Mostrando postagens com marcador TikTok. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TikTok. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de fevereiro de 2024

Caos em evento que DEVERIA ser de anime e mangá

Vamos falar pelo perrengue a artista Lirio passou certa vez? Aliás, sigam ela no TikTok, @eulirio_
Essa moça foi ao seu primeiro evento de anime e foi pega em "uma armadilha evangélica", se posso chamar assim. Acompanhem:
O evento estava marcado as duas da tarde. Então, ela foi ao meio-dia para arrumar todas as suas artes e itens para vender. Adesivos e prints que ela colocou lá, muito bonitos por sinal. 
Mas o evento só foi começar as três da tarde e estava bem vazio, pois foi muito mal divulgado. Parece as divulgações de trabalhos em Santa Isabel, dos artistas locais pela prefeitura. 
E a galera estava até se divertindo no local. Mas ai que veio os problemas.
Três artes dela foram censuradas, pois eram um desrespeito com a igreja. O que já começa a mostrar onde eu quero chegar com essa postagem. 
Ficaram bravos com o cosplay da amiga dela ( @liviaandradede_121 ), falando que ele estava muito curto e os homens estavam a olhando.
Aí, surge o grande plot twist: um homem subiu no palco do evento, e começou a dar culto no meio do evento! Em nenhum momento, o evento foi divulgado como algo religioso, mas que teria relação com cultura pop japonesa!
O que ela conseguiu tirar daquilo foi que conheceu uma galera gente boa no evento. E eu falo o mesmo que ela comentou: eventos compulsórios assim, só afastam os jovens dessa religião. 


sábado, 5 de agosto de 2023

Kine-Chan: Influenciadora e cosplayer, diz que vai entrar em Miss Bumbum 2023 e o perrengue com fã stalker


Kine-Chan, de 21 anos, é uma influenciadora e cosplayer mineira que tem feito sucesso nas redes sociais, com vídeos e fotos sensuais em que aparece caracterizada como personagens de videogames e animes. No dia 15 de Junho de 2023, a cosplayer, que possui três milhões de seguidores no TikTok e mais de 500 mil no Instagram, anunciou que irá concorrer ao prêmio de Miss Bumbum 2023.
A influencer garante que nunca fez nenhuma intervenção cirúrgica para manter o corpo. Quando se veste com cosplays, ela capricha nos looks para ficar diferente do habitual e o mais parecida possível com os personagens. A influenciadora também faz algumas lives em que recebe dinheiro de seguidores para falar frases com os trejeitos de personagens das animações japonesas. Porém, sua renda não se resume a isso.
No OnlyFans, Kine reúne milhares de assinantes que consomem conteúdo adulto e exclusivo, produzido por ela. Além do lucro com a plataforma, recentemente, a cosplayer investiu em produtos inusitados de sua própria marca: velas aromáticas com cheiro de sua vagina e bonecas que imitam as proporções do corpo da influencer e tem tecnologia que imita pele humana. A boneca realista está disponível no mercado por R$ 502,55.
A cosplayer viralizou em algumas ocasiões, como quando recebeu um pix de R$ 20.000 de um seguidor, com um pedido de casamento: "O mais engraçado é que não é a primeira vez que isso acontece, já recebi pedidos pelo menos 5 vezes", disse ela na época. Kine-chan foi responsável pelos memes Jefferson Caminhões e Ara, Ara, Chico Linguiça, durante uma das lives que fez para os fãs do TikTok.
A musa do OnlyFans já passou por um susto com um fã. Ela contou aos seguidores que ganhou um bichinho de pelúcia de um admirador, que parecia ser inofensivo. Porém, ela percebeu que o urso tinha um brilho estranho em um de seus olhos, o que fez com que Kine desconfiasse de que algo estava escondido dentro dele.
"Estou pensando em que medidas vou tomar em relação a isso, se vou ou não fazer B.O. Ainda não fiz", declarou ela. "Mas, influenciadores, tomem cuidado com ursinho de pelúcia. Não abram as caixas perto do rosto. Atenção onde você deixa a sua caixa postal exposta. Não sei se foi uma brincadeira. Se foi, foi de muito mau gosto", alertou ela, ao conrar que o fã escondeu uma câmera dentro do bicho.

terça-feira, 11 de abril de 2023

Por qual motivo streamers estão indo para baixo de pontes na China?


