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sábado, 25 de outubro de 2025

Curiosidades sobre Resident Evil


Resident Evil Deadly Silence é a segunda versão de Resident Evil em um console portátil da Nintendo. Lançado no início de 2006, o game incorporou ao já clássico Resident Evil de PsOne os recursos exclusivos do DS, como a utilização das duas telas e a canetinha Stylus. Além disso, o novo modo de jogo, chamado “Rebirth”, traz novos enigmas, animações e um modo totalmente novo, o “Knifing”, no qual a faca é controlada através da tela sensível do console, com visão em primeira pessoa. Albert Wesker é jogável no game. Basicamente é uma releitura para o portátil, do primeiro game.

Jill dá um tapa em Carlos, no Resident Evil 3 Original. Isso demonstra que ela sempre deve uma personalidade bem mais forte, do que games futuros fariam, como RE 5. Já Chris chama Jill de "seu amor" no livro de The Umbrella Chronicles. 
Isso só fomos saber em Resident Evil Village (ou RE 8). Oswell Spencer conheceu e trabalhou com a Mãe Miranda, que foi uma das responsáveis, não apenas pelos estudos para os vírus que conhecemos, mas até a logo da Umbrella. No caso dele, era - por mais incrível que pareça - mais egoísta que a vilã do game 8.
Poucos sabem, mas Chris Redfield conheceu Leon Kennedy durante os eventos de Code Veronica.
Em RE Revelations 2, você pode notar como Claire tem algum interesse amoroso por Nail. Antes disso, ela desenvolve um forte vínculo com Steve Burnside, com quem compartilha momentos de grande intimidade e preocupação.
Ada Wong teve um relacionamento com o cientista da Umbrella, chamado John Clemens. Um documento encontrado no primeiro jogo da série, onde um cientista chamado John escreve para uma mulher chamada Ada, fornecendo instruções para acessar dados importantes do laboratório. Essa carta é importante, porque revela a primeira menção à personagem Wong na franquia, mesmo antes de sua aparição em Resident Evil 2.
Sherry, canonicamente, é seis anos mais velha que Jake Muller: Sherry nasceu em 1986, já Jake, em 1992.
Ada é a única mulher que Wesker não agrediu fisicamente dentro da franquia. Ele chegou até a machucar Rebecca!
Jessica de Revelations, trabalhou diretamente como espiã para a Excella. O que significa que Wesker. possivelmente, "conseguiu" o vírus T-Abyss.



domingo, 20 de julho de 2025

Pirataria, Sony querendo cortar isso, mas ainda assim empresas são hipócritas!

Nos EUA, a Sony quer bloquear acesso a internet de quem consumir conteúdo pirata. O caso está rolando por lá, então vamos imaginar se rola no Brasil, se você consumir algo pirateado da Sony, ela basicamente quer que seu provedor de internet corte sua internet, para assim "proteger os direitos autorais" que você violou ao piratear o conteúdo dela.
Vamos falar sobre isso de forma até rápida. As empresas e bigtechs, no geral falam, "não podem piratear", "não podem fazer edits de games, séries ou outros", entre outras coisas. Mas eles amam exaltar pessoas que tratam sobre seus trabalhos, quando fazem sucesso com essas mesmas edições e modificações. Isso sem contar o quanto que a pirataria digital faz mais do que esses grupos para divulgar esses trabalhos.
Vejam, HQs, como mangás da JBC, alguns anos atrás, quando saia em sua estreia com X/1999 (do estúdio Clamp), os valores de cada edição eram cerca de 10,00 R$. Hoje em dia, por conta de algumas coisas a mais, custa mais de 40,00 R$. E isso não é apenas por ter ou outro detalhe a mais, pois isso exagera o valor de um produto, para algo que já é antigo.
Mas o pior é essas companhias serem a favor de cortar a internet de quem faz pirataria, mas ignorar que eles mesmo fazem isso. Novamente, aqui cito o Facebook, que treinou IAs para copiar obras digitadas em sua plataforma. Como podemos ter certeza que nós não seremos copiados se, até mesmo uma quadrinistas brasileira teria sido copiada por autores famosos. Do que falo? Os criadores de "1899", Baran bo Odar e Jantje, foram acusados pela quadrinista brasileira Mary Cagnin. Ela acusou a série "1899", da Netflix, de plágio, alegando que a trama e elementos da série são "idênticos" à sua HQ "Black Silence", de 2016. E pior, tem muitos pontos em comum entre ambos.
Então, antes de reclamar da pirataria, ou impor regras sobre isso, veja se no seu quintal, ela não ocorre, com as grandes empresas que "tantos amam".



