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sábado, 22 de junho de 2024

Visual "cyberpunk" para comeback de Lisa

A Lisa, do BLACKPINK, está de comeback marcado! A rapper chocou a web ao soltar uma foto promocional do seu próximo single, “Rockstar”, nesta quinta-feira (20), aparecendo completamente trabalhada no cyberpunk.
“Vão ter que forçar muito para dizer que essa capa da Lisa tá feia. Lamento”, brincou um usuário no Twitter, falando dos haters. “É muito bom ser fã de artista. Te amo, Lisa”, publicou outro BLINK.
O anúncio do comeback solo de Lisa veio no dia 18 de Junho de 2024, quando ela anunciou a data do tão esperado single “Rockstart”: 28 de junho às 9h do fuso da Coreia do Sul. Ou seja, já pode anotar no seu calendário: aqui no Brasil, a novidade chega no dia 27 de junho, às 21h (horário de Brasília).

sábado, 7 de outubro de 2023

Wadaiko: ritmo do coração aos tambores

Os tambores de estilo japonês, wadaiko, contam com uma história de mais de 1.300 anos. Eles são tocados em festivais e em rituais de santuários, templos e festivais. E têm um papel essencial nas artes cênicas tradicionais como gagaku e kabuki. A maneira como os percussionistas colocam o corpo e o espírito em cada batida torna a execução de wadaiko ainda mais atraente tanto para ouvir como para ver.
Nagado-daiko: o tipo mais comumente usado é nagado-daiko. 
O-daiko: há também o enorme o-daiko, que tem até dois metros de largura.
Tsukeshime-daiko: o pequeno tsukeshime-daiko tem um tom mais alto e claro.
Tocar wadaiko é um hobby popular e há muitos lugares que ensinam a técnica. Pessoas de todas as idades curtem o ritmo dessas batidas.
Muitos gostam do wadaiko, devido a sua resposta imediata. O segredo está na sua construção interna. O interior é esculpido para produzir uma repercussão muito forte. 
As baquetas, ou bachi, são grossas e podem ser seguradas firmemente e, assim, bater com toda a força. 



domingo, 1 de outubro de 2023

Eroguro kei


Ero = Erótico / Guro = Grotesco, essa vertente dentro do visual kei é inspirada nas tendências culturais que surgiram no Japão entre as décadas de 20 e 30, onde os trabalhos, sejam ilustrações, poemas, música sofreram com a censura até meados dos anos 70. Mas aqui o foco é dentro do Visual kei.
Nessa vertente, a sexualidade , erotismo são mais presentes nas musicas, nos videoclipes e até mesmo nos visuais. Mas lembrando, isso não define o estilo musical e sim a temática.
Como tudo dentro do visual kei, a divisão é somente para localizar os fãs,a maior parte das vertentes são nomeadas depois de alguma banda expressar-se visualmente de alguma forma.
Alguns exemplos de bandas dentro do eroguro kei: Cali=gari (considerada precursora dessa vertente no vk), The Gallo, Dir En Grey (No caso, os fãs vivem reclamando que não está dentro do visual kei, mas tem todos os elementos para estar dentro XD.), entre outras. E como em todas as vertentes, muitas bandas passam por momentos em cada subgênero, assim como o MUCC teve momentos em que foi considerado dessa vertente, e acho que aqui podemos citar o lynch. em determinadas músicas, também podemos incluir o Kagerou e o projeto solo ‘Daisuke to kuro no injatachi’, do falecido vocalista da banda, Daisuke.
Texto extraído de um escrito da Cris (Kamui Nishimura) no blog F.A.Q. Sixth Gun. As imagens também são dela, como modelo.

