteger “a saúde mental e física” dos estudantes. O mangá ganhou atenção após cópias do caderno (o Death Note) terem sido produzidas em Shenyang. Outras réplicas deste caderno foram descobertas nos Estados Unidos durante a popularidade da animação. Um pai de família do Novo México tentou fazer com que o mangá fosse banido das escolas locais do distrito, mas não obteve sucesso. As famílias russas fizeram apelações semelhantes para o Presidente Vladmir Putin.
Pokémon: A série foi totalmente banida da Arábia Saudita em 2001 depois da autoridade religiosa do país ter emitido um fatwa (um pronunciamento legal feito por um especialista religioso) contra a franquia alegando que ela promovia a jogatina e continha símbolos religiosos. A proibição se deu no momento em que o mundo estava em meio à febre dos Pokemon.
Uma censura que ocorreu nos Estados Unidos, é em certa parte do anime, eles trocarem um típico bolinho japonês por um sanduíche. Qual o motivo? Nenhum. Sem sentido nenhum.
O Desafio do Samurai, que ocorre na primeira temporada foi banido na Coréia do Sul. O motivo é que a obra tem como uma figura central um samurai. Talvez isso se deva ao passado conturbado entre as duas nações (Japão e Coréia do Sul), onde a primeira fez diversas torturas e atacou contra a segunda nação. Nunca pedindo perdão pelos atos cometidos nas guerras. Isso ocorre não somente com Pokémon, mas qualquer obra que possua elementos tradicionais japoneses. Lembrando que esse foi o primeiro episódio banido na história, antes mesmo do Porygon apareceu.
Shingeki no Kiyojin: Mais uma vez a China fala que a obra é considerada altamente violenta. O que não deixa de ser verdade, contudo, não seria mais fácil SÓ classificar uma faixa etária de leitores, em vez de banir ou censurar um mangá ou anime.
Lembrando que esse foi banido no país.
60 Anos dos Quadrinhos Japoneses: Isso aqui não é bem um mangá ou anime, mas tem uma grande relação. O almanaque de Paul Gravett sobre a história dos mangás foi removido das livrarias do município de São Bernardino na Califórnia após um pai de família ter reclamado do seu conteúdo. A réplica para essa alegação constatava que o livro continha “algumas imagens, mais especificamente uma que mostrava uma cena de sexo com um hamster grande, que não estão de acordo com os padrões desta comunidade“. O presidente da Junta de Supervisores do município deu a ordem para que o livro fosse removido das livrarias de São Bernardino.
Highschool of the Dead: Esse foi banido, mais uma vez na China, devido a cenas insinuando sexo e violência gratuita. E pior que nem precisa ser com as partes relativas a zumbis que aparecem no anime.
Kiseiju (Parasyte): Esse anime e mangá foi banido na China. Mas foi criada até uma lei específica sobre ele. O banindo do país! O gore em si sempre foi alvo dos banimentos por lá mesmo. Então faz sentido isso.
Zankyou no Terror: É um anime em que uma dupla de jovens gênios sua extrema inteligência avançada para causar ataques terroristas no Japão. E lá vai mais uma obra censurada na China. Eles dizem que isso se deve pois ele poderia influenciar de forma negativa os jovens, com ideias mais revolucionárias ou perigosas. Tá bem né...
Hetalia: Seu banimento ocorreu na Coréia do Sul. Pois ele retrata de forma cômica, vários conflitos como entre o Japão e a Coréia do Sul, visto que como foi mostrado, eles tem uma rixa histórica até hoje. A população fez uma petição contra a obra com mais de 15.000 assinaturas! Ainda assim, a petição não influenciaria na transmissão do anime. Mas decidiram cancelar em cima da hora. Por conta de ameaças de morte...
Lembrando que o nome da obra é soma da palavra incompetente no Japão com o nome do país Itália. Isso se deve a aparente covardia da não no período da Segunda Guerra Mundial, que é retratada como uma pessoa no anime/mangá. Quase sendo banido na Itália também por isso.
