segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sobre o autor: Ai Yazawa


Famosa por criar mangás voltados ao público feminino (shoujo), começando sua carreira com apenas 17 anos. Escreveu várias e conceituadas séries de mangás (mais de 10 séries), entre as quais temos Ribon, Paradise Kiss e Nana - esse último um enorme sucesso internacional. E até hoje, Nana se tornou a referência para os fãs de moda e das duas Nanas que dão nome ao titulo!
As personagens de Yazawa são sempre cheias de estilo, - quase sempre na linha gothic lolita - o que faz da autora uma enorme referência no mundo da moda e design no Japão. Literalmente, muitas pessoas usam as roupas de suas personagens no Japão e no mundo. Além dos mangás, ela já publicou três livros de arte.
Um dos trabalhos fora do Japão mais conhecidos (mais pela polêmica do que pela fã) foi Princess Ai. Seria uma obra com contexto fantástico. Mas que teria uma personagem inspirada em Courtney Love, viúva de Kurt cobain, o vocal da banda grunge Nirvana. Foi publicada pela Tokyopop









quinta-feira, 25 de julho de 2013

Perfil: L (Death Note)

Bem, aqui coloco o perfil de um personagem que que já fiz no outro blog.
Quando Kira, ou seja, Raito Yagami, começa suas mortes pelo Japão e depois pelo mundo, a INTERPOL acredita que um detetive mundialmente famoso irá logo interferir: L. E o que aparece é um senhor, com um note e uma unica letra na tela: L. Sinistro...
O que acontece é que, L tem a ideia de que se expor demais ao famoso assassino seria suicídio. Aliás, já num primeiro confronto com Kira, L descobre importantes dados sobre o "deus assassino", usando um dublê como L. E ai começa um verdadeiro jogo de gato e rato!L é um cara magro, atlético apesar de tudo que adora comer doces dos mais diversos tipos. Mas é dos mais diversos mesmo! Adotado por Watari, um filantropo gênio, ele resolveu muitos casos que a polícia não conseguia desvendar.
Anime, mangá e movie são ótimos por dois personagens: Kira (Raito Yagami) e L. Um verdadeiro jogo de suspense e crimes medonhos, esses últimos, perpetrados por Kira. 
Mas é perceptivel que ambos protegem suas respectivas justiças. O que faz até parecer que L é uma especie de Batman ^^ Pense bem, L vai até os limites da lei para deter o inimigo. E as vezes fica obcecado com certas coisas que muitos acham que ele é louco... mas tem sempre um fundo de razão. Mas sempre tentando ultrapassar os limites da justiça que quer usar contra Kira("Você é meu melhor amigo Raito, mas ainda acho que você é Kira"). L realmente é muito foda
OBS:Seu nome é Lawliet.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Os Vira-Casacas

Sim, você gosta deles! E não adianta negar!

Quando se usa esse termo em um jogo de futebol, tratamos esses como traidores. Mas em obras como um mangá ou anime, usaríamos isso sobre uma personagem que se torna má ou boa. Ou simplesmente, ele quer se tornar algo melhor (ou pior dependendo do caso). Como assim? Simples. Lembram de Hiei do Yuyu Hakusho? O cara começou como um ladrão e assassino, mas devido a Yusuke e Kurama (que não admite, mas deve ser seu melhor amigo) e a busca por sua meio-irmã o fez um youkai melhor.
Usei esse exemplo, mas podemos ver personagens mais antigos como Vegeta. O príncipe sayajin, sempre mostrava o orgulho de sua raça e que um dia quis destruir a Terra, mas encarou o poderoso Goku. Porém, no fim sacrificou-se para proteger o planeta do ataque de Majin Boo! Pois de algum modo, o famoso Kakaroto, influneciou o coração do alienígena com rabo de macaco. Ou quem sabe em Full Metal Alchemist, que possuem tantos personagens assim como Scar, que trai os preceitos de sua fé usando alquimia contra alquimistas, mas depois se arrepende. Ou até mesmo Greed (vide em especial FMA: Brotherhood).

O contrário também ocorre, mas é mais raro. Um exemplo é o de Fuuma Monou, em X/1999. Mas esse caso é diferente, já que estava destinado a seguir para o lado dos Dragões da Terra, um humano com poderes paranormais que estão destinados a destruir a humanidade para salvar o planeta. Ai podemos ver como é a cultura japonesa, que normalmente não acredita nessa idéia ocidental de maniqueísmo, pois pra eles as nossas opções nada mais são do que faces da mesma moeda. Pois às vezes, uma pessoa comete atos malignos acreditando que faz o bem. E vice-versa. O que nos faz lembrar personagens que mostram isso até mesmo em Naruto. Kabuto e Itachi, por exemplo. Enquanto o primeiro começou fingindo ser um ninja “do bem” o segundo deve que segurar o mundo nas costas para proteger Konoha! E mais uma: tome cuidado, antes de ofender um “vira-casaca”. Haviam tantas pessoas que odiavam o Uchiha Itachi e hoje idolatram ele.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Hiromu Arakawa: A mulher que sabe nos "traumatizar"

Confesso, estou fissurado nas obras dela. Só que desenhos legais, não é o único motivo de gostar de seu trabalho. Apesar do traço dela ser excelente.


