Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de dezembro de 2024

Lois Lane é fã de Pokemon!


Rachel Brosnahan (atriz que interpreta Lois Lane em ‘Superman’, de James Gunn) revelou em diversas ocasiões que é uma grande fã de ‘Pokémon’, especialmente de ‘Pokémon GO’.
Ela baixou o jogo em 2016 e está viciada nele desde então. Atualmente, ela é treinadora de nível 42, o que a coloca entre os 15% melhores jogadores do mundo. E graças às constantes viagens a trabalho, ele conseguiu capturar todos os tipos de Pokémon. Rachel descreveu o jogo como uma ótima maneira de se divertir e destacou como o jogo permitiu que ela se conectasse mais com os fãs.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

FANBOY!

O que é um FANBOY?
Esse é um termo hoje em dia utilizado para muitos fãs de diversas mídias (quadrinhos, seriados, cinema, música, mangás, entre outros) mas que também são consideradas chatas. Pois normalmente defende com unhas e dentes seu personagem ou serialização favorita, muitas vezes até mesmo perdendo seus argumentos.
Podemos ver isso, em especial, nas séries shounen (como Dragon Ball ou Naruto), onde os argumentos são muitas vezes ralos. Normalmente, uma denominação para o fanboy é o otaku, pois no Japão é exatamente isso que essas palavras significam. Alguém que é literalmente fanático!
Existem alguns tipos de fanboys, por exemplo que sabem mais do jogo/produção/obra do que o próprio desenvolvedor/criador. Como? Simples, ele inventa. Cria dados falsos para se sentir superior a quem não conhece tanto sobre o assunto tratado. E muitas vezes, as pessoas acreditam e passam a falar aquilo como uma verdade sobre o tema tratado.
Ele não aceita mudanças em um personagem de determinadas obras. Um caso bem claro são os fãs de
Devil May Cry. Eles odiaram o Dante, pois ele ficou "emo" e ocidentalizado. Mas a dona dos direitos sobre os jogos queria atingir mais o mercado ocidental, então fazia sentido essa mudança. Eu não gostei inicialmente, mas admito que a jogabilidade e trama ficaram boas (não excelentes, mas boas). Mas houve até um protesto sobre isso! OS CARAS PROTESTARAM, FIZERAM UMA PASSEATA PARA DEIXAR O DANTE COMO ELE ERA! 
A mudança é necessária. Tanto de forma estética, quando em personalidade. Por exemplo? Usando o exemplo de Dragon Ball... Ocorreu alguma mudança na série? Não! Pois O GOKU VAI SEMPRE VENCER!
Sem contar que muitos são fanboys, que acham os outros fanboys, menos ele. Além disso, sempre ofende sem ter o por que. Normalmente parecem até cegos e surdos, para argumentos claros. Verdadeiros haters. Sem contar que muitas vezes ele chama pessoas que conhece, para tentar ter "um argumento".
Acho que um dos mais claros exemplos que vi recentemente foi um caso sobre O Senhor dos Anéis e Harry Potter. Eu queria brincar sobre um post que uma pessoa colocou sendo fã de HP. Estava engraçado, cada um colocando o seu motivo para gostar de cada obra (eu por exemplo sou fã de SdA e sempre uso o argumento que o filme era um livro bom, mas que conseguiu 17 Oscars). Até que um sujeito colocou o argumento, "pelo menos J.K. Rowling esta viva e se aproveitando a glória de seus livros, não como outros autores que já morreram". Caraca! Ela descobriu a imortalidade! Ela conseguiu usar a Pedra Filosofal do primeiro livro para não morrer! Acreditem... Eu ri muito.
Sou fã de obras como O Senhor dos Anéis, Game of Thrones, entre outros. Mesmo assim eu sei que esse autores falham, ou não são queridos pelos outros. Entende? É besteira brigar por isso. Tecnicamente falando, uma pessoa que briga assim não é muito diferente de um torcedor de futebol, que pode ficar louco quando falam mal de seu time.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Preconceito dos fãs (o que tem por nós e o que temos)

