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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Luna Snow: heroina idol k-pop?


A Netmarble liberou já tem um tempo o trailer da nova atualização do jogo Marvel Future Fight, que destaca a heroína e cantora de K-Pop, Luna Show.
Marvel Future Fight é um RPG de ação e aventura situado no universo Marvel. Nele, os jogadores começam com uma equipe de três heróis, e a cada batalha, itens vão sendo liberados para evoluir os personagens.
A história de origem de Luna Snow revela que seu nome verdadeiro é Seol Hee e que ela foi criada pela avó após a morte trágica de seus pais. A jovem decide se tornar uma cantora para ganhar dinheiro e cuidar da avó, e sua carreira está indo bem até o dia em que vilões invadem um de seus shows e a prendem em um freezer após ela tentar defender o público. Ao tentar fugir, Seol é exposta à elementos de um experimento e acaba obtendo poderes sobre o gelo.
Atualmente, game já conta com mais de 100 personagens jogáveis e pode ser baixado de graça em aparelhos IOS e Android.

terça-feira, 13 de junho de 2017

A Marvel se renova e a bem-vinda década de 60

Em 1961, Stan Lee (que já estava consolidado na empresa) estava quase saindo da Marvel, pois não tinha vontade de ficar trabalhando com histórias de terror. Contudo, a mulher dele lhe deu a ideia que antes de sair de lá, fizesse uma história do modo que queria. Foi com essa que deveria ser seu último roteiro que surgiu o Quarteto Fantástico.
Ele se uniu a Jack Kirby, o desenhista mostrou os desenhos comuns dos personagens. Mas com um lado mais familiar e com poderes fantásticos. A primeira super-equipe da Marvel (visto que a DC já tinha a Sociedade da Justiça nessa época). Mas o seu destaque era que agora eram personagem mais verossímeis, com problemas reais. Com cidades conhecidas como Nova Iorque, funcionando como um ponto de encontro dos heróis da editora.
Outros personagens surgiriam da mente de Stan Lee com apoio de outros artistas da Casa das Idéias (como muitos chamam a Marvel), como o Hulk, Demolidor, Luke Cage entre outros. Eram personagens que muitas vezes não escolheram ter aqueles poderes, mas teriam que lidar com isso da melhor forma possível.
Mas seu maior sucesso foi o Homem-Aranha, o personagem mais famoso da Marvel. Peter Parker é um jovem adolescente criado por seus tios Ben e May. Ele é um típico rapaz maltratado por seus colegas de escola, como Flash Thompson e Kong, por ser mais voltado aos estudos e dedicado a família. Seus pais morreram quando ele era muito jovem, o obrigando a ficar aos cuidados dos parentes mais próximos.
Certo dia, após uma excursão, Peter é picado por uma aranha radioativa e ganhou super-poderes. Entre eles super-força, agilidade proporcional a uma aranha, conseguia aderir em paredes, sem contar um sexto sentido que o salva dos perigos iminentes. Só uma coisa que muitos confundem, é sobre as teias que ele solta. São um produto químico desenvolvido pelo próprio rapaz, e com isso, consegue se pendurar em prédios e até mesmo criar defesas dependendo da situação. Detalhe: ela se dissolve em uma hora. Com isso, ele usa um equipamento para poder guardar capsulas desse produto e recarregar seu lançador de teia. Assim, isso também impede que o rastreiem. Desenvolveu isso pois sempre foi um rapaz muito inteligente e especializado em química.
Ao invés de usar suas habilidades contra o crime, ele começou a participar de competições de luta livre. Assim, ele obteria um dinheiro para si e ajudaria em casa. Como recebeu pouco, quando o dono do estádio foi roubado, ele deixou o ladrão fugir com toda a grana. Sendo que, com seus poderes, ele poderia muito bem impedir o crime.  Quando o jovem volta para casa descobre que seu tio Benjamin foi morto por um assaltante. Peter corre atrás do assassino, quando descobre ser ele, o mesmo que deixou escapar anteriormente. Ai a frase dita por seu tio Ben, faz mais sentido. Com grandes poderes vem grandes responsabilidade. Ele começa a notar as responsabilidades que tem com seus poderes. De ajudar os mais necessitados.
Para ocupar o lugar de seu tio, como provedor de sua casa, ele tenta arrumar um modo de obter dinheiro. Para isso começa a vender fotos como Homem-Aranha, enquanto combatia o crime, para o jornal Clarim Diário.
Um dos grandes detalhes sobre este personagem, assim como todos os outros da editora, são seus dramas mais realistas, para a época. Peter Parker era só um garoto sem o uniforme, pois tinha que ter responsabilidade com seus poderes. Além de cuidar de uma tia doente, enquanto tentava pagar as contas do mês.
Sem contar que podemos ver algo que seria mais explorado em outras obras da editora: o tratamento de questões sociais. Em X-Men, foi tratado sobre o preconceito. Temos uma parte da humanidade que tem o gene X, uma parte do DNA que concede poderes a pessoas. E para simbolizar isso, a editora usa as figuras de Charles Xavier e Erik Magnus. Também chamados de Professor X e Magneto. Ambos são mutantes poderosos com telepatia e controle sobre campos magnéticos, mas com visões de mundo diferentes.
Antes amigos, os dois se viram com visões diferente sobre o uso dos poderes: enquanto Charles queria auxiliar os humanos com os poderes dos mutantes, assim conseguindo a aceitação deles de forma pacífica, Erik queria obter tudo através da força, se garantindo como raça superior e próximo nível na escala evolutiva. Esses dois personagens são inspirados em dois grandes da história norte-americana e mundial. Marthin Luther King (para o Professor X) e Malcom X (para Magneto).
Outro detalhe seria a queda parcial do maniqueísmo como o conhecemos desde a Era de Ouro. Nas histórias em quadrinhos nesse período, tínhamos obras que não mais tratavam o herói como um ser inabalável. Assim como muitas vezes vilões poderiam auxiliar os protagonistas. Um exemplo claro disso é o próprio Magneto que muitas vezes ajuda seu antigo amigo e seus pupilos. O próprio Gavião Arqueiro começa como um vilão contra os Vingadores (o time de heróis mais conhecido da Marvel).
Essas mudanças no modo de enredo foram tão importantes que se mantiveram em outras editoras. Como na DC Comics.