Talvez seja a mangáka mais competente dos últimos tempos na minha humilde opinião. Ela criou Full Metal Alchemist, Hero Tales e Silver Spoon, mas talvez a obra mais impactante até hoje seja o primeiro. Antes de tudo, vejamos um pouco sobre a moça.
Ela é uma mulher em um mercado shonen, claramente dominado por homens. E seus roteiros não têm o mesmo tipo de produção “afeminada” como as obras de Yuu Watase ou dos Estúdios CLAMP. Na verdade é exatamente o contrário.
Um dos episódios mais marcantes entre os da série, muitas pessoas na internet (e até fora dela) concordam que seja o da quimera Nina/Alexander. Quando Ed pergunta onde esta a garota e o cão. Falando sério, no momento que ela fala “nii-chan”, meu coração ficou partido sabendo que foi o pai que fez isso. Eu também arrebentaria Chou Tucker, o pai dela no soco! O que mais me deixou triste na série foi à morte do tenente-coronel Maes Hughes. O homúnculo Inveja personifica a mulher de Hughes e o mata a sangue frio. 

E no enterro é pior, com sua filha Elicia chorando e falando “que o pai tem que se levantar, por que tinha muito serviço” ou o coronel Roy Mustang, dizendo que iria começar a chover e solta uma triste lágrima.
E Arakawa faz isso pra chamar a atenção? Acho difícil. Ela poderia ser como o escritor de Death Note. Na história dela vemos um roteiro simples, pegando aspectos humanos (muito bem usados nos homúnculos e até mesmo com os personagens principais e secundários) e transportando de uma forma que nos emociona. É o típico anime, que você também torce pro bandido algumas vezes, como na saga de Kira. Mas ela é cuidadosa nisso, ela sabe o que marca as pessoas. Pois mesmo com Naruto, Bleach e tantos outros animes, ainda por ai, pouco nos afetam tanto como a história de Ed e Al Elric de FMA.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Sobre o Autor: Daniel HDR

O rapaz começou sua vida nos fanzines. Na verdade com uma obra que ele mesmo editava, a New Raff. Mas como todo o bom desenhista caminhou muito tempo pela estrada com pedras pontiagudas.
Ele teria realmente conseguido êxito em 1995, com trabalhos para a Image e Marvel. Mas no meio tempo, ele obteve a chance que sempre quis: trabalhar com seus desenhos favoritos, os mangás. Nesse meio tempo, desenvolveu dois personagens que seriam sua marca registrada nos quadrinhos, Hendrix e Téxia.
Em 1997, foi criado o Deadline Studio. Foi a união de artistas que trabalhavam com ele no Brasil (Alexandra Teixeira, Marcos Pinto, Augusto Bozzetti, Marcos Escada, Denilson Ramos e Maurício Dias) e o pessoal do C.h.a.o.s Estúdio (Eduardo Muller, Sandra Lacerda e Martin Flores).


Além disso, ele e Marcos Pinto, já ministraram um Curso de História em Quadrinhos. Nele, trabalhavam todos os estágios da criação de uma HQ.
Mas sua obra mais conhecida, internacionalmente, é o mangá de Digimon. Produzido pela Dark Horse, mostra muito do talento dele. 



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Parem de caçar quem vai vencer!

Muitas pessoas sempre sonham com os mais terríveis combates entre personalidades dos games, animes, mangás, quadrinhos, filmes e seriados. Isso ocorre mais nos animes mesmo. Mas como todos imaginamos, isso se deve por um motivo claro: marketing! Você vende mais com especulações absurdas, mesmo que tenhamos muito conhecimento no assunto. Não acredita? Acompanha o raciocínio:
Todo mundo odiou Alien VS Predador e Freddy VS Jason, mas o escarcel que foi feito em cima desse filme. Se fosse hoje em dia, falariam tão, quando os coitados que falam de spoilers de Attack on Titan. Isso por estarem sempre enchendo os bolsos com comentários sobre o filme. Pois se falarem mal, as produtoras não pagam um tostão para revistas ou sites especializados nisso. Já imaginou então se alguém falasse mal de Vingadores? Ele que foi o maior sucesso do ano passado? Os caras estariam fudidos!
Mas tem outros modos para isso.
Exemplo? Marvel VS Capcom. Até hoje esses jogos de crossover fazem sucesso pra caramba. Antes tinha o jogo de luta dos X-Men, ai veio o jogo Marvel Super Heroes (também de luta), surgiu Street Fighter VS X-Men, depois veio Marvel VS Street Fighter, Marvel VS Capcom. Surgiram outros crossovers com outras produtoras como a Tatsunoko (Capcom VS Tatsunoko), SNK (SNK VS Capcom) e até a de Tekken (Tekken VS Street Fighter). E mesmo assim, nunca vamos saber a resposta para quem é mais forte.
Mas se quer saber a minha opinião sobre isso? Se continuarmos tão consumistas, iremos perder rios de dinheiros ou horas de sono, a toa! Parem de mexer em animês por puro impulso. Assistam algo com conteúdo. Você controla sua vida, assim como o mouse do seu PC! Assista coisas novas, mas que sejam boas. Não se deixe enganar por crossovers ridículos que só consomem sua grana. Não consuma animes (sejam movies ou OVAs) como se fossem sorvete saído da geladeira. Mais do mesmo nuncas.
P.S.: Detalhe, quem venceria uma briga na minha concepção é o Super-Homem! Pronto, falei! Adoro anime mas o Super é mais foda!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

