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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Personagens transexuais em games japoneses


Nós muitas vezes fomos enganados nos anos 80 e 90, quando achávamos que determinado personagem na verdade era um homem ou uma mulher, mas na verdade era o contrário. Ou até outra coisa. Vendo isso, eu aproveitei e escrevi isso aqui para mostrar alguns transexuais. 
Antes de tudo, esse texto trata dos transexs originários de games japoneses como da Nintendo ou Capcom. Mas acima de tudo, vejamos o que é ser transexual:

substantivo masculino
psiq sentimento de absoluta inadaptação ao próprio sexo, associado ao desejo intenso de adquirir as características físicas do sexo oposto.

Por isso, esses personagens PARECEM ter aparência relacionada a um gênero sexual. Pois não se sentem bem como estão.
Birdo (Super Mario Bros): Surgindo em Super Mario Bros 2, Birdo era o chefe que necessitávamos vencer para passar de fase. E ele era bem incomum sem a polêmica: um dinossauro rosa com laço na cabeça que soltava ovos pela boca em forma de funil... Ou revolver... Ou seja lá o que for...
Mas quem lê o manual do jogo original diz que Birdo é macho. Que gosta de se vestir de mulher e prefere ser chamada de Birdeta.
King (Art of Fighting e The King of Fighters): Esse caso não é de transexualidade, por assim dizer, mas vale a pena comentar.
Por vários anos, King mostrou-se como um homem... primeiro porque queria esconder sua identidade para evitar os perigos de Southtown, e também porque achava que as pessoas a levariam mais a sério como lutadora. Cinco anos antes dos acontecimentos de Art of Fighting, King sofreu uma derrota humilhante por Jack Turner e sua brigada de motoqueiros. Após o evento, ela foi forçada a trabalhar para o Sr. Big como um bouncer. Quando Ryo Sakazaki a derrotou, sua identidade foi exposta e concordou em ajudá-lo a encontrar sua irmã desaparecida, Yuri. Depois que o Sr. Big foi derrotado por Ryo, King foi libertada de suas obrigações para com ele.
Poison (Final Fight e Street Fighter): Ela era só mais um dos trocentos inimigos genéricos de Final Fight. Ela sempre chamou a atenção dos marmanjos por suas poucas roupas nas jogatinas em arcades ou video games da época.
Mas com o crossover Street Fighter vs Tekken, ela ganhou uma grande importância perante o grande público. Só que poucos sabiam da verdade por de trás da personagem...
Poison foi concebida no Final Fight, pois precisavam variar os tipos de inimigos. Contudo, a Capcom achava que pegaria mal bater em uma mulher durante o game. Eles resolveram isso, e falaram que ela seria um transexual.
Flea (Chrono Trigger e Chrono Cross): Flea é um vilão que ataca os heróis com Ozzie e Slash na primeira saga. Sendo que Chrono e seu time atacam sem nenhuma discriminação. Mas na verdade, mesmo com aquela aparência, a personagem é homem.
Myau (Phantasy Star): Ao chegar em um novo planeta, Alis encontra uma gata chamada Myau. Ao menos era isso que imaginávamos com a versão traduzida pela Tec Toy. Na verdade, Myau era macho e até dava em cima de mulheres. Vê se pode. Mas esse é um dos perigos nas traduções antigas de jogos.
Bridget (Guilty Gear): Mais um que foi forçado a essa condição. Bridget é um menino bem educado de uma família rica, secretamente criado como uma menina, uma vez que era uma crença em sua aldeia que gêmeos masculinos trariam uma má fortuna. Seus pais tiveram seu coração dolorido, pois não conseguiram levá-lo a namorar. Bridget tenta o melhor para mostrar que ele é feliz na vida, mas, apesar da personalidade ensolarada, além de todos os esforços, era óbvio que seus pais sentiram mais dor, mais ele parecia feliz sob sua situação atual. Bridget descobre que a única solução real é ir para a raiz do problema, o que seria para ele viver como um homem e levar fortuna suficiente à aldeia para refutar a maldição e decide ir atrás de uma recompensa que ele vê em um cartaz.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Os RPGs da Nintendo



São poucas as franquias que podemos chamar de RPG dentro dos consoles da Nintendo. Um bom exemplo que migrou do Super Nintendo para o PSOne, foi a épica produção Final Fantasy. E de certa forma, isso mudou drasticamente os ritmos de games como conhecemos até hoje. Não é?
Mas existem aqueles que são, tecnicamente, ligados a Nintendo de corpo e alma. Entre eles estão The Legend of Zelda, Mother e Fire Emblem. Alguns outros jogos não estão nessa lista, por, mesmo possuindo elementos de RPG, não seguem as linhas tradicionais de RPG.

Mother: Essa franquia, que consiste em três cartuchos, deve seu início em 1989. Com uma temática bem diferente para os RPGs de sua época. Ainda assim, ele mantem características únicas, além de enredo tocante. Feita pela ApeInk, uma subsidiaria da Nintendo, sendo depois chamada de Creatures. Mas o nome mais conhecido de Mother é Shigesato Itoi. Ele teve com influências de animes como Cyborg 009 e na música com Beatles, além de der uma infância difícil sem uma grande presença de seus pais em sua vida.
A história acompanha eventos paranormais na história americana, talvez por uma estranha abdução que ocorreu muitos anos atrás. Com coisas envolvendo de poderes paranormais, tudo envolvendo um ser antigo. Giygas, que ao que parece, é um ser alien. Ele pretende destruir a humanidade por motivos até mesquinhos e sem sentido. Na verdade, nem tanto, pois ele foi separado de sua única mãe, mesmo ela sendo adotiva. E ai vem o charme de Mother. O apelo emocional para questões como família. Não a de sangue e sim aquela que faz parte do nosso dia-a-dia.
The Legend of Zelda: Antes de tudo, Zelda sempre é a princesa. O herói sendo Link. E esse é um dos parametros que sempre ocorre em TLofZ. Um herói e uma princesa a ser salva. Quase sempre, possuindo Ganon como o grande vilão da série. Possuindo como pano de fundo o reino de Hyrule. Normalmente, o enredo da série envolve uma relíquia sagrada chamada de TriForce, a qual quem conquistar seus três pedaços pode pedir qualquer coisa. Lembrando, ela não distingue bons ou maus. O que torna a vida do herói uma complicação só. 
Outro elemento que quase sempre esta ligado a franquia é a Master Sword. 
Lembrando que a série tem mais de 20 anos de duração. E sua cronologia é bem confusa as vezes. Contudo, Hyrule Historia (um livro do mundo de The Legend of Zelda) mostra essa linha do tempo bem explicada. Na medida do possível, na verdade. Então nos temos uma divisão dos jogos a partir de Ocarina of Time que são Linha do Tempo do Herói Caído, Linha do Tempo do Herói Criança e Linha do Tempo do Herói Adulto. 
Fire Emblem: É uma série de jogos eletrônicos de RPG de estratégia, desenvolvido pela Intelligent Systems e publicado pela Nintendo. A série estreou em 1990 com Fire Emblem: Ankoku Ryu to Hikari no Tsurugi para o Famicom. Todos os jogos da série eram exclusivos para o Japão até 2003, quando o sétimo jogo da série, para o Game Boy Advance foi lançado internacionalmente com o título de Fire Emblem, em grande parte devido à popularidade dos personagens de Fire Emblem Marth e Roy em Super Smash Bros. Melee. Todos os jogos de Fire Emblem produzidos desde então também foram lançados internacionalmente, com exceção de Fire Emblem: Shin Monshō no Nazo: Hikari to Kage no Eiyū para Nintendo DS. O último título lançado da série foi Fire Emblem Fates para Nintendo 3DS. O próximo será Fire Emblem Heroes, para Android e iOS, a ser lançado em 2017.