Você é streamer ou gosta de consumir lives? Se sim, deve se interessar por essa galeria. Se não, também, afinal, ela mostrará uma história curiosa. Na China, esses profissionais têm encontrado uma saída para trabalhar.
A influencer chinesa Naomi Wu fez uma live mostrando streamers, um do lado do outro, numa rua rica do país (a cidade não foi revelada). Todos eles também faziam transmissões ao vivo.
Em outros momentos, foi possível ver que os streamers e influencers vão até para debaixo de pontes. Tudo isso, segundo Wu, é para burlar o serviço de geolocalização. Os profissionais acreditam que mais dinheiro em locais ricos, como com maiores gorjetas.
Foram mais de 17 milhões de visualizações, ou seja, praticamente o somatório das populações de Rio de Janeiro e São Paulo. Foram ainda cerca de 22 mil curtidas.
A estratégia é marcar que está em um local rico. Assim, as lives aparecem mais para os moradores da região. Estes, algumas vezes, buscam por conteúdo produzido apenas nos arredores.
"O que está acontecendo é que elas estão jogando com o recurso de localização. As plataformas de streaming permitem que os usuários pesquisem conteúdo local. Bairros mais ricos significam contribuições maiores", conta Wu.
Wu também comentou que os streamers se sentem seguros fazendo as lives, mesmo a maioria sendo feita à noite. Este é o horário que o público relaxa e acessa o celular após o trabalho
Aliás, muitos dos streamers também precisam trabalhar durante o dia para complementar a renda. Ela conta que a movimentação, ainda mais em áreas ricas e com tudo sendo filmado, inibe a movimentação de bandidos.
"Não é inseguro, são tantas transmissões ao vivo que um pervertido seria pego instantaneamente. Pessoas sentadas confortavelmente sob abrigo e trabalhando com segurança ao ar livre para dicas? Que tipo de distopia horrível é essa?", contou.
"Motoristas de entrega na China e em outros lugares são os que trabalham em condições verdadeiramente terríveis, mas a linda e-girl que ganha dinheiro de colarinho branco pode pegar um resfriado", completou, ao Grupo Globo.
A China é um país que tem algumas redes sociais censuradas. Assim, as lives costumam ser feitas em plataformas e sites desenvolvidos no próprio país. Algumas plataformas são Douyin e o Kuaishou, concorrentes do Tik Tok. Outra muito usada é a Huajiao.
A exposição feita por Wu levantou um debate para dentro e fora do país, além de inspirar pessoas, especialmente jovens, que são a grande maioria dos profissionais que trabalham com lives.
A China também limita alguns tipos de conteúdo, como falar de política e ostentar. O governo também quer impedir sonegações dos streamers. As autoridades começaram a interferir nesse ramo da economia em junho do ano passado.
Um pouco antes, porém, no final de 2021, a China deu uma grande multa no então maior streamer do país, Huang Wei, também conhecido como Viya. Ele se desculpou publicamente, mas perdeu algumas de suas redes sociais.
Já o influencer Austin Li Jiaqi recebeu uma censura de alguns meses em 2022 após criticar o governo.
Naomi Wu tem 28 anos e tem um conteúdo voltado para ensinar as pessoas fazerem coisas por conta própria, na técnica "Do it Yourself" ("Faça isso você mesmo").
Um streamer é o nome dado ao profissional que trabalha fazendo lives. O termo vem do inglês "streaming". Este, por sua vez, é o nome dado para a tecnologia de transmissão de dados pela internet, principalmente aúdio e vídeo, sem a necessidade de baixar o conteúdo, ou seja, fazer download.
O Spotify, a Netflix, o Amazon Prime, a Globoplay e o Deezer são alguns exemplos de plataformas de streaming. No entanto, para fazer lives, destacam-se Youtube, Instagram, Facebook e Twitch. Este último, porém, não permite o procedimento de geolocalização.
A China é o país com a maior população do mundo, com cerca de 1,4 bilhões de pessoas. Ou seja, lugar tem cerca de 18% da população mundial. Além disso, o país é o terceiro mais extenso do planeta, com cerca de 9.596.960 Km², só atrás da Rússia e do Canadá.
Portanto, é um ótimo lugar para se promover e vender produtos, até porque a China é o segundo país mais rico do mundo, só atrás dos Estados Unidos. Os dois são os únicos com mais de 10 trilhões de dólares (algo em torno de R$ 55 trilhões de PIB, o Produto Interno Bruto, o somatório de tudo o que foi produzido.
Por outro lado, a concorrência de um streamer na China é muito grande, afinal, são cerca de 1,3 milhões de streamers no país. Além disso, a China tem muito desigualdade de renda. O país é o mais industrializado do mundo, mas os trabalhadores costumam receber pouco.