sábado, 8 de julho de 2023

O clipe de Yena foi censurado por Olivia Rodrigo

A cantora sul-coreana Yena teve seu novo clipe completamente removido da internet. O video da canção “Hate Rodrigo” foi lançado na última terça-feira (27/6) e marcava o início de uma nova era da artista. Já nesta quinta-feira (29/6), o clipe não é mais encontrado em nenhuma plataforma.
A faixa era uma colaboração da cantora com a cantora Yuqi, integrante do grupo feminino (G)I-dle. O clipe da gravação gerou controvérsias pelas referências à cantora americana Olivia Rodrigo, com ênfase no próprio nome da canção. As cenas ainda lembravam os visuais dos clipes de “Good 4 You” e “Brutal”, lançados por Rodrigo em 2021.
“Ei, você, ligue para o 911 / Acho que algo grande vai acontecer comigo / Amo essa música, é boa para mim / Como pode ser? / Odeio você, ligue para o 911 / Não é nem mesmo um amor não correspondido / Oh meu Deus, você é minha estrela / Não estou com ciúmes, Rodrigo”, diz a tradução livre do refrão da música em coreano.

Além do clipe, boa parte do material promocional que divulgava a canção foi removido da internet sem aviso prévio. Vale apontar que a maioria dos teases era acompanhado da hashtag “#Hate_Rodrigo”.
Segundo o Xports News, site noticioso sul-coreano, a equipe de Rodrigo teria solicitado a retirada do clipe até das redes sociais de YENA. Apesar disso, a música ainda está disponível para ser escutada em plataformas digitais que não se baseiam em imagens, como o Spotify.
Nas redes sociais, os fãs de Rodrigo criticaram a cantora sul-coreana, apontando que ela fez referências pejorativas à artista americana e reproduziu cenas de clipes protegidos por direitos autorais. Os comentários dos internautas ainda diziam que YENA fez isso por inveja, para incitar um ódio gratuito em direção a Rodrigo.
No começo de junho, YENA também foi apontada nas redes sociais por imagens divulgadas no seu Instagram que remetiam à capa do álbum “Sour”, lançado por Rodrigo em 2021. A cantora sul-coreana apareceu com o rosto cheio de adesivos coloridos, igual à Olivia Rodrigo nas artes visuais do disco vencedor do Grammy na categoria de Melhor Álbum Pop.
A música “Hate Rodrigo” era a faixa principal do EP “Hate XX”. Durante o webcast do disco, a ex-integrante do girl group Iz*One esclareceu que, diferente do que muitos podem ter entendido, ela não odeia Olivia Rodrigo, e a música não é um ataque à cantora americana.
“A música expressa de maneira fofa e honesta os sentimentos por uma pessoa que é objeto de inveja e às vezes ciúmes. Eu queria usar expressões irônicas para expressar meus desejos e afeições”, explicou Yena.
Até o momento, nem a Yuehua Entertainment, empresa responsável pela carreira de Yena, nem a equipe de Olivia Rodrigo ainda não se pronunciaram sobre o caso.

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

O k-pop

Muita gente achava que uma das maiores coisas relacionadas ao k-pop são alguns grupo em especiais. E que talvez, eles tenham surgido graça ao cantor pop, Psy (ele cantou junto de Madonna). Mas eles já existiam bem antes, e notamos isso quando programas, tais quais Family Guy e The Simpsons, já faziam piadas sobre isso. Quase sempre fazendo paródias muito além de Gangnam style. 
Com grupos muito grandes, como Super Junior que tinha 13 membros constituída desde 2005. Ou Twice. Essas girl e boys bands ficaram internacionalmente conhecidas. No caso da primeira, se deve ao single Sorry, sorry. SJ já deve mais de 20 álbuns, sendo um dos grupos de k-pop que mais vender por três anos consecutivos.
Temos vários grupos que surgiram: Shinee formado em 2008 pela SM Enterainment; 2NE1 formado pela YG Entertainment em 2009; e foram surgindo tantos outros, antes e depois, como Black Pink. Se fossemos citar todas elas não teríamos espaço para falar de cada um. Não é a toa que fez tanto sucesso. Há um grande esforço das empresas para cima desses jovens, e quando eles deputam.
Mas de onde vem a inspiração para eles. Bem se for ver, talvez fossem os cantores e cantoras de j-pop. Só que o sul coreanos tem: sensualidade. Os astros japoneses de música, na área do pop pelo menos, não são tão ousados quanto os coreanos. Podemos notar isso em clipes mais tímidos como o grupo Twice com T.T ou mais ousados, como o solo de CL com HELLO BITCHES. Até mesmo as bandas com garotos tem um ar de sensualidade como no clipe da BigBang, Fantastic Baby.
Talvez isso se deva pelo Japão ser uma cultura muito conservadora até hoje em dia. Em especial, com o papel da mulher. Já na Coréia do Sul, querendo se diferenciar de sua irmã, ao qual não permite a entrada de costumes e outras culturas, em especial, norte-americanos. A prova está nos nomes de músicas deles quase sempre em inglês. 
Não é a toa que cantores como o próprio Psy já chamaram outros astros de k-pop, como Hyuna e CL, para seus clipes. Ou até mesmo participaram de shows ou clipes de outros países.


segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Glória Groove

Ela surgiu de um modo único. Pois veio de família humilde na Vila Formosa, São Paulo, criada por mãe, tia e avó. 
O que estava no seu RG era Daniel Garcia Felicione Napoleão. Começou sua vida artística no programa Raul Gil, tanto que participou da telenovela Bicho do Mato. Ganhou notoriedade com a faixa Dona, em menos de três meses. E emplacou diversos sucessos como Império, Catuaba, Gloriosa e Muleke brasileiro. 
Em sua infância cantava no coral da igreja, onde teve uma forte referência de Soul e da Black Music. Isso foi determinante para saber seu estilo musical.
Em 2007 passou a trabalhar com dublagem, dando a voz em seriados como Hannah Montana, Digimon Xros Wars, Power Rangers: Megaforce, além da franquia de filmes Descendentes. Em 2015 passou a se identificar com a cultura drag queen ao assistir o talent show RuPaul's Drag Race, no qual artistas performáticos competiam para permanecer no programa através de números interpretativos de música e dança, decidindo descobrir-se no gênero e passando a adotar o nome de Gloria Groove.
No final de 2017, Linn da Quebrada lança o single "Necomancia" com a participação de Gloria. Em novembro a cantora lança "Muleke Brasileiro", quarto e último single do seu álbum de estreia, apontada como uma das favoritas dos seus fãs.
Além de uma música com Manu Gavassi, ela fez a voz de Alladim no live-action da Disney. É um símbolo para a cultura trans, sendo extremamente talentosa nesse período tão conturbado do nosso país.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Música dos Seminovos que trata sobre cultura otaku

Ela é Otaku
Os Seminovos
  
Se resolvo usar uma bandana
Ela não encana, nem acha gay
Ela apóia e acha até bacana
No fim de semana eu ser cosplay

Ela joga no meu time
Passa a noite ao meu lado
Baixando e vendo anime
Em japonês legendado

Ela é Otaku
(Otaku)
Ela é Otaku
(Otaku)

Nos amamos no primeiro dia
Notei que a guria era diferente
Quando vi que ela já sabia
Que mangá se lia de trás pra frente

Eu sou tão sortudo
Ela é tudo o que sonhei
E o melhor de tudo:
Minha gata é nissei

E é Otaku
(Otaku)
Ela é Otaku
(Otaku)

É delicada como um bonsai
Mas na cama é hentai
Ela é Otaku

-solo-

Ela é Otaku
(Otaku) (2x)