sábado, 4 de março de 2017

Chrono Trigger: O jogo que todos querem uma nova versão


Chrono Trigger surgiu em 1995. E até hoje é amado por uma ENORME quantia de fãs ardorosos! Lançado originalmente para Super Nintendo, foi relançado mais tarde para Playstation One. Pela até então, nem tão conhecida, Squaresoft. A criação surgiu quando três grande figuras do RPG em games se encontraram no EUA. Seriam eles: Hironobu Sakaguchi, o principal responsável pela saga Final Fantasy, mas que também trabalhou em outras coisas fodas como Xenogears, Parasite Eve, Kingdom Hearts e Lost Odissey; Yuji Horii, criador de outras obras de sucesso (em especial no oriente) como Dragon Quest, e é assim até hoje; e lógico o artista Akira Toriyama, que ainda trabalha em Dragon Quest até hoje. Eles começaram a planejar um novo jogo, até que Kazuhiko Aoki, designer da Squaresoft se reuniu com os caras, arrumou 50 desenvolvedores e começou o projeto mesmo. Só precisavam de um bom
músico, visto que boa parte do time já era um sonho. Então chamaram Nobuo Uematsu, compositor das principais músicas de Final Fantasy na época. Um verdadeiro Dream Team estava composto. Na história, Chrono se vê envolvido em uma saga com viagem no tempo, tanto no passado quanto no futuro de seu mundo. Os sprites de personagens deixam claro o traço de Akira neles. 
Agora algumas curiosidades: O mundo dos games sempre foi rodeado de rumores e histórias de bastidores quase lendárias. Chrono Trigger não fugiu dessa constante. Uma especulação crescente entre os fãs era de que o jogo foi planejado para ter um oitavo personagem jogável, com muitos apostando na Schala, irmã do Magus.
Porém, essa não era uma lenda. Um oitavo personagem realmente tinha sido planejado para o game, mas não era a moça.
No guia do jogo lançado pela V-Jump, estavam alguns designs criados por Akira Toriyama que não chegaram à versão final de Chrono Trigger. Um desses confirmou que o Gaspar, o senhor esperando no fim dos tempos, seria um personagem jogável em algum ponto.
Uma das coisas que até hoje é discutido e continua como incógnita é: a Square copiou/colocou uma música não autorizada. Entendam, em certa parte do game, você encontra o Robo, um robô mesmo que em determinada parte começa a tocar uma canção. Só instrumental e na qualidade do SNES. Beleza... Se não fosse que ela é idêntica a Never gonna give you up, uma música de Rick Astley, E pior que é parecida mesmo!
Em determinada parte do jogo, ele é julgado pela corte do rei. Isso pois quando viaja no tempo as pessoas creem que ele sequestrou a princesa Marle. E quando você é preso, o julgamento ocorre de acordo com suas ações durante seu game até então. Uma coisa revolucionária na época. Assim como a morte de Chrono.
Em 12.000 BA, você vai para o Reino de Zeal. Lá você encontra uma estranha criança que lhe fala o seguinte: um de vocês morrerá em breve. O que é foda, pois não importa suas ações, de qualquer modo CHRONO REALMENTE morre. Sendo que você pode ir para o final do jogo mesmo sem o herói, algo revolucionário para sua época. Lógico que tem como terminar com ele, mas deve seguir todo um esquema para isso.
Com o sucesso de Chrono Trigger, muitos esperavam uma sequência para a história – antes de Chrono Cross, para o PS1 chegar. No Japão, o Super Nintendo ganhou vários suplementos para sua estrutura original, incluindo uma chamada Satellaview.
Pelo Satellaview, Chrono Trigger recebeu sua continuação. Quase, pelo menos. Chamada Radical Dreamers, o jogo peculiar seguia três ladrões tentando entrar em uma mansão para roubar a relíquia conhecida como Frozen Flame.
A conexão com o game fica com dois dos personagens, Magil e Kid. Magil seria o Magus e a Kid uma reencarnação de sua irmã, Schala, ligada à Frozen Flame. Esse plot foi reutilizado anos depois.
Por mais que não pareça, Chrono Trigger é um jogo MUITO adulto. Em vários momentos o game trata sobre sexo, bebidas alcoólicas e violência-além-do-aceitável. Portanto, para chegar ao ocidente, o game recebeu algumas censuras.
Entre as principais modificações, uma ficou para a Ayla, a personagem da era pré-histórica do jogo. Em seus primeiros diálogos, a moça menciona que ela gosta tanto de homens, quanto de mulheres fortes – ou seja, ela é bissexual. A conversa foi mudada para ela dizendo que respeita pessoas fortes.
Chrono Trigger realmente começa com os eventos da Feira do Milênio na Leene Square; a Marle acaba sendo transportada para o passado pela máquina de teleporte da Lucca e o Crono a segue, iniciando a aventura.
A Leene Square é um ponto icônico do game e aparece em um dos finais do jogo. Porém, os desenvolvedores teriam outros planos para o lugar. Quando a demo de Chrono Trigger vazou, foram descobertos mapas incompletos de uma versão futurista da Leene Square.
Ao que tudo indica, a equipe iria encontrar, em algum momento, os restos da praça nas ruínas do mundo. Essa ideia foi referenciada em Chrono Cross.
Dos pontos mais chocantes de Chrono Trigger, não podemos deixar de citar a morte do Crono. Sim, na primeira batalha contra o Lavos, o protagonista da história morre. Porém, como a aventura envolve viajem no tempo, isso é mudado depois.
Mas, em certo ponto do desenvolvimento do jogo, a morte do Crono seria permanente. Os jogadores voltariam para o passado e recrutariam uma versão mais jovem do herói. Então, quando o Lavos é derrotado, ele retornaria para seu próprio tempo e seu destino permaneceria o mesmo. Pesado, né?
A Square Enix está integrando seu universo de jogos cada vez mais. Por exemplo, temos a reunião de todos os Final Fantasy em Dissidia, com os protagonistas e vilões lutando entre si. Mas, longe dos outros games, Chrono Trigger permanece com quase nenhuma citação em outros projetos.
Uma das poucas exceções está em Xenogears, do PS1. Na vila de Lahan, os jogadores podem encontrar a Lucca. Ela explicará como os save points do jogo funcionam.
Entre os momentos mais emocionantes do jogo, temos a jornada da Lucca para salvar sua mãe. Não, a mãe da moça não está morta, mas devido a um acidente, ela não pode mais andar.
Em certo ponto, a Lucca encontra um portal que a leva exatamente para o dia do acidente e o jogador tem a possibilidade de salvar sua mãe, se conseguir trabalhar direito com as pistas deixadas. Se tudo der certo, ao voltar para o presente, a mãe da heroína pode ser vista andando pela casa.
Das personagens mais enigmáticas do game, temos a Schala, irmã do Magus. Muita gente acreditava que ela seria a oitava personagem jogável da aventura e seu destino é um tanto nebuloso. Sua história foi realmente desenvolvida em outro projeto.
Porém, parece que ela teria um papel maior em Chrono Trigger. Quando o grupo é capturado no Reino de Zeal, eles são libertados pela Schala e mandados de volta no tempo. Na demo do jogo, toda essa parte incluiria uma dungeon escondida atrás de uma estante no quarto da moça.
Falamos bastante da demo vazada do game, então é bom dar um contexto. Em 1994, um cartucho demo de Chrono Trigger foi enviado para algumas revistas de games do Japão. Tempos depois, a ROM dessa demo chegou à internet e os jogadores conseguiram desbloquear todos os seus segredos.
A demo continha várias coisas que foram descartadas do jogo final, incluindo dungeons, áreas do mapa, designs diferentes, etc, que deixam os fãs curiosos até hoje.
Enfim, depois do obscuro Radical Dreamers, Chrono Trigger ganhou uma "sequência" no PS1. Chrono Cross pegou alguns plots de Radical Dreamers, sobre a Frozen Flame, e se tornou um dos melhores RPGs do console.
Aqui, com aparições de vários personagens de Chrono Trigger, a aventura se centra no misterioso arquipélago de El Nido, enquanto lida com a aventura do Serge e da Kid através do tempo e espaço.
Na verdade, essa é a história do destino da Schala, em um contexto complexo e bem amarrado sobre dimensões paralelas e balanço temporal. Não é uma sequência, mas um novo episódio da franquia Chrono – que deveria ser continuada.
Aliás, tirando alguns personagens que já temos uma "certa certeza" sobre seu fim em Chrono Cross, um não se sabe ao certo. Magus. Ou melhor, mais ou menos... Acredita-se que ele seja na verdade Guile, um dos personagens jogáveis.

sábado, 20 de agosto de 2016

Pokemon GO e sua polêmica!