sábado, 14 de junho de 2025

Imagens do CLAMP sobre outros mangás e mídias

JoJo's Bizzare Adventure (Cutie Honey, Black Magic M-66, Giant Robo, Sonic)

Devilman

Yoshiki Tanaka works (Legend of the Galactic Heroes, The Heroic Legend of Arslan, Sohryuden: Legend of the Dragon Kings, Ryoko's Case File)

Legend of the Galactic Heroes

Saint Seiya (e Star Wars)

Saint Seiya

sábado, 19 de abril de 2025

Precisamos falar de Devil May Cry... e de NERDOLAS!


Uma das coisas que mais está me enchendo, é o quanto nerdola consegue ser chato. Muita gente sempre reclama de algo por ser X, e então fazem Y. Depois fazem Y, pois na verdade, querem o original de A. Mas do que diabos eu estou falando? O título já diz tudo: Devil May Cry e sua versão para anime na Netflix.
Recentemente, eu o assisti e gostei muito do que vi. E gostei muito dele. Entretanto, a galera começa falando que a história do game é um jogo com uma "profundidade de um pires de tão rasa e tentam fazer um mousse". Que Bayonetta é um pouco mais aprofundado em questão de enredo, mas jogando a culpa no Kamiya (criador de Devil May Cry e Bayonetta) nunca foi tão metódico com as IPs dele. E falam que essa obra é anti-imperialista e anti-armamentista... Que???
Isso acontece pois saiu esse novo anime, e que estão comparando ao antigo Devil May Cry. Que por sinal, muita gente odiava, mas por algum motivo, do nada passaram a curtir.
Para entender melhor, vamos pelo começo. O que é Devil May Cry? Inicialmente, é um game que saiu para PS2 (Playstation 2), usando de parte do que foi gerado para o game Resident Evil 4. O mesmo game da saga RE, foi base para outro jogo Onimusha. É então, uma obra da Capcom, com o personagem aparecendo, como participação especial em diversos outros produtos da produtora de games.
E sua história é, teoricamente, simples: O protagonista, Dante, é o filho de uma mulher humana, com um demônio de nome Sparda. Para combater as forças do mal (e pagar sua vida, pois ninguém vive de ar) ele, quando mais velho, cria uma agência de serviços chamada Devil May Cry. Com isso, ele enfrenta demônios como Mundus, que lhe retirou sua família e seu irmão gêmeo, Vergil. Nesse meio tempo, ele se alia a personagens como Trish, Lady, Nero (seu sobrinho), entre outros.
Apesar de ser um roteiro simples, ele tem sua complexidade, como disputas familiares, a busca por uma família, que nem toda a pessoa nasce maligna mesmo nas condições em que vive, e por ai vai. Mas antes de terminar e explicar o motivo de odiar os nerdolas criticando a obra agora... Leia sobre os dois animes dele.
Devil May Cry (2007):
Esse foi desenvolvido pela Madhouse, criado por japoneses mesmo. Possuía apenas 12 episódios. J.D. Morrison, que é um dos principais contatos de Dante, lhe entrega um serviço. Ele deve proteger Patty Lowell, que é uma orfã, confundida com uma herdeira, contra alguns esquemas humanos e demoníacos. Alan Lowell, um ancestral de Patty, costumava conjurar e controlar demônios. Alan só não conseguiu controlar a demônio Abigail, quase tão poderosa quando Mundus, alguns dizem. Só no máximo a prendendo no pingente Lágrima de Alan, um artefato poderoso.
Inicialmente, ele ficava com Nina Lowell. Mas não apenas nele, fica a "lágrima", mas em um pingente que fica com Patty, filha de Nina.
A arte é boa, mas a ação é off-screen, ou seja, fora da tela. Com algumas poucas vezes em que o personagem dura muito contra Dante, sem contar o pouco uso da Vermillion.
Lembrando que ele é canônico. Sendo que a história se passa entre Devil May Cry 1 e Devil May Cry 2.
Devil May Cry (2025):
Criada pelo produtor de cinema indo-americano Adi Shankar, animada pelo estúdio sul-coreano Mir e produzida pela Shankar Animation, é baseada na franquia de jogos eletrônicos japonesa de mesmo nome da Capcom. E sua primeira temporada passa pela Netflix, com uma segunda já confirmada.
Um coelho macabro, que mutila e destroça um grupo enorme de ladrões enquanto ele próprio rouba a espada de Sparda, nome que certamente é familiar para quem jogou qualquer Devil May Cry.
Poucos minutos depois, já vemos Dante em ação como caçador de demônios, ostentando toda a plasticidade de seu estilo de combate, assim como o humor ácido característico.
O tal Coelho precisa de um amuleto, carregado por Dante, para derrubar o véu que separa o mundo dos humanos e dos demônios; ou, em termos mais simples, levar o Inferno à Terra. O protagonista inicialmente está mais interessado em proteger seu colar, a única lembrança deixada por sua mãe, mas acaba se envolvendo na missão de salvar o mundo.
Um terceiro núcleo acompanha Mary — ou Lady, para quem já experimentou Devil May Cry 3. A agente trabalha com a DARKCOM, órgão governamental responsável por conter ataques demoníacos, comandado pelo vice-presidente dos Estados Unidos.
Dito tudo isso sobre as duas obras, uma coisa que me lembro foi o quanto de ódio foi jogado para a versão do game DmC, que é uma versão rebootada de Devil May Cry. Mas o jogo era bom, tempos depois a galera ficava "fomos injustos". O mesmo aconteceu Metal Gear Rising: Revengeance, entre outros. Ai ficam com tanta reclamação, que se voltam para o passado que reclamavam ANTES! Hipocrisia...