Aki Sora: É até compreensível a situação desse anime. Aki Sora é um drama envolvendo incesto. O anime possuí várias cenas de sexo não explícitas entre irmãos. O próprio editor da série, entrou com o processo de cancelamento, com medo de que a obra fosse censurada por ordenança, após a aprovação da Ordem da Juventude de Tóquio em 2010. Voltando a falar dessa ordem, era um projeto do Governador Ishihara, que visava restringir a venda de certas obras que apresentavam conteúdo sexual apelativo.
Claymore: Este foi censurado na China pelo mesmo motivo que ocorreu com Parasyte. Pois possui cenas fortes demais e que comprometeriam a obra se fosse cortadas ou censuradas de alguma forma. 
Até mesmo action figures falsas de Claymore são confiscadas por conta de sua banição.
Kinnikuman: Vários episódios desse anime foram proibidos na França. Tudo isso devido à Brocken Jr. um personagem heroico do anime, que usa um uniforme militar muito semelhante ao dos nazistas. Com isso, apenas 49 episódios dos 137 que o anime possuí, foram disponibilizados sob distribuição limitada em solo francês.
Yuzupon: O mangá picante de Yuzupon foi um dos primeiros oficialmente removidos, após a aprovação da lei municipal de Tóquio que visava o crescimento saudável dos jovens, por ser considerado uma publicação prejudicial. Outros trabalhos que foram alvo dessa lei foram o mangá “Oku-sama wa Shogakusei” (Minha esposa é uma estudante do ensino fundamental) e o mangá com romance incestuoso, “Aki Sora“. Esses dois últimos, inclusive, pararam de ser impressos depois que a lei foi aprovada, embora “Oku-sama wa Shogakusei” tenha continuado online, com ajuda do mangaká Ken Akamatsu (“Love Hina“). “To Love-Ru -Trouble-Darkness” e “Yosuga no Sora” também foram analisados. Mas do que se trata... Pouca gente sabe...
Kannokon: Criou algumas polêmicas na China, e até mesmo no Japão, sendo citado como hentai disfarçado de anime.  Mais um daqueles que o governo chinês falou que era por culpa dele que alguns jovens poderiam ser influenciados e se corromper. O que como sempre, nunca fez sucesso.
Highschool DXD: Esse deve vários banimentos pelo mundo, incluindo a Nova Zelândia. Lá, o mangá nem sequer entrou em circulação. Pois teria uma lei similar a da China (mas sendo menos incisiva) que visava proteger os jovens da nação. Aliás, ele também foi censurado na China.
Dakara Boku Wa H Ga Dekinai: Este foi banido em vários países, contudo seu banimento até demorou. Só ocorreu cinco anos depois de sua produção. Na China como de costume que isso iniciou. Usando sua lei de proteção aos jovens como base. 
Elfen Lied: Era até plausível esse estar aqui. Afinal, ele já é violento desde seu primeiro episódio. Nele vemos Lucy matando muitas pessoas com seus poderes com altas doses de gore. Literalmente, uma chacina ocorre nos primeiros minutos da série. Sem contar que as mortes que ocorrem durante e antes da histórias são trágicas e fortes demais. E ela já começa a obra nua!
Devilman Lady: Ela ficou por muitos anos em circulação nos países onde hoje a obra é banida. Criada pelo já famoso e controverso Go Nagai. 
Ele ficou livre de ser banido por conter ação e terror em boa parte de sua história. O que supostamente não teria ligação com cenas mais sexuais. Com certeza, nessa época as pessoas usavam como ideia de terror os blockbusters americanos, onde quase não apareciam cenas sexuais. No máximo mostrava alguma parte do corpo, não enquadrando ele como algo com teor mais sexual.
Mas depois o pessoal soube como ele poderia ser cheio de insinuações mais pesadas.
Zatchbell: Para quem não sabe, na obra, uma "raça" da história esta ligada a livros especiais. Tecnicamente, destruir o livro é derrotar aquele ser. Em determinada parte da história, um personagem ligado a esses livros quer queimar seu próprio livro. Então ele carrega um isqueiro. Só que nos States, eles retiraram o item. Então, isso deixa a cena sem sentido. Como diabos ele queimou o bendito do livro.
Ou pior, quando usam ao invés de uma arma de fogo, uma arma de brinquedo com água! Meu Deus, eu vou ficar com medo pois alguém me apontou uma arma que vai me MOLHAR! Putz grila...