Recentemente no mundo, incluindo finalmente o Brasil, foi divulgado e colocado a disposição da Playstore um novo jogo. Para sistemas Android e IOs de celulares e tablets. Pokemon GO é um projeto da Nintendo com a Niantic.
Com eles você pode encontrar e capturar todos os pokemons ao seu redor. Usando seu sistema de GPS no aparelho, o "treinador" pode conseguir esses monstrinhos. Mas por aqui é usado um sistema para celular chamado "realidade expandida. Ou seja, você "captura ao vivo" se é que me entende. Uma tecnologia inovadora para esse lado do mundo.
Além de que é possível dominar ginásios com seus pokemons atuais.
É engraçado as pessoas chamarem um fã disso de idiota. E sem sentido. Pois podemos notar que isso é um aplicativo. Assim como seu Facebook, Instagram, Twitter ou outro que usa dentro de seu smartphone e aparelhos eletrônicos em geral. "Ah mas não sou alienado". Eu uso Insta pra tirar foto de comida! Por que CARGAS D'ÁGUA você tiraria foto de comida? Ressaltando: eu me incluo nisso! E sabe por que eu faço isso? Por que eu quero, pois é divertido. Pronto! Acabou fim de papo!
Mas sério galera que curte Pokemon Go... Não se matem por conta disso! Ouvi comentários de moleques brigando por conta disso... Se faz isso tem saúde para ir trabalhar e não ficar pedindo aparelho para mãe ou pai. Com menos de doze anos eu arrumei emprego. Vocês conseguem. E não me falem em crise. Vai trabalhar que nem eu que nunca deixei de ter um serviço por ANO!
P.S.: Vou caçar Pokemons mas sem matar ninguém! Nunca fiz isso com aulas...
Lembrando também o caso recente de um garoto autista que começou a sair de casa graças ao jogo. Conheci poucas crianças autistas, mas consegui notar que são introspectivas. Não socializam com facilidade.
Lógico, existem casos em que o jogo pode ser um problema. Nesse momento, os pais tem que ter pulso firme.
Mas aqui, mostro um fato mais plausível! Não algo jogado na internet como mais um dos rumores. Me lembrei quando falaram que o ator que faz o Nino de Castelo Rá-Tim-Bum morreu... E o cara atua até hoje. Esta em uma novela da Record!


terça-feira, 5 de abril de 2016

Curiosidades sobre The Legend of Zelda


O primeiro The Legend of Zelda surgiu para NES, em 1986 (sou mais velho que essa franquia!). E desde então criou um padrão bem único para os jogos da Nintendo (te odeio/amo). O primeiro jogo vendeu mais de  6.500.000 de cópias pelo mundo. Então vejamos algumas curiosidades:
Em Final Fantasy, acredito que o 1, na cidade Elfheim, se examinar alguns túmulos encontrará "Here lies Link"(Aqui jaz Link). Square sua safada, tamo de olho nas suas tretas... 
A Triforce é baseada em um símbolo real, usado no Japão desde o século 12. Se baseia no brasão do Clã Hojo, muito conhecido por seus combates contra os povos mongóis. O New York Times, teria escrito uma matéria em 1999 dizendo que o comércio de ocarinas começou a crescer devido aos jogos da série. Eita! Link é canhoto, assim como seu criador Shigeru Miyamoto. Mesmo Link sendo canhoto, quando criaram Twilight Princess, acharam melhor optar por deixar ele destro, devido aos controles e a maior parte da população ser destra. Só que isso ocorreu no Wii, sendo que só depois existiu uma versão para GameCube do jogo. Ou seja, eles inverteram (e você bravo com
editora brasileira que coloca tudo errado nos mangás... Japonês também erra) por conta dos controles do console. O que faz notar que a jogabilidade ficou "espelhada". Quando algo no jogo seria para o leste, na versão final ficou para o oeste. Ainda assim, mesmo com Miyamoto como líder da Nintendo, não esta atualmente tão envolvido com o seu "filho". O principal responsável pela saga nos últimos anos é Eiji Aonuma.
Peter Pan foi uma das principais inspirações para a roupa de Link por Shigeru em seus primeiros desenhos. É quase uma tradição ver o Link no começo dos jogos dormindo, assim como ele não ter voz. Só barulhos ou gemidos no máximo. Na verdade, os primeiros jogos seriam tanto no passado como futuro daquele mundo, e ai surgiria o nome do protagonista (Link, pois ele seria a ligação com os dois tempos). No final, foi decidido que não usariam isso na versão final. E muito se fala da infância de Miyamoto quando ele era criança pois suas brincadeiras envolviam elementos de histórias fantasiosas. Talvez, as bases do universo de The Legend of Zelda.
Mesmo Zelda sendo um nome de origem celta, ele veio de Zelda Fitzgerald. Esposa um famoso escritor americano. Como Miyamoto gostava da pronúncia do nome ele colocou esse mesmo.
Os Zeldas de CDI, feitos pela Phillips até hoje criam memes na internet. Estão entre eles Link The Faces of Evil, Zelda The Wand of Gamelon e Zeldas Adventure. A mão da Nintendo não esta diretamente nessas coisas... Menos mal Miyamoto. Bem diferente do Minish Cap feito pela Capcom, mas aqui eles acertaram a mão. Assim como Oracle of Ages e Oracle of Seasons.
Já ouviu falar de BS The Legend of Zelda: Ancient Stone Tablets ou Triforce of the Gods? Eram jogos muito complicados pois precisava ter uma assinatura e baixar o jogo pelo Satellaview e o BS-X. Isso era um aparelho acoplado ao SNes, que funcionava como um modem. E mesmo muitos japoneses não jogaram esses dois.
Quis assistir um filme do seu jogo preferido? Então... A IGN, tempos atrás, teria feito um trailer para um filme de The Legend of Zelda. Só que não passava de uma brincadeira de Primeiro de Abril! Ah se eu pego quem fez isso...
O jogo tem muitas referências a cultura celta, incluindo o nome da princesa, as fadas, vestimentas, o nome da égua Epona(que é uma deusa na cultura antes citada), sem contar a aparência élfica dos personagens, incluindo o protagonista. Sem contar a ideia de portar uma espada para quem é digno, lembrando a lenda de Artur. Além disso, até mesmo influências cristãs são encontradas na saga. A idéia da Tri-Force(Pai, filho e espírito santo), as cruzes que apareciam nos primeiros jogos, além da influência arturiana também são algumas. Até o dilúvio em Wind Waker pode ser referência a uma questão bíblica. E nos jogos clássicos (Zelda 1 e 2), link usa um escudo.
Eu sei que transformar um jogo em desenho é perigoso. A prova disso esta no desenho de 1989, A Lenda de Zelda, um desenho animado que foi produzido pelos mesmo caras que fizeram animações de Sonic, Super Mario Bros. e Os Caça-Fantasmas. Até hoje é conhecido o meme "excuuuse me princess", fala típica e pouco apropriada para Link na série animada. Aliás o cara se acha demais aqui e vive dando em cima da princesa! Os personagens Link e Zelda participam também de outra animação que por aqui ficou conhecida Capitão N - O Mestre dos Jogos (Captain N - The Game Master). E nessa, eles são melhores que os personagens em sua série original. Tudo feito pela DIC, produtora da época, também responsável pelo desenho citado antes.
A terceira dungeon de The Legend of Zelda deu um certo problema no ocidente pois seu formato lembra a suástica nazista. Só que na verdade é um símbolo budista usado até com certa frequência em várias mídias. Um exemplo? Blade of the Immortal. Aliás, as cinco primeiras dungeons quando reunidas formam a palavra Zelda. O pessoal no Japão era privilegiado, pois poderia matar inimigos no grito. Já explico: na versão japonesa do Nintendo 8-Bits tinha um microfone no controle, e quando se gritava para determinado inimigo no jogo ele morria. Outro detalhe que se pegar a linha cronológica do jogo você notará é que a primeira masmorra do jogo se passa em uma árvore. E daí? É que ela deve se tratar da Deku Tree (Árvore Deku) de Ocarina of Time!
O segundo jogo da saga deve certos bugs, não corrigidos na versão final. Em The Adventure of Link, (também apelidado de Zelda 2) quando se entrava em uma determinada parte do jogo, o personagem fala "I am error", ou seja "eu sou um erro". Isso não era uma fala do personagem, mas algo que não foi arrumado antes do lançamento do jogo no ocidente. Sem contar que era um side scrolling, ou seja, seu personagem atravessava as telas de lado. Algo que desagradou muito. Até Shigeru Miyamoto fala que não gosta do jogo.
Em A Link to the Past existe uma sala secreta criada para homenagear um jogador. Seu nome era Chris Houlihan, e ele ganhou uma promoção da revista Nintendo Power. Na sala você encontra muitos rupees e uma placa com uns dizeres que seriam dele. E já notou uns inimigos presos a correntes, meio difíceis de eliminar? Pois é, eles lembram um inimigo típico de Super Mario 3. Isso sem contar que você pode encontrar um quadro de Mario no jogo, bem no canto mesmo. Outra coisa é que você pode entrar no Dark World antes da hora, só que sem um determinado item, você toma a forma de um coelho. Acontece que uma determinada, onde o chão é azul e branco numa montanha, ele lhe
transporta para esse mundo.
Links Awakening, que seria o primeiro game portátil da série, usou a mesma engine de outro jogo. Era do game Kaeru no Tame ni Kane wa Naru(For the Frog the Bells Tolls). E não é a primeira vez que se reutilizam da engine de outro jogo. Só verem o caso quando eles adaptam do Super Mario 2. A nossa Nintendo também sabe ser bem "safadenha" quando quer. A versão americana do jogo sofreu censura nos Estados Unidos. Na verdade, ele não é o primeiro da franquia em um portátil. Antes, o primeiro The Legend of Zelda foi o último lançamento de um portátil anterior ao Game Boy, o Game & Watch.
Ocarina of Time, não teria sido projetado para Nintendo 64 inicialmente. Ele surgiria com uma expansão para o video game chamado 64DD. Como esse projeto falhou miseravelmente, eles fizeram pro cartucho normal mesmo... Menos mal, pois eu gostava mais de cartuchos e tinha um 64. Ele seria um jogo em primeira pessoa, tentando criar um ar de exploração. Só que viram que não daria muito certo. Tinha 32 megas, o maior até então feito para consoles da Nintendo. Como o universo de jogo aberto, até certo ponto, era possível fazer certas coisas como pescar, jogar mini games e etc. Se tivesse um Game Shark, você poderia destravar uma opção em que enfrenta o Fox, de Star Fox 64... E ele te ataca com a nave dele! Uauuu! Poucas pessoas já ouviram falar de Ocarina of Time Ura que seria uma sequência de OofT. Com ele você teria que colocar o cartucho com o CD de expansão no 64DD. No Fire Temple do jogo existia trechos de uma canção islâmica(treta-bomba!). A empresa acabou tirando isso. Sem contar alguns símbolos que que lembravam a fé islâmica, também retirados na versão do jogo para Game Cube. Ah! E temos muitas referências a Mario nesse jogo em especial. Sem contar que com esse jogo as linha do tempo da franquia se divide em 3. Hyrule Historia mostrando melhor isso. Este livro foi lançado em 2011, quando comemoravam os 25 anos da série.
Bem, como podem ver existem tem muita coisa só sobre Ocarina of Time, como o tubarão preso debaixo do lago, as versões diferentes do game (versões 1.0, 1.1 e a 1.2)
Concedendo novos jogos com uma linha de narrativa diferente. Mas essa linha só foi começar a tomar forma depois do jogo, só recentemente sendo oficializada. Existe um artbook muito bom com diversas informações da série, chamado
Em 2005 temos Minish Cap, onde nós é apresentado a origem de Vaati, antagonista da série Four Swords.
Em Majoras Mask era para a lua não ter aquela cara maluca. Foi adicionado depois no projeto final do jogo, tanto que nas artes de divulgação ela era "lisa". Sem contar que as máscaras são easter eggs
remetendo a outras franquias da Nintendo, como Star Fox e Mario. O jogo necessitava de um acessório que deixava seu video game com quatro megas a mais para funcionar. Por ter uma temática mais sombria, muitas teorias sinistras e creepypastas são especuladas sobre esse jogo... Afinal, uma das coisas que não comentei é que os itens usados para se transformar em outras raças(as máscaras), seriam de seres mortos. Isso fica claro quando você vai passando as telas, descobrindo a história por trás de cada um dos itens. Bizarro... O design do personagem Happy Mask Salesman, é o de Miyamoto. O modo estranho de homenagear um criador de jogos. E tem influência brasileira nesse jogo! A máscara principal, a de Majora, é baseada em uma tribo chamada Marajoara.
E quando você vai aprender a lutar com um morto-vivo/espírito no jogo Twilight Princess ele seria o Herói do Tempo... Ou seja, ele é o mesmo Link de Ocarina of Time e Majoras Mask... Eitcha duplo! Os gráficos desse jogo são considerados os mais belos de toda a franquia, com um estilo um pouco mais realista.
Skyward Sword, até agora, seria considerado o primeiro dos jogos em uma linha do tempo. Os pássaros que aparecem no jogo são inspirados em animais reais. Chamam-se cegonhas bico-de-sapato. São até bonitinhos! Além de aqui compreendermos a origem da arma que sempre aparece na série, a Master Sword. Melhor que um ornitorrinco...