sábado, 6 de abril de 2024

Ray Gigant não está mais em nenhum lugar da Steam


Seja pelas limitações técnicas da época ou por problemas com licenças, muitos jogos são perdidos para sempre por decisão dos próprios criadores. Lentamente, um dos RPGs esquecidos da Bandai Namco foi atingido e, recentemente, Ray Gigant foi completamente removido da plataforma Steam.
Quem jogou, jogou.... quem não jogou, não joga mais.
Ray Gigant é um RPG de masmorras, lançado pela primeira vez no PS Vita há quase 10 anos. O jogo combinou a exploração de masmorras com visual novel japonês, controlando um grupo de 3 personagens. Com o encerramento da PS Vita Store em 2021, este jogo só podia ser adquirido através do Steam.
A Bandai Namco removeu Ray Gigant do catálogo da plataforma de jogos para PC sem aviso prévio e os fãs foram pegos de surpresa. Assim, apenas os jogadores que obtiveram uma cópia física lançada pela Limited Run Games em 2017 poderão jogá-lo agora.
Esta notícia surge depois de saber que a Bandai Namco poderá recuperar algumas sagas clássicas. Apareceu uma lista completa de marcas como Galaga, Ms. Pac-Man ou Tank Force que foram registradas recentemente, mas nenhum sinal de Ray Gigant. É possível que este movimento da Bandai esteja relacionado, considerando que 2025 marca o 10º aniversário do título.
Caso se confirme, a Bandai Namco estaria seguindo os passos de empresas como a SEGA que aposta no retorno de títulos arcade de sucesso como Crazy Taxi ou Jet Set Radio. A nostalgia sempre vende e prova disso é a quantidade de remasterizações e remakes que estão sendo desenvolvidos atualmente.


domingo, 14 de maio de 2023

9 Frases marcantes na franquia Final Fantasy

Garland:
Imagem: Final Fantasy Pixel Remaster
Começando com o jogo que iniciou toda a franquia, Final Fantasy I já completou seus 35 anos de idade e ainda continua marcando fãs da franquia em todo o mundo. O vilão Garland, que era um cavaleiro de Cornélia e caiu em perdição, criou um loop temporal para evitar a sua derrota pelos Guardiões da Luz, que o permite viver eternamente e que o transforma em o Deus do Caos.
“Eu, Garland, vou destruir todos vocês!” é a frase dita por esse vilão que mais marcou os fãs.