sábado, 27 de maio de 2017

Era de Prata nos quadrinhos e a Marvel Comics


Nesse tempo também surge uma grande editora nos dias de hoje, a Marvel Comics. Em 1939. Teria sido criada por Martin Goodman, mas na época chamava-se Timely Publications (ou também chamada Timely Comics). E só possuía como personagens o Tocha Humana (não o Johny Storm do Quarteto Fantástico) e o Namor, o príncipe submarino. A primeira revista que surgiria dessa editora como Marvel Comics #1, mas seu nome só seria realmente usado muitos depois.
Como a demanda estava ficando cada vez maior, depois de alguns anos, Martin Goodman resolveu contratar seu primo Stanley Martin Lieber (hoje em dia conhecido como Stan Lee). Começando como um faz-tudo na editora, incluindo revisar textos e desenhar alguns quadrinhos. O sonho do rapaz era um dia ser escritor. Mal sabia ele que seu nome seria quase um símbolo dos quadrinhos.
Em 1941, seria publicado Captain America #1, aproveitando o hype da Segunda Guerra Mundial. A capa dessa edição era extremamente forte e chocante para época. Nela tínhamos o herói, Capitão América acertando o rosto de Adolf Hitler. E isso fez muito sucesso, ao ponto de ser vendida mais de um milhão de cópias. Usando também de um espirito patriota da época. Uma ótima jogada de marketing.
Nos anos 50, os heróis (tanto da DC, quanto da Marvel, como de outras pequenas editoras) estavam sendo deixados de lado. O que fazia sucesso eram muitas histórias de terror e romances policiais com bastante mistério. Nesse tempo, a Timely finalmente mudaria seu nome, para se adaptar a essa nova tendência. Seria então chamada de Atlas Comics. Só que isso não ajudou muito ainda assim, com histórias um tanto absurdas. Não somente na que seria a futura Marvel, mas também na sua principal concorrente.
Durante esse período surgiam histórias como o Superman ter sua cabeça transformada na de um inseto, um bebê colossal destruindo Metropolis como se fosse seu parque de diversões, o Batman usando roupas com tons de arco-iris, Jimmy Olsen ser transformado em uma espécie de dinossauro, entre outras bizarrices.  Tudo isso se devia a dois fatores: a Sedução dos Inocentes e o macarthismo.
Sedução dos Inocentes, do psiquiatra Fredric Wertham, foi um livro que dizia ser culpa das histórias em quadrinhos muitos atos de delinquência juvenil americana. É nesse livro também, que começou a ideia que Batman e Robin seriam homossexuais. Sendo que nas histórias atuais (mais bem argumentadas) podemos ver nos personagens um ar de família. Totalmente absurdo a colocação de Fredric.
Já o macarthismo foi denominado assim devido as ideias de Joseph McCarthy, senador republicano. O termo até hoje é usado para acusar alguém de subversão ou traição sem provas. Esse político fez uma verdadeira campanha no período da Segunda Ameaça Vermelha – com a suposta ameaça comunista – como ficou conhecido o período que compreendeu de 1950 a 1957. O principal alvo das suspeitas foram funcionários públicos, trabalhadores da indústria do entretenimento (incluindo os quadrinistas e roteiristas de editoras), educadores e sindicalistas. Muitos comparam essa época a uma “caça às bruxas”, onde muitas pessoas foram acusadas sem nem sequer ter sido investigadas.
Foi um período negro nos Estados Unidos, tanto na realidade, quanto nos quadrinhos. Mas muitos ainda gostam dos roteiros dessa época.