-solo-
(Otaku)


sábado, 11 de março de 2017

A trilha do medo nos games

A Konami, a Capcom e a Tecmo tem três dos jogos mais famosos das franquias de terror (Silent Hill, Resident Evil e Fatal Frame). A seguir tem três composições tão sinistras quanto os jogos que fazem parte.
Go tell aunt rhody é a música que embalou os trailers e alguns trechos de Resident Evil 7. Só que sua origem vem de 1956. E ela é diferente da versão original tanto na melodia, quanto em sua letra. Entre alguns interpretes dela estão Burl Ives, David Allan Coe, além de uma versão para um filme chamado Moonshine Mountain. Quem canta no jogo é Jordan Reyne.
Tsuki Amano é uma cantora japonesa, famosa por cantar "Chō", a música de encerramento de Fatal Frame II. Ela também cantou a música tema para Fatal Frame III, "Koe" (Voz), a música-tema (e música do final alternativo) de Fatal Frame IV, Zero no Chōritsu, e sua música de encerramento, "Noise". Por último, ela fez a música abaixo para FF V.
Akira Yamaoka é um músico e compositor famoso no mundo dos games. Ficou conhecido por seus trabalhos para jogos, em especial os da Konami. Entre algumas de suas obras estão, por exemplo, as composições em Castlevania: Simphony of the Night. Mas seus maiores sucessos são as composições de Silent Hill (games e do filme).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Nostalgia em músicas de animes e tokusatsus


Algumas músicas fazem parte de nossa infância. Pois eram de animes ou tokusatsus clássicos. Mesmo as tosqueiras em português. Não estou falando das versões de música da Angélica ou Eliana que só serviam para arrancar a grana de pais das crianças na época. Falo de versões em português de obras clássicas do japonês... E olha... Nem todas eram ruins!
O Youtube esta recheado de versões novas dessas músicas em novas vozes. E as vezes com seu som original. Pura nostalgia!
Confira ai!















quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Tsuki Amano: a bela voz no underground


Tsuki Amano é uma cantora japonesa, famosa por cantar "Chō", a música de encerramento de Fatal Frame II. Ela também cantou a música tema para Fatal Frame III, "Koe" (Voz), a música-tema (e música do final alternativo) de fatal frame IV, Zero no Chōritsu, e sua música de encerramento, "Noise".
Ela lançou 21 singles e 5 álbuns.
O amor pela música de Amano começou com a idade de cinco anos, quando ela começou a estudar piano. Não se sabe muito sobre sua vida pessoal, mas seu início de carreira incluiu composições de grupos de teatro e uma banda com seu amigo e cantor de apoio, Rie.
Seu primeiro single, Hakoniwa, foi lançado em 01 de abril de 2001 como um tie-in com o da companhia de teatro PORT + PORTAL peça de mesmo nome. Ele também foi usado como tema de encerramento do drama da TV Asahi "D's Garage".
Seu single seguinte veio em novembro do mesmo ano com Bodaiju alcançando 66 lugar na Oricon. Esta canção foi o tema de encerramento para um outro drama da TV Asahi, "Midnight Siren."
Ela contribuiu com um total de quatro músicas para a série Fatal Frame. A primeira foi "Chou" e depois produziu "Koe ".
Em 2008, Amano anunciou sua decisão de "retirar" o nome de Tsukiko Amano, e que juntamente com seu álbum de ZERO, suas canções para Fatal Frame IV seriam seus últimos lançamentos sob esse nome. Estas duas músicas, Zero no Chouritsu e Noise são ambos utilizados como os temas de encerramento, Zero no Chouritsu utilizado no Hard Mode terminando e Noise para os outros modos. Escreveu Torikago -in this cage- de Fatal Frame V para o encerramento ruim.
No ano seguinte, ela mudou de nome de artista "Tsukiko Amano" para "Tsuki Amano". Com isto ela traçou uma linha clara entre o que ela tinha sido e que ela veio a ser depois de sua busca pela liberdade artística.
Em 2010, como TSUKI AMANO, ela voltou ao cenário musical e lançou 2 músicas com um livro digital com imagens em CD-ROMs, álbum de uma canção infantil e um mini-álbum original.
Marcando seu 10º aniversário em 2011, ela espera estender suas atividades para eventuais gêneros de arte e música.