Yu-gi-Oh!: Os capangas de Pegasus descobrem que Kaiba esta em seu castelo e o encurralam por lá. Obviamente, eles vão até lá para o forçar a se entregar. Então eles fazem isso com armas. Porém, nos Estados Unidos, eles fazem isso apontando os dedos. Obviamente, pois na versão americana, eles removem as armas. Fazendo a cena ficar sem muito sentido!
Mas em GX algo parecido ocorre. Mas em outro nível. O pai de um personagem aparece para confrontar seu filho e o levar de volta para casa. Então, ele saca seu baralho baseado em pimentas. Mas o rosto dele parece estranho. Na verdade, até o mesmo vidro que ele carrega parece mais com outra coisa. É que aquilo era saquê. Por que não ser sincero, sendo que o personagem era adulto, diferente de Sanji em One Piece.
Inuyasha: Um personagem faz uma chacina em sua terra. Mas é tão lento que fica essa cena devido a censura, deixando ela muito ruim mesmo. Parece até que a imagem esta altamente lagada. Só que tudo isso ocorreu em um anime que passava em TV aberta.
One Piece: Precisa falar? One Piece deve tantas censuras que não sei como um americano conseguia entender a trama do anime nos Estados Unidos. Desde de substituir armas de fogo por mecanismos estranhos (sendo que não censuram armas brancas como espadas e katanas), até pirulitos por cigarros. Não bastava só eliminar o cigarro... Ah não dá! Pois o personagem além de aparecer sempre, tem como uma de suas características iniciais exatamente isso! Putz...

quinta-feira, 11 de maio de 2017

O início dos mangás


Muitos nem devem imaginar como surgiram os mangás. Porém, assim como os quadrinhos, sua origem se deve a algo bem mais simples. E mais artístico. 
Os primeiros gêneros de registros com formas desenhadas criando histórias eram os "emakimonos". Pergaminhos com papel de arroz, em longos rolos. Normalmente retratavam animais antropomorfizados, representando o comportamento de classes sociais da época.
Na Era Edo, graças à intervenção do xogunato, houve um grande investimento na área artística. Entre uma das principais formas de expressão desse tipo foi o ukiyo-ê. Pinturas que utilizam uma espécie de criação parecida com a xilogravura. Seus temas eram dos mais diversos tipos em que retratavam os dias dos japoneses, a vida boemia, as gueixas, os bordéis, performances e lendas antigas, entre outras coisas. Alguns deles possuíam diálogos, que seria um modo antigo de como seriam as "caixas de diálogos" das HQs. 
Katsushika Hokusai, artista da época famoso por obras como Kanagawa Oki Nami Ura (A Grande Onda de Kanagawa), foi o primeiro a usar o termo "mangá", que significa "rascunhos livres e inconscientes", para nomear seus desenhos de personagens caricaturados. Esses desenhos, em sua maioria, retratavam de forma bem-humorada a vida social no Período Edo. Muitos destes desenhos foram reunidos e compilados no que foi denominado Hokusai Manga, um de seus principais trabalhos.  
Em 1853, com a chegada do almirante Mathew Perry ao Japão, e a abertura dos portos do país, houve uma grande entrada de material estrangeiro. Incluindo aqueles mais gráficos e artísticos. Isso demonstra o fim da Era Edo e o começo da Era Meiji.
Os mangás, como nós conhecemos mesmo - mas ainda mais em um estilo mais satírico - viria em 1862. Com o inglês Charles Wirgman, artista, ilustrador e cartunista, lançou a revista Japan Punch, que geralmente satirizava as figuras públicas, criando um novo gênero de humor na época. Lembrando muito algumas tiras de jornais americanas.
Pouco a pouco, dentro do Japão, parte por influência das obras americanas e inglesas, os mangás foram tomando formas. Inclusive as editoras como DC e Marvel, até mesmo a Disney.


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Animes e mangás sobre guerras reais


Aqui tratarei sobre guerras que realmente existiram. Por isso não tem nada muito fantasioso. E como já falei muito do Japão, esses animes tratam de guerras fora das "ilhas asiáticas". Outras versões de animes e mangás com essa temática, são raros, mas existem por aí.