Sabe, muitas vezes como RPGista, otaku e bom fã de metal (sim, não tenho uma vida social muito ativa...) vejo os olhares das pessoas de modo estranho. Não posso falar de preconceito pois não vejo as mentes das pessoas para fala, "você mal me conhece e me 'taxa'". Isso seria simplesmente errado e anti-ético, lembrando que sou um professor de história e viso tentar passar aos meus alunos uma maneira mais correta de compreender novas culturas, e até mesmo aquelas em que estamos inseridos. Porém na minha mente não vem não só os olhares dos desconhecidos, mas os dos amigos e familiares. Parentes que chegam até mim e pronunciam "isso é coisa do demônio, pois tem chifres" ao se referir as armaduras ou cabelos de Cavaleiros do Zodíaco. Não riam. Isso já ocorreu comigo de verdade.
Admita: as vezes você pode ser estranho na visão das pessoas.
Os amigos, normalmente os que não gostam de certas coisas que não estejam na moda, olham com estranheza para o fato de ainda gostar tanto de "desenhos animados" com 20 anos ou mais, quando assiste Naruto, Bleach, One Piece ou Dragon Ball. Ai você fala "deve ser por serem burros" e eu digo que você nunca deve falar isso sem pensar que as pessoas que esta ofendendo são seus entes mais queridos ou até mesmo amigos intelectualmente bem dotados. O fato de uma pessoa não gostar de algo vem de dois fatores:
-Ou ela não gosta daquilo e pronto ou;
-Ou ela não sabe do que se trata em diversas formas. É como não saber se pizza é boa, se nunca provou. E sim, isso também é um exemplo que já ocorreu comigo! Em qualquer caso, tente mostrar a essas pessoas os lados positivos de curtir isso, e se não conseguir, você ao menos tentou. Faça algo que as pessoas não tem coragem as vezes. Só não tente tornar a pessoa em um otaku por exemplo, pois ai você estará fazendo o que você nunca vai querer que façam contigo: tornar-se outra pessoa!
Sou fã de animes como Lucky Star, de jogos de RPG por conta da arte interna dos livros e de bandas de metal como Lacuna Coil... É preciso mesmo sair dessa "semi-vida". XP
Ai, como bom otaku você se autodeclara imune ao preconceito. Pense novamente meu amigo. É só imaginar que você esta em um espaço fechado e público, e de repente começa a escutar um cidadão escutando funk no seu querido celular sem os benditos fones de ouvidos. Falei do funk pois a maioria dos fãs de cultura pop japonesa odeia esse som, no Brasil. A resposta que vem a cabeça da maioria é uma aversão grande ao som. Talvez pelo cidadão não estar usando algo para aproveitar o som sozinho (como os fones já citados), ou quem sabe seja o fator de ter trabalhado muito o que causa um stress por ter de escutar "barulho". Mas é fato que não gostamos desse tipo de som. Me incluo entre essas pessoas.
Ai você diz todo orgulhoso que não gosta de funk. E eu olho para você e aponto o dedo, gritando: "te peguei! Pois você é preconceituoso!" Obvio que alguém vai argumentar coisas como "funk não tem letra", "funk é uma putaria", mas ai que esta um fator engraçado. Esses argumentos lembram aqueles que as pessoas que não compreendem o que é anime e mangá usam! "Anime não tem sentido", "anime é só violência.
Nem todos conseguem fantasiar um mundo mágico... Pena
Antes que me odeie fã, lembre-se, eu não curto funk. Mas admito que nesse caso há sim um preconceito de minha parte. Pois ninguém é perfeito. Por essas e outras possuo um conselho: antes de falar mal de qualquer coisa leia ou veja o foco de seu desgosto. Examine o que faz dele algo ruim pra você. Criticar algo ou alguém, não é algo formulado só com aspectos negativos. Sua ideias devem vir de uma observação atenta, pois criticar sempre é fácil, mostrar o motivo de estar errado que é díficil. Especialmente quando estamos nos prendendo mais a nossa opinião pessoal do que a razão.

terça-feira, 12 de abril de 2016

E afinal, o que é um otaku? E hikikomori?


A palavra otaku é designada para dizer que é viciado em algo. Existem Geemu Otaku (Game Otaku), viciados em games; Mecha Otakus, viciados em robos; Animê Otaku, viciados em animês e por ai vai. No entanto o “otaku” que mais gerou polêmica no Japão foi Animê Otaku, a sociedade (japonesa) os vê como nojentos e “tarados, e isso não é pra menos. Eles assumem o perfil nerd e anti-social, quando vêm uma garota fofa de saia, descaradamente pegam a camera e colocam em baixo da saia. Sinceramente parece que nunca viram mulheres. Há quem pense que isso só acontece nos animês (Lembrando que isso só ocorre no Japão, o otaku ocidental é diferente do oriental, você pode ver imagens mais sobre os “otakus puros” na galeria de imagem) mas não é bem por ai.


No Japão, comportamento semelhante é verificável numa parcela da juventude, mas motivado por razões e objetivos em absoluto distintos. Trata-se dos hikikomori, pessoas que deixaram de enxergar atrativos na sociedade, rejeitam a relação com o mundo exterior e se isolam em seus quartos, dedicando toda a sua energia vital em mangás, jogos eletrônicos e interação virtual. Impactados pela crise econômica japonesa do início dos anos 90, o movimento é comumente denominado 'Parasitismo social', 'A geração perdida' e 'Os milhões perdidos'.
Hikikomori era um termo japonês usado para descrever pessoas que se retiravam para o campo após a aposentadoria, mas foi re-significado pelo psiquiatra Tamaki Saito como um estado agudo de isolamento social e doméstico. Descreve hoje pessoas de 15 a 40 anos que evitam a todo custo o contato social - mesmo visual - trancando-se em seus quartos por meses ou anos a fio, literalmente. Grupo majoritariamente masculino (80%), muitos acima dos 30 anos, os hikikomori estão se tornando a nova doença social do Japão contemporâneo.