As polêmicas do CLAMP


Muita gente vai querer me crucificar. Não me importo. Vou escrever sobre um assunto que sinceramente, sempre vi sendo ignorado ou não por fãs, mas ninguém trata com um ar de seriedade. Não por achar que deveria se tratar assim esse tipo de situação, mas para mostrar outro tipo de abordagem nessas obras.


O CLAMP é um grupo formado, inicialmente, por quatro garotas que tinha como meta fazer obras shoujos (para garotas). Mas com o decorrer dos anos, e com a categoria de histórias que foram sendo desenvolvidas por elas, essas histórias foram atingindo outras categorias de leitores. Muito mais do que se imagina...
Bem, quem assiste Card Captor Sakura ou Code Geass, às vezes não faz idéia – muitas vezes – de que algumas obras delas são capazes de passar ou retratar. Prova disso esta em algumas obras:

·         Homossexualismo
·         Incesto
·         Relacionamento com pessoas mais velhas


Poucos são aqueles que prestam atenção nisso, mas em Sakura, temos um relacionamento gay entre Toya e Yukito. Aqueles que notam a conversa entre Sakura e Yukito, quando este fala que a menina não esta verdadeiramente apaixonada por ele vai notar isso. Ele diz também que “quer viver perto de quem ama”. Esse “alguém” é Toya.
Além disso, uma amiga de Sakura, Rika, tem um relacionamento sério com um professor da escola. Sem contar com personagens como Shoran e Meilin Li, ou o fanatismo de Tomoyo por Sakura. Algo que poucos realmente notam por achar se tratar de uma história de criança.
Code Geass não fica atrás! Para quem assiste o anime (que tem só o character design das garotas, como me fez saber a minha maninha Sayuri XP, mas ainda tem as mãos delas no projeto) especialmente deve ter consciência que uma colega de classe de Lelouch se apaixona pela princesa da Britanna, Euphemia. Não mostrando só a questão referente a sexualidade mas o fato de categorias sociais muito distintas (nesse caso de plebéia e princesa). Mas, assim como tudo no CLAMP, até isso é suavizado. Tratamos de um grupo que originalmente trabalhava com algo voltado para o shoujo. E que não quer conceder mais material para as obras yaois do mundo (mangás adultos voltados para garotas, quase sempre trazendo histórias entre personagens de mangás famosos como homossexuais)! Acreditem tem muita coisa brava por ai!

Mas isso não se restringe só a Code Geass e Card Captor Sakura. Podemos ver o amor de Kanoe por sua irmã mais velha, Hinoto, de X/1999. Assim como Kusanagi, veterano militar das forças de defesa do Japão, que se apaixona por Nekoi, estudante colegial que esta do lado dos mocinhos. Também temos o caso do jovem Subaru Sumeragi, mais um personagem dessa obra e de Tokyo Babylon, que se apaixona pelo homem que é destinado a destruir seu clã. Por último, temos Lantis e Visão de Águia de Magic Knight Rayearth.
Com esse grupo de mulheres, vemos que elas tratam fatos como o homossexualismo, incesto e relacionamento com pessoas de diferentes idades, de modo mais bonito e mais florido. Não digo que isso é certo, pois na realidade, a vida não é assim. E talvez nunca seja. Admito, é extremamente fantasioso isso em um tema ao qual elas poderiam tratar com maior maturidade. Sendo que já fizeram obras com extrema complexidade como Code Geass e X/1999, já citados antes. Só que é um modo diferente de encarar esses acontecimentos que existem ao nosso redor, mesmo que sejamos cabeças fechadas e acreditemos que eles não acontecem ou que nem deveriam acontecer. O mundo gira ao nosso redor e muitos ainda acreditam que paramos no tempo.