terça-feira, 8 de março de 2016

Adaptação de animes em filmes

Animações fazem quase sempre um sucesso tão grande que trazem diversas versões da mesma obra. Audio dramas, CDs de trilha sonora, OVAs, entre tantas outras coisas no mundo das mídias. E lógico, surgem os filmes. Yu Yu Hakusho, Dragon Ball e tantas outras obras tem longas metragens. Como Invasores do Inferno (da obra de Yoshihiro Togashi) e A Batalha dos Deuses (da obra de Akira Toriyama). Ou seja ainda estão no âmbito de animações, onde o autor original pode controlar os diversos aspectos de suas personagens. Isso é bem legal, mesmo em OVAs, onde temos uma história a parte da original e os malditos fillers. Ok, bacana, e quando uma obra extrapola as animações para vir ao mundo real? Normalmente podemos chamar isso de live-action, apesar do termo ser mais usado para outras coisas. Trata-se de uma adaptação de animes ou mangás do que normalmente se tornou um sucesso.
Ultimamente nós temos grandes produções hollywoodianas baseadas em quadrinhos americanas como as da Marvel. Entre elas temos produções como Hulk, Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Vingadores, Guardiões da Galáxia, Homem Formiga, e os que estão pro vir. Ou os que estão nas mão de outras produtoras de filmes como Homem Aranha, Quarteto Fantástico e outras coisas que são de origem da editora. Ainda podemos colocar nessa conta os seriados da Netflix como AKA Jessica Jones e Demolidor, entre outras obras. E isso forçou outras editoras a produzir outros longas como o do Superman e Batman de personagens da DC, que já tinha suas películas mas receberam o seu devido reboot por Zack Snyder e Christopher Nolan. Sem contar que o maior número de obras baseadas em livros surgindo aos montes por ai.
O Japão é conhecido por tentar fazer obras baseadas em seus animes, quase sempre. Dificilmente mangás já se tornam filmes. Com o surgimento de uma animação é mais comum uma produção para carne e osso da mesma. Só que nem tudo são flores. Mesmo o Japão sendo um país de tecnologias inovadoras, nem sempre sai algo perfeito em versões de animes para uma película. Exemplo? O shinigami Ryuuku de Death Note no filme. Parecia até um bonecão de Olinda.
Só que nem sempre é só esse o problema. No mesmo filme de Death Note vemos uma Misa Amane, menos gótica e menos loira que a dos mangás e animação. Ok... O fato da mina ser loira pouco interessa. Então o problema esta na caracterização. A atriz não incorporou tão bem o fanatismo de Misa Misa por Kira. E isso não se vê só em Death Note, como também em Gantz, Battle Royale ou Blood. E as adaptações de anime nos States... Nem pensar!