Kefka:
Imagem: Final Fantasy VI Pixel Remaster
Mais um vilão de FF marcando presença na lista, Kefka é um dos vilões mais marcantes dos games. O antagonista de Final Fantasy VI é bastante eloquente e em muitos momentos é um completo maníaco obcecado por poder, o que torna Kefka uma figura tão marcante dentro da saga.
Antes da batalha final, o vilão solta seu último diálogo niilista e pensativo: “Vida… Sonhos… Esperança… De onde eles vêm? E para onde eles vão… ? Coisas tão insignificantes… Eu vou destruir todas elas!”

Tifa Lockhart:
Imagem: Final Fantasy VII
Final Fantasy VII é, provavelmente, o jogo mais famoso da saga, carregado de emoção, ótimos personagens, momentos de cair o queixo e um belíssimo enredo. Chega a ser difícil escolher apenas uma frase marcante dentro do game.
A equipe de Cloud Strife passa por muitos apuros durante toda a jornada, após o confronto entre Avalanche, Shinra Inc. e uma poderosa Weapon (criaturas muito fortes que existem no universo do jogo) na cidade litorânea de Junon, o time chega em seu momento de calmaria e rola um diálogo entre Tifa e Cloud: “Cloud… palavras não são as únicas coisas que dizem o que você está pensando”, já deixando evidências sobre como ela se sentia em relação a Cloud.

Squal Leonheart:
Imagem: Final Fantasy VIII
Final Fantasy VIII é bastante polêmico entre os fãs da franquia, muitas vezes esquecido entre os três FFs lançados para PlayStation 1. A aventura de Squall e seus amigos ainda assim é bastante marcante e tem momentos emocionantes. Squall é um protagonista de pouquíssimas palavras e a sua frase mais dita durante todo game é uma simples palavra “Whatever”. Sendo o líder da equipe, ele muitas vezes se mostra indiferente em muitas situações o que colabora com o fato de ele não ser um protagonista muito popular.

Zidane Tribal:
Imagem: Final Fantasy IX
Final Fantasy IX é um dos meus jogos menos favoritos da franquia, mesmo com ótimos personagens, excelentes momentos, e uma mensagem muito profunda, ele traz grandes momentos que me marcaram muito.
Zidane usa frase “Que se dane as aparências. O que você é por dentro que importa”, sempre me marcou, principalmente pelo contexto em que ela é dita.
Vivi é um personagem que questiona a todo momento a sua aparência, origem e existência, e Zidane a todo momento ameniza a situação, aconselhando e ajudando seu amigo a superar essas adversidades.

Auron:
Imagem: Final Fantasy X
Final Fantasy X é o primeiro da saga a retirar a famosa caixa de texto e inserir dublagens no jogo, marcando uma geração. O jogo tem um dos casais mais famosos dos games, Yuna e Tidus, mas quem brilha neste momento é Auron, que é quase o mentor do protagonista.
Antes da boss battle contra Yunalesca, Auron decide levantar a moral da equipe com um discurso que deixa todo mundo empolgado: "Agora é isso! Agora é o momento de escolher! morrer e se livrar da dor, ou viver e lutar contra a sua tristeza! Agora é hora de definir nossas histórias. O destino está em suas mãos!" E então começa uma das melhores batalhas contra chefões do game.

Milleuda Folles:
Imagem: Final Fantasy Tactics
Final Fantasy Tactics é um dos jogos mais diferentões e queridos da saga, fugindo da estrutura de RPG de turno e abraçando o RPG tático. O game é sempre lembrado com muito carinho por quem o jogou, seja fã de FF ou não.
Milleuda Folles, uma das personagens jogáveis, em um diálogo mostra toda a sua consciência de classe e de que não abaixaria a cabeça para ninguém: “Por que devemos passar fome para que você engorde? Vocês nos chamam de ladrões, mas são vocês que nos roubam o direito de viver!”