Antes da divisão
  1. Skyward Sword (Wii)
  2. The Minish Cap (Game Boy Advance)
  3. Four Swords (Game Boy Advance)
  4. Ocarina of Time (Nintendo 64, depois foram feitas versões para Game Cube, Wii e 3DS)
Depois da divisão - Link criança (onde Link derrotou Ganon, é mandado por Zelda a seu tempo original)
  1. Majora's Mask (Nintendo 64 e depois para Wii)
  2. Twilight Princess (Gamecube e Wii)
  3. Four Swords Adventures (Game Cube)
Depois da divisão - Link adulto (onde Link fica naquele tempo mesmo após a derrota de Ganon. Hyrule é destruída e as deusas causam um dilúvio no mundo)
  1. Wind Waker (Game Cube)
  2. Phantom Hourglass (Nintendo DS)
  3. Spirit Track (Nintendo DS)
Depois da divisão - Link derrotado (onde ele perde para Ganon)
  1. A Link of the Past (Famicon, Super Nintendo, e mais tarde seria feito para Game Boy Advance e Wii)
  2. Oracle of Seasons (Game Boy Color)
  3. Oracle of Ages (Game Boy Color)
  4. Link's Awakening (Game Boy/Color e depois foi para Nintendo DS)
  5. Between Worlds (Nintendo 3DS)
  6. The Legend of Zelda (Sim! O primeiro! Cronologicamente ele é um dos últimos nas linhas de tempo! Surgido para Nintendinho)
  7. The Adventure of Link (Também chamado como Zelda 2. Para Nintendinho também)
Além disso temos o spin-off Hyrule Warriors, as participações em outros jogos como na série Smash Bros, Mario Kart e (acreditem) Soul Calibur 2. Tanto que isso alavancou as vendas do Game Cube.
Ah e sabiam que Robin Williams era fã dos jogos da franquia. Por isso o nome de sua filha é Zelda.

domingo, 3 de abril de 2016

A história de cada um dos Final Fantasy!


Bem desde já digo isso, eu tentarei me concentrar na franquia principal. Quero mostrar a magia dos jogos antigos da franquia. Desde já, estejam avisados. Só nos últimos títulos da saga falarei de mais de um título! Só que mais para frente. Como FF X-2.

Final Fantasy I
A última fantasia da Square como muito falam, já que essa seria sua última aposta nos jogos se não tivesse dado certo em 1987. Cada um tem sua marca, e muitos dos preceitos básicos da série graças a esse primeiro.
O mundo estava em caos, mas os seres vivos acreditavam em uma antiga profecia cumprir-se. Ela dizia que quatro guerreiros surgiriam para trazer luz as trevas daquela era, e cada um carregaria uma orbe. Ou representando uma orbe, melhor dizendo.
Ainda não havia um personagem principal fixo, mas já tinhamos as classes. Tais como, guerreiro, lutador, ladrão, mago vermelho, mago negro e mago branco.
No começo do jogo, você é mandado para resgatar a princesa de Cornelia, pega por um dos mais bravos cavaleiros desse reino. O poderoso cavaleiro Garland. Depois disso, descobrisse que sua real missão é restaurar as orbes pelo mundo e trazer paz ao planeta.
O que realmente acontece nas sombras é que ao derrotar Garland, ele é enviado para 2000 anos no passado por demônios. São eles Lich, Kraken, Marilith e Tiamat. Cada um protegendo e dominando as orbes aos quais precisam controlar e ceder poder ao seu mestre. O próprio Garland! 