A história gira em torno de Li Xin e Hyo, dois garotos que vivem em uma China de 2500 anos atrás e que perdura em uma guerra ao longo de 5 séculos(chamado de Período dos Estados Combatentes). Isso ocorria em uma época quando a China era dividida em sete reinos muito poderosos.
Os dois garotos possuem o sonho de se tornarem generais e comandarem exércitos poderosos e capazes de se destacarem na guerra. Porém o destino de ambos estarão cruzados de uma forma que não estava prevista desde o inicio e mais do que apenas uma guerra estará se formando.
O mangá começou em 2006 e tem anime também. Já ganhando o prêmio cultural Osamu Tezuka.
Mesmo já falado aqui, lá vai a sinopse de Joker Game: Em 1937, pouco antes da Segunda Guerra começar de fato, o tenente-coronel Yuuki do Exército Imperial Japonês forma a "Agência D". Ela serviria como uma agência de inteligência do exército. O exército do Japão atribui então ao tenente Sakuma o serviço de observar qual o desempenho da unidade. 
A Agência D procura novos agentes, fora dos militares japoneses. Yuuki então institui princípios que vão contra os do EIJ (Exército Imperial Japonês): "Não matar, não morrer, não ser capturado". Com isso, o grupo lida com missões contra poderes nacionais e estrangeiros. 
Adaptado da série de novels de Koji Yanagi pelo renomado estúdio Production I.G e com a promessa de 12 episódios, Joker Game sai e muito da linha comum para nos trazer algo mais maduro.
Porco Rosso, não é exatamente um anime de guerra. Contudo, ele possui um clima da época, já que se passa entre guerras (Primeira e Segunda Guerra Mundial). E é uma obra da Ghibli.
Na Itália, durante o período entre as duas guerras, com um fundo de recessão económica e de ascensão do fascismo, perdido numa ilha deserta no mar Adriático, um ex-piloto emérito da Força Aérea Italiana, se vê transformado em um porco e converte-se em caçador de recompensas. Ele se chama "Porco Rosso". A bordo de seu hidroavião vermelho, ele tem muitas aventuras: de caça aos piratas do ar que fizeram um hábito de roubar os turistas que visitam a região, o resgate de passageiros tomados como reféns, duelos aéreos, "corridas" de hidroavião, subterfúgios para semear a polícia secreta italiana ... a vida do piloto é agitada e cheia de aventuras.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Death Note, o filme pela Netflix


Death Note é uma história que muitos conhecem. O jovem Light Yagami é um estudante que quer se tornar um dia policial assim como seu pai. Mas o mundo é completamente injusto em sua visão. Eis que do nada, um shinigami (deus da morte) lhe entrega um caderno em branco. Na capa esta escrito Death Note e ele possuí o poder para matar qualquer pessoa, desde que o usuário saiba o nome completo e conheça o rosto da vítima que estava escrevendo. Com isso, o rapaz acaba sendo denominado pelo mundo como Kira, um deus justo para esse Novo Mundo, que age de forma secreta. Contudo, a Interpol chama para o Japão o detetive L. Conhecido internacionalmente. E começam um jogo de gato e rato.
Já fazia algum tempo que a Netflix estava anunciando que iria fazer um filme em live action adaptando o famoso anime e, desde então, algumas notícias sobre a produção iam saindo, mas nada muito consistente que nos desse muita ideia do que estava por vir. E agora temos esse trailer... Ambientado nos Estados Unidos ao que parece... Veremos como será.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Sub-gêneros de animes e mangás


Existem muitos sub-gêneros de anime. Tecnicamente falando, para cada gênero comum, existem subtipos deles. Assim como estilos de filmes, eles nem sempre são citados. Mas estão ai. E tem um grande número de fãs. Assim como Star Wars é um estilo diferente de filme sobre ficção científica (e aventura), existem estilos ramificados de shounen, shoujo, seinen e até hentai. Esse último vou separar de outra forma por aqui.
