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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Adaptações de games para filmes (parte 1 - os bons)


Muitos filmes se baseiam em games de origem (quase sempre) japonesa. E aqui pretendo listar os bons e maus filmes desse tipo. Contudo, saibam que existem muito poucos filmes bons baseados em video games. E o primeiro é baseado em um game de origem americana e o outro japonesa. Aqui listo só DOIS:
Mortal Kombat: Em 1995 saiu o filme baseado em um dos jogos mais sangrentos daquela época. Não tão pesado quanto os jogos, mas ainda assim, é uma boa adaptação.
Liu Kang tem um sonho profético, onde seu irmão é morto por um homem estranho, Shang Tsung. Ao ir até o Templo da Luz na China, onde cresceu, ele descobre que o sonho era verdadeiro. E o assassino era do Outworld. 
Acontece que a cada 10 anos, os combatentes da Terra enfrentam os seres de Outworld torneio. Aquele que vencer dez campeonatos seguidos dominará o plano terrestre. As criaturas desse outro mundo é formado por seres ardilosos, magia negra e forças estranhas. O que culmina com os heróis terrenos já tendo perdido oito combates. 
Shang Tsung é o feiticeiro pessoal do imperador, senhor de Outworld, e quer dominar o mundo mortal. Além da magia e usar a força de seus inimigos derrotados, Tsung conta com Goro. Ele é o príncipe dos shokans, uma raça de quatro braços e extremamente poderoso e invicto até aquele momento
Raiden, o deus do trovão e protetor do plano terrestre, quer usar Liu para deter os planos dos inimigos. Para isso usa além do chinês, Sonya Blade (que quer vingança por seu amigo morto Kano, que estará no torneio) e Johnny Cage (um artista de Hollywood que é considerado um canastrão e falso).
Já do lado se Tsung estão além de Goro, Sub-Zero (um ninja que controla gelo), Scorpion (outro ninja que parece ter habilidades bem perigosas), Kitana (filha adotiva do imperador) e um ser reptiliano que esta nas trevas. E assim, depois de uma conturbada viagem de navio até uma ilha perdida no mundo começa o Mortal Kombat.

Silent Hill: A história do filme adapta o enredo do primeiro jogo. Contudo, ela altera o foco de quem é o personagem principal do filme. Em vez de ser o marido é a mulher quem sofrerá na Colina Silenciosa. E tem um final diferente da saga dos games.
Aqui no Brasil ele ganhou o nome de Terror em Silent Hill. Ele conta a história de Rose e sua filha adotiva Sharon. A menina tem ataques de sonambulismo e sempre se refere a um lugar chamado Silent Hill. Ela então parte com a garota para a tal cidade sem não imaginar onde iria se enfiar...
Ela chegando até o lugar, encontra com tudo aquilo que se tem nos jogos da franquia: uma seita que venera uma divindade extremamente bizarra com parte de sua estrutura baseada no catolicismo e seres demoníacos que não poderiam ter surgido nem do pior pesadelo de um psicopata.
Tudo isso envolvendo Sharon e uma outra pessoa, chamada Alessa, que é parte de um ritual. Qual sua finalidade? Rose só vai saber da pior maneira possível... E quando um alarme toca na cidade, algo muito ruim esta vindo...
Enquanto em Silent Hill, temos Henry indo com a menina para a cidade bizarra, este fica buscando sua mulher e filha. Sem sucesso. 
Há também a inclusão do Pyramid Head, personagem icônico da franquia que só apareceria mesmo em Silent Hill 2.

sábado, 11 de março de 2017

A trilha do medo nos games

A Konami, a Capcom e a Tecmo tem três dos jogos mais famosos das franquias de terror (Silent Hill, Resident Evil e Fatal Frame). A seguir tem três composições tão sinistras quanto os jogos que fazem parte.
Go tell aunt rhody é a música que embalou os trailers e alguns trechos de Resident Evil 7. Só que sua origem vem de 1956. E ela é diferente da versão original tanto na melodia, quanto em sua letra. Entre alguns interpretes dela estão Burl Ives, David Allan Coe, além de uma versão para um filme chamado Moonshine Mountain. Quem canta no jogo é Jordan Reyne.
Tsuki Amano é uma cantora japonesa, famosa por cantar "Chō", a música de encerramento de Fatal Frame II. Ela também cantou a música tema para Fatal Frame III, "Koe" (Voz), a música-tema (e música do final alternativo) de Fatal Frame IV, Zero no Chōritsu, e sua música de encerramento, "Noise". Por último, ela fez a música abaixo para FF V.
Akira Yamaoka é um músico e compositor famoso no mundo dos games. Ficou conhecido por seus trabalhos para jogos, em especial os da Konami. Entre algumas de suas obras estão, por exemplo, as composições em Castlevania: Simphony of the Night. Mas seus maiores sucessos são as composições de Silent Hill (games e do filme).