Final Fantasy II
Quebrando o parâmetro dos outros jogos de RPG que sempre seria uma sequência, aqui já vemos como vão ser cada um dos jogos da franquias. Cada um com seu próprio mundo, não possuindo ligação com o anterior. Só possuindo os mesmos easter eggs como personagens, monstros ou referências.
A paz teria terminado, já que o imperador de Palamecian invocou forças infernais para dominar o mundo. Isso faz com que um exército rebelde surja em retaliação. Eles se posicionam na cidade de Phin, mas lá é completamente destruído. Sobrando só quatro sobreviventes.
Entre eles temos Firion, o protagonista um galanteador inveterado (ou seja, adora muié!), mas heróico e bravo. Com ele e seus três aliados, seguimos eles como membros do grupo rebelde Wild Rose.
Não existe level, mas distribuição de pontos em atributos, que só seria usado mais tarde em outros jogos da franquia. Além disso é citado os chocobos, Leviathan, Bahamut e o mithril, material para armas e armaduras, além de Cid. Que sempre tem que aparecer em Final Fantasy. Sem contar o ato de sacrifício no jogo...


Final Fantasy III

Dois anos após o II, vem o Final Fantasy III. E é um rolo doido para os americanos essa parte da cronologia dos jogos.
Surge mais uma profecia, que os gurgans disseram. Nela, mesmo com os terremotos que engoliram os cristais para dentro da terra, nada disso se compararia a escuridão que logo surgiria. Ainda assim quatro almas surgiriam, abençoados pela força dos cristais deteriam esse mal. 
Quatro orfãos são criados pelo padre Topapa, em Ur. E quando os cristais caem, com eles os orfãos também. Ai a aventura começa! Pois deve se livrar da escuridão no mundo.
Xande, o vilão principal pelo menos por enquanto... Esta sugando os poderes dos cristais. Para ser imortal, através de sua magia.
O padrão de jogo foi melhorado. A mecânica é ótima para sua época. 
As classes voltam quando você aciona o primeiro cristal! como onion knight, freelancer, ranger/hunter, knight, scholar(estudioso), dragoon, viking, black knight, geomancer, evoker, bardo, black belt(evolução do monge), ninja e sage.
Entre as referência Djinn, a Enterprise (sim de Star Trek), Nautillus ( de 20.000 léguas submarinas) fat chocobo e as summons. Além dos moogles, que são seres juntando miados com barulhos para se comunicar, tipo Chewbacca de Star Wars. Tá bem, não é assim. 
Com isso fechamos a trilogia dos jogos para Nintendinho (NES ou Famicon).


Final Fantasy IV
Com o surgimento do Super Nintendo (Super NES ou Super Famico, no ocidente esse segundo) a Square já começou seu trabalho em uma nova versão de seu clássico Final Fantasy.
Na terra de Baron, seu governo começou a expandir suas fronteiras graças ao uso de barco voadores (uma coisa comum em todos os Final Fantasy, mas aqui possui grande importância geopolítica). Com isso o exército de Baron, junto com as Red Wings, lideradas por Cecil Harvey começaram a matar e oprimir outras nações. Em especial aqueles que possuíssem cristais místicos. Já que esses itens são fonte de grande poder. 
Cecil é um black knight, fiel a Baron e o protagonista nesse capítulo da série. Ele é acompanhado de Kain Highwind, filho de Richard Highwind, o dragoon de FF II (??? Mas não eram mundos sem ligação). Cecil e Kain são destituídos dos Red Wings pois não acham certo o que estão fazendo com outros territórios. Ainda assim, eles continuam tentando servir ao reino, entregando uma carta a mando do rei em Mist. Na verdade, a carta tem bombs, criaturas feitas de chamas. Assim, destruindo o vilarejo. Encontram com Rydia, que se une ao grupo. Kain se separa da dupla.
Com o decorre do jogo somos reunidos a mais personagens da saga.
Após muitas coisas, sabemos do grande vilão, Golbez que quer coletar os cristais para obter força. Além de que Kain nos traiu servindo ao inimigo! Reviravoltas! Pois nem mesmo Golbez é o grande vilão mesmo... E sim Zemus! Só vão compreender melhor no próprio jogo.
Então, Cecil deve esquecer a escuridão de um black knight e se tornar um herói da luz. Então, ele se torna um paladino.
Um dos planos de Golbez é chegar a uma das luas do mundo. Pois lá, existe um grande poder selado nela. Isso usando o poder dos cristais.

Final Fantasy V

Esse é mais um título para Super Nintendo em forma de RPG em turnos.

Novamente vemos que a história trata dos guerreiros da luz, termo usado desde o primeiro Final Fantasy. Mas somos apresentados primeiro ao Butz, junto com Boco e seu chocobo. Eles encontram por acidente Leena, filha do rei. Ela tenta ajudar, visto que o cristal do vento foi completamente destruído! Depois de certo tempo conhecem Galuf, que é de outro planeta e usou meteoro para chegar aqui (WHATAFUCK?). Eles se encarregam de encontrar os cristais e por qual motivo eles estão em perigo. E depois, ao grupo se une Pharis uma pirata.
Na verdade, os cristais foram partidos por ExDeath, mago poderoso do passado. Ele foi derrotado pelos guerreiros da aurora. E então, o selando com o poder dos próprios itens. Mas seu poder é tamanho que influenciou pessoas para quebrar cada um dos cristais, o libertando.
Entre as classes temos: blue mage (usa habilidades dos inimigo), berseker(bárbaro), mystic knight, time mage, beast master, dançarino, samurai, chemist (químico), mimic. No GameBoy Advance, temos as classes necromante, oracle, cannonner(atirador) e gladiador.
Temos aqui no jogo coisas como summons, entre elas a Phoenix. Talvez não seja o mais popular em relação a mecânica de jogo. Porém, ainda assim, não deixa fraca a história. Além disso, as classes seriam usadas mais tarde para outros jogos da franquia como Final Fantasy Tatics.

Final Fantasy VI

O último do Super Nes, esse Final Fantasy pode ter introduzido muita gente nesse universo de RPGs. Antes mesmo de FF VII.
Há muito tempo atrás, a guerra dos Magi causou grande destruição ao mundo. Com isso a magia sumiu em seguida. Os sobreviventes dos conflitos foram transformados pelos deuses, chamados agora de espers. Com isso, essas divindades perceberam que tudo foi feito em vão. Para evitar futuros conflitos, cada um se tornaria uma estátua. Os espers os protegeriam para que seus poderes não fossem roubados. 
Mil anos se passam, a tecnologia surge com metais novos, uso de pólvora, máquinas a vapor criando reinos tecnológicos. No sul, o império de Estalian, descobriram os espers. Eles usaram sua força e reviveram em uma espécie de grupo e mecanismo chamado Magitek. Só que eles queriam a magia real! Algo perigoso como visto no passado do mundo.

Aqui ouvimos a capacidade de Nobuo Uematsu, em mostrar temas próprios para cada um dos protagonistas. Algo único naquela época.
No início da trama, temos Terra Branford, sendo parte da Magitek. Como dito, usam a energia do espers. Eles invadem uma cidade, entram em uma mina de carvão e a moça se sente atraída por aquele ser que esta petrificado. Resgatada por um dos moradores da vila, ela descobre estar sendo manipulada por Kefka Pallazo.
Conhecemos também o ladrão Lock Col. Experiente caçador de recompensas, e membro dos Returners, grupo de rebeldes, ele resgata Terra. Vendo que ela pode ser a chave para derrotar o império maligno. E assim, gradativamente aprendemos sobre os poderes antigos e os espers. Aqui podemos fazer side quests, obtendo itens ou personagens novos. Algo que seria usado mais para frente, mas é opcional.
Depois disso, Ramuh um esper antigo que sobreviveu após o conflito antigo, fala ao grupo (que procurava Terra, pois essa se encontrou mais uma vez mais com o esper da caverna) que a Magitek tenta usar o poder dos espers
sem saber o quão perigoso aquilo era. Como a um milênio atrás, onde causaram grande mal a humanidade e ao planeta. E Terra é filha de um esper com uma humana, sendo um ser poderoso.
Kefka il Pallazo, é o grande vilão. A ponto de criar raiva no jogador. Mesmo não possuindo o carisma de alguns vilões da série. Um mero bobo da corte... Até fazer o que for necessário para si! Ele é o primeiro experimento da Magitek, ele vai perdendo sua sanidade e com a idade seus poderes somem. E ele vai sugando os poderes dos espers, tramando e enganando até seus aliados, sem nenhum escrúpulos. Kefka quer poder para ser um deus, usando o império como sua arma... Até ele realmente obter suas intenções!
O enredo é envolvente, um vilão perigoso, e os atos dos personagens mostra o quão importante suas ações são, já que tem uma parte onde a geografia do mundo muda devido aos momentos dos personagens