  • O mahou shoujo, ou magical girl, são as garotas com poderes mágicos como já foi dito. Meninas adolescentes ou crianças (muitas vezes, o segundo caso) que obtiveram poderes de alguma fonte mística, normalmente. Entre alguns exemplos temos Sakura Card Captor, Sailor Moon e Mahou Shoujo Lyrical Nanoha
  • No shoujo-ai, temos traços de yuri (ver a parte sobre hentai), sendo um pouco diferente do shounen-ai, outro sub-gênero. Nele, temos algo mais leve, sem conteúdo explícito ou pornográfico. Entre obras desse estilo temos, Candy Boy e El Hazard.
  • Esse é mais voltado para um público infantil: kodomo. É um gênero mais de humor e voltado para as crianças. Isso fica claro com os títulos dele como Hantaro, Doraemon e Dinossaur King.
  • Os animes de slice of life ou drama. Não significa que a obra vai ter um dramalhão, mas sim que o protagonista vai ter um grande desafio em sua vida, com uma temática mais realista. Podem parecer mais parados se comparados a diversos outros animes e mangás, mas mesmo possuindo uma vida cotidiana, faz com que se passem por obstáculos. Entre algumas dessas obras podemos classificar Barakamon, Hanasaku Iroha, Silver Spoon, Bakuman e Shirobako.
  • Mesmo que seja mais bem explicado o significado por aqui, eu vou comentar sobre os animes/mangás chamados de ecchi. No caso, são aqueles que são voltados para o público masculino com conotação sexual leve. O que não impede muitos momentos de fan-service, ou exageros em cenas. Nós temos ai Highschool of the Dead, Highschool DXD, To Love Ru e Ikkitousen.
  • Com o kemono, podemos ver uma visão de mundo onde animais assumem o lugar das pessoas. Muitas vezes fazendo uma crítica social ou alusão a fábulas e contos com determinada moral. Um exemplo mais que claro disso, é Porco Rosso.
  • No josei, temos uma vertente mais voltada para o público feminino, mas com uma temática mais "pé no chão". Com temáticas e histórias mais realistas. Muitas vezes, podendo até ser voltado para adultos, devido a seu roteiro. Podemos ver isso em obras como Usagi Drop e Nodame Contabile. Detalhe: como consegue ser mais sério, é o que tem maiores chances de criar doramas.
  • Os animes e mangás tem um "sub-gênero", que na verdade nem poderia ser classificado assim. São os de esporte. Neles, nós temos um objetivo, algo que só é conseguido através de um estilo de esporte ou competição específica. Desse temos muitas obras com essa temática como Major (de baseball), Kuroko no Basket (de basquete), Giant Killing (de futebol), Captain Tsubasa (no Brasil conhecido como Super Campeões, de futebol), Slam Dunk (de basquete) e Free! (de natação). Até mesmo Initial D (que trata de corrida com carros) pode ser colocado aqui.
  • O shounen (ou shonen-ai), que ao pé da letra seria "amor entre garotos", tem como principais fãs os adolescentes. Seria uma relação "idealizada" das garotas de dois homens entre si. Confuso? Bem, de certa forma, ele mostra o amor entre rapazes. Alguma das obras desse sub-gênero temos Kuroshitsuji, Tokyo Babylon, X/1999, Monochrome Factor e Owari no Seraph.
  • Apesar de também tratar sobre isso mais a frente (ver a parte sobre o hentai), o yaoi, também é chamado de lemon quando existe relações sexuais. Nele temos o relacionamento homossexual entre homens e quando possuí cenas de sexo, mas elas não são o foco, é tratado pelo segundo nome. São só, quase sempre, a representação do amor através dele. Não existe uma apelação no ato sexual. Boku no Pico é uma grande prova disso. Ainda existe algo mais pesado ainda que é o dark lemon, que trata de estupro mesmo.
  • Lolicon. Nele temos ou outro tipo de relação, entre homens mais velhos (adultos) e garotas mais novas (meninas). No contexto dele, temos claramente o que chamamos aqui como a pedofilia. Lembrando que sua visão de mundo é bem diferente da nossa, ou tentam extravassar certas inibições deles. Hayate no Gotoku, Astarotte no Omocha e No Game No Life são alguns exemplos disso.
  • Shotacon inverte o conceito da Lolicon. Ou seja relação de mulheres mais velhas e garotos mais novos. É um dos exemplos disso no mundo o famoso Papa to Kiss in the Dark.
  • Entre tantos outros, que podem ser mais apelativos até do que os últimos citados! Acredite...