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Sobre o autor: Kia Asamiya



Nascido em 28 de janeiro de 1963, em Tóquio, distrito de Sumida.
Estreou em 1986, com Shinseiki Vagrants, para a Kadokawa (editora japonesa). Desde cedo mostrou ser fã de filmes americanos, especialmente Batman (assim como Masakazu Katsura).Atualmente usa muito computadores em seus trabalhos.
Entre esses podemos citar:

  • Silent Mobius, sobre uma polícia mística que enfrenta demônios extradimensionais;
  • Steam Detectives, trata sobre um pequeno detetive particular que resolve casos "a la Batman" numa cidade como Londres;
  • Detonator Orgun, um conto sobre um robô que volta ao passado para encontrar ele... Em forma humana!;
  • Dark Angel, conta sobre um jovem espadachim que precisa liderar seu país e se tornar forte em combate
  • Batman Mangá, uma história paralela do morcegão sobre drogas poderosas.
Além desses trabalhos podemos citar:
  • Desenhar X-Men, para Marvel, reformulando o traje de alguns dos heróis;
  • Desenhar as capas de Titan, para a DC;
  • Desenhar Star Wars: The Phantom Menace - Episode I pela Dark Horse.
  • Deenhou uma série para Image chamada Saint Angel.
Ele possui um estúdio chamado Tron. Além disso, detesta ser fotografado... Novidade para um autor de mangá! kkkkkkkkkkk ^^ 









quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Animações americanas hoje em dia

Esse post vai ser em relação aos animes e animações americanas. O motivo? Hoje em dia eles podem SIM competir com as japonesas. E nem estou falando de estúdios como a Disney.

Tratamos uma animação como um projeto audio-visual que exibe desenhos, propriamente dizendo, que podem ser feitos por frames, flash, tecnologia 3D, flipbooks, animação quadro-por-quadro ou até mesmo via milagre! Não importa a forma, importa a animação dos desenhos, ou seja sua movimentação dentro do meio em que se esta vendo ela.

O anime, nada mais é, do que um termo usado para qualquer animação de origem nipônica. Lembrando um fato importante é que assim como o mangá, que é uma história em quadrinhos de origem japonesa, não existe mangá de outros países. Você vai ver propagandas em muitos lugares fazendo referência a "parece até mangá" ou "anime made in USA" mas isso não existe!
As animações, em especial as norte americanas, tem em sua história um currículo de seguirem padrões das HQs americanas (assim como os animes que seguem os mangás). O que causa o fenômeno de enredos e personagens possuírem anos sem nunca acabar. O que de certa forma é bom para a editora, pois se o quadrinho acaba, não há mais utilidade (pelo menos por certo tempo) para os funcionários. O problema se deve a coisas como Peter Parker, que possui o alter-ego de Homem Aranha ter 30 anos. O que é estranho, já que o personagem nasceu, pelo que me recordo nos anos 70! E isso ocorre também com personagens de desenhos americanos. Veja só o exemplo desse tal Ben 10. O personagem possui 3 séries até agora. Uma em que é criança, outra em que é adolescente e mais uma em que volta a ser criança.
Por que isso ocorre? Tem haver com as editoras ou produtoras ganharem em cima disso? Lógico! A quantidade de badulaques que editoras famosas como DC e Marvel, ou que o pessoal que produz animações, vende em cima disso é gigantesco. Lembrando, que nesse ponto, os americanos não são tão diferentes dos japoneses. Ou vai me disser que você leitor do blog não estava buscando algo sobre mangá quando entrou aqui?
Mas existem luzes no fim desse túnel: lógico que há sim uma preocupação em vender, mas alguns estúdios, como o de Avatar: A lenda de Aang e A lenda de Korra, possuem uma qualidade tremenda que sinceramente... Em alguns pontos supera a japonesa. E outras animações como Young Justice também possuem bom enredo atrelado a um ótimo trabalho de desenhos. Concluo falando que, se você fã de mangá odeia animações americanas ou até mesmo brasileiras (pois somos fortes nesse quesito), tente ver que o mercado japonês as vezes cria coisas maravilhosas. Só que isso não uma verdade absoluta.