Tsukiko Amano é um artista solo alternativa, mas tem sido conhecida a juntar-se com outros artistas no rótulo Otokora. Enquanto ela estará terminando sua carreira solo, ela ainda está buscando música e composição através de outras formas de expressão. Ela ainda faz parte da o grupo Otokura: A Lunch.
Amano sempre gostou de música desde seus cinco anos, quando ela começou a ter aulas de piano. Ela era parte de um clube júnior de coro (como soprano) e no ensino médio ela começou a experimentar vários instrumentos musicais e se juntou ao grupo de teatro. Nessa também, foi quando ela comprou sua primeira guitarra, que é o que ela agora toca principalmente.
Como Amano cresceu em sua experiência musical, ela começou a tocar em clubes, bares e até shows de rua quase todos os dias. Ela até entrou para uma banda por um tempo, no entanto, este empreendimento, eventualmente falhou, e a banda se separou. Sua maior conquista veio quando ela enviou uma fita demo para um amigo próximo ... que de alguma forma conseguiu obter a fita nas mãos de um dos produtores do Otokura Record.
Embora ela seja considerada mais uma artista underground quando se trata de música japonesa, ela foi lentamente vindo a encontrar-se no centro das atenções, especialmente em 2001 com seu hit 'Bodaiju'. Muitas das canções de Amano também têm sido usadas como músicas-tema para comerciais, programas de televisão, filmes e jogos de vídeo. Tsukiko Amano é essencialmente uma artista solo alternativa, mas tem sido conhecida a juntar-se com outros artistas no rótulo Otokora.

Além de escrever todas as suas próprias canções, Amano também desenha e faz a maioria dos vestidos únicos em seus vídeos (e por suas performances) para si mesma. Ela também adora desenhar e tem um estilo artístico único. Ela não apenas publica uma história em quadrinhos (sobre Otokura Web site .com), como ela publicou um livro de histórias, que ela escreveu durante a gravação de seu vídeo Ningyou. Uma variedade em sua arte também pode ser visto em singles, álbuns e cartazes promovendo suas performances de palco.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Cultura gótica: o que realmente é?


O motivo de ter escrito esse post é por existir essa cultura aqui na cidade, assim como foi falar sobre a cultura nerd. Apesar de muitos tratarem ela como um "subcultura", eu prefiro colocar ela como uma cultura, visto que ela possui uma grande e vasta quantidade de conhecimentos, além de traços únicos. E acima de tudo, a cidade possui essa cultura aqui ou já possuiu ou irá possuir. Assim como a punk ou a sertaneja que também irei tratar com maiores cuidados. Mas vez ou outra, posso usar o termo subcultura. Bem, vamos ao mundo gótico!
Muitas bandas famosas no rock em geral, usam estilos variados inspirados no que alguns chamam de gótico. Mas vamos falar mais sobre esse estilo de música em primeira estãncia:
Entre as bandas influenciadas ou dessa vertente, podemos citar algumas como The Cure, Siouxsie and the Banshees, Lacrimosa, Versailles, The Sisters of Mercy, The Gazette, X-Japan (no começo me refiro e essas duas são bandas de j-rock, rock japonês com grandes influências do estilo) e outras tantas. Mas a maior referência sobre isso são as diversas bandas dessa cena. É evidente demais o estilo nelas e influenciam outras bandas de estilos similares ou não. Não só pela sonoridade mas por seus pensamentos. Hoje em dia temos bandas como Diva Destruction, The Birthday Massacre, Lacrimas Profundere, 69 Eyes e Sopor Aeternus.
Muitas vezes as pessoas dizem que um gótico gosta só desse estilo musical. Ai já encontramos um erro. Não é bem assim, pois conheço muita gente que gosta de bandas de metal em geral ou até outras variáveis. Em vários casos eles possuem um gosto por músicas clássicas, mas até isso não é uma máxima sobre o assunto. Lembrando que até o gótico é responsável por estilos únicos como o EBM (Electronic Body Music). Tecnicamente falando, ele possui um teor mais pesado de sonoridade, não de letra em suas composições com teor mais eletrônicos.
Devemos pensar essencialmente sobre o rock gótico de grande influência sobre os jovens dos anos 80
Rock gótico é um sub-genêro do rock que surgiu no fim dos anos 70 e música característica da subcultura gótica, inspirado essencialmente na atmosfera decadentista do pós-punk e em sua emergente estética.
Vamos falar sobre o goticismo em si agora.
Tilo Wolff e Anne Nurmi: Lacrimo
Goticismo é uma subcultura, em seu estilo e maneira de pensar. Umas das principais coisas da cultura gótica é a apreciação pela dicotomia (divisão de um conceito em dois elementos) da vida, o contraste entre a luz e o escuro, o bem e o mal, coisas das quais uma não poderia existir sem a outra, e os valores tradicionais de julgamento ligados a estes opostos não são necessariamente verdadeiros. Eles em si possuem um senso de humor um tanto quanto diferente devido a isso e um amor platônico na literatura e musica. A sociedade tenta encaixar os góticos em "gêneros de pessoas" o que para muitos parece algo impossível, só que não é BEEEM assim. Já, já explico. Os interesses, estilos e suas atividades são as mais diversas possíveis.