Lightning:
Imagem: Final Fantasy XIII
Lightning é uma das protagonistas mais badass de Final Fantasy, sempre muito séria e quieta, ela toma frente nas ações e acaba sendo uma ótima líder. Lighting muitas vezes age como a soldado que ela é, sendo bem cabeça dura durante diversas situações.
Descrevendo a sua personalidade para o seu amigo Hope, ela diz: "Lightning (Relâmpago). Ele pisca forte, então desaparece. Não pode proteger, apenas destrói."

Noctis Lucis Caelum:
Imagem: Final Fantasy XV
Um dos mais recentes games da franquia, Final Fantasy XV é controverso, mas tem momentos marcantes. A aventura de Noctis e seus amigos é emocionante e a relação deles é muito profunda.
Em certo momento do jogo temos um time skip em que Noctis ficou desacordado e longe dos seus amigos durante 10 anos. Enquanto ele estava “fora”, Ardyn, vilão do jogo, toma o controle do mundo e o deixa à beira da ruína.
Então Noctis volta, se encontra com seus amigos e durante o reencontro com eles se preparando para a batalha final, vemos diversas emoções fluírem e o amor entre eles, com Noctis dizendo: “Vocês são os melhores!” Sei que parece simples, mas apenas jogando para sentir a real emoção do momento.

domingo, 22 de janeiro de 2023

Bayonetta e Devil May Cry: irmãos de criação... Ou será que não?