Final Fantasy VII
O jogo não era para ser em Playstation. Mas como a Nintendo ainda não largava mão da geração de cartuchos... E eles queriam armazenamento para todo o jogo. Com o surgimento de jogos em CD, a galera da Square já foi junto a Sony produzir esse título. O jogo vinha em 3 CDs, com pura gameplay! Além disso, ele é o primeiro que usa imagens 3D e CGs.
Nele encarnasse o personagem Cloud Strife, um mercenário com passado obscuro que passa a trabalhar com um grupo de ecoterroristas chamado Avalanche comandados por Barret Wallace. Eles pretendem liberar a lifestream do lugar, dominada por uma empresa mundial conhecida como Shinra. Esse grupo domina o planeta, mas a custo da energia vital do mundo. Ele esta com esse grupo pois tem raiva da empresa  e como não lembra de muita coisa do tempo em que participou, pretende continuar seu caminho contra esse

grupo. Depois de vários contratempos, encontrar velhos amigos (Tifa Lockheart, uma amiga de infância) e novos (Red XIII e Aeris Gainsborough, alguém de extrema importância) ocorre na cidade um terrível desastre com lifestream! Nós somos apresentados as materias, cristais feitos de puro lifestream que nos proporcionam habilidades, bônus, magias e as summons(evocações). E pior: um herói de guerra, conhecido como Sephiroth estava vivo, alguém que ele admirava. 
Sephiroth havia descoberto que ele é o fruto de um experimento com energia mako(o lifestream da Shinra mas em estado bruto). Sua mãe morreu no processo. O que restou foi uma forma de vida do lifestream deformado pela Shinra e que ele consegue conversar, chamada Jenova. E ele é extremamente perigoso. Pretende fazer algo inimaginável. Usar uma magia antiga para destruir o planeta! Ele enlouqueceu!
Além disso, conhecemos Zack Fair, um dos soldados poderosos da Shinra. Amigo e professor de Cloud. Na verdade, muitas pessoas achavam que Cloud é poderoso, pois conhecia Sephiroth... Mas nada mais eram do que memórias confusas do protagonista! Ele nem sequer conseguiu se tornar um soldado de elite, os Soldiers! Se não fosse por Zack, Cloud morreria, já que o herói de cabelo negros sacrificou-se para salvar o amigo. Retendo o espírito de combate do amigo morto.
Apesar de tudo ele supera as dificuldades conhecendo novos personagens da trama, como: Cid Highwind, um piloto que tem o desejo de um dia voar para o espaço; e Cait Sith, uma combinação de gato e moogle que quase traem o protagonista mas se redimem. Além dos personagens opcionais: Vincent Valentine, um homem que também foi cobaia da Shinra, e antigo amor de Lucretia, a verdadeira mãe de Sephiroth; e Yuffie Kisaragi, uma ninja que esta louca para obter todas as materias para seu uso. O engraçado é notar que todos os personagens são amados até hoje sendo principais ou não. Isso demonstra como FF XII é aclamado!
Sephiroth mata Aeris que estava tentando impedir os planos do vilão. Em uma das cenas mais tristes e tocantes das histórias dos games o vilão atravessa uma masamune (espada grande japonesa) no peito dela. O pior é que você começa a ter uma grande afeição por essa personagem, sem tirar que ela é a última da raça dos cetras, um povo antigo com ligação com o centro do mundo. Isso significa que praticamente não existe meio de parar a destruição do mundo desse ponto em diante!
Mesmo assim, a Avalanche avança contra Sephiroth e as Weapons, formas de vida que o planeta cria para o proteger... Seja para deter um mal que esta por vir, ou acabar com a humanidade!
Final Fantasy VII é com certeza o mais rendável dos FF até hoje. Tanto que gerou spin-offs em games (FF7 Dirge of Cerberus, Crisis Core e Before Crisis), animações (FF7 Last Order) e um filme (FF7 Advent Children). Sem contar as participações especiais dentro e fora da franquia. Realmente, pode não ser o melhor, mas é o maior sucesso da Square!




Final Fantasy VIII
Temos mais um jogo épico em que os CGs estão ainda melhores, e uma história extremamente cativante para Playstation.
A humanidade teria sido criado por uma divindade chamada Hyne. Com a intenção de passar seus poderes adiante, ela cria feiticeiras e assim seu poder será eternizado pelo mundo. Só que a cada tempo só uma única mulher poderia ser uma bruxa, passando seu poder para alguém, logo antes de morrer. Elas eram temidas e amadas por tais poderes. Mas sempre mostrava quais eram os benefícios da magia ao mundo.
A humanidade e elas coexistem até que surge a feiticeira Adel. Apoderasse da nação de Esthar e cria uma ditadura. Com isso, ela tem que enfrentar Galbadia, sua próxima tentativa de conquista, criando proporções globais. Anexando outros territórios a guerra. 
No meio de toda essa batalha, Adel conhece Ellone que pode enviar a consciência das pessoas ao futuro e passado. Um mero soldado chamado Laguna protege a garota, junto a seus amigos Kiros e Ward, já que a bruxa queria essa guria para seus planos. Ainda assim, ele perde e acaba chegando na cidade onde Ellone morava conhecendo uma jovem chamada Raine. Os dois se apaixonam e ela dá luz a Squall. 
Enquanto Laguna, junto com seus aliados salva finalmente Ellone, Raine morre deixando Squall orfão. Pelo menos, o herói captura a bruxa e a envia em um capsula espacial monitorada por Esthar. Ele isola a nação, temendo que algo ruim surja dali.
O protagonista com cara de poucos amigos é Squall Leonheart, um guerreiro que usa a famosa gublade (uma espada que em seu cabo possui a forma de um revolver, além de mecanismos mágico-tecnológicos para disparos de carga mágica). Enviado como orfão para o orfanato de Cid Kramer e Edea, junto a Ellone ele é cuidado e amado. Os líderes do orfanato notam que algo ruim esta para acontecer, e então criam as SeeD's. Ele é um dos membros da SeeD, uma academia onde os jovens são treinados para combater todo o tipo de mal, usando técnicas variadas de combate e magia. Cada uma das SeeD's (Balamb Garden, Galbadia Garden e Trabia Garden) tem as crianças do orfanato distríbuidas por elas. Squall, Seifer, Quistis e Zell em Balamb, Irvine para Galbadia e Selphie para Trabia. Além disso, Edea cria um grupo conhecido como White Seed's, que ficariam no mar, longe da influência de certa bruxa...
Após depois de certo tempo, Edea enlouquece e parece ser uma bruxa se aliando a Galbadia. Uma nova guerra se anuncia com isso. 
Nesse meio tempo Squall treina com seu colega Seifer. A rivalidade aflora e ambos se ferem deixando uma cicatriz no rosto de cada um. Após tudo isso, Quistis o acorda (ela é instrutora de Leonheart, sendo um prodígio tornando-se uma mestra aos 15 anos de idade!) pois aquele dia era o exame do cara! E ele é enviado em uma missão de campo, junto com o pessoal Seplhie e Zell. E no final eles passam! Além de Seifer... Droga...
Durante tudo isso uma garota chamada Rinoa surge em Balamb Garden. Sua missão é contratar os serviços da escola para que ajude os Forest Owls, a organização que luta contra o domínio de Galbadia. No fim das contas, Rinoa também vai ao baile e acaba se deparando com Squall, após alguma insistência os dois terminam dançando no salão. Após a dança, Quistis manda Squall encontrá-la em um local específico para eles conversarem.
Quistis apresenta a Squall um lugar que só os estudantes conhecem no Centro de Treinamento, lá os dois encontram Ellone sendo atacada por um monstro; a dupla consegue salvar a moça. Curiosamente Squall não se lembra de Ellone, bem como nenhum dos órfãos se lembra um do outro. Isso se deve ao fato que o uso contínuo das Guardian Forces, onde eles invocam guardiões poderosos nas batalhas, apaga a memória aos poucos dos fatos passados.
Partindo para sua primeira missão, Squall, Zell e Selphie tem ordens de ajudar Riona a sequestrar o presidente de Deling City para que ele não possa fazer o anúncio sobre o sucesso da antena de Dollet.
No meio do caminho eles adormecem graças às habilidades de Ellone e são enviados para o passado nos corpos de Laguna, Kiros e Ward - dessa forma, eles tentam fazer com que o futuro de Laguna seja mudado para melhor.
Depois de muitos percalços Edea começa a tramar seus planos para obter poder completo sobre os territórios do mundo, controlando inicialmente Galbadia. Graças a Irvine, que não usava Guardian Forces( as evocações, que aqui fazem o personagem esquecer de seu passado)no passado, e várias batalhas depois, descobrem que a maioria é amiga dos tempos de orfanato.
Ao chegar Squall se depara com um Dr. chamado Odine. Ele fala que Ellone está em uma estação espacial e que se ele quiser encontrá-la deverá viajar para o espaço. Squal leva Riona inconsciente e Irvine se encontra lá para averiguar o lacre da feiticeira Adel. Zell agora está no controle das coisas na terra e descobre que Galbadia tomou Lunatic Pandora e está preparando o Lunar Cry, que é quando os monstros contidos na Lua descem para a terra.
Ao encontrar Ellone, Squall é surpreendido por Rinoa que novamente é possuída por Ultimecia.
Dessa vez, o pior acontece e ela libera todos os selos de Adel e também o Lunar Cry, fazendo com que os montros e Adel caiam na terra. Ultimecia deixa o corpo de Rinoa para que ela morra a deriva no espaço. Squall vai atrás da moça e não deixa que este seja o fim dela. Aqui ouvimos uma das primeiras canções realmente cantadas de FF: Eyes on me por Wong Faye. Lindo...
A deriva no espaço, o casal acaba encontrando a nave Ragnarock, a mesma foi utilizada para levar Adel para o espaço e conseguem voltar para a terra. Ao chegar em chão firme, Rinoa é levada por soldados de Esthar para o Sorceress Memorial, onde ela seria selada com Adel, devido ao fato de Rinoa ser uma candidata a feiticeira. Inconformado com essa situação, Squall não deixa isso acontecer e a salva pouco antes de ser selada.
Eles devem derrotar Ultimecia... Uma perigosa bruxa que viaja no tempo e que parece ser a junção de vários aspectos das bruxas... Tanto do futuro como do passado!
O roteiro é único aqui! Lindo demais!