As vezes, as roupas podem ser uma dica, quase sempre voltando-se para algo do estilo medieval, vitoriano, ou com ares sombrios. Mas nem sempre. Aqueles menos informados procuram por algum "sinal de escuridão" ou "trevas"- este seria o fator mais confiável para os leigos. A subcultura gótica frequentemente envolve a cena musical, mas pessoas tolas os confundem com punks (pode acreditar). Muitas bandas góticas clássicas, como Siouxsie and the Banshees e Damned foram originalmente consideradas punks. Mas agora falando do mais importante: góticos NÃO precisam ser TRISTES. Conheço pessoas que seguem esse estilo de vida e formam essa que hoje em dia é uma das tribos urbanas das grande metrópoles... Só que eles podem muito bem ser felizes. Os dados que obtive vem de livros, sites e revistas. Só que isso não é uma verdade plena. Aqui mesmo em Santa Isabel existem aqueles que preferem esse estilo de cultura ou subcultura. Ainda assim, são mais felizes que eu! Não estou forçando a barra. Só constatando.
Eu poderia falar sobre o goticismo suave mas prefiro não falar, visto que não compreendo tanto.
Posso tratar sobre isso se alguém quiser.
A música não é a única arte dos góticos. Todos os tipos de manifestação artística por parte de góticos são sempre bem vindas e encorajadas por alguns. Muito do produzido da cultura gótica é considerada por outros como superficial, artificial e pretensiosa, (ao menos para aqueles que não estão no meio) e isso não é ajudado pelo fato de muitas pessoas que se consideram "góticos de verdade" repudiarem os que eles consideram "posers". Alguns dos jovens que agora se consideram "góticos" acabam saindo do Goticismo e ir para outras coisas. Outros não. Outros ainda continuarão, mas se sentindo estranhos na cultura "normal", e irão se redescobrir quando encontrarem algo que os lembre da cultura e do pensamento gótico. Mas também existe uma grande parte desta cultura que é rica e pensadora e que abraça esses novos membros. Os góticos leem coisas como Dante, Byron, e Tolstoy - não porque eles "devem" ler, mas porque eles querem ler. O gosto por conhecimento é uma constante. Tanto que muitas vezes podem estar inseridos em outros grupos, como os nerds. Também costumam assistir filmes mudos de expressionistas alemães e relatar detalhes como outras pessoas poderiam falar dos filmes de Hollywood, talvez um pouco mais críticas. Sim existem garotos e garotas que vão a cemitérios por motivos próprios, só que isso não é uma profanação do local. É um método meditação muitas vezes, pensar sobre diversos assuntos que lhe atingem a mente. Nada de mais. 
Só deixando claro, um gótico (assim como na Idade Média, um curandeiro, alquimista ou até mesmo um estudioso), muitas vezes se sente atraído por assuntos diferentes: lendas sobre fantasmas, vampiros e assuntos fora do comum. As pessoas da sociedade enxergam isso de modo errado muitas vezes. Como algo "maligno". E não tem nada a ver com isso. As vezes só como algo para leitura ou estudo.
Muitas pessoas creem que o goticismo é algo relativo ao povo da antiguidade, na Europa, godos. Esse povo na verdade era dividido em vários grupos: visigodos e ostrogodos, entre alguns.O termo gótico como conhecemos provém do uso do termo relativo aos conhecimentos da era medieval (como as estruturas de igrejas usando o estilo gótico, ao invés do romano), não do povo godo em si.  No entanto, muito do que foi assimilado na Idade Média e Idade Moderna no relativo aos saberes  foi absorvido por essa cultura, estilo musical e tribo urbana.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Japanese Idol: O fenômeno do Japão