Apesar de terem um enredo parecido, ao menos em seu começo, Devil May Cry e Bayonetta não são em muitos aspectos parecidos. Mas é em suas origens que isso difere. Apesar de terem algo em comum aí...
Devil May Cry:
Devemos nos lembrar que o game é feito pela Capcom. A mesma produtora de Resident Evil. E que as mídias audio visuais (filmes, séries, clipes, entre outros) que usam de referências literárias para compor suas histórias e enredo. Nesse segundo ponto, devemos nos fixar na Divina Comédia, saga de livros divididos em Inferno, Purgatório e Paraíso.
O game surgiu em 2001, pelas ideias de Hideki Kamiya, que desde cedo estudou programação. Como a Sega, Namco, entre outras. Mas só em 1994, a Capcom abriu suas portas para o jovem programador. E junto de um, também jovem, Shinji Mikami.
Hideki produziu o segundo Resident Evil sozinho, praticamente. 
A Capcom estava produzindo coisas diferentes. Dos arcades, eles se focaram em Resident Evil, mas Hedki deve suas ideias rejeitadas por Mikami. É dito que eles não se bicavam... E nessa época, o segundo trabalhava em Resident Evil 4. 
Sem o game RE, que era um survival horror, Kamiya tinha em mãos um game, de ação, com visuais góticos um tanto parecidos com o game de Mikami, mas um pouco diferente. Ele só usou a primeira parte da Divina Comédia, de Dante Alighieri. E não somente a temática infernal, mas os nomes de personagens no começo (Dante) e os que vieram depois (Nero, Vergil de Vírgilio).
Dante é o filho de um demônio que era bom, Sparda, com a humana Eva. Ele morreu muito tempo atrás, de uma forma misteriosa. Ao qual, isso pode ter sido culpa do vilão infernal Mundus. De qualquer forma, o guerreiro de cabelos brancos cresceu para enfrentar forças demoniacas. E ele é diferente de todos os tipos de heróis até então: cômico, poderoso e sabe disso, e todo do estilo rock. Se a ambientação é da Divina Comédia, com seu mundo cruel, o protagonista é baseado em Cobra, do mangá de mesmo nome.
Mas o nome do game, que se deve a loja que Dante tem no game. Só que seu nome provém da extrema tristeza que ele guarda em seu coração, tentando fazer o bem... Por um preço justo, para não fechar as portas.
E podemos notar tudo isso na câmera (meio fixa como Resident Evil), nos combos (extraídos de Onimusha Warlords) e na personalidade do protagonista (como em Cobra).
Bayonetta:
O game pode ser parecido de certa forma com seu "irmão". Pois além de ser um hack'n slash, pois quem popularizou o gênero foi Devil May Cry. Mas devemos ver as coisas óbvias de diferente entre ambos: uma bruxa, poderosa e voluptuosa, que usa suas pistolas e charme para combater criaturas celestiais, abrindo portais a seres das trevas. Com exceção das pistolas, nada parecido com o Dante. 
A Platinum Game é parte responsável por seu surgimento, mas foi um estúdio menor que trouxe a luz esse game. O Clover Studio. Que surgiu dentro da Capcom. E eles foram responsáveis por Viewtiful Joe, God Hand, entre outros. 
E cada membro ficava livre dentro do estúdio, para criar games do jeito que queria, de tempos em tempos. Por isso, os games falados são tão diferentes entre si. E não ficavam apenas em uma franquia, mesmo vendendo mais para o Japão.
Na verdade, o estúdio acabou, e eles foram para a Sega. Onde criaram games como Mad World, Vanquish e Bayonetta. É bizarro imaginar que o game ligado atualmente a Nintendo, foi criada por sua concorrente. 
O que eles queriam era um protagonista diferente de Dante. Não um galã, mas sim uma figura que fosse o oposto, não apenas em sua origem. Possuindo armas de fogo, não apenas nas mãos, mas nos pés! E para criar seu aspecto, chamaram a artistas Mari Shimazaki. E Kamiya, sim o mesmo de Devil May Cry, responsável pelo grupo de produção, decidiu que ela usaria óculos.
A Sega queria retirar esse item dela. Kamiya se recusou. E os personagens principais começou a ter óculos em algum momento do gameplay. 
Bayonetta é uma bruxa umbra. Pois ela seria nascido de Lumen Sage e Umbra Witch, como Cereza, nome verdadeiro da protagonista. Ela é a criança proibida, segundo o mundo do jogo. O pai dela foi exilado e sua mãe presa. Isso estimulou a guerra entre os dois clãs de seres místicos.
Mesmo que a menina tenha sido proibida de aprender magia, foi ensinada mesmo assim. E renegada entre os seus. Possuí o umbra watch.
Depois de alguns combates por conta da entidade Jubileu, Cereza é selada no Umbra Watch. Encontrada 500 anos depois, no fundo de um lago por Antonio Redgrave (Redgrave era o nome que iria ser dado a DANTE, em Devil May Cry, em seu começo).
Ela acredita ser uma das poucas bruxas umbra sobreviventes e dedica sua vida a matar anjos e recuperar sua memória. E para lutar, usa expressões sexuais, para realmente provocar e humilhar seus inimigos. Lembrando que suas vestimentas são feitas dos fios de cabelos dela mesmo!

sábado, 24 de dezembro de 2022

Tifa Lockhart, cosplayer NymphAhri e a polêmica envolvendo o senado italiano

Quando falamos de personagens femininas que marcaram os games, Tifa Lockhart, de Final Fantasy 7, é certamente uma das mais clássicas. Não é à toa que ela é frequentemente escolhida como inspiração na hora de escolher um cosplay — como é o caso deste.
A cosplayer italiana NymphAhri se inspirou na versão de Tifa vista em Final Fantasy 7 Remake e impressiona pela fidelidade ao jogo, desde o cabelo até os detalhes das luvas.
Para celebrar o encerramento do ano, a cosplayer compartilhou um dos ensaios como a personagem, capturado pela fotógrafa Niniel.PH, afirmando que foi seu trabalho mais elogiado pela comunidade ao longo do ano. Fácil de ver por quê. No passado, NymphAhri também já tinha reproduzido a personagem na versão de vestido de um dos momentos mais icônicos do jogo. No ensaio, ela foi acompanhada da cosplayer Brimiriel, que estava de Aerith.
Mas seu trabalho mais curioso como Tifa foi, provavelmente, um ensaio em frente ao Senado Italiano — uma referência a um incidente que aconteceu no início do ano, quando um dos participantes de uma reunião digital do governo italiano, por engano, colocou na tela um clipe adulto envolvendo a personagem. O caso viralizou e virou meme na internet, além de servir como inspiração para esta sessão de fotos.