sábado, 10 de dezembro de 2016

Os games de terror mais famosos do Japão


Os jogos de terror surgiram com grande força depois de determinados jogos surgirem no Japão. Pois antes deles, não existia nada realmente que fosse aterrorizante, que não fosse ligado a um filme de terror ou horror nos games. Aqui cito alguns deles. 
O primeiro foi com certeza, aquele que fez explodir o gênero survival horror. Nele você tem poucos recursos para tentar sobreviver, e se usar de forma incorreta, você morre. Lógico que estou falando de Resident Evil. Biohazard no Japão. Ele trata sobre pessoas tentando sobreviver a um ataque de armas biológicas, quase sempre zumbis, em determinados locais. A trama principal envolve a Umbrella Corporations, uma empresa do ramo farmaceútico que tem um grande segredo em seu surgimento. Usando animais, insetos e pessoas em seus experimentos, de forma a testar os "produtos", até eles perderem o controle sobre seus "brinquedos". A saga é enorme, porém, a partir de RE4 passou a ter um conteúdo mais de ação, o que desagradou muitos fãs. Porém com RE7, a Capcom acredita estar voltando a acertar com terror envolvendo esse mesmo mundo. Mas como? Vamos ver...
Silent Hill é um franquia de terror que cabe no survival horror. Nele nos somos introduzido nessa cidade que é o título do jogo. Podendo ter que lidar com problemas diretos da Ordem, ou com nossos próprios pecados em vida. E o culto serve a divindades antigas que misturam religiões antigas com um teor bizarro e terrível. Ele aposta não somente no medo puro e simples, mas também na crueldade de uma forma que poucos jogos tinham feito até então. Até mesmo de um jeito mais psicológico. Apesar disso, Silent Hill esta parado desde o anúncio de um novo jogo que teria nomes como Guillermo Del Toro, Hideo Kojima e Norman Reedus em sua concepção. Até mesmo com uma famosa PT do jogo Silent Hills. Que bombou na internet e no Youtube. Porém, não se sabe por que... Não rolou.
Fatal Frame, ou Project Zero, é um jogo de terror. Nele nos lidamos com fantasmas. Literalmente. Perigosos quase sempre, só que não lidamos com ação, ou seja violência desmedida. Usamos a Câmera Obscura, um item criado por um doutor para lidar com espíritos sem controle. Com este item aprisionamos/exorcisamos os espíritos para lidar com problemas que envolvem os protagonistas. Essa obra da Tecmo nem é tão conhecida fora do Japão, mas possui sua legião de fãs como muitos devem imaginar. O único problema com o jogo é que a produtora é conhecida por fazer depois de certo tempo na franquia alguns conteúdos mais... Erotizados... Bem eles produziram Dead or Alive né...

Além desses temos:
-Siren, onde os produtores colocaram a imagem de pessoas reais digitalizadas, e com isso trouxeram mais pânico no jogo. Imagina ver expressões reais em personagens em um game? O pior é que ele é bem stealthy, onde o protagonista deve sobreviver se escondendo em boa parte do game. Quando isso ocorria, você poderia ver através dos olhos de seus assassinos! Mas com isso teria mais chances de sobreviver.
-Clock Tower. Um jogo point and click meio antigo até, mas é bacana. Nele você é uma orfã que finalmente estará sendo acolhida em uma família... Só que não! Na mansão onde você vai parar, você e mais algumas garotas, tem que fugir de um louco com uma tesoura de cortar grama ENORME. O jogo era extremamente aterrorizante, no qual você tem que prestar muita atenção ao cenário.
Mostrando que a Tecmo consegue ser HUE quando quer... Ou tarada mesmo...