Final Fantasy IX
Ainda no Playstation, também chamado PSOne hoje em dia. Talvez tenha sido aqui que os games começaram a perder sua qualidade. 
A civilização de Terra esta em declínio. Os cientistas desse mundo então pensam em selar-se em sono profundo, deixando um único ser Garland, responsável por seus corpos e almas especialmente. Terra é destruida, mas Garland (huuuuum onde já vi isso antes) salva a todos levando-os para um novo mundo.
Ele encontra Gaia, outro mundo no qual ele pretende destruir ele para implementar a força vital de Terra. Para isso ele tenta tomar controle do ciclo de almas em Gaia, assim criando várias guerras pelo mundo. Além de instalar no mundo uma árvore chamada Lifa Tree, onde ele substitui as almas do mundo atual, pelas do antigo. 
Porém, devido ao uso de um eidolon(evocação) chamado Leviathan e o uso de outro para o cessa-lo, Carbuncle, afeta a Lifa Tree... Deixando-a inoperante. 
O game conta a história de Zidane, um ladrão do grupo Tantalus que trabalha para o Reino de Lindblum.
Junto com o seu grupo, Zidane recebe a missão de capturar a princesa Garnet do Reino de Alexandria. No entanto, capturá-la não chega a ser uma tarefa complicada porque Garnet está tentando fugir do castelo.
Ao lado da princesa temos Steneir, o fiel cavaleiro. Depois se juntam ao grupo o black mage Vivi que busca respostas de sua origem, a White Mage e Summoner Eiko, e ainda Amarant, Quina e Freya. Dessa vez o vilão é Kuja, um aliado da rainha de Alexandria e mãe adotiva de Garnet que buscam o controle total dos reinos.

Na medida em que o jogador avança no jogo, Zidane descobre sua origem e a raíz do mal no mundo, na forma de Kuja. Ele estava manipulando a rainha para destruir não apenas Zidane, mas todo o planeta, para que assim pudesse acabar com os planos bastante maníacos de seu criador Garland.
O visual nos remete um pouco a algo mais clássico, diferente dos outros dois FF de PSOne.  Ainda assim não emplacou em história.


Final Fantasy X


Agora esse surgiu na plataforma de PS2 (Playstation 2). 
Tidus é um jogador de blitzball, bem humorado, filho de um famoso herói jogador de nome Jecht. Ele sonha em ser tão bom quando o pai. E esta quase lá. Porém, em um grande evento seu mentor, Auron o avisa de que algo errado esta para acontecer. E uma onda gigantesca devora toda a cidade deles!
Quando desperta, não se sabe como, Tidus encontra a vila de Wakka, um jogador de blitzball. E ele esta mil anos no futuro. Além de que sua cidade Zanarkand foi atacada por Sin. 
Conhecer Yuna que é uma summoner, que esta destinada a derrotar o mal antigo. Descobre que seu pai, Jecht já protegeu o pai de Yuna, Braska. E que ela é protegida por seus guardiões que são Wakka, Lulu e Kihmari. Ele descobre sobre os envios de almas, e os Aeons. Notando que só com eles saberiam onde obter resposta com o que diabos estava lidando ele segue o grupo. Ainda se unem a eles: Auron, que também foi guardião de Braska; Rikku, que já tinha salvado Tidus no mar logo no começo. 
Seymour, um summoner esta os perseguindo para seus planos sinistros.
Depois de tudo isso, Tidus descobre que na verdade é o sonho das pessoas de Zanarkand ou uma alma antiga do passado transformada em sonho. Que os Aeons surgem de sacrifícios de pessoas no passado por um sistema já antigo. Além de que Yuna seria sacrificada para derrotar Sin, evocando a Aeon final. Só que esse ritual antigo era ciclico, fazendo com que sempre surgisse outro Sin!
Cabe aos heróis evitarem a morte de Yuna e de seu mundo de uma vez por todas. Além de lidar com os falsos religiosos que sabiam sobre o processo do Sin!
O sistema de evolução não se refere mais a níveis e sim a sphere grids, que você refere conseguindo spheres específicas ou liberadas de acordo com certas atitudes.


Final Fantasy XI


Nesse período dos jogos de FF, a Square queria se aventurar por uma area mais online. Mais precisamente os MMORPGs.
Como é um MMO é complicado falar de uma história própria para esse jogo. Porém, o cenário se trata de Vana'diel, um mundo próprio construído para esse jogo. Nele tem desde guerra contra humanoides, até summons conquistando reinos. Tudo isso sendo controlado pelo Shadow Lord, que controla os monstros do game. Sem contar que cada expansão faz com que mais coisa boa seja agregada a história.


Final Fantasy XII


Ivalice é um mundo cheio de reinos, fortalezas e impérios. Ele já tinha sido base para jogos como Final Fantasy Tatics, Vagrant History e Final Fantasy Tatics Advance.
A gameplay é mais fluida aqui. Pois os combates são mais diretos. Além da quantidade de conteúdo. Nele existem quatro nações em Ivalice. Archadia, Nabradia, Dalmasca e Rozarria. Archadia é um país totalmente corrupta. Diferente de Nabradia e Dalmasca. Onde Archadia arma algo para dominar Rozarria. A história começa com o casamento do príncipe de Nabradia e a princesa de Dalmasca, Ashe. Logo em seguida, o rei de Dalmasca junto aos recém casados descobre que Nabradia tinha sido atacada e sua capital, literalmente explodida. De forma sinistra e inexplicável com uma força terrível. O reino foi dominado. 
O príncipe, sem muitas opções, se une a linha de frente daqueles que tentariam lidar com a situação - tanto com o mistério quando com os inimigos de Archadia que poderiam estar por trás disso - junto com o capitão do exército, Basch. E se veem envolvidos em uma guerra nas fronteiras do reino. Mas isso é um desastre e o príncipe morre em combate.
E Nabradia tenta fazer um tratado de paz. Só que todo o esquadrão que serviria para proteger o rei na noite desse acontecimento, supostamente morto por Basch. Matando até um jovem soldado chamado Rex, sendo que Basch foi sentenciado a morte. Algo esta errado, já que o capitão não teria motivos para isso aparentemente
A princesa Ashe some por dois anos depois dos fatos antes citados. Surge então em Damalsca, Veene, um dos maiores políticos de Arcadia, tentando convencer o povo. Ele vem com promessas de paz na cidade capital. Só que agora Vaan e Penelo, dois dos protagonistas estão nessa época vendo tudo isso ainda de longe. Trabalhando e roubando para sobreviver como orfãos. E irmão de Rex, morto por Basch.
Vaan queria invadir o palácio durante uma festa importante do local. Depois de muitos percausos consegue seu plano e entra na sala dos tesouros do reino. Em especial, ele se fascina com uma misteriosa pedra mágica brilhante. Além disso conhece mais dois protagonistas que são Balthear e Fran, que não estão de nenhum lado na guerra. São piratas, nobres ladrões e também querem a pedra. Após todos serem caçados pelos guardas por serem descobertos tentam fugir e sem querer esbarram com Ashe, aprincesa com muito ódio dos captores de sua nação. Ela teria planejado um combate contra o reino, mas não dá muito certo. E eles conseguem fugir depois de muitos eventos.
Quando estão presos eles encontram Basch preso, o que deixa Vaan irado, já que ele é o assassino de seu irmão. Só que ele afirma estar preocupado com Dalmasca. O que é estranho, sem contar outro fato: Basch foi sentenciado a morte. Por qual motivo ele esta ainda vivo? Dúvidas sobre tudo e todos começam a surgir.
Saindo de muitos problemas finalmente, descobrem que Penelo foi sequestrada, e colocada em uma mina com pedras estranhas. As nethecite, pedras que causam grandes estragos em combate. Que pode ser a causadora da destruição no reino de Nabradia. 
Isso sem contar os juízes e outras coisas que surgem nas sombras...
Existe aqui o sistema de gambits, que é relativo a inteligência artificial em combates. E eles são quase que prontos e controlam de uma forma apropriada para os personagens que não esta jogando diretamente.