Na cultura pop japonesa, um ídolo é um(a) jovem "fabricado" para ser uma estrela / atriz, alguém para ser admirado, geralmente por sua fofura. Ídolos são quase sempre modelos. Eles tem supostamente uma boa imagem pública e tem que ser bons exemplos para os jovens (Miley Cyrus e Justin Bieber perdem feio para esses). Ídolos visam reproduzir uma ampla gama de papéis como personalidades da mídia, por exemplo cantores pop, apresentadores de programas de variedades, atores, modelos de revistas e anúncios.

A maioria dos cantores ídolos trabalhara em gêneros de música pop japonesa, geralmente no gênero que é o mais popular no momento (AKB48), mas uma vez que muitos ídolos canta canções sentimentais bonitinhas e kawaii, pode-se dizer que esses tipos de ídolos formam um tipo de género musical de sua própria forma. Suas canções geralmente não necessitam de grandes habilidades de canto; seu apelo popular vem em grande parte da atratividade de suas imagen. Idols públicos muitas vezes não são considerados músicos "sérios" ou atores "sérios". Consequentemente, muitos jovens estrelas agora rejeitam o rótulo de ídolo em seu desejo de ser visto como profissionais e não como objetos de devoção fanática. Vejam um anime muito que trata sobre isso, Perfect Blue.

O termo é comercializado por agências de talentos japoneses, que detêm audições para meninos e meninas com pouca ou nenhuma experiência prévia na indústria do entretenimento e vende-los como ídolos, muitas vezes como uma espécie de aspirantes a estrelas / starlets para ser adorado por sua doçura e inocência e para ter uma sequência frenética. Um monte de pessoas japonesas que são fãs de ídolos femininos os veem como semelhantes a irmãs ou meninas tipicas da porta ao lado, pois eles tem empatia com os ídolos e os amam a maneira em que eles são apresentados como crianças normais que passara a se tornar popular, com entusiasmo após o seu crescimento de amadores inexperientes a famosos artistas experientes. Algumas pessoas dizem que a sociedade japonesa está obcecada com a fofura e juventude e o fenômeno Idol, é apenas uma parte da adoração de tudo o que é kawaii dentro do povo japonês. E isso pode fazer muito sentido. Vou colocar duas fotos no post do grupo AKB48... Em uma, você vê todas elas com roupas fofas, parecidas com as de musas pops japonesas típicas. Na outra estão 
Se uma pessoa é classificada como um ídolo depende de como ele ou ela entrou no negócio de entretenimento e se ele ou ela é promovido como sendo um Idol. Alguns entretenimento (produção principalmente música) empresas e projetos de música especializar-se em Idols, e eles automaticamente comercializaram todos como um ídolo pop. Tais projetos de música têm a sua própria sequência constante, ou seja, os fãs que preferem o estilo de um projeto em particular que eles querem. Mas as empresas maiores podem escolher, por exemplo, não fazer só uma nova estrela em um grupo. Em vez disso fazer um grupo de jovem talentos. Como resultado, existem alguns grupos femininos e boy bands com praticamente o mesmo tipo de fã.



sábado, 27 de fevereiro de 2016

Falando sobre dublagem e adaptação de músicas

As músicas que mais gosto de j-rock e j-pop são sempre aquelas que me lembram aberturas de animes. Mas devo confessar que uma das primeira músicas que aprendi foi Geração dos Sonhos (Daydream Generation) encerramento de YuYu Hakushô na extinta TV Manchete. Mas ai vem a ideia de muitos fãs puristas, falando sobre como a dublagem brasileira é ruim. Eu discordo dessa opinião.
É fato que os seyuus (dubladores no Japão) são cultuados como ídolos por lá, só que isso é só uma parte do motivos para queremos ouvir os sons em seu audio original. A competência que os dubladores possuem em animes e e CDs dramas é demais. É só notar que certos personagens masculinos são dublados por mulheres, assim como Edward Elric de Full Metal Alchemist, e poucos notam isso de primeira.
Agora, qual motivo de falar das dublagens? Os brasileiros tem sim pessoas competentes! A prova disso é a comparação com outros países. Um exemplo são os dubladores do México, Espanha e Estados Unidos. Me lembro quando vi um episódio de Los Caballeros del Zodiaco, sinceramente muito ruim. É necessária uma boa coordenação entre a fala dos personagens e a ação deles.
Além disso, temos que nos lembrar de Yuyu Hakushô. Todas as vozes combinaram muito bem no anime, mesmo que alguns mais ortodoxos não gostem. O que me fez gostar dele foi o humor. Ainda me lembro dos gritos de personagens como "Ah eu sou Toguro!", "Que se dane o mundo que não me chamo Raimundo!" ou "Yukinaaaaaa!", que me fizeram deitar de tanto rir. As piadas fizeram sentido por dois motivos:
Marco Ribeiro: dublador de Yusuke Urameshi e
atualmente Robert Downey Jr.
-dubladores como Marco Ribeiro (Yusuke Urameshi) faziam uma boa interpretação do personagem, convertendo as ações para o nosso território tupiniquim;
-o trabalho feito com relação as piadas foi maravilhoso, afinal, nosso tipo de humor não é igual ao deles. Ainda me lembro de um episódio de Pokemon em que Ash se veste como uma vaca... Não fez nenhum sentido para mim. Mas ai surge o problema da dublagem.
Quando uma equipe de dublagem ou legenda se preocupa com uma boa adaptação de uma obra, ela precisa trabalhar com maneirismos, gírias e jargões de uma cultura, que são influenciados por uma sociedade, religião e costumes. Isso sem contar questões de tempo como no caso de um anime antigo em que não existiam determinados aparelhos eletrônicos.
Um fato mais concreto, seria imaginar que uma obra de mangá ou anime de 2000 fale sobre "o maior terremoto do Japão" fosse vista atualmente sendo que houve outros piores nos últimos anos. Sempre é necessário ter um cuidado com questões como história, geografia, literatura ou até moda e cultura pop de um povo. Mas com relação de dublagem ou tradução, tente fazer algo a respeito! Mande e-mails pedindo cuidado com as adaptações a editoras ou agências de dublagem. Você é um fã e merece respeito.
E sobre músicas de animes... Chamem mais vezes as galeras do Youtube, como o pessoal do The Kira Justice, Tragicômico ou o pessoal do Pride. Procure não vão se arrepender.
Vou postar aqui o video do Ricardo Fábio. Vejam o que acham dele cantando a versão brasileira de Dan dan kokoro hikareteku (Que aqui ficou como Coração de criança, ao qual achei boa a adaptação).