Final Fantasy XIII
Tudo começa em Cocoon enquanto os cidadãos da cidade de Bodhum estão sendo Expurgados após entrarem em contato com algo de Gran Pulse. O jogador é mostrado flashbacks ao decorrer do jogo sobre os eventos dos treze dias anteriores, que começaram quando um fal'Cie de Gran Pulse foi descoberto perto de Bodhum. Serah Farron encontrou o fal'Cie e foi marcada como uma l'Cie. Lightning e Sazh descarrilham um trem de expurgados indo para Gran Pulse em uma tentativa de salvar Serah. Na batalha que se segue, o grupo de resistência NORA de Snow resgata os exilados. Vários deles acabam mortos, incluindo a mãe de Hope. Enquanto isso Snow se dirige para o fal'Cie Anima a fim de resgatar Serah e no caminho encontra outros dois exilados: Hope e Vanille. Os dois grupos se reúnem no fal'Cie e descobrem Serah bem no momento em que ela se transforma em cristal. Anima então transforma todos em l'Cie e os joga em uma diferente parte de Cocoon. Os cinco tem a mesma uma visão durante essa transformação: um monstro chamado Ragnarok. O grupo encontra Serah em sua forma cristalizada enquanto discutem o significado ambíguo do sonho; Snow acaba ficando sozinho com ela.
Snow é capturado e levado abordo da aeronave Lindblum, onde conhece Cid e Fang. Os outros ao mesmo tempo conseguem escapar de PSICOM, porém são separados depois de um ataque aéreo; Hope e Lightning viajam para Palumpolum enquanto Sazh e Vanille vão para Nautilus. Lightning acaba sem querer apoiando o plano de Hope de matar Snow como vingança pela morte de sua mãe. Vanille e Sazh discutem como o filho deste, Dajh, foi transformado em um l'Cie e levado pela PSICOM para descobrir seu Foco. Lightning tenta persuadir Hope a não seguir com seu plano de vingança, acabando por encontrar Snow e Fang em Palumpolum. Fang revela que ela e Vanille eram l'Cie de Gran Pulse que foram transformadas em cristais; as duas voltaram para a forma humana treze dias antes do início dos eventos do jogo, iniciando o Expurgo de Bodhum. Hope tenta assassinar Snow, porém desiste do plano após este salvá-lo de um ataque aéreo. O grupo acaba fugindo da cidade com a ajuda de Cid. Vanille se revela como sendo de Gran Pulse para Sazh em Nautilus, dizendo que indiretamente é a responsável por Dajh ter sido marcado como um l'Cie. A PSICOM em seguida consegue capturar os dois e levá-los a bordo da aeronave Palamecia.

Os outros membros da equipe armam uma missão de resgate e conseguem se reunir com Vanille e Sazh antes de serem confrontadas por Galenth Dysley, o Primarca de Sanctum. Ele se revela como Barthandelus, o fal'Cie governante de Cocoon. Ele conta a todos que seus Focos é se transformarem no monstro Ragnarok e destruir o adormecido fal'Cie Orphan, que mantém Cocoon flutuando sobre Gran Pulse. Matar Orphan causará a destruição de Cocoon. O grupo foge e descobre de Cid que os fal'Cie acreditam que a destruição do mundo irá convocar a aparição do Criador. Os fal'Cie também não são capazes de ferir Orphan. Vanille e Fang revelam aos outros que estavam envolvidas na Guerra da Transgressão séculos antes e que seu Foco permaneceu o mesmo desde então: se transformarem em Ragnarok e tentar matar Orphan. O grupo foge para Gran Pulse e viajam para Oerba, cidade natal de Vanille e Fang, onde esperam descobrir como remover suas marcas de l'Cie. A cidade está deserta e eles descobrem que não há ninguém vivendo na superfície do planeta. Dysley os confronta novamente e conta que está forçando Cid, agora o novo líder de Sanctum, a criar o caos em Cocoon para forçar a Cavalaria a atacar Orphan em um golpe de estado.

Final Fantasy XIV
Final Fantasy XIV: A Realm Reborn é considerado um dos MMOs de mais sucesso da atualidade. Mais por oferecer vários conteúdos já conhecidos de uma forma profissional do que pela originalidade. Como pontos únicos, no entanto, estão a história única e bem escrita, a trilha sonora, além do Armoury System, que permite jogar com todas as classes disponíveis com um mesmo personagem e o Duty Finder, que encontra automaticamente outros players fazendo o mesmo conteúdo que você em qualquer servidor.
Esse jogo mesmo sendo um MMO tem mais contéudo.
Final Fantasy XIV: A Realm Reborn acontece cinco anos após o ataque do Dragão Bahamut sobre Eorzea, que destruiu muito do que era conhecido pelos Hyur, Migo’te e as outras raças. O personagem do jogador foi levado no tempo graças a poderes divinos e consegue sobreviver ao ataque furioso do monstro.
Agora, o mundo se recupera do ataque e começa sua reconstrução, com a atenção voltada para um possível ataque do Império Garlean, vindos do norte. Além destes, existem os mais diversos tipos de perigos espreitando as cidades de Eorzea: desde grandes criaturas e dungeons únicas ao ataque de ladrões e bêbados enraivecidos.
Caberá aos jogadores restabelecer a paz dos reinos e garantir uma vida plena aos habitantes de Eorzea.

Final Fantasy XV
O personagem principal é Noctis Lucis Caelum, herdeiro do trono de Lucis. Ele é um garoto ousado e nada convencional que sofreu na infância por conta de uma doença que o deixou capaz de ver uma luz celestial que indica a proximidade da morte dos outros. Com o príncipe, mais quatro pessoas formam o grupo controlado pelo jogador.
O primeiro dos outros quatro é Gladiolus Amicitia, um lorde da nobre casa de Amictia, que jurou proteger a coroa. Apesar do senso de dever com a família real, o elo que une “Gladio” e Noctis é a verdadeira amizade. Já Ignis Scientia foi criado para oferecer uma voz firme e racional no conselho de Noctis. Educado classicamente na pura lógica desde a juventude, ele e Noctis compartilham uma profunda compreensão e confiança em anos de convivência. Prompto Argentum é o típico machão playboy que conhece Noctis da escola. Apesar de não ser de nascimento nobre, está sempre ansioso para poder ajudar da forma como puder. E por fim, temos o Senhor Comandante Cor Leonis, conhecido por ser uma “lenda viva”, totalmente dedicado ao rei. Apesar de ficar um pouco destacado no grupo de Noctis, sua missão moral é protegê-los.

Sobre o enredo, foram liberadas algumas informações: o único Crystal que sobrou no mundo encontra-se no reino de Lucis. Após começar uma paz com o Estado-Guarnição de Niflheim, Lucis alegra-se por ter posto um fim à guerra fria. Contudo, sua celebração é prematura. Sob o pretexto de amizade, Niflheim acaba com o anti-armamento runewall e lança uma grande invasão ao reino. As pacíficas vidas que o príncipe Noctis e sua comitiva conhecia são consumidas pela chama da guerra enquanto eles lutam para